Tutela de crianças privadas de cuidados parentais – um manual para reforçar os sistemas de tutela para satisfazer as necessidades específicas de crianças vítimas de tráfico”

Julho 9, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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children

descarregar o livro aqui

We’ve just released a handbook http://bit.ly/1nXrcJY to strengthen national guardianship systems for children in Europe, as part of the EU’s anti-trafficking strategy which recognises the vital role guardians play in protecting children from harm. “No child should feel alone and abandoned by the State they live in,” says FRA Director Morten Kjaerum http://bit.ly/TvMowX “Guardians exist to protect children in the absence of parents. However, their role and work varies from across the EU. This handbook provides the much needed guidance that should help strengthen guardianship systems across the EU to better protect all children who are at risk.”

A prestação de cuidados pelos avós na Europa : as políticas familiares e o papel dos avós na prestação de cuidados infantis

Julho 4, 2014 às 1:30 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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avos

descarregar o sumário do estudo em português aqui

mais estudos e  informações:

http://www.grandparentsplus.org.uk/reports-and-publications

O nosso estudo revela que em toda a Europa os avós, as avós em particular, estão a desempenhar um papel fundamental na prestação de cuidados intensivos e ocasionais aos seus netos. Mais de 40% dos avós em 11 países europeus2 estudados prestam cuidados aos netos sem a presença dos pais da criança, enquanto na Grã-Bretanha a pesquisa Atitudes Sociais Britânicas (British Social Attitudes – BSA) revelou que 63% dos avós com netos de idade inferior a 16 anos o fazem.3

Em Portugal, Espanha, Itália e Roménia, onde as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas e onde há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças e poucas oportunidades de as mães trabalharem a tempo parcial, os avós asseguram uma grande parte dos cuidados intensivos prestados aos seus netos. Entre os 11 países estudados, Portugal, em particular, apresenta a mais elevada percentagem de mães com filhos com idades inferiores aos seis anos que trabalham a tempo inteiro. Adicionalmente, nestes países as mães que trabalham fazem-no frequentemente durante mais de 40 horas por semana; uma vez que há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças a preços acessíveis, existe uma maior dependência dos cuidados intensivos prestados pelas avós. Com excepção da Roménia, nestes países há menos avós a prestarem cuidados ocasionais ou menos intensivos sem a presença dos pais.

Ser avô, um emprego a tempo inteiro

Julho 4, 2014 às 1:15 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 28 de junho de 2014.

Estudo europeu

Em Portugal, assim como em Espanha, Itália e Roménia, as crianças ficam muitas vezes ao cuidado dos avós, uma vez que “as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas”.

Portugal é o país com o maior número de mães com filhos até aos seis anos a trabalhar a tempo inteiro e um dos países em que os avós cuidam mais dos netos, revela um estudo europeu.

O estudo “A prestação de cuidados pelos avós na Europa” faz uma análise comparativa sobre as políticas familiares e a sua influência no papel dos avós enquanto prestadores de cuidados infantis na Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Itália, Holanda, Espanha, Suécia, Suíça, Portugal, Espanha Itália e Roménia.

Segundo o estudo, a que a agência Lusa teve acesso, mais de 40% dos avós dos países europeus analisados prestam cuidados aos netos sem a presença dos pais, sendo que os países do sul da Europa, Portugal, Espanha, Itália e Roménia, são os que apresentam uma maior percentagem de avós a cuidar de netos a tempo inteiro.

Os autores do estudo explicam que nestes quatro países “as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas” e “há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças e poucas oportunidades das mães trabalharem a tempo parcial”.

Mães trabalham mais de 40 horas 

Entre os países estudados, Portugal apresenta “a mais elevada percentagem de mães com filhos com idades inferiores aos seis anos que trabalham a tempo inteiro”.

Em Portugal, Espanha, Itália e Roménia, as mães trabalham frequentemente mais de 40 horas por semana, adianta o estudo financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, que será apresentado na terça-feira em Lisboa.

A investigação adverte que, tendo em conta que as avós entre os 50 e os 69 anos “que não exercem empregos remunerados são as que apresentam maiores probabilidades de prestar cuidados infantis, os planos dos governos europeus para o aumento das idades de reforma e da participação feminina na vida profissional em idades mais avançadas são suscetíveis de entrar em conflito com o papel dos avós no que se refere à prestação de cuidados infantis”.

Para os autores do estudo, “isto terá implicações significativas ao nível da participação das mães mais jovens no mercado de trabalho e na obtenção de pensões e de segurança financeira por parte das mulheres de meia-idade”.

 

Portugal é o país com mais mães com filhos menores de seis anos a trabalhar a tempo inteiro

Julho 4, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia  do Público de 28 de junho de 2014.

 

pedro cunha

LUSA

Estudo europeu mostra também que os avós portugueses são dos que mais cuidam dos netos.

Portugal é o país com o maior número de mães com filhos até aos seis anos a trabalhar a tempo inteiro e um dos países em que os avós cuidam mais dos netos, revela um estudo europeu.

O estudo A prestação de cuidados pelos avós na Europa faz uma análise comparativa sobre as políticas familiares e a sua influência no papel dos avós enquanto prestadores de cuidados infantis na Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Itália, Holanda, Espanha, Suécia, Suíça, Portugal, Espanha Itália e Roménia.

Segundo o estudo, a que a agência Lusa teve acesso, mais de 40% dos avós dos países europeus analisados prestam cuidados aos netos sem a presença dos pais, sendo que os países do sul da Europa — Portugal, Espanha, Itália mas também a Roménia — são os que apresentam uma maior percentagem de avós a cuidar de netos a tempo inteiro.

Os autores do estudo explicam que nestes quatro países “as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas” e “há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças e poucas oportunidades das mães trabalharem a tempo parcial”.

Entre os países estudados, Portugal apresenta “a mais elevada percentagem de mães com filhos com idades inferiores aos seis anos que trabalham a tempo inteiro”.

Em Portugal, Espanha, Itália e Roménia, as mães trabalham frequentemente mais de 40 horas por semana, adianta o estudo financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, que será apresentado na terça-feira, em Lisboa.

O estudo atribui esta “maior dependência dos cuidados intensivos prestados pelas avós” há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças a preços acessíveis.

Com excepção da Roménia, nestes países há menos avós a prestar cuidados ocasionais ou menos intensivos sem a presença dos pais.

Os países com maior recurso a estruturas formais de acolhimento de crianças (Suécia e Dinamarca) são os que apresentam as percentagens mais reduzidas no que se refere à prestação de cuidados infantis intensivos pelas avós.

A investigação adverte que, tendo em conta que as avós entre os 50 e os 69 anos “que não exercem empregos remunerados são as que apresentam maiores probabilidades de prestar cuidados infantis, os planos dos governos europeus para o aumento das idades de reforma e da participação feminina na vida profissional em idades mais avançadas são susceptíveis de entrar em conflito com o papel dos avós no que se refere à prestação de cuidados infantis”.

Para os autores do estudo, “isto terá implicações significativas ao nível da participação das mães mais jovens no mercado de trabalho e na obtenção de pensões e de segurança financeira por parte das mulheres de meia-idade”.

O estudo refere também que Portugal tem assistido a um aumento dos agregados familiares de avós com três gerações, enquanto a Inglaterra e o País de Gales, França e Alemanha Ocidental têm assistido a uma diminuição da percentagem de adultos com 35 ou mais anos a viver neste tipo de família.

“Tanto os agregados familiares de avós com três gerações como os sem continuidade geracional estão associados à pobreza e falta de recursos socioeconómicos em todos os países estudados”, salienta.

Os adultos que vivem em agregados familiares com avós apresentam maiores probabilidades de serem mulheres, divorciadas, viúvas ou separadas, com níveis de instrução mais baixos e economicamente inactivas, “o que é particularmente notório nos que vivem em agregados familiares de avós sem continuidade geracional”.

 

Alternative forms of care for children without adequate family support: sharing good practices and positive experience

Maio 21, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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alternative

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The focus of this presentation is the potential preventive role of the Guidelines for the alternative care of children: seeing how we can find solutions for children who are without parental care – or are at risk of being so – without having recourse to alternative care assuch. Although these Guidelines logically deal more especially with questions of the quality of care, the emphasis first of all is on prevention. Indeed, as the drafting process advanced, not only NGOs but also governments involved were increasingly adamant that preventive efforts at all levels – primary, secondary and tertiary – be highlighted, in other words: tackling general conditions that enhance the risk of family breakdown, working with individual families to avoid that outcome, and securing a child’s return to parental care underappropriate conditions wherever possible. It is important to bear three things in mind. First, the Guidelines are precisely that: they create neither new rights nor binding obligations, but are intended as suggestions for policy orientation agreed on the basis of current knowledge and grounded in the Convention on the Rights of the Child. They are a key document, but they are not necessarily definitive, any more than the Convention itself is the “final” document for all time. Second, the Guidelines are by no means directed solely at governments but to all services, organizationsand professionals involved with alternative care issues, including in an indirect manner suchas those who deal with the broader context of social policy. The third point is that the Guidelines seek above all to promote individualised responses tailored to the situation andneeds of each child who has been, or risks being, placed in out-of-home care, and that areconsonant with his/her human rights. Respect for two fundamental principles underlies the approach: 1) the ‘necessity principle’, to ensure that placement in an alternative care setting is limited to cases where itis genuinely warranted, and 2) the ‘suitability principle’ whereby, if such alternative care is indeed deemed to be necessary, the solution is constructive and appropriate for each child concerned.

Employment developments in childcare services for school-age children

Dezembro 22, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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