La prevención de la violencia: evaluación de los resultados de programas de educación para padres

Abril 29, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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Encontro 10 Anos a Acertar o Passo

Janeiro 10, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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passo

Inscrições online e informações:

10anosaacertaropasso@gmail.com

Tel 213622793

Fax 213622794

Telem. 96 1564648

Ficha inscrição   Programa do Encontro

Especialização em avaliação e intervenção em situações de violência (B-Learning)

Novembro 11, 2013 às 4:01 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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b

Porto:23 de Novembro de 2013
Lisboa:16 de Novembro de 2013

Atualmente a violência é um fenómeno que afecta cada vez mais a sociedade em que vivemos. Vários são os factores que levam as pessoas a tornar-se violentas no seu dia a dia e na sua vida.

É essencial que se aposte na formação de técnicos especializados que dêem resposta aos diversos tipos de violência, intervindo ou prevenindo de forma eficaz para que o problema diminua. Através de uma metodologia prática, com uma abordagem multidisciplinar, esta especialização em regime b-learning, pretende promover a oportunidade de partilha, exposição de dúvidas e participação ativa, bem como desenvolver nos formandos competências a nível de avaliação e intervenção.

Curso desenvolvido em parceria com a APAV

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Faltam instituições especializadas para casos mais extremos

Novembro 1, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do Açoriano Oriental a Pedro Vaz Santos no dia 20 de Outubro de 2013.

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açoriano-oriental(1)

Acção de Saúde para Crianças e Jovens em Risco : Relatório 2012

Outubro 29, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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dgs

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De uma forma genérica, poder-se-á afirmar que, em 2012, a Ação de Saúde para Crianças e Jovens em Risco (ASCJR), criada pelo Despacho da Ministra da Saúde n.º 31292/2008, de 5 de Dezembro, desenvolveu-se na continuidade do que acontecera em anos anteriores.

Tal significa que, de um modo gradual, a nível das Administrações Regionais de Saúde, dos Agrupamentos de Centros de Saúde, dos Hospitais e das Unidades Locais de Saúde, a intervenção junto das crianças e dos jovens em risco foi objeto de atenção crescente por parte dos profissionais de saúde.

Essa evolução encontra-se expressa não apenas no aumento da casuística registada, mas também do número de iniciativas tomadas pelas equipas a nível regional e local, quer sob o ponto de vista da sensibilização, tanto dos profissionais como da população utente, quer ainda do da organização e da participação em iniciativas de caráter formativo, técnico e científico que foram realizadas a propósito do tema.

No que se refere à dinâmica da Rede de Núcleos da ASCJR, é de assinalar a existência de avanços e de recuos no processo, de acordo com as informações fornecidas pelas Coordenações Regionais da ASCJR.

Por um lado, resultado da continuada evolução da orgânica e do modo de intervenção do Serviço Nacional de Saúde (SNS), face à necessidade sentida  pelas equipas de melhor rentabilizarem as potencialidades deste modelo de intervenção, assistiu-se, em 2012, à constituição de novos Núcleos, nomeadamente, em diversos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES).

Por outro lado, em alguns casos, fruto de contingências já amplamente referidas em relatórios anteriores (ver, a este propósito, o relatório referente a 2011), o processo da gestão de recursos humanos veio condicionar a desafetação de profissionais das equipas constituintes dos Núcleos, com a consequente limitação da ação das mesmas.

Acresce, também, como forma de ultrapassar os constrangimentos causados pela exígua disponibilidade dos profissionais, o facto de ter sido reformulado o modelo de funcionamento dos Núcleos em alguns ACES, verificando-se fusões, partilha de recursos e outras formas de colaboração alternativas entre estes e as diferentes unidades do Agrupamento.

Saliente-se também que, no decurso do ano de 2012, não só a Comissão de Acompanhamento como as Coordenações Regionais da Ação passaram a estar envolvidas no processo de revisão do Programa-tipo em Saúde Infantil e Juvenil, permitindo uma ampla base de reflexão e de elaboração de contributos sobre a matéria “crianças e jovens em risco”, a qual veio a ganhar um assinalável destaque no novo Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil (PNSIJ), em vigor desde Junho de 2013.

A par deste contributo para o PNSIJ, através da Equipa de Análise da Ação, foi possível, também, atuar no processo de adaptação dos principais programas informáticos em uso no SNS – SAM e SAPE – ao novo PNSIJ e, por via disso, assegurar recursos de suporte informático à intervenção na área das crianças e jovens em risco. Tal facto veio permitir, se bem que através de um mecanismo alternativo à inicialmente prevista ferramenta informática de apoio à ASCJR, criar as condições para assegurar um suporte de informação útil na matéria, quer sob o ponto de vista da gestão dos casos, quer na perspetiva da informação casuística e epidemiológica.

Disparou o número de crianças e jovens em risco sinalizados pelos serviços de saúde

Outubro 29, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Publico de 16 de Outubro de 2013.

Paulo Pimenta

Romana Borja-Santos

Relatório da Direcção-Geral da Saúde fala em aumento de 25% em 2012. A negligência continua a ser o motivo mais comum.

Foram 6815 os casos de crianças e jovens em risco que mereceram a atenção dos serviços de saúde e que foram sinalizados às autoridades competentes em 2012, o que representa um crescimento de 25% em relação ao ano anterior, indicam os dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS). A negligência continua a ser o motivo mais comum.

O relatório da Comissão de Acompanhamento da Acção de Saúde para Crianças e Jovens em Risco, que a DGS acaba de divulgar, considera que “esta tendência de crescimento poderá reflectir um efectivo número aumentado de situações que envolvem suspeita ou perpetração efectiva de maus tratos a crianças e jovens – fenómeno ao qual, sendo verdadeiro, não será alheio o contexto de crise global que as comunidades enfrentam nos últimos anos”.

Porém, a comissão entende também que “tanto a maior sensibilização e capacidade de detecção de contextos e sinais de risco ou de perigo, por parte das equipas e dos serviços de saúde, como o desenvolvimento de formas mais concertadas de cooperação e de intervenção têm contribuído para este panorama, de uma forma assinalável”.

Desde 2008 até 2012 foram reportados um total de mais de 24 mil casos, o que dá uma média anual de quase cinco mil crianças ou jovens. No que diz respeito aos motivos que levaram os serviços de saúde a reportar os maus tratos, à semelhança dos anos anteriores, a negligência domina com 67%.

O número de casos identificados como “outros” teve também um crescimento significativo para 9% (em 2011 eram 3%). Os maus tratos psicológicos representaram 12% das queixas, os físicos 7% e os abusos sexuais 5% – percentagens em linha com os anos anteriores.

Acções dificultadas por razões financeiras
Quanto à forma como os casos foram tratados, os sinalizados a outras instituições representam 47% do total, o que “parece apontar para um aumento na capacidade própria de gestão dos casos por parte dos serviços de saúde onde se processa a sinalização”. Já dentro dos que foram encaminhados, 39% foram para as comissões de Protecção de Crianças e Jovens, 12% para o Ministério Público/Tribunais e 49% para as chamadas “instituições de primeira linha”.

No relatório, a DGS assume que os constrangimentos financeiros tiveram alguns reflexos no trabalho das equipas e dificultaram algumas acções, mas diz acreditar que o Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil, em vigor desde Junho de 2013, traz benefícios em termos de organização e uniformização das práticas nacionais.

O documento da DGS é conhecido um dia depois de ter sido divulgado um relatório da Unicef Portugal que revelava que pelo menos 500 mil crianças e jovens perderam o direito ao abono de família entre 2009 e 2012, e muitas outras viram o seu valor ser reduzido. Esta medida, juntamente com a política de austeridade, está a fazer aumentar a taxa de risco de pobreza entre as crianças portuguesas e o número de pedidos de ajuda registou um “aumento sem precedentes”.

O trabalho foi feito a partir dos contributos de várias organizações não-governamentais, como a Associação para a Promoção da Segurança Infantil, a Caritas Portuguesa e a Confederação Nacional de Acção sobre Trabalho Infantil, e dizia que, em 2011, a taxa de pobreza entre crianças subiu para 28,6%, pelo que volvidos quase dois anos poderá estar ainda mais alta.

 

 

European report on preventing child maltreatment – Relatório da OMS

Outubro 8, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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who

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Reducing child maltreatment is a mainstay of the actions required to reduce inequity in Europe and achieve the goals of Health 2020. Child abuse and neglect are a product of social, cultural, economic and biological factors and occur in all societies and countries in the WHO European Region. They are a leading cause of health inequality and social injustice, with the socioeconomically disadvantaged more at risk. Estimates suggest that at least 18 million children in the Region will suffer from maltreatment during their childhood. Most child abuse and neglect occurs in the community and may not come to the attention of child protection agencies. They are nevertheless grave public health and societal problems with far-reaching consequences for the mental, physical and reproductive health of children and for societal development. Maltreated children are at increased risk of becoming victims or perpetrators of violence in later life and may have poorer educational attainment and employment prospects. Maltreatment is also closely linked to other adverse childhood experiences. The consequences of such adversity may affect people throughout the life-course, with high societal costs.

Child maltreatment has long been regarded as a criminal justice and social issue and has only recently been seen in a public health perspective. This report supports the view that child maltreatment is not inevitable and that it is preventable. It endorses a public health approach and argues that prevention is more cost−effective than dealing with the consequences. Evidence indicates that organized responses by society can prevent child maltreatment. Experience accumulated in countries across the Region and worldwide shows that sustained and systematic approaches can address the underlying causes of violence and make children’s lives safer. Among these are programmes to promote positive parenting and provide welfare support to families at risk.

The report documents these evidence-informed approaches, which take a broad interdisciplinary approach that cuts across sectors. Health systems have a key role not only in providing high-quality services for children who experience violence, but also in detecting and supporting families at risk. The health sector is also best placed to advocate for preventive approaches within an evaluative framework.

Member States need to join the global effort to reduce a leading health and social problem and to create safer and more just societies for children in the Region. The prevention of maltreatment in children can only be achieved by mainstreaming responses into other areas of health and social policy. Investing in nurturing relationships would reduce the cycles of violence, improve social cohesion and represent a worthwhile investment. We at the WHO Regional Office for Europe hope that this report will provide policy-makers, practitioners and activists with the facts they need to integrate the agenda for preventing child maltreatment into health and other sectors.

Zsuzsanna Jakab

Jornadas Transfronteiriças sobre a institucionalização de crianças e jovens “Uma Vida, um tesouro”

Maio 27, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Novas Histórias na Protecção das Crianças “Um Modelo Integrado”

Janeiro 12, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Prevenção e Detecção de Maus Tratos a Crianças e Idosos

Novembro 25, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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