O seu filho está ONLINE? Sabe com quem ele realmente fala?

Abril 8, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Já parou para falar com o seu filho sobre os perigos de fazer novas amizades na internet?

Nem sempre quem está “do outro lado” tem boas intenções!

A GNR aconselha:
– Mantenha-se informado relativamente às redes sociais que o seu filho utiliza e alerte-o para os perigos que daí podem advir;
– Aumente a supervisão sobre o seu filho, fale com ele e perceba com quem ele interage;
– Alerte-o sobre o risco de contactar com desconhecidos, sensibilizando-o para não facultar os seus dados pessoais, nomeadamente o contacto telefónico, a morada ou a escola que frequenta;
-Utilize as ferramentas de privacidade das redes sociais para aumentar a privacidade do seu filho.

Texto do facebook da GNR.

13 ou 16? Qual a idade mínima para o consentimento informado?

Março 22, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Snews

Texto e imagem do Educare de 8 de março de 2019.

Um grupo com vários investigadores, especialistas e profissionais de diversas áreas defende os 13 anos. Um grupo político avança com os 16. A violência digital e o fosso entre gerações fazem parte deste assunto.

Sara R. Oliveira

Dois terços dos pré-adolescentes, dos 11 aos 13 anos, e quatro em cinco adolescentes, com menos de 16 anos, usam diariamente as redes sociais e estão preocupados com a possibilidade da informação pessoal – nome, idade, morada, número de telemóvel, endereço de email, entre outros elementos – ser usada para receberem publicidade e serviços que não pediram ou ser partilhada com empresas ou entidades governamentais sem autorização. Estes são alguns dados do inquérito nacional EU Kids Online, realizado em 2018.

A idade mínima para o consentimento informado está em análise e as opiniões dividem-se: 13 ou 16 anos? Cerca de uma centena de especialistas, investigadores e profissionais de diversos domínios de atividade – do direito à educação, passando pela pedagogia, sociologia, psicologia, psiquiatria, pediatria, comunicação, multimédia, tecnologias e informática – defendem os 13 anos como idade mínima para o consentimento, no âmbito do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD). Daniel Sampaio, professor catedrático jubilado de Psiquiatria, Margarida Gaspar de Matos, professora catedrática da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, José Afonso Furtado, antigo diretor da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, e Rui Cruz Martins, presidente da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação, estão neste grupo.

A posição surge depois do artigo de opinião publicado no jornal Público, a 21 de fevereiro do ano passado, assinado por Tito de Morais, fundador do Projeto MiudosSegurosNa.Net (iniciativa que ajuda famílias, escolas e comunidades a promover a utilização ética, responsável e segura das tecnologias de informação e comunicação por crianças e jovens), e por Cristina Ponte, investigadora da Universidade Nova e coordenadora da equipa portuguesa na rede europeia EU Kids Online. E coincide com uma proposta de lei sobre o assunto, que se encontra numa fase final de apreciação na Assembleia da República e que contraria a postura, tomada no grupo de trabalho RGPD, por parte do PS, PCP e CDS-PP, que defende os 16 anos como a idade mínima para esse consentimento.

Cristina Ponte resgata os dois dados do EU Kids Online para vincar a sua visão. “Ambos os valores revelam a importância de capacitar mais cedo os adolescentes portugueses sobre como lidar com a vigilância digital que tem vindo a crescer nos últimos anos, impulsionada pelas redes sociais. Essa capacitação, de resto, tem vindo a ser trabalhada nos currículos escolares a partir dos 13 anos”. Para Tito de Morais, se a posição do PS, PCP e CDS se mantiver,  “corremos o risco de ser confrontados com uma situação que em muito prejudicará os jovens portugueses”.

Perpetuar desigualdades
O grupo de especialistas sustenta que aprovar os 16 anos conduzirá a várias situações. A lista está feita. Na sua perspetiva, aprovar os 16 anos “ignora a ineficácia das restrições etárias”, “contribui para que mais crianças mintam quanto à idade para aceder aos serviços da sociedade de informação”, “ignora os direitos da criança e dos pais”, e “esquece que a autonomia se desenvolve preparando as crianças, não limitando as suas escolhas”. E não é tudo. “Aprofunda o fosso digital entre jovens, desperdiça oportunidades de inclusão digital, agrava a discriminação cultural, contribui para o perpetuar de desigualdades”, realça o grupo.

O artigo de opinião de Tito de Morais e de Cristina Ponte, no jornal Público, fala no consentimento parental. “Aumentar para 16 anos a idade do consentimento poderá contribuir para agravar um problema, em vez de o resolver”, alertam. “Aumentar para 16 anos de idade o requisito do consentimento parental para recolher e tratar dados pessoais pode resultar em mais jovens a dar informação falsa sobre a idade, contornando possíveis resistências parentais e uma cultura de protecionismo. Essa ilusão etária impede os operadores de adequarem medidas e ferramentas de segurança e proteção da privacidade à idade real dos utilizadores mais novos”, acrescentam.

O assunto vai entrar em discussão no Parlamento e Tito de Morais e Cristina Ponte esperam que Portugal siga o mesmo caminho da Dinamarca, Espanha, Irlanda, Letónia, Polónia, Reino Unido, República Checa e Suécia. “Com essa decisão por parte das autoridades portuguesas e reforçando a sua literacia digital comercial, adolescentes de 13 ou mais anos de idade poderão usufruir da proteção dos seus dados pessoais e da sua privacidade, continuando a usufruir das oportunidades e dos benefícios proporcionados pelas TIC no domínio do acesso à informação, comunicação, comércio, educação, formação e desenvolvimento pessoais, lazer e entretenimento, expressão da sua criatividade e afirmação de uma cidadania ativa e participativa”, escrevem no mesmo artigo.

Em setembro de 2017, Tito de Morais já abordava a questão num texto publicado no site VER com o título “Proteção de dados: no melhor pano cai a nódoa”. Alertava para a perpetuação de desigualdades e para incongruências e contradições. “O requisito do consentimento parental para a recolha e tratamento de dados de menores de 16 anos vai obrigar as empresas a recolher mais informação de crianças e jovens, nomeadamente dados de localização e dados relativos aos pais, o que se revela ser uma incongruência do RGPD, contradizendo um dos objetivos declarados, que é proteger e reduzir a recolha de dados pessoais dos menores de idade”, escrevia o fundador do MiudosSegurosNa.Net.

 

 

Como as gigantes de tecnologia lidam com os dados de crianças

Outubro 8, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do site Olhar Digital de 15 de setembro de 2018.

Treze! Para os mais supersticiosos, sinônimo de azar. Para outros, sorte. Não é sequer um número cabalístico. Treze é a idade mínima para que uma pessoa possa criar uma conta em uma rede social ou usar um serviço digital online em quase todo o mundo. Desde 1998, é o que define a Lei de Proteção à Privacidade Online para Crianças dos Estados Unidos. Segundo a regulamentação, esta é a idade mínima para que uma empresa possa, legalmente, coletar dados de um indivíduo.

No Brasil também. O Estatuto da Criança e do Adolescente define que, até os 12 anos, uma criança é considerada totalmente incapaz. Ou seja, qualquer um dos seus atos ainda é de total responsabilidade dos pais.

Ou seja, quem definiu essa idade não foi o Google ou Facebook, mas uma autoridade federal. Ainda assim, é impossível afirmar que toda criança, a partir dos 13 anos, terá maturidade suficiente para entrar de cabeça no mundo virtual. É verdade, a gente sabe que a maioria delas começa muito mais cedo, mas será que vale a pena? Cada criança evolui de forma diferente e, nesse sentido, o amadurecimento pode ser algo bastante subjetivo e impossível de ser generalizado.

A partir de denúncias e até com uma mãozinha da Inteligência Artificial, o Facebook bane e remove contas de menores de 13 anos. A idade mínima, seguindo a lei norte-americana, é uma política global da empresa salvo raras exceções, como na Espanha, por exemplo, onde o país exige que a criança tenha 14 anos para possuir conta em um serviço digital. Além disso, como uma proteção extra para adolescentes na plataforma, a rede de Mark Zuckerberg limita as categorias de publicidade para os mais jovens e, nas opções de audiência padrão para as publicações, a opção de fazer um post “Público” não existe. Por fim, o reconhecimento facial das fotos e marcações também é desligado para menores de 18 anos.

Recentemente, o Google foi alvo de investigações do Ministério Público Federal por conta de como trata os dados de crianças usuárias do YouTube. Enquanto há uma infinidade de conteúdo para os pequenos e até produzido por muitos menores na plataforma, os os termos de uso do YouTube dizem que o usuário deve ser maior de 18 anos, ser emancipado ou ter autorização de adultos responsáveis. Mas as autoridades alegam que não há qualquer processo de verificação; ou seja, certamente tem criança usando o serviço e tendo suas informações coletadas sem o devido consentimento legal. Engraçado é que nos Estados Unidos o YouTube enfrenta uma investigação bastante parecida.

As leis de proteção às crianças faz seu papel, mas sozinhas não são capazes de resolver o problema. As empresas digitais dizem que não saem da linha. Mas o mais importante mesmo é educar: pais e filhos.

No Brasil, o cidadão precisa completar 18 anos para ter licença para dirigir. Nos Estados Unidos, 16. Maturidade é uma coisa bastante difícil de se definir. Ainda que não seja hora de proibir ou afastar de forma exagerada os pequenos da vida virtual, o principal recado é geral: quem ama cuida!

Vídeo da notícia no link:

https://olhardigital.com.br/video/como-as-gigantes-de-tecnologia-lidam-com-os-dados-de-criancas/78553

Desafio Momo do Whatsapp – conselhos da PSP

Agosto 9, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da PSP:

Desafio Momo do Whatsapp

Na imagem encontra-se a foto de uma escultura de uma mulher-pássaro, exposta em 2016 numa galeria japonesa, em Tokyo.

A mesma imagem tem sido associada a Momo, um contacto que através do Whatsapp pede para adicionar e entra em grupos de conversação. Recebem-se respostas de cariz ameaçador e perturbador. Estas ameaças levam à extorsão de informação pessoal, incitam ao suicídio e a atos arriscados, pelo que se trata de um isco utilizado por criminosos para manipular as vítimas (jovens) roubar dados e extorquir.

Riscos:

– roubo de informações pessoais;
– incitação à violência e suicídio;
– assédio;
– extorsão;
– perturbações várias decorrentes de manipulação e coação.

Para os pais:

– educar sempre no sentido da responsabilidade no digital, protegendo dados pessoais, passwords e informações privadas;
– educar no sentido de nunca se adicionar contactos estranhos ou desconhecidos, em todas as plataformas;
– acompanhar a atividade dos filhos nos smartphones e tablets;
– incluir regras para um uso moderado;
– em caso de suspeita ou crime, denunciar à PSP.

16 seria o ideal mas há crianças portuguesas a navegarem online sozinhas desde os 8 anos

Março 12, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://tek.sapo.pt/ de 15 de fevereiro de 2018.

Em França fala-se nos 15 anos como idade mínima para deixar de ser necessária a autorização dos pais para criar perfil no Instagram, no Snapchat ou no Facebook. E em Portugal?

Da teoria à prática a distância é normalmente grande e tal parece aplicar-se às regras de utilização de redes sociais como o Instagram, o Snapchat ou o Facebook. O funcionamento destes serviços estabelece os 13 anos como idade mínima para criar perfil, mas há quem comece a navegar sozinho muito antes, alerta a psicóloga Ivone Patrão.

“O acesso às redes sociais sempre foi barrado a menores. Geralmente fazem uma permissão a partir dos 13 anos, mas o que se observa é que isto não é respeitado. Falo todos os dias com jovens e pais e sei bem isso”, referiu em declarações ao SAPO TEK.

A autora do livro #GeraçãoCordão acrescenta que nos estudos que tem desenvolvido, a média de idades de acesso à internet sem supervisão parental é de oito anos. “A partir daqui está tudo dito”.

O novo Regulamento Geral de Proteção de Dados vai trazer força legal a estas regras que não têm sido respeitadas. O diploma que os Estados-membros terão de adotar até 25 de maio próximo define que “só os menores com idade igual ou superior a 16 anos podem dar consentimento válido para o tratamento de dados pessoais relacionados com a oferta direta de serviços da sociedade de informação, tais como serviços online”. Prevê, no entanto, que os países da União Europeia estabeleçam uma idade inferior para esse consentimento, “desde que seja salvaguardado o limite mínimo de 13 anos”.

França já fez a sua proposta nesse sentido. A Assembleia Nacional daquele país fixou nos 15 anos a idade mínima para um cidadão francês criar sozinho um perfil numa rede social. Entre os 13 e os 15 anos tal será possível com o consentimento de cada um dos progenitores ou responsáveis legais e abaixo dos 13 fica proibido.

Algo idêntico poderia ser seguido em Portugal, na opinião de Ivone Patrão. A psicóloga considera que, nas idades mencionadas, “já se adquiriu maior maturidade cognitiva e emocional, para exercer algum autocontrolo face ao que pode surgir online”.

Acrescenta que “é importante que se legisle”, e além disso também é importante “o legislador conhecer os dados da realidade e perceber que temos muitas crianças e jovens em risco, pela ausência da supervisão de um adulto, quando contactam com o mundo online”.

Em Portugal, o RGPD já esteve em consulta pública, não sendo conhecida ainda uma proposta final própria no que diz respeito às idades escolhidas.

 

 

Portugal e a Participação Digital de Crianças e Jovens – 29 janeiro, Centro Cultural Casapiano

Janeiro 25, 2018 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Regulamento Geral de Proteção de Dados (UE) 2016/679 do Parlamento e do Conselho, aprovado a 27 de Abril de 2016, produz efeitos a 25 de maio de 2018 e visa assegurar em todos os Estados-Membros um nível equivalente de proteção dos cidadãos relativamente ao tratamento dos dados pessoais. O Artigo 8º do RGPD obriga os menores de 16 anos a obterem consentimento parental para acederem aos serviços da sociedade da informação. No entanto, o Artigo também refere: Os Estados-Membros podem dispor no seu direito uma idade inferior para os efeitos referidos, desde que essa idade não seja inferior a 13 anos. Dado que os jovens não foram ouvidos sobre este assunto, lançámos em Portugal o Manual de Ação Para Jovens visando ouvir os jovens no âmbito da iniciativa #RGPDDáATuaOpinião. Recebemos mais de 200 participações de jovens. Com este evento pretendemos debater a idade do consentimento à luz do Artigo 8º do RGPD e as implicações do mesmo ao nível da participação e inclusão digital das crianças e dos jovens portugueses, aproveitando a oportunidade para apresentarmos os mais de 200 trabalhos submetidos por jovens Portugueses em resultado da utilização do Manual de Ação Para Jovens que adaptámos, traduzimos e lançámos em Outubro de 2017 e que contou com versões em 13 idiomase com a participação de 14 países, dos quais Portugal foi o que conseguiu envolver maior número de organizações.

Programa

09:30h. Receção dos participantes

10:00h. Sessão de Abertura
Representante da Casa Pia de Lisboa*
Representantes dos Órgãos de Soberania*
Tito de Morais, fundador do Projeto MiudosSegurosNa.Net

10:15h. A Questão da Idade de Acesso à Internet: Um Debate Crucial
Representante da Comissão Nacional de Proteção de Dados*

10:30h. Mesa Redonda: Qual a melhor idade para permitir o acesso à Internet?
Teresa Sofia Castro, EuKidsOnline Portugal
Cátia Branquinho, Aventura Social / Dream Teens
Fernanda Ledesma, Presidente da ANPRI (Ass. Nacional de Prof. de Informática)
José Manuel Gonçalves, Conselho Executivo da CONFAP (Conf. Nacional das Ass. de Pais)
Moderador: Tito de Morais, fundador do Projeto MiudosSegurosNa.Net

11:30h. Vamos Tirar Partido das Oportunidades Digitais
Sofia Rasgado, Coordenadora do Centro Internet Segura, Centro InternetSegura

11:45h. Encerramento
Tito de Morais, fundador do Projeto MiudosSegurosNa.Net

12:00h. Café Com Networking

inscrição no link:

http://www.miudossegurosna.net/participacao-digital.html

Manual de Ação Para Jovens : Dá a Tua Opinião sobre os teus direitos online!

Outubro 4, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança é um dos parceiros da iniciativa.

Descarregar o manual aqui

Página no Facebook:

https://www.facebook.com/GDPRhaveyoursay/

 

Sabias que em maio de 2018 o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) 1 entrará em vigor nos sistemas jurídicos de todos os países da União Europeia? A boa notícia é que este Regulamento visa proteger a privacidade e os dados pessoais na Internet, assegurando que os fornecedores de serviços de informação e de média sociais:

  • tratam os teus dados de forma transparente e justa
  • param de transferir os teus dados pessoais para terceiros sem o teu consentimento explícito
  • respeitam o teu “direito a ser esquecido”
  • param de tratar, analisar e agrupar os dados pessoais de menores de idade.

A má notícia é que, a menos que atuemos agora, o Regulamento impedirá qualquer menor de 16 anos de idade de aceder aos serviços da sociedade da informação (ou seja às redes sociais e muitos outros websites), sem o consentimento dos seus pais ou cuidadores (artigo 8) ! Agora imagina as consequências que isso poderia ter para ti, enquanto jovem cidadão da União Europeia. Acabaram-se as redes sociais ou a exploração de novos sites ou aplicações, a menos que os teus pais autorizem cada uma das tuas escolhas? E as consequências para as crianças com menos de 13 anos de idade?

Mas tu tens o poder de mudar isso, porque o Artigo 8 2 do RGPD diz:

“Os Estados-Membros podem dispor no seu direito uma idade inferior para os efeitos referidos, desde que essa idade não seja inferior a 13 anos”.

Este Manual de Ação Para Jovens não pretende apenas fazer-te pensar sobre os teus direitos na Internet, mas também te dá a possibilidade de garantires que a tua voz seja ouvida pelas entidades que decidem e que legislam em Portugal.

 

Debate: Controvérsias Tech and Touch sobre a disponibilização de dados pessoais de alunos no sítio da Internet dos estabelecimentos de educação e ensino – 26 de janeiro na Fundação Portuguesa das Comunicações.

Janeiro 22, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sem-nome

mais informações:

http://www.anpri.pt/mod/forum/discuss.php?d=1923

Iniciativa quer botão que apague o passado online dos jovens

Agosto 18, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site http://kids.pplware.sapo.pt de 3 de agosto de 2015.

pplware

Criado por Marisa Pinto

Atualmente quase todos os jovens têm alguma conta na Internet e, os menos consciente e talvez menos informados, muitas vezes utilizam a Internet para os desabafos mais pessoais, conflitos, exposição de conteúdo mais íntimo, etc.

Assim, uma iniciativa na Grã-Bretanha, pretende que se crie um botão que apague, definitivamente, o passado dos jovens na Internet.

Já imaginaram que bastava clicar num botão para que tudo o que acabaram de publicar na Internet, fosse apagado definitivamente?

Pois é essa a intenção de uma iniciativa da Grã-Bertanha, designada iRights, que defende que os jovens devem ter a possibilidade de apagar facilmente conteúdos que publicaram na Internet e que, com o tempo, ficaram desadequados e que até lhes possam causar vergonha e mal-estar.

Esta iniciativa é apoiada pelo Ministério de Segurança do país para que os jovens tenham poder sobre o que publicam e o que têm no mundo virtual.

Beeban Kidron, líder do projeto, afirma que os adolescentes muitas vezes publicam sem pensar e, por passarem por muitas mudanças sociais e de desenvolvimento, não seria justo serem julgados/criticados por coisas que fizeram ou escreveram quando tinham apenas 14 ou 15 anos.

Kidron é da opinião que o que fazemos na infância/adolescência, não deveria ser marcado permanentemente na Internet pois, nestas idades, a experimentação de situações é mais que normal, pois só assim se aprende e se desenvolve, mas a Internet nunca esquece nem corrige o que lá colocamos.

Assim, o botão para eliminar o passado online pretende dar o poder, aos menores de 18 anos, de determinarem que conteúdos seus querem ver expostos na Internet.

Apesar de as redes sociais, entre outros locais, permitirem que se apaguem conteúdos, estes não ficam definitivamente eliminados na Internet e até há quem guarde as publicações, fotos, etc, muitas vezes para o fim de cyberbullying.

Mas a iniciativa, como seria de esperar, não agrada a todos e alguns especialistas afirmam que será improvável que este botão possa vir a ser criado, implementado e regulado.

Por sua vez, Kidron mostra-se mais otimista e afirma que a tecnologia já existe para a criação do botão… basta agora apenas criá-lo.

Apesar de tudo, ainda têm um longo caminho pela frente, no sentido de conquistar mais adeptos para esta ideia e conseguir o apoio de empresas e instituições para parcerias, como forma de se protegerem os jovens do mundo online.

Nestas parcerias já contam vários nomes fortes como é o caso de bancos internacionais, organizações de comunicação e a comunidade Mozilla.

Nós por cá vamos esperar por mais desenvolvimentos e novidades sobre esta iniciativa.

Concordam com a criação de um botão que elimine o passado digital dos jovens?

 

 

 

Cyberbullying e Privacidade : Guia para Professores

Fevereiro 26, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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cyberb

descarregar o guia no link:

http://www.gazteaukera.euskadi.eus/contenidos/noticia/emaize_materiala_15/eu_def/adjuntos/Ciberbullying_Privacidad_Guia_para_profesores.pdf

European Superkids Online” es un proyecto integrado en el Programa Daphne III, financiado por la Co­misión Europea, que tiene como principal objetivo el fortalecimiento de los menores contra la violencia on­line, a través de módulos e-learning. Los países y organizaciones que conjuntamente han colaborado en este proyecto son Italia (Save the Children Italy), Polonia (Nobody´s Children Foundation), Dinamarca (Save the Children Denmark) y España (PROTEGELES).

Actualmente, existe una gran preocupación a nivel internacional por el incremento de la violencia online entre los menores. La amplia difusión de las nuevas tecnologías ha permitido la aparición y expansión de fe­nómenos como el ciberbullying, o acoso escolar a través de las nuevas tecnologías, en el que se entremezclan otras situaciones como las usurpaciones de identidad, las amenazas, calumnias, injurias y otras.

Además de este problema, se suceden otro tipo de situaciones conflictivas en la Red que también requieren especial atención y tratamiento. Problemas como el grooming (acoso sexual a través de las nuevas tecnolo­gías), el sexting (envío de imágenes con contenido sexual o exhibicionista) y, en general, todo aquello rela­cionado con los peligros derivados de la falta de privacidad en Internet, ponen de manifiesto la necesidad de intervenir para evitarlos, o afrontarlos con éxito una vez que se ha producido.

Dentro de este Proyecto, cada país ha personalizado los temas a tratar en función de las necesidades detecta­das entre los menores. En España, PROTÉGELES ha llevado a cabo una serie de encuestas y entrevistas con los menores que han puesto de manifiesto la necesidad de trabajar con ellos, además del Ciberbullying, la importancia de cuidar su privacidad cuando están en la Red.

Los módulos e-learning están específicamente diseñados y adaptados para los menores de 10 a 13 años. Los padres, profesores y educadores pueden hacer uso de estos módulos para trabajar con dicho colectivo.

El entorno escolar es un lugar idóneo para enriquecer la experiencia de los estudiantes en el mundo digital, así como para formarles en el uso seguro y responsable de las TIC. En muchas ocasiones, profesores y educa­dores ha manifestado la necesidad de materiales y recursos específicos para poder trabajar sobre estos temas en el aula. Esta guía pretende ser un recurso en el que encontrar la información y material necesario para formar a los menores, y reflexionar con ellos sobre en estas cuestiones en su entorno escolar y/o familiar.

Este material, por tanto, se pone también a disposición de los padres y madres implicados activamente en la formación digital de sus hijos. En esta guía hallarán información y recursos necesarios para poder trabajar desde casa este tipo de fenómenos.

Con esta idea surge el proyecto “European Superkids Online” dentro de la Unión Europea, con el objetivo de poner a disposición de los colectivos implicados un recurso, con información teórica y actividades prácti­cas (vídeos, estudio de casos, test…) para formar y prevenir conductas de riesgo en el abordaje del ciberbu­llying, y en el desarrollo de la protección de la privacidad online.

 

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