O meu amigo eu vou respeitar

Abril 30, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.hypeness.com.br/

A Escola de Educação Infantil Pequenos Passos, de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, fez o maior sucesso com um vídeo postado no Facebook na semana passada. Parte de um projeto desenvolvido por Gisele Freire, uma das sócias da escola, a ideia é ensinar às crianças alguns valores importantes, como respeito, amizade e humildade.

Com o auxílio das professoras, caixas de papelão foram transformadas em vagões coloridos, onde diversas palavras foram escritas e, no fim do mês passado, foram usadas pelas crianças para formar o trenzinho.

No vídeo divulgado, elas passeiam pelo pátio da escola cantarolando uma música escrita por Eliton Seára, também professor do local, onde entoam palavras de respeito aos coleguinhas.

Segundo Gisele, a ideia do projeto surgiu após perceber que as crianças estão naquela fase de brigar e morder uns aos outros, e que esta seria uma maneira lúdica de passar bons valores para elas. Duvido que você vai ver algo mais fofo durante essa semana!

O Pisca faz Faísca! recursos digitais no âmbito da cidadania digital para crianças em idade pré-escolar

Abril 29, 2017 às 10:00 am | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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No âmbito do projeto SeguraNet, a Direção-Geral da Educação irá enviar, durante o mês de maio, aos Jardins de Infância, do ensino público, uma coleção de três histórias infantis “O Pisca faz Faísca!”. Com este recurso, pretende-se alcançar, o público em idade pré-escolar, abordando temáticas prementes para esta faixa etária no que respeita à cidadania digital.

Sugere-se a visita guiada ao website ”O Pisca faz Faísca”:
http://pisca.seguranet.pt/, um espaço online que disponibiliza a coleção das histórias em formato digital e onde poderão ainda ser exploradas diversas atividades (adivinhas, sopa de letras, correspondências, pinturas, entre outras).

 

“Nenhuma creche devia permitir a entrada de crianças sem boletim de vacinação em dia”

Abril 22, 2017 às 5:05 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do https://www.publico.pt/ a Manuel do Carmo Gomes no dia 20 de abril de 2017.

“Deviamos ter actuado preventivamente e ter tomado medidas que impeçam os delírios fantasiosos e infundados dos defensores da não vacinação”, defende Manuel Carmo Gomes. DR

Após uns dias de surpresa com o ressurgimento de uma doença que tínhamos eliminado, os serviços de saúde serãocapazes de reagir atempadamente e adaptar-se, acredita Manuel Carmo Gomes

Alexandra Campos

“Deviamos ter actuado preventivamente e ter tomado medidas que impeçam os delírios fantasiosos e infundados dos defensores da não vacinação”, defende Manuel Carmo Gomes, membro da Comissão Técnica de Vacinação da Direcção-Geral da Saúde e professor de Epidemiologia de Doenças Transmissíveis na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Tendo em conta o número de casos notificados em Portugal, há razões para alarme?

Não há razões para alarme. Portugal realiza Inquéritos Serológicos Nacionais que nos dão uma ideia do grau de protecção da população. Estimamos que cerca de 94% (com um erro possível de 1,5% para baixo e para cima) da população com mais de dois anos de idade tenha anticorpos capazes de conferir protecção. O problema é que os 6% não protegidos podem formar bolsas de susceptíveis. Em resumo, a esmagadora maioria da população tem protecção. Os que têm mais de 40 anos estão protegidos porque tiveram a doença em pequeninos, os mais novos estão protegidos por vacinação. Entre os 6% não protegidos há pessoas com estados de saúde que os impediram de ser vacinados e (não incluídos nos 6%) há ainda os bebés com menos de 12 meses que estão em risco. No seu conjunto, estas pessoas são uma razão para a nossa preocupação.

Há especialistas que consideram que faria sentido antecipar a vacinação dos bebés e revacinar os nascidos após 1974 e até 1990 porque receberam apenas uma dose de vacina. Pensa que isto faria sentido?

A antecipação da vacinação para antes dos 12 meses de idade é sempre uma medida de excepção só recomendável em situação de surto. A vacinação de rotina começou em 1974 com uma única dose aos 15 meses. Em 1990 foi introduzida a segunda dose para crianças entre 11 e 13 anos. Em princípio, as pessoas que receberam a vacina aos 15 meses de idade (ou mais tarde) não necessitam de revacinação. Admito contudo que pessoas sujeitas a contactar repetidamente com doentes sejam revacinadas, porque a dose de contaminante recebida também é importante.

Os profissionais de saúde podem não estar preparados para lidar com esta doença por fazerem parte de uma geração que já não conviveu com a patologia? As autoridades de saúde deveriam ter tomado outro tipo de medidas quando foi conhecido o primeiro caso?

É verdade que a maioria dos jovens profissionais de saúde nunca viram sarampo, porque graças à adesão da nossa população à vacinação não tínhamos casos há quase 20 anos. É verdade também que o sarampo é uma doença de diagnóstico relativamente fácil e muito bem descrita na literatura. A sua contagiosidade é famosa. A doença é conhecida e é reconhecível, os serviços irão adaptar-se. O que mais deploro que não se tenha já feito é a discussão sobre a obrigatoriedade da vacinação para algumas doenças em que incluo o sarampo. Para se implementar a obrigatoriedade de usar cinto de segurança e cadeirinhas nos carros para os mais pequenos foi tudo muito mais rápido – não compreendo porquê. Portugal está no top-10 mundial em termos de saúde materno-infantil e de eliminação de doenças infecciosas. Mas como estas doenças não foram erradicadas à escala global e as nossas fronteiras estão abertas, deviamos ter actuado preventivamente e ter tomado medidas que impeçam os delírios fantasiosos e infundados dos defensores da não vacinação. Na minha opinião nenhuma creche devia permitir a entrada de crianças sem o boletim de vacinação em dia e, no ensino obrigatório, os pais de crianças sem o boletim de vacinas em dia devem ser avisados e deve ser-lhes dado um prazo curto para vacinar os filhos. Se não o fizerem, devem ser-lhes cortados os subsidios oriundos de dinheiros públicos e devem pagar uma coima superior às que nos impõem por não usar cinto de segurança nos carros ou por viajar em contra-mão.

 

 

 

 

Tempo nas creches pode provocar stress nas crianças

Março 11, 2017 às 5:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://sol.sapo.pt/ de 26 de fevereiro de 2017.

A investigação abrangeu 112 crianças entre os 12 os 18 meses.

As crianças que passam mais de oito horas na creche tornam-se mais stressadas e ansiosas do que aquelas que ficam em casa. Esta é a conclusão de um estudo da Universidade norueguesa de Ciências e Tecnologias, que explica que o stress é provocado pela falta que as crianças sentem dos pais e pelos conflitos com outras crianças.

A investigação, que abrangeu 112 crianças com idades entre os 12 e os 18 meses, mostra que os níveis de stress nestas idades podem fazer com que se tornem adultos mais tímidos e com uma menor capacidade de autocontrolo.

No entanto, nem tudo são más notícias: o estudo, citado pelo site britânico Daily Mail, mostra que os efeitos negativos provocados por horas a mais na creche podem ser revertidos se a criança passar tempo de qualidade com os pais, depois de estes irem buscar os filhos à escola.

Para ler o artigo do Daily Mail, clique aqui

O artigo citado na notícia é o seguinte:

Elevated cortisol levels in Norwegian toddlers in childcare

 

Livro “Os Mochinhos da Sabedoria a trabalhar a Atenção” – estimulação cognitiva para crianças da creche e do pré-escolar (2 aos 6 anos de idade)

Novembro 9, 2016 às 6:00 am | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/SandraCostaeEquipa/

https://www.chiadoeditora.com/livraria/os-mochinhos-da-sabedoria-a-treinar-a-atencao

Brinquedos e brincadeiras de creches : manual de orientação pedagógica

Setembro 17, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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creches

descarregar o manual no link:

http://www.radardaprimeirainfancia.org.br/manual-tecnico-brinquedos-e-brincadeiras-de-creches/

Trata-se de um documento técnico com a finalidade de orientar professoras, educadoras e gestores na seleção, organização e uso de brinquedos, materiais e brincadeiras para creches, apontando formas de organizar espaço, tipos de atividades, conteúdos, diversidade de materiais que no conjunto constroem valores para uma educação infantil de qualidade.

O presente documento foi elaborado pelo Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Básica, visando atender ao estabelecido na Emenda Constitucional nº 59 que determinou o atendimento ao educando em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde e contou com a parceria do UNICEF.

 

Deixar os filhos na creche sem stress

Setembro 12, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Diário de Notícias de 1 de setembro de 2016.

clicar na imagem

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Encontro “Os Desafios da Creche” 16 de julho no Porto

Julho 6, 2016 às 9:36 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://desafiosdacreche.wordpress.com/

Ter os filhos na prisão é opção de “último recurso”

Junho 12, 2016 às 7:03 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 6 de junho de 2016.

Nélson Garrido

Ana Dias Cordeiro

As condições para acolher crianças até aos cinco anos em prisões de mulheres são “excelentes”. Mas a maioria fica fora da prisão.

Quando uma mulher foi mãe pouco antes de ser presa ou já depois, a prisão disponibiliza-lhe uma cela maior, com espaço para o berço. As prisões femininas, como a de Tires e a de Santa Cruz do Bispo, estão preparadas para que as mulheres possam ter consigo os filhos. A professora Raquel Matos diz mesmo que as “condições são excelentes” para esse acolhimento.

As crianças podem ficar com as mães na prisão até terem três anos ou, em casos excepcionais, até aos cinco anos. Quase todas as mulheres presas têm filhos, mas são muito poucas as que os têm consigo.

“Ter os filhos com elas tende a ser uma situação de último recurso”, explica Raquel Matos. “É bom para elas, mas não é bom para as crianças.” Essa reflexão “traz algum sofrimento e ambivalência para as mulheres. Embora as condições sejam excelentes, nunca é como estar cá fora. A creche é óptima, há actividades e passeios à praia com monitores. Podendo ter os filhos lá, elas gostariam de ter os filhos lá, mas se tiverem familiares com quem os podem deixar, deixam”.

Também Rafaela Granja diz que “muitas mulheres lidam com a maternidade através dos muros”. A investigadora, que estudou os efeitos nas famílias de mães que são presas, esclarece: “Quando a mulher é presa, isso obriga a uma reconfiguração das dinâmicas familiares. Aquela que é mais premente é a questão da maternidade. As mulheres detidas são, por vezes, as únicas cuidadoras das crianças. E há vários casos em que ambos os elementos do casal estão presos, por vezes pelo mesmo crime. Encontra-se por vezes também familiares numa mesma prisão — uma mulher que pode estar presa com uma tia, com uma prima ou com a mãe.”

 

 

“Os Princípios de Emmi Pikler e as Neurociências” na Fundação Maria Ulrich

Março 11, 2016 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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OsPrincipiosdeEmmiPikler

Entrada livre mediante confirmação
para geral@fundacaomariaulrich.pt
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