Propostas de atividades para a exploração da temática “Notícias Falsas”

Novembro 9, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto da Seguranet de 24 de outubro de 2018.

Propostas de atividades para a exploração da temática “Notícias Falsas” com o apoio de tiras de banda desenhada.
O desdobrável por ser solicitado através do endereço seguranet@dge.mec.pt
http://www.seguranet.pt/…/files/2…/noticias_falsas_final.pdf

 

 

 

Porque o mundo se preocupou mais com 12 rapazes tailandeses que por milhões de outras crianças em crise?

Julho 19, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Rachele-Ngabausi, dois anos, ferida pela milícia na República Democrática do Congo, abril de 2018.
Goran Tomasevic / Reuters

Notícia da SIC Notícias de 11 de julho de 2018.

O mundo rejubilou com o resgate de 12 rapazes tailandeses e do seu treinador presos numa gruta durante 18 dias. Foi um drama com um final feliz que movimentou “mundos e fundos” e atraiu imensa atenção mediática. Então porque não acontece o mesmo com tantas outras crises que as crianças atravessam em várias partes do globo?

Crianças Rohingya que fugiram de Myanmar para o Bangladesh e vivem em paradeiro desconhecido, milhares de crianças sírias que fogem da guerra, a fome que ameaça mais de um milhão de crianças do Iémen.

São mais de 1,2 mil milhões de crianças que estão ameaçadas por guerras, pobreza extrema e discriminação de género, segundo a ONG Save The Children.

Os dramas são incontáveis, os conflitos são prolongados e o final feliz tarda a chegar.

Serão estas as principais razões pelas quais a maioria das pessoas não presta tanta atenção a estas crises como a que prestou aos 12 rapazes tailandeses, revela um especialista em política comparada em Londres.

“Esta é uma história humana, com drama, e todos estão a torcer por eles”, disse Brian Klaas, da London School of Economics, à NPR norte-americana.

É um drama humano de curta duração.

“Conflitos que se prolongam no tempo são mais difíceis de motivar as pessoas”, revela Christy Delafield, da ONG Mercy Corps. “Perdem a novidade”.

Há ainda outra razão para que a história com 12 rapazes atraia mais atenção que os 12 milhões de refugiados menores de 18 anos, segundo a ONU.

Quanto mais pessoas estão a sofrer numa crise, mais difícil é para os outros envolverem-se na sua história, explica Christy Delafield.

Quando há muitas mortes numa tragédia, temos tendência a prestar muito menos atenção que a uma outra crise que tenha provocado menos mortos, explica a psicologia.

 

Literacia para os Média e Cidadania Global: Caixa de Ferramentas – E-Book

Outubro 23, 2017 às 6:00 am | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o E-Book no link:

https://www.cidac.pt/files/2114/8597/6548/20170117_LMedia_cor_150dpi.pdf

 

Tratar os Media por ‘Tu‘ : Guia Prático de Educação para os Média

Julho 26, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Com autoria de Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella (CECS – Universidade do Minho) e de Amália Carvalho, acaba de ser publicada a obra “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media” pela Direção-Geral da Educação. O livro pretende oferecer aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos dos Ensinos Básico e Secundário um conjunto de propostas práticas para a abordagem dos média em contexto de sala de aula.

Descarregar o guia no link:

http://www.cecs.uminho.pt/investigadores-do-cecs-publicam-guia-pratico-de-educacao-para-os-media/

 

Será que as notícias estão a contribuir para o problema Baleia Azul?

Maio 6, 2017 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.publico.pt/ de 5 de maio de 2017.

Maria João Gala

Especialistas ouvidos pelo PÚBLICO aconselham a que se promova o debate, mas alertam para “efeitos nocivos” de um noticiário baseado na mera descrição de mais casos. Documento de esclarecimento sobre o jogo vai ser distribuído nas escolas.

Clara Viana

Numa semana multiplicaram-se as notícias dando conta de jovens internados na sequência de autolesões alegadamente provocadas pelo jogo Baleia Azul. Estarão elas a ter um efeito de contágio? “O problema não é noticiar, mas sim como noticiar”, afirma o psicólogo Pedro Frazão, membro da Sociedade Portuguesa de Suicidologia, que alerta para a possibilidade da multiplicação das notícias sobre casos concretos poder provocar, como sucede com o suicídio, “um fenómeno de identificação por parte de quem está em sofrimento, para além de dar a ideia que se está frente a uma “epidemia incontrolável”.

Notícias desenquadradas, apenas dando conta de mais casos, “não têm nenhuma vantagem, só causam alarmismo social, o que não vai resolver a situação”, alerta o pedopsiquiatra Augusto Carreira, que considera que o fenómeno está a ser tratado de “forma sensacionalista”, o que pode ter “efeitos nocivos”. Mas este especialista também considera que os media têm um papel importante a desempenhar para lançar um debate que procure encontrar o que está por detrás de comportamentos como os das alegadas vítimas do jogo Baleia Azul.

“Porque é que alguns jovens adoptam comportamentos autolesivos? O que é que os leva a magoarem-se?”, são alguma das questões propostas por Augusto Carreira, que lembra a propósito que este não é um fenómenos novo. “Os comportamentos autolesivos entre os jovens têm vindo a aumentar a nível internacional.”

Em Portugal são conhecidos sete casos de jovens que recorreram aos hospitais na sequência de autolesões alegadamente praticadas depois de terem tido contacto com o jogo Baleia Azul. Até esta quarta-feira, a Polícia Judiciária estava a acompanhar quatro destes casos e indicou que iria seguir aqueles que entretanto fossem surgindo.

Augusto Carreira diz que os jovens que aceitam os desafios colocados por este jogo são pessoas “frágeis, que são facilmente capturáveis pelas redes sociais”. Por isso, é necessário também alertar os pais para procuraram “saber o quer é que os filhos estão a fazer no escuro do quarto, frente a um computador”, frisar que é “muito importante que conversem com os filhos” e que “promovam outros estilos de vida mais saudáveis”.

Fenómenos como o deste jogo vão abranger sobretudo pessoas que “já estão em situação de sofrimento” e por isso é também preciso alertar para os sinais que podem revelar que os jovens estão em depressão ou em risco de suicídio, diz Pedro Frazão, frisando que os técnicos de saúde têm neste campo um papel fundamental não só na identificação, como na prevenção. “Não se pode passar a mensagem de que estes são factos consumados, porque não o são”, alerta.

Também o psiquiatra Álvaro Carvalho, coordenador do Programa Nacional de Saúde Mental, considera que as notícias sobre o jogo Baleia Azul têm de ser enquadradas, embora considere que fenómenos como o deste jogo não são equiparáveis, em termos de contágio, aos do suicídio. “É preciso alertar a opinião pública, esclarecer, lançar o debate e esse é um papel que também cabe aos media”, acrescenta.

Álvaro Carvalho revela que a Direcção-Geral de Saúde e a Direcção-Geral de Educação elaboraram já um documento com vista a esclarecer os pais e professores sobre o que é este jogo e os perigos que representa. Este documento, diz, deverá começar a ser distribuído nas escolas em breve.

 

 

 

Conferência “Acima da Média! Descodificação dos Media ao Serviço da Cidadania Global” 24 de Janeiro, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian

Janeiro 23, 2017 às 6:23 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Esta iniciativa tem como objetivo capacitar jovens e elementos de organizações juvenis para a compreensão e descodificação dos meios de comunicação social.

mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/1225554944218970/

 

Rede Media e Literacia

Janeiro 27, 2016 às 8:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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A Rede Media e Literacia está a crescer e por isso transformamos o nosso Blog em um Site com o blog dentro. Agora temos muito mais informações, projetos parceiros a nível internacional e nacional, propostas de formações, palestras, consultoria, artigos, notícias do blog e muito mais. Convidamos a explorar  as páginas do novo SITE Rede Media e Literacia.

https://www.facebook.com/redemediaeliteracia/?fref=ts

 

Explique às crianças apenas o que elas perguntarem sobre os atentados

Novembro 25, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Noticia do Público de 18 de novembro de 2015.

MARTY MELVILLE AFP

Ana Cristina Pereira

Especialista diz que adultos devem ajudar as crianças a perceber que as imagens que vêem em todo o lado não correspondem a novos ataques.

Soube dos atentados à hora do almoço de sábado. Já de noite, viu o arranque do noticiário. Estava uma mulher grávida pendurada numa janela do Bataclan, em Paris, a gritar “Socorro! Socorro!” Saiu da sala, foi até à cozinha, fechou a porta que dá para a sala e sentou-se à mesa, a ler. Regressou decorridos muitos, muitos minutos, certa de o assunto ser outro.

– Pai, podemos ir viver para Plutão? – perguntou a menina, de oito anos.

– É capaz de ser boa ideia. Se arranjares um foguetão, podemos ir lá espreitar para ver se é giro. Realmente, estamos a precisar de mudar de planeta.

– Plutão já não é um planeta.

A filha mais velha do assessor de comunicação André Serpa Soares fez aquilo a que os psicólogos chamam evitamento. Naquela noite, saiu da cama dela, enfiou-se na cama dos pais e pediu-lhes que a deixassem dormir lá, de luz acesa. Não se pôs a fazer perguntas sobre os atentados. Não quis conversa. Quis apenas ficar ali, em silêncio. O pai abraçou-a toda a noite e foi-lhe dizendo: “não te preocupes”; “estamos em casa”; “estamos em segurança”, estamos juntos”; “isso não vai acontecer aqui”, “eu protejo-te sempre”.

Ficou convencido de que naquela noite algo se quebrou dentro da filha. “Acho que ela perdeu a confiança nas pessoas”, comenta. “Perdeu aquele olhar infantil, inocente. Percebeu que há maldade no mundo.” Sabe que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde. Preferia que tivesse sido mais tarde. Demorou uns dias a interiorizar. No domingo, ela deitou-se na cama dela, mas a meio da noite tornou a ir para a dos pais. “Disse que se tinha enganado na casa de banho e ficou por ali”, conta ele. Na segunda-feira, já dormiu na cama dela. “Deitou-se cedo, adormeceu logo.”

Ao longo da semana, muitas crianças viraram-se para os pais amedrontadas, confusas. Quem são aquelas pessoas? Porque fizeram aquilo? Pode acontecer aqui? Desviá-las do televisor, ignorar as perguntas, não é solução, avisa Ana Santos, psicóloga da infância, especialista em luto. A informação está a correr, na família, na escola, nas redes sociais, nos órgãos de comunicação social.

Os adultos devem ajudar as crianças a perceber que as imagens que vêem em todo o lado, várias vezes ao dia, não são novas, salienta Ana Santos. Não há novos ataques, não há novos feridos, não há novos mortos; há imagens que se repetem, porque o que aconteceu é importante, porque se calhar nem toda a gente viu ainda, porque há profissionais que vão descobrindo mais pormenores.

Há que respeitar as necessidades de cada criança. “Há que evitar o excesso de informação”, aponta. Não é preciso introduzir conceitos como jihadismo ou Estado Islâmico. Isso pode aumentar a confusão. Bastará uma explicação simples. “Hoje, pergunta o que precisa de perceber. Amanhã, quer saber mais, faz outras perguntas.”

Na opinião daquela especialista, as crianças devem ser incentivadas a expressar o que pensam, o que sentem. Ao transparecer preocupação, ao fazer perguntas, revelam empatia com outras pessoas, que podem nem conhecer, mas que estão em sofrimento. “Às vezes, os adultos ficam ansiosos, porque elas podem perguntar algo a que eles não sabem responder”, nota. Não têm de ter sempre resposta. “Podem dizer: ‘Não sei. Diz-me o que é que tu pensas. Deixa-me pensar nisso.’”

Não importa apenas o que os adultos vão dizendo às crianças. Importa também o modo como o fazem. Se estiverem com medo, por mais que digam que está tudo bem, que não há perigo, transmitirão medo às crianças. Se estiverem serenos, transmitir-lhes-ão serenidade. “Podem dizer-lhes que há pessoas preparadas para enfrentar problemas destes e que o estão a fazer”, exemplifica.

Há ainda que lhes explicar o carácter excepcional daqueles acontecimentos. Nem tudo se controla e isso não é o fim do mundo. “Não se controla o que os outros pensam, como não se controla se chove ou se faz sol. Por vezes, acontecem coisas más, mas as coisas más não são o normal”, diz.

A maturidade dita o grau de complexidade das perguntas que cada um faz e deverá ditar o grau de complexidade das respostas. Os adolescentes podem ir à frente dos pais no acesso à informação. Vivem agarrados aos telemóveis, smartphones, tablets, portáteis. Também com eles, recomenda Ana Santos, há que respeitar o ritmo pessoal, mas já se justifica falar sobre o que significa tudo isto.

A assessora de comunicação Ana Sofia Gomes tem de tudo dentro de casa. A filha de 14 anos ficou com medo de ir a Paris a uma prova de esgrima; a de oito preferiu não ver imagens dos atentados; a de cinco anos perguntou-lhe se também os iam matar. Nestes dias, houve muitas crianças a fazer aquela pergunta. As crianças até aos 11 anos tendem a pensar que todo o mal que acontece aos outros lhes pode acontecer. Ana Sofia respondeu o que muitos adultos pelo país fora têm respondido: que não, que Portugal é um país pequeno, que está num cantinho da Europa, mas teve de encontrar explicações mais complexas para a mais velha, que já estuda história, que já percebe que Portugal está na União Europeia e na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).

 

 

 

 

 

 

Tertúlia “A influencia dos media, do bullying e da discriminação na vida de jovens LGBTI

Novembro 18, 2015 às 10:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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lgbt

mais informações:

https://www.facebook.com/events/531302443686673/

 

4ª Edição do Prémio de Jornalismo: Os Direitos da Criança em Notícia

Abril 8, 2015 às 12:48 pm | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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premio

 

 Convite Prémio

Direitos da Criança em Notícia

O Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens em parceria com o Montepio convocam os/as profissionais da Comunicação Social portuguesa para a 4ª Edição do Prémio Os Direitos da Criança em Notícia.

Nas últimas décadas, assistiu-se em Portugal a um avanço significativo no que diz respeito à protecção e promoção dos direitos da criança. Existem inúmeros casos de boas práticas e exemplos a seguir, mas também permanecem grandes desafios e preocupações:

 

(i) direitos de provisão: as desigualdades sociais e o crescente nível de pobreza infantil;

(ii) direitos de protecção: a dificuldade em serem protegidas na sua identidade e integridade;

(iii) direitos de participação: o reconhecimento pleno da criança como sujeito de direitos, a garantia de que a sua opinião seja considerada e a sua participação promovida e respeitada.

O trabalho jornalístico assume nesta matéria um papel crucial no sentido de informar e estimular o debate, dando a conhecer a situação dos direitos da criança em Portugal e contribuindo para a sua valorização junto dos/as profissionais da Comunicação Social bem como da sociedade em geral.

 

O Prémio Os Direitos da Criança em Notícia destina-se a reconhecer as abordagens jornalísticas que, em crónicas, reportagens ou entrevistas nas áreas da Imprensa, Rádio e Televisão (inclusive os divulgados em plataformas virtuais), tenham em conta a promoção e divulgação dos direitos da criança, numa perspectiva crítica, pluralista e inclusiva, sem comportar riscos para as crianças nem no presente, nem no futuro.

Será ainda atribuída uma Menção Honrosa, designada “Futuro/a Jornalista”, que se destina a premiar uma crónica, reportagem ou entrevista inéditas e elaborada por um/a aluno/a finalista do curso de Comunicação Social em Universidades ou Institutos Politécnicos de Portugal.

Assim, vimos por este meio convidar os/as profissionais da Comunicação Social Portuguesa a candidatarem-se a este Prémio, cujo regulamento e formulário de inscrição se encontram disponíveis on-line nas páginas das seguintes instituições que integram o Fórum, a saber:

Capturar

AEJD – Associação de Escolas João de Deus

AMI – Assistência Médica Internacional

Amnistia Internacional Portugal

APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima

APEI – Associação de Profissionais de Educação de Infância

APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil

Associação Margens

Casa da Praia – Centro Doutor João dos Santos

Câmara Municipal de Lisboa – Espaço a Brincar

CML – Câmara Municipal de Loures

CNE – Corpo Nacional de Escutas

CNIS – Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade

CNPCJR – Comissão nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco

Conversas de Rua – Associação

CVP – Cruz Vermelha Portuguesa

ESEL, IP – Escola Superior de Educação de Lisboa

ESES, IP – Escola Superior de Educação de Santarém

ESEIMU – Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich

Fernanda Freitas – Pessoa Singular

FMU – Fundação Maria Ulrich

Fundação Aragão Pinto

Fundação do Gil

Fundação Pro Dignitate

IAC – Instituto de Apoio à Criança

IPDJ – Instituto Português do Desporto e da Juventude

ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas

Oikos – cooperação e desenvolvimento

OMEP – Organização Mundial de educação Pré-Escolar

rede ex aequo – associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes em Portugal.

UNICEF – Comité Português para a UNICEF

Com os melhores cumprimentos,

O Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens

Convite (261 Kb)

Critérios de avaliação (221 Kb)

Formulário de candidatura (151 Kb)

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