CaçaMitos: o que pensava que sabia sobre crianças desaparecidas

Fevereiro 5, 2019 às 10:45 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Com que frequência são as crianças raptadas? Porque nos deveríamos preocupar com as fugas das crianças/jovens? Devemos continuar a ensinar sobre o perigo do estranho/desconhecido? Como posso ajudar a encontrar uma criança desaparecida? Porquê que as crianças migrantes desaparecem ou não ficam no país onde chegam? Existem muitas questões e muitos mal-entendidos acerca de crianças e jovens que desaparecem. A Missing Children Europe (MCE) tem como objectivo acabar com estes mitos de uma vez por todas.

 

Mito: Raptos criminais acontecem constantemente e devemos estar atentos às nossas crianças!

 

Os raptos de crianças por desconhecidos acontecem em menos de 1% dos casos de crianças desaparecidas reportados às hotlines, fazendo com que este seja o menor grupo de crianças desaparecidas. O grupo mais vasto encontra-se na categoria das crianças que fogem ou que são expulsas de casa em situações relacionadas com violência, conflito e negligência. Ao invés de fomentar ambientes onde se vive medo e insegurança, recomendamos ter uma conversa aberta e comunicar livremente com os miúdos acerca da ajuda que precisam e com quem podem contar nestas situações.

 

Mito: Perigo do Desconhecido! As crianças nunca devem falar com estranhos.

 

O perigo do desconhecido é uma falsa narrativa muito em desuso. É contraproducente dizer às crianças para não confiarem em estranhos quando de facto poderão existir situações em que as crianças têm que confiar na ajuda de um desconhecido. Ao invés disso, o que devemos fazer é reconhecer cenários que sejam ameaçadores e a quem podem recorrer caso precisem de ajuda: como a polícia, seguranças, famílias com crianças, etc (http://missingchildreneurope.eu/portals/0/docs/beyondstrangerdanger.pdf).

A investigação realizada por pais e filhos juntos (PACT) tem demonstrado que até as crianças mais velhas têm dificuldade em distinguir estranhos de conhecidos. Para além disso o abuso sexual de crianças é perpetrado dentro do círculo de amizades, ou seja, pessoas em quem a criança confia.

 

Mito: As crianças que fogem regressam a casa.

As crianças fogem normalmente de situações em casa que lhes causam sofrimento e fugir surge como a melhor solução encontrada. A investigação revela que 1 em 6 foragidos dormem mal, 1 em 8 mendiga ou rouba para sobreviver e 1 em 12 enfrenta agressões violentas incluindo exploração sexual. As crianças que fogem contemplam o suicídio 9 vezes mais do que as crianças que não fogem. Na Bélgica, por exemplo, 17% das crianças passam de 1 semana a 1 mês em fuga enquanto 8% passa de 1-6 meses longe de casa. A nossa hotline recebeu relatórios de uma criança que fugiu 40 vezes.

 

Mito: Os raptos internacionais são cometidos por pais que levam os filhos para países muçulmanos

Os raptos parentais são muito comuns na Europa e considerados a segunda maior categoria de crianças desaparecidas. Em quase 3 de 4 casos, as crianças são levadas ou retidas num outro país pelas suas mães. Para além disso, mais de 70% dos raptos parentais são de um estado membro europeu para outro estado membro. Os raptos para países muçulmanos são raros.

 

Mito: Os migrantes jovens que vêm para a Europa para trabalhar tornam-se criminosos

 

1 em cada 5 crianças que chegam à Europa têm menos de 14 anos de idade. As nossas hotlines também recebem relatórios de crianças migrantes que desaparecem, com menos de 1 ano de idade. Sejam forçadas para viajar sozinhas ou sem as suas famílias, estas crianças andam assustadas, sozinhas, sem conhecerem a língua dos países onde chegam e aterrorizadas, com receio de pedir ajuda e serem enviadas de volta. Passam fome, são alvos fáceis, potenciais vítimas de violência e abuso sexual durante a sua viagem para e na Europa.

Os pais que mandam as suas crianças sozinhas ou para viajarem com outras crianças, colocam os filhos em risco mas só o fazem para conseguirem encontrar refúgio e segurança pois a sua situação torna-se insustentável.

Quando os líderes nacionais falham ao providenciar a protecção apropriada, as crianças tonam-se alvos fáceis para os traficantes que lhes prometem uma oportunidade de ver as suas famílias na Europa ou ganhar a vida pela prostituição forçada ou actividades criminais. Assegurando que estas crianças são acolhidas em instalações adequadas, se sentem ouvidas e suportadas, podem ir à escola e serem capacitadas para ter um trabalho no futuro, percorre-se um longo caminho no compromisso de considerar a criança como parte integrante da sociedade e de um futuro de que nos possamos orgulhar.

 

No caso de uma criança desaparecer, a hotline 116000 oferece um apoio 24/7 por toda a Europa

A linha 116000 está disponível por toda a Europa para jovens que fogem e para as suas famílias. Esta rede de hotlines tem o mesmo número, 116000, activo em 31 países, em inglês, bem como nas outras línguas nacionais. A hotline providencia apoio psicológico, profissional, administrativo e jurídico, 24/7, gratuito.

Dependendo de cada, os operadores da linha podem abrir um caso de criança desaparecida com as autoridades locais ou arranjar suporte de uma assistente social, de um mediador, etc..

 

Acerca do Missing Children Europe

A MCE é a Federação Europeia para Crianças Desaparecidas e/ou Exploradas Sexualmente   que representa 31 organizações de 27 países europeus. Providenciam a ligação entre investigação, políticas e organizações no campo, para protecção das crianças de todo o tipo de violência, abuso ou negligência causado por ou como resultado de desaparecimento.

O texto acima foi elaborado pela MCE- Novembro 2018

Traduzido pelo SOS-Criança/IAC

 

Pode aceder ao texto acima em formato .pdf.

Associação apresenta queixa contra homem que enfrentou touro com uma criança ao colo – notícia com declarações de Ana Perdigão do IAC

Julho 9, 2018 às 11:30 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A notícia contém declarações da Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança.

Notícia e imagem do Público de 6 de julho de 2018.

Plataforma Basta apresentou denúncia à Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens. Episódio foi gravado em vídeo. Caso aconteceu numa freguesia na Ilha Terceira, Açores.

Rita Marques Costa

Num vídeo disponível online vê-se, durante 26 segundos, um homem com uma t-shirt amarela, um capote, um touro, algumas pessoas à volta, e, ao colo do adulto, uma criança pequena. Para a plataforma Basta — Plataforma Nacional para a Abolição das Touradas, o episódio – que diz ter acontecido na localidade de Casa da Ribeira, na Ilha Terceira, Açores, na quinta-feira – merece uma denúncia à Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ).

Segundo a plataforma, o vídeo em que se vê uma tourada à corda, prática comum nos Açores, foi publicado na página de Facebook da “Comissão das touradas e Bodo de Leite – Festas da Casa da Ribeira 2018”. Diversos comentários de cidadãos que criticavam o episódio levaram a que o vídeo fosse eliminado. O PÚBLICO tentou contactar a comissão organizadora do evento, através da junta de freguesia local, mas não obteve resposta.

A plataforma argumenta, num comunicado enviado às redacções, que se “trata de uma situação de total irresponsabilidade e uma clara violação da legislação que protege as crianças em Portugal, além de um grave atropelo à Convenção dos Direitos da Criança das Nações Unidas”.

No mesmo documento, faz um apelo “às autoridades açorianas que investiguem este caso e identifiquem o indivíduo que aparece no vídeo, aplicando a legislação em vigor, e que o caso em apreço sirva de exemplo para situações futuras em touradas à corda, largadas ou demonstrações de toureio”.

O PÚBLICO tentou contactar a CNPDPCJ para perceber as possíveis implicações legais, mas não obteve resposta.

A jurista do Instituto de Apoio à Criança (IAC), Ana Perdigão, diz que “numa situação destas a criança está exposta a perigos que colocam em causa a integridade física e emocional de forma gratuita”. Apesar dos argumentos de que algumas crianças estarão habituadas a situações deste tipo, por conviverem com elas desde tenra idade, Ana Perdigão é categórica: trata-se de uma exposição “gratuita e de alto risco”.

“Mais grave ainda é se o adulto for pai da criança”, diz a jurista do IAC, porque tem o dever de defender os interesses do menor.

Ao PÚBLICO, Sérgio Caetano, coordenador da plataforma, diz que o caso não é singular. “Ainda recentemente denunciámos uma espera de touros feita especificamente para crianças em Angra do Heroísmo.”

No comunicado, a plataforma recorda que “em Fevereiro de 2014 o Comité dos Direitos da Criança da ONU pediu a Portugal para afastar as crianças e jovens da ‘violência da tauromaquia’”

 

 

SOS Criança apela à denúncia de situações que possam pôr em risco as crianças

Dezembro 9, 2016 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.rtp.pt/noticias/ de 7 de dezembro de 2016.

A notícia contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Lusa

O coordenador do SOS Criança apelou hoje a todos os que conheçam famílias em situação de “maior vulnerabilidade” que apresentem o caso às instituições para ajudar as crianças e evitar que passem por situações de risco e negligência.

Os maus tratos físicos e a negligência a crianças estão a aumentar com as dificuldades das famílias, que não conseguem assegurar necessidades básicas como alimentação, vestuário e uma casa digna, alertou Deolinda Barata, da Sociedade Portuguesa de Pediatria e coordenadora do núcleo de crianças e jovens em risco do Hospital D. Estefânia, onde tem assistido a situações que não surgiam na prática clínica “há 20 ou 30 anos”.

“Sempre que existe uma situação de crise num país ou sempre que a sociedade começa a ver os seus direitos postos em causa, as famílias são as primeiras a sofrer com essas dificuldades”, disse à agência Lusa o coordenador do SOS Criança, do Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Como as dificuldades persistem durante um tempo superior à média, as famílias não conseguem suportar tanta pressão e passam essa pressão para cima das crianças que “são, normalmente, as que sofrem duplamente e as que sofrem mais”, explicou Manuel Coutinho.

“Sempre que existem situações de desorganização social e de privação dos bens económicos, as crianças acabam por ser vítimas diretas, porque também ficam privadas de muitas coisas, e indiretas porque os pais não conseguem aguentar tanta pressão” e acabam por as vitimar, sustentou.

Manuel Coutinho alertou que é importante que as famílias percebam o que está efetivamente a acontecer e não se desorganizem em relação às crianças e peçam ajudam.

Por outro lado, as pessoas que conheçam casos de “famílias com maior vulnerabilidade devem apresentar a situação, nomeadamente ao serviço SOS Criança, através do número gratuito 116111, para que os serviços em parceria com a rede de ação social ou com os outros parceiros possam encontrar uma reposta” para que essas crianças sejam ajudadas e “não passem por uma situação efetiva de risco e negligência”.

Manuel Coutinho adiantou que “Portugal tem sido pioneiro e tem feito uma grande caminhada” no que respeita aos direitos das crianças.

Mas, neste momento, está “a viver um momento de grande tensão e devemos ser todos mais solidários uns com os outros”. Essa solidariedade passa por apresentar atempadamente os casos aos serviços: “Portugal tem recursos suficientes para que nenhuma criança venha a estar privada dos meios e direitos fundamentais, nomeadamente o direito à alimentação, educação e saúde”.

“São direitos que têm de prevalecer sempre. Portugal é um país solidário, responsável, que tem de estar organizado para que essas crianças não sejam duplamente vítimas de uma situação que está a atravessar o país”, frisou.

Atualmente existe a cultura de sensibilizar e denunciar os casos de maus tratos físicos e psicológicos, mas “as situações de maus tratos mais próximos da negligência e da pobreza também devem ser apresentados para que os serviços possam ajudar a socorrer estas crianças”.

Alertou ainda que as situações de pobreza e de negligência são sempre traumáticas para as crianças, que crescem com alguns receios e algumas dificuldades.

 

 

 

 

Nove em cada dez crianças chegadas a Itália como refugiados não vêm acompanhadas, afirma relatório da UNICEF

Junho 30, 2016 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Nove em cada dez crianças chegadas a Itália como refugiados e migrantes não vêm acompanhadas, o dobro do ano passado, revela a UNICEF.

Num relatório intitulado “Os perigos a cada passo”, publicado esta terça-feira, o Fundo das Nações Unidas para a Infância precisa que no decorrer dos primeiros cinco meses do ano, 7009 crianças desacompanhadas efectuaram a travessia do Norte de África para Itália. “As razões pelas quais assistimos a este aumento não são claras neste altura, e é necessária uma análise mais aprofundada”, declarou em Genebra a porta-voz da UNICEF, Sarah Crowe.

Desde o dia 1 de Janeiro que 2859 pessoas morreram no Mediterrâneo, incluindo um elevado número de crianças. Em 2015, o número foi de 3770, de acordo com dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

As crianças que fazem a viagem sem acompanhantes são obrigadas a trabalhar durante o percurso, o que as expõe a riscos de violência e exploração sexual, adianta a UNICEF. Membros dos serviços sociais italianos informaram a agência que raparigas e rapazes são forçados a prostituírem-se na Líbia, e que várias raparigas vítimas de violação estavam grávidas quando chegaram a Itália.

“É uma situação desesperada, envolta pelo silêncio – está longe dos nossos olhos, e por isso é ignorada”, lamenta Marie-Pierre Poirier, coordenadora especial da UNICEF para a crise dos refugiados e migrantes na Europa. “Trata-se de dezenas de milhares de crianças que estão em risco todos os dias, e de centenas de milhares de outras que estão prontas a arriscar tudo. Devemos urgentemente proteger estas crianças contra todo o tipo de maus tratos e de exploração por parte daqueles que se aproveitam da situação para explorar os seus sonhos”, adianta.
A UNICEF avisa que, com a chegada do Verão, o número de crianças que se preparam para fazer sozinhas o itinerário do Mediterrâneo Central deverá aumentar. A agência da ONU recorda que existem actualmente 235 mil migrantes na Líbia, entre os quais dezenas de milhares de crianças desacompanhadas, que pretendem chegar à Europa.

“Todos os países, aqueles que as crianças deixam, aqueles que atravessam e aqueles onde procuram asilo, têm obrigação de pôr em prática dispositivos de protecção centrados nos riscos que correm as crianças não acompanhadas”, exige o relatório.

Jornal Público em 14 de Junho de 2016

Número de pulseiras da PSP para identificar crianças perdidas duplicou este ano

Setembro 25, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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O programa da PSP “Estou Aqui”, para ajudar a identificar crianças que estejam perdidas dos pais, registou mais de 51 mil pulseiras ativas no final de agosto, o dobro do número verificado no ano passado.

“Desde junho até ao final de agosto registamos 73.838 pedidos e contamos com 51.648 pulseiras activas”, afirmou a Polícia de Segurança Pública, em resposta a questões da agência Lusa acerca do programa que abrange crianças entre os dois e os nove anos.

Segundo aquela força policial, “em 2014 foram distribuídas 25 mil pulseiras, enquanto este ano, até ao final de agosto, foram ativadas mais de 51 mil”.

Para beneficiar desta forma de encontrar crianças que se perderam dos adultos, os pais fazem um registo na PSP e depois vão buscar à esquadra escolhida a pulseira, à qual foi atribuído um código, colocando-a no braço dos mais novos. Em caso de desaparecimento, a pulseira permite identificar a criança e contactar os pais.

Este programa já existe há quatro anos e neste período a PSP “teve necessidade de ativar este instrumento por duas vezes”, numa das situações uma criança desencontrou-se dos pais, na praia da Manta Rota, no Algarve, e, através do código da pulseira, foi possível “proporcionar um reencontro bastante célere”.

O outro caso relatado pela PSP também ocorreu numa praia, da Costa da Caparica, e a criança que se tinha perdido dos pais voltou rapidamente à família.

As duas situações ocorreram nos primeiros anos do programa e a PSP avança não ter registado outras em 2014 ou 2015.

Cada pulseira “é única”, sendo atribuída a cada uma um número diferente que, apesar de ser percetível, só pode ser lido pela PSP, através da base de dados.

Em caso de desaparecimento da criança e, através de uma chamada para o 112, serão acionados os mecanismos necessários de comunicação com as forças de segurança, que enviarão para o local do desaparecimento da criança uma patrulha policial.

Sofia Rainho para o jornal Sol, em 8 de Setembro de 2015

Crise económica agrava desmotivação e abandono escolar

Setembro 3, 2012 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do Porto Canal de 26 de Agosto de 2012.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora do IAC – Mediação Escolar, é entrevistada na reportagem.

PIVÔ
Há cada vez mais alunos com falta de concentração e dificuldades de aprendizagem. São problemas que resultam das dificuldades económico-sociais das famílias e que têm vindo a aumentar o número de casos sinalizados pelo Instituto de Apoio à Criança.

ORÁCULO
Dificuldades financeiras das famílias têm provocado aumento do número de alunos com problemas de aprendizagem e abandono escolar.

VIVOS.
– Melanie Tavares — psicóloga coordenadora do Instituto Apoio à Criança

Porto Canal – delegação Lisboa
Jornalista: Salomé Pinto
Imagem: Valter Lopes

Governo lança Agenda da Criança em 2012 para garantir direitos

Novembro 25, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Nota de Imprensa de 14 de Novembro de 2011 do Portal do MTSS

O Governo vai criar a ‘Agenda da Criança’ no primeiro trimestre de 2012, uma iniciativa que pretende envolver as instituições e a sociedade civil.

O anúncio foi feito esta segunda-feira, pelo Secretário de Estado da Segurança Social durante a abertura do II Congresso Internacional de Adoção, que está a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, organizado pelo Instituto de Segurança Social, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e Associação CrescerSer.

Marco António Costa afirma que o Governo pretende ” que todas as problemáticas que envolvam as crianças em Portugal não sejam observadas parcelarmente. Queremos que haja uma agenda única, isto é, uma preocupação conjugada de todos os setores”.

Esta será, segundo o Secretário de Estado, uma agenda nacional em que a criança é o centro da preocupação de uma iniciativa que envolverá transversalmente a sociedade portuguesa.

A agenda tratará de temas como o abandono escolar, a violência contra as crianças, maus-tratos e abandono e as situações de crianças e jovens em risco., analisando ainda “todos os fatores que de alguma maneira perturbam, prejudicam ou subdesenvolvem a concretização dos direitos das crianças”, adiantou.

Marco António Costa disse ainda entender o executivo ” que deve haver uma agenda nacional” em que participem não só as instituições que intervêm no sector, “mas acima de tudo seja um trabalho participado pela sociedade civil que garanta uma preparação global de proteção dos direitos da criança, acrescentou.

Formações – A Adopção Internacional e A Criança em Risco, a Adopção e a Escola

Novembro 23, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Associação Meninos do Mundo promove duas formações que irão decorrer já este mês de Novembro na zona de Lisboa: A Adopção Internacional (19 de Novembro e 3 de Dezembro de 2011) e A Criança em Risco, a Adopção e a Escola (25 e 26 de Novembro de 2011).

 Este último curso será realizado em parceria com a Associação Vida Activa e conta com o apoio do Colégio “As Joaninhas”.

A Meninos do Mundo conta, para este efeito, com um leque de profissionais de qualidade, devidamente certificados e experientes. Os cursos a ministrar contam ainda com uma Directora Técnica e um Coordenador Pedagógico, bem como uma bolsa de formadores criteriosa.

As respectivas fichas de inscrição podem ser obtidas aqui (curso A Criança em Risco e curso A Adopção Internacional), bem como o respectivo plano de formação.

A formação e a educação é a semente do crescimento. Uma sociedade avança na medida da sua educação/formação. O conhecimento gera profissionais de qualidade bem como a tomada de decisões em consciência por parte dos cidadãos em geral. É o conhecimento que faz o mundo avançar. É através do conhecimento que se alcança uma sociedade mais esclarecida e mais informada.

 

V Encontro do CIED – Escola e Comunidade

Julho 13, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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V Encontro do CIED – Escola e Comunidade que decorrerá na Escola Superior de Educação de Lisboa  (ESELx) nos dias 18 e 19 de Novembro
de 2011.

Toda a informação sobre o Encontro encontra-se em:
http://www.eselx.ipl.pt/cied/eventos/index_v_encontro_pt.html

3º Intercâmbio de Crianças e Jovens do projecto “Tropas da Solidariedade”

Abril 11, 2011 às 4:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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No próximo dia 13 de Abril, o IAC-Projecto Rua vai realizar o 3º Intercâmbio de Crianças e Jovens do projecto “Tropas da Solidariedade” que contará com a participação de cerca de 25 crianças com idades entre os 10 e os 16 anos, provenientes de 5 comunidades diferentes: Bairro 6 de Maio, Bairro Cova da Moura, Bairro do Armador, Bairro da Boavista e Rio de Mouro.

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