Conferência internacional “Problemas Sociais Complexos : Desafios e Respostas”

Julho 3, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sociais

Conferência internacional, “Problemas Sociais Complexos”, 11 e 12 de Julho. Aud.2 – Fundação Calouste Gulbenkian. Como participar: Conferência dia 11: Inscrição on-line em www.forumgovernacaointegrada.pt . Inscrição gratuita, mas necessária. Participação limitada ao número de lugares disponíveis. Workshops dia 12: inscrição on-line em www.forumgovernacaointegrada.pt em 1 Workshop da manhã (Territórios vulneráveis, Administração Pública, Pobreza/Sem-abrigo, Desemprego jovem não qualificado) e 1 Workshop da tarde (Desemprego longa duração /+ 45 anos; Crianças e Jovens em Risco; Idosos solitários)

 

Seminário Barómetro Social – Ano de 2013 em Revista

Fevereiro 3, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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semin

mais informações aqui

A inscrição é gratuita, mas sujeita a registo prévio até ao dia 26 / 02 / 2014. Solicite a sua inscrição através do seguinte e-mail: barometrosocial@gmail.com.

O número de inscrições que será aceite está dependente da capacidade do anfiteatro.

 

Portugal tem das mais altas taxas de jovens sem dinheiro para estudar

Janeiro 13, 2014 às 2:02 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de janeiro de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Education to Employment: Getting Europe’s Youth into Work

mckinsey

Lusa

Maioria dos alunos está mal informada sobre as oportunidades de trabalho antes de sair do ensino secundário, segundo um estudo apresentado hoje em Bruxelas.

Portugal tem uma das mais altas percentagens de jovens que queriam prosseguir os estudos, mas não têm possibilidade de os pagar (38%), revela um inquérito patrocinado pela Comissão Europeia que é apresentado nesta segunda-feira em Bruxelas. O mesmo estudo revela que os alunos não estão bem informados sobre as oportunidades de trabalho antes de terminarem a escola secundária.

O inquérito, intitulado Educação para o Emprego: Pôr a Juventude Europeia a Trabalhar e elaborado pela consultora McKenzie, questionou 5300 jovens, 2600 empregadores e 700 instituições educativas de oito países da União Europeia: França, Alemanha, Grécia, Itália, Portugal, Espanha, Suécia e Reino Unido.

O documento sublinha que entre os oito países estão as cinco maiores economias da Europa (Inglaterra, França, Alemanha, Itália e Espanha), dois dos países mais afectados pela crise (Grécia e Portugal) e um da Escandinávia (Suécia). No conjunto, estes países têm perto de 75% do desemprego jovem na União Europeia a 28.

O valor das propinas pago pelos estudantes nas universidades públicas ultrapassa os mil euros por ano e o relatório indica outro factor que eleva as despesas: a deslocação da área de residência. “Quarenta e cinco por cento dos jovens tem de sair da sua cidade para continuar a estudar”.

Neste inquérito, um terço (31%) dos jovens portugueses declarou não ter tempo para estudar porque tinha de trabalhar, o valor mais elevado entre os países analisados. Além da situação económica, em geral, é também afirmado que “problemas com o sistema de educação-emprego não estão a ajudar”, já que “apenas 47 por cento dos jovens acredita que os seus estudos pós-secundário melhoraram as perspectivas de emprego”.

Alunos mal informados
Além disso, 86% dos inquiridos afirmaram que não recebem informação suficiente sobre as oportunidades de trabalho antes de terminar o liceu. “As lacunas de informação são significativas”, lê-se no relatório da consultora McKenzie. “O estigma social sobre o ensino vocacional também não ajuda.”

Os resultados mostram que apenas 44% dos alunos que preferiam seguir a via profissional chegam realmente a fazê-lo, enquanto 85% acredita que a educação vocacional é mais útil para encontrar emprego.

Os empregadores, por seu lado, enfrentam uma escassez de competências. “Não só a juventude está a estudar as coisas erradas, como não está a receber as competências que precisa no processo”. Três em cada dez empregadores portugueses afirmam não preencher vagas por não encontrarem candidatos com as habilitações necessárias, uma situação que é particularmente crítica para as pequenas empresas.

Os estudantes “partilham a insatisfação dos empregadores”, segundo o estudo, em que se aponta: “menos de metade (47%) acha que a educação pós-secundária melhorou as suas oportunidades de emprego”. Embora este valor seja um pouco melhor do que a média do levantamento, este número ainda é considerado baixo.

Quarenta por cento dos jovens que trabalham estão num emprego provisório que encaram como um compasso até encontrarem uma função mais adequada. Os dados económicos usados no trabalho assentam numa taxa geral de desemprego que ronda os 16% e de desemprego jovem de 38%.

No documento, refere-se que Portugal “sofreu muito durante a recessão”, com a taxa de emprego global a cair quase 8 pontos percentuais e o desemprego entre os jovens a subir para 37%.

O relatório é apresentado nesta segunda-feira em Bruxelas numa conferência que tem como principal oradora a comissária Androulla Vassiliou, responsável pela Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude. Na opinião da comissária, o relatório da consultora McKenzie não podia estar mais actual: “Na Europa, o desfasamento entre aquilo que os sistemas de educação oferecem e as necessidades dos empregadores está a resultar numa séria escassez de competências, a prejudicar as aspirações da juventude e, por último, a nossa prosperidade futura”.

O relatório contém “uma mensagem clara”, lê-se no documento que enquadra a iniciativa: “Políticos, educadores e empresários devem todos sair dos seus silos e colaborar mais estreitamente para evitar o que é uma crise de crescimento”.

 

Safeguarding human rights in times of economic crisis. Issue Paper published by the Commissioner for Human Rights

Dezembro 17, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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crisis

Descarregar o documento aqui

In 2012, the Council of Europe Parliamentary Assembly expressed its concern about austerity measures and pointed out that “the restrictive approaches currently pursued, predominantly based on budgetary cuts in social expenditure, may not reach their objective of consolidating public budgets, but risk further deepening the crisis and undermining social rights as they mainly affect lower income classes and the most vulnerable categories of the population”.1

In times of crisis, governments may not immediately view human rights as relevant to the urgent task of rescuing the economy from the brink of collapse. But as the Commissioner for Human Rights has argued, “periods of financial dire straits should not be seen as emergency situations that automatically entail the curtailment of social and economic rights and the deterioration of the situation of vulnerable social groups. On the contrary, such periods of time should be viewed by states as windows of opportunity to overhaul their national human rights protection systems and reorganize their administration in order to build or reinforce the efficiency of national social security systems, including social safety nets that should be operational when necessary”.2

This Issue Paper outlines the human rights consequences of austerity measures implemented across Europe in the wake of the global financial and economic crises, and provides supportive guidance to the member states of the Council of Europe for upholding their human rights and equality duties in times of economic constraint. The Issue Paper sets out a series of concrete recommendations for human rights-compliant responses to the crisis and addresses the important and unique role of national human rights structures in ensuring that human rights are safeguarded in the crisis context.

Chapter 1 of this Issue Paper provides a short account of some of the impacts nof the economic crisis and austerity measures on the enjoyment of human rights in Europe.

Chapter 2 presents the human rights norms and standards most relevant in times of economic downturn and recovery.

Chapter 3 provides concrete guidance on how to effectively implement these norms in practice, thereby illustrating how human rights law can help to frame and shape the member states’ responses to the complex and urgent economic dilemmas  they face.

Chapter 4 concludes by outlining the significant role national human rights structures can play in monitoring and reviewing the design and implementation of austerity policies and in providing accountability for the infringements of human rights resulting from austerity.

The Commissioner’s recommendations can be found at the beginning of the document.

1. PACE, Resolution 1884, “Austerity measures – a danger for democracy and social rights”, 26 June 2012.

2. The Commissioner’s Report on Portugal, CommDH(2012)22, p. 15.

Austeridade “leva governos” a “esquecer” os direitos humanos

Dezembro 16, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Rádio Renascença de 4 de Dezembro de 2013.

O texto mencionado na notícia é o seguinte:

Austerity measures across Europe have undermined human rights Press release – CommDH037(2013) Council of Europe

União Europeia e “troika” devem, ao decidir políticas e condições, “ter em atenção o impacto nos direitos humanos”, pede o Conselho da Europa. Há “consequências terríveis” em grupos como as crianças e os jovens.

O Conselho da Europa alerta que as medidas de austeridade estão a enfraquecer os direitos humanos, porque os governos “esquecem” as suas obrigações nesta área e os credores não contemplam os direitos humanos nos programas de assistência.

“Muitos governos na Europa que impõem medidas de austeridade esqueceram as suas obrigações em matéria de direitos humanos, especialmente os direitos sociais e económicos dos mais vulneráveis, a necessidade de garantir o acesso à justiça e o direito a tratamento igual”, afirmou o comissário do Conselho da Europa para os Direitos Humanos ao apresentar um estudo sobre o impacto da crise.

“Lamentavelmente, as entidades internacionais que emprestam também descuram a inclusão de considerações de direitos humanos nos seus programas de assistência”, acrescentou Nils Muiznieks.

Para o comissário, as decisões tomadas pelos governos e as imposições internacionais pecam por “falta de transparência, participação pública e responsabilização democrática”.

Crianças abandonam a escola para ajudar a família
Em alguns casos, referiu, “condições onerosas impedem os governos de investir em programas essenciais de protecção social, saúde e educação”, pelo que a União Europeia e a “troika” devem, ao decidir políticas e condições, “ter em atenção o impacto nos direitos humanos”.

Nils Muiznieks destacou “consequências terríveis” em grupos como as crianças e os jovens, especialmente afectados pelos níveis recorde de desemprego jovem e os cortes nos apoios às famílias, na saúde e na educação.

“Um número crescente de crianças está a abandonar a escola para encontrar emprego e sustentar a família, o que pode comprometer permanentemente a sua educação e fomentar a insegurança laboral, a par da ressurgência do trabalho infantil e da exploração infantil”, afirmou.

O comissário apontou a necessidade de “fortalecer o modelo social europeu” e, ao nível dos governos nacionais, definir “como prioridade a redução do desemprego jovem e de longa duração” e “manter as bases de protecção social para um rendimento mínimo e cuidados de saúde durante a crise”, assim como garantir o “acesso efectivo à justiça” através dos sistemas de assistência legal. Frisou também a importância de “avaliar sistematicamente” o impacto das políticas económicas e orçamentais nos direitos humanos, sobretudo nos grupos mais vulneráveis.

El número de niños griegos en la pobreza aumenta de 104.000 a 597.000 en un año

Maio 31, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do El Mundo de 22 de Maio de 2013.

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Dpa | Europa Press

El presidente de la representación de UNICEF en Grecia, Lambros Kanellopoulos, ha denunciado que 597.000 niños viven por debajo del umbral de la pobreza, 493.000 más que hace un año.

La crisis griega golpea a sus hogares, donde el número de niños que viven en la pobreza se ha multiplicado por seis en el último año. De esta cifra, 322.000 no tienen las necesidades nutricionales básicas cubiertas, lo que tiene consecuencias de peso en su salud y su formación.

“La situación es muy inquietante. Los problemas de pobreza y exclusión social están aumentando“, afirmó Kanellopoulos durante una conferencia de prensa en Atenas.

Unicef organizará una gran campaña de donación el próximo 28 de mayo en todo el país para juntar dinero para vacunas, alimentos y vestimenta.

Paro juvenil

Este mismo día, el presidente del Consejo europeo, Herman Van Rompuy, ha reclamado a los gobiernos europeos que exploren de aquí a junio “nuevas ideas” para combatir el fuerte desempleo juvenil en la Unión Europea, con países como España y Grecia en donde el paro de los más jóvenes supera el 50%.

El presidente del Consejo ha explicado que la próxima reunión de los líderes europeos, los días 27 y 28 de junio, se centrará en avanzar en las políticas europeas y han confiado en que esta cita sirva “para hacer progresos contra el desempleo, en especial para los jóvenes”.

La primera en reaccionar ha sido la canciller alemana, Angela Merkel, que, en su comparecencia ante los medios tras concluir el consejo europeo, ha anunciado que ha convocado a los ministros de Empleo de la UE para explorar, el próximo 3 de julio en Berlín, soluciones “eficaces” contra el paro de los jóvenes.

Además, Francia y Alemania tienen previsto presentar la próxima semana en París un nuevo plan para crear empleo juvenil, según ha trascendido en la prensa alemana. Los 27 ya acordaron el pasado mes de febrero la creación de un fondo de 6.000 millones de euros para apoyar políticas de creación de empleo juvenil.

 

Adolescentes. 70 milhões excluídos da escola e 80 milhões sem trabalho

Fevereiro 25, 2011 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do i de 25 de Fevereiro de 2011.

Relatório da UNICEF mencionado na notícia é o seguinte:

THE STATE OF THE WORLD’S CHILDREN 2011 – Descarregar o relatório Aqui

Fotografia Getty

Fotografia Getty

Unicef apresenta hoje o relatório anual e pela primeira vez aborda a situação dos adolescentes que ficaram em segundo plano face às crianças.

Há mais de 70 milhões de adolescentes no mundo que deviam frequentar o ensino secundário, mas estão excluídos da escola. Mais de 20% desta população sofre de algum problema mental ou comportamental e a depressão é a doença mais recorrente. Todos os anos são mais de 70 mil os rapazes e as raparigas que se suicidam. Há ainda 70 milhões de raparigas e mulheres entre os 15 e os 49 anos que já foram submetidas à mutilação genital, a maioria no início da puberdade. São só alguns números que vão ser hoje revelados em Lisboa pela Unicef e que constam no seu relatório “Situação Mundial da Infância 2011”, que este ano tem como tema “Adolescência: Uma Idade de Oportunidades”.

Contrariar a exploração infantil ou promover os direitos das crianças são batalhas que têm vindo a ganhar terreno em todo o mundo – nas últimas duas décadas, a taxa de mortalidade infantil desceu 33% entre as crianças com menos de cinco anos. Só que este não deve ser o único objectivo dos países que tentam quebrar os ciclos de pobreza. É preciso investir a mesma vontade e os mesmos recursos nos adolescentes, que têm ficado em segundo plano, alerta a Unicef.

O relatório “Situação Mundial da Infância” debruça-se pela primeira vez “com maior profundidade” sobre os jovens entre os 10 e os 19 anos, idade que corresponde à adolescência, de acordo com a definição da ONU. Até ao ano passado as crianças foram o centro da atenção da Unicef, que vem agora alertar para a urgência de se investir nos 1,2 milhões de adolescentes para fazer recuar a pobreza e diminuir os riscos que enfrentam. Basta recordar que “50% das perturbações mentais acontecem antes dos 14 anos”, sublinha o relatório. O fenómeno tem vindo a aumentar nas últimas três décadas e a Unicef atribui à quebra de laços familiares, ao desemprego e às ambições profissionais e emocionais que acabam por não se concretizar.

O desemprego é o grande obstáculo que esta faixa etária enfrenta. Com 81 milhões de jovens sem trabalho no mundo, o fenómeno terá tendência a acentuar-se com um mercado de trabalho cada vez mais tecnológico e uma parte da população sem acesso ao ensino médio ou superior. É por isso que a Unicef insiste na promoção de programas de formação e ainda na melhoria de políticas e na aprovação de leis que protejam os direitos dos jovens. “Prevê-se que a gravidade venha a acentuar-se no decurso da próxima década”, lê-se no relatório.

Os países em desenvolvimento são os que têm maiores dificuldades em assegurar as condições básicas e 88% dos rapazes e raparigas vivem nessa parte do planeta. Mais de metade desta população está no continente asiático. Tanto o Sul da Ásia como a Ásia Oriental e o Pacífico acolhem 990 milhões habitantes entre os 10 e os 19 anos.

O sexo feminino é particularmente vulnerável. Nos países em desenvolvimento (excluindo a China), entre as raparigas pobres a probabilidade de se casarem antes dos 18 anos é três vezes maior que entre as adolescentes nascidas nas famílias de classe média dos países mais ricos.

Uma em cada cinco adolescentes entre os 15 e os 19 anos nos países pobres está casada ou vive em união. Em África, 25% das mulheres entre os 20 e os 24 anos tiveram o primeiro filho antes dos 18 anos. Os dados disponíveis em 14 países em desenvolvimento sugerem que elas correm maiores riscos nutricionais do que eles. A anemia é a doença mais comum.

 

OIT lança estudo sobre o impacto da crise económica no emprego de jovens

Setembro 23, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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“O novo Relatório, «Global Employment Trends for Youth , August 2010», apresenta as tendências do emprego de jovens a nível mundial e regional, dos jovens entre os 15 e os 24 anos, com especial enfoque para o impacto da crise económica sobre este grupo.

O Relatório revela que em finais de 2009 dos 620 milhões de jovens económicamente activos entre os 15 e os 24 anos a nível mundial, 81 milhões estavam desempregados – o número mais alto na história, que representa 7,8 milhões mais do que em 2007. A taxa de desemprego de jovens aumentou de 11,9 por cento em 2007 para 13 por cento em 2009.

Juan Somavia, Director Geral da OIT, referindo-se ao Relatório, alerta ” Os jovens são o motor do desenvolvimento económico. Desaproveitar este potencial é um desperdicio económico que pode enfraquecer a estabilidade social. A crise constitui uma oportunidade para reavaliar as estratégias para fazer face às graves desvantagens que os jovens enfrentam no ingresso no mercado de trabalho.”

Download do relatório Aqui

Combater o Desemprego dos Jovens

Junho 29, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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A SALTO-YOUTH Inclusion Resource Centre, publicou em Dezembro de 2009 a booklet Working on Work. Esta booklet tem como base o SALTO ‘Unemployment Training Course’ que teve lugar em  Portugal em Junho de  2009. O desemprego jovem teve um aumento explosivo nos últimos anos na Europa e nesta publicação encontramos estratégias e ferramentas de combate ao desemprego jovem.

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