Alunos carenciados não levantam computadores por serem emprestados

Junho 30, 2020 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 22 de junho de 2020.

A covid-19 mandou os alunos e professores para casa a 16 de março, as aulas ficaram suspensas e, posteriormente, a aprendizagem passou a ser feita maioritariamente à distância. Nem todas as famílias têm um computador e internet em casa, por isso foi decidido atribuir estes meios às famílias mais carenciadas. Mas, em muitos casos, quando souberam que os tinham de devolver, acabaram por não os levantar.

Foi o que aconteceu no Agrupamento de Escolas Professor Lindley Cintra, no Lumiar, em Lisboa, onde um primeiro levantamento concluiu que eram precisos 140 conjuntos (computador e router, um dispositivo com dados de Internet) para equipar as famílias carenciadas das suas escolas. Apenas foram levantados 39, ou seja, menos de um terço (27,8 %).

“A grande maioria dos encarregados de educação contactados, sabendo que os equipamentos eram cedidos a título de empréstimo e que teriam de ser devolvidos após o términus do 3º período (até 5 de julho), optou por não recorrer a este mecanismo”, explica ao DN João Martins, o diretor do agrupamento,

Estavam a contar com as necessidades a nível de equipamento informático dos alunos dos 3º e 4º anos dos escalões A e B (carenciados) e com Necessidades Educativas Especiais, de forma a “facilitar a aprendizagem neste período de aulas não presenciais”. Informaram todos os encarregados de educação em causa, por carta registada quem não conseguiram contactar, e com as condições do empréstimo.

O equipamento foi entregue pela Câmara Municipal de Lisboa ao agrupamento Lindley Cintra a 29 de março. Faz parte dos 3580 computadores que a autarquia entregou às escolas do concelho, que inclui “a totalidade de alunos de escalão A e B de 3 e 4 ano do 1 ciclo de escolaridade”, informam do gabinete de Manuel Grilo, o vereador dos Direitos Sociais/Educação.

Escolas de Lisboa receberam 3580 computadores

Esclarecem que o equipamento é “propriedade do agrupamento pelo que serão devolvidos às escolas findo o período letivo para as reequipar, para os projetos que entenderem. No caso em que os computadores não são entregues, foi decisão da direção do agrupamento que utilizará estes equipamentos nos projetos escolares do próximo ano”.

Aquele foi o procedimento na generalidade das escolas, refere o presidente da Associação Nacional dos Diretores Escolares, Manuel António Pereira. Contactaram em primeiro lugar as autarquias, mas também entidades públicas e associações, para angariarem o material informático e a forma de acesso à Internet. Depois, cada agrupamento organizou a entrega desses materiais.

“As escolas começaram por disponibilizar os equipamentos que tinham, posteriormente, contactaram os municípios, as associações e lançaram plataformas para angariar equipamento. Boa parte dos municípios conseguiram arranjar a maioria dos computadores, emprestando-os as escolas, mas também a sociedade civil contribuiu. Os que foram entregues pelos municípios têm de ser devolvidos”, especifica Manuel António Pereira.

No caso de Lisboa, os computadores não atribuídos ficam para as escolas, até tendo em vista uma redistribuição no próximo ano letivo. É, também, essa a indicação seguida a nível nacional.

Manuel António Pereira é diretor do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, em Cinfães, onde foi concluído que 300 alunos não tinham materiais em casa para seguirem as aulas à distância, o que representa um terço dos estudantes do agrupamento. E apenas conseguiram 125 computadores, com a autarquia a disponibilizar 85. Não chegaram para as necessidades e três ou quatro foram devolvidos, “por dificuldades em manusear o computador”, acabaram por ser entregues a outros alunos.

O dirigente conhece situações em que as famílias não levantaram os equipamentos, por ser uma situação pontual. “Quando os pais perceberam que tinham de assinar uma declaração em que se comprometiam a devolver os computadores em bom estado no final do ano letivo, tiveram receio que os filhos os estragasse e acabaram por não os levantar”, justifica.

O DN questionou o Ministério da Educação sobre as necessidades dos alunos em equipamento informático indicadas pelas escolas e quantos foram efetivamente usados. Em resposta, o ministério referiu que não existe esse levantamento, uma vez que esses meios foram disponibilizados maioritariamente pelas autarquias. Isto, apesar de Manuel António Pereira informar que têm registado todos esses dados numa plataforma da Direção-Geral de Estabelecimentos Escolares.

Contactos efetuados pelo DN permitiram perceber que, por exemplo, a Câmara Municipal de Ponte da Barca entregou 50 computadores do projeto Altice (router com acesso à Internet, banda larga móvel,) e 86 tablets Android, sendo que 47 com router.

A autarquia de Ourique comprou 82 tablets e 31 routers, no valor de 24 mil euros e a Câmara Municipal do Fundão disponibilizou 272 computadores e 95 routers e, também aqui, foram todos distribuídos.

Quer ajudar alunos sem acesso a computador? Está aqui a solução

Abril 7, 2020 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Sábado de 3 de abril de 2020.

Há uma plataforma online para angariar computadores para os alunos que não têm forma de acompanhar as aulas à distância. Foi criada no dia 18 de março e já entregou 20 portáteis. 

Com as escolas encerradas por causa da pandemia de covid-19, a solução tem passado pelo ensino à distância. Mas esta é uma solução que está longe de ser simples e de acesso universal: falta formação aos professores para o e-learning e muitos alunos não têm computadores e internet para acompanhar este tipo de aulas. Foi a pensar no primeiro problema que o professor Vítor Bastos criou o grupo E-Learning Apoio, que conta já com mais de 22 mil membros. Para a segunda dificuldade, criou agora o projeto #SomosSolução . 

A ideia é a de fazer a ponte entre quem quer ajudar alunos carenciados a ter as ferramentas necessárias para continuar a aprender durante este período de isolamento social e as escolas que identificam as situações de necessidade. 

“Fiz contactos com empresas e particulares que eu achava que estariam abertos a dar e a HP avançou logo com uma primeira oferta 20 computadores portáteis”, conta à SÁBADO o docente que teve a ideia, mas lançou o projeto em conjunto com Luís Fernandes, o antigo diretor do Agrupamento do Freixo (atualmente diretor do Centro de Formação da Póvoa do Varzim). “Fazia sentido ser o meu parceiro nisto porque tem os contactos todos dos diretores, é honesto e é bem conhecido no meio”. 

Além da HP, respondeu à chamada a OMC, uma empresa que ofereceu cinco impressoras para que as escolas que não tinham outra forma de garantir o ensino durante o período de encerramento possam imprimir trabalhos para os alunos levarem para casa. 

A ideia é, contudo, que qualquer um possa contribuir. Quem quiser doar um portátil, só precisa de inscrever-se no site e estar disponível para pagar “uma máquina de baixo custo, mas com todas as características necessárias, por cerca de 350 euros”. 

Outra opção para particulares ou empresas será aderir à campanha de usados recondicionados. “Há computadores usados que já não servem as empresas, mas ainda têm todas as condições para ser usados pelos alunos no ensino à distância”, diz Vítor Bastos. 

As escolas que queiram inscrever-se têm de cumprir alguns critérios como “ter plataformas digitais já implementadas” e acesso à internet, mas também assegurar que ajudam os alunos a utilizar os portáteis e que os respetivos diretores se envolvem diretamente no processo. 

Neste momento, há já 25 escolas inscritas no site, que põe os diretores a apresentar na primeira pessoa as necessidades dos seus estudantes. 

Para que quem doa tenha a garantia de que os portáteis chegam a quem precisa, os doadores podem escolher a que escola (de entre as inscritas) querem fazer o donativo e poderão fazer diretamente a entrega do material ou informar os diretores sobre o local onde o poderão levantar. 

No caso dos primeiros 20 computadores doados, 10 foram para o Agrupamento de Escolas Cego do Maio, na Póvoa do Varzim, e os outros 10 para o Agrupamento de Escolas da Boa Água, em Sesimbra. “Estamos a organizar a entrega por ordem de registo dos pedidos das escolas, sendo que cabe à escola fazer seleção dos alunos carenciados”, explica Vítor Bastos. 

Seguindo essa ordem, as próximas escolas a receber as ofertas que cheguem ao projeto são o Agrupamento de Escolas Fernando Casimiro Pereira da Silva, em Rio Maior, e o Agrupamento de Escolas Vila Nova de Cerveira. 

Infográfico: O que diz a UNESCO sobre o uso de tecnologias móveis em sala de aula

Julho 14, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site http://info.geekie.com.br/ de 28 de junho de 2017.

 

Marcela Lorenzoni

A UNESCO mapeou 12 benefícios do uso de tecnologias móveis na Educação – você sabe quais são? Acesse o infográfico gratuito ou leia as pesquisas na íntegra!

A lista de tecnologias móveis possíveis dentro da escola cresce conforme a criatividade, inovação e intencionalidade pedagógica do educador – desde os smartphones pessoais dos estudantes, até tablets ou games, cada device oferece certas vantagens na hora de ampliar a aprendizagem. Aqui no InfoGeekie, já contamos o caso do professor que usou o Facebook para trabalhar eventos históricos, do Twitter que virou ferramenta de debate em sala de aula e mesmo de jogos como o Minecraft e o Pokémon Go aplicados à sala de aula. Essas experiências viraram um ebook que você pode baixar aqui: as 8 ferramentas digitais mais populares em sala de aula.

Hoje, a UNESCO define como tecnologias móveis quaisquer dispositivos móveis, digitais, facilmente portáteis, com acesso à internet e recursos multimídia. Ela ainda aponta que o uso dessas tecnologias móveis está superando barreiras de acesso – como a conectividade, por exemplo, que caminha para se tornar universal – e finalmente atingindo um debate mais maduro quanto aos caminhos para enriquecer o processo educativo. A organização citou 12 benefícios do uso de tecnologias móveis na Educação, que você confere no infográfico abaixo:

Crianças sem Internet ficam com medo e ansiosas (e até os TPC fazem)

Outubro 13, 2016 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://zap.aeiou.pt/ de 26 de setembro de 2016.

deanaia-flickr

Uma experiência realizada pela psicóloga infantil Yekaterina Murashova observou o comportamento de um grupo de crianças norte-americanas que tiveram que passar um dia inteiro sozinhas e sem acesso à Internet e outras tecnologias atuais.

A pesquisa foi realizada com 68 adolescentes de 12 a 18 anos que voluntariamente se submeteram a esta “tortura”, deixando de lado computadores, smartphones, videojogos e qualquer outro tipo de aparato eletrónico.

Apesar de estarem sem diversos confortos, eles tinham acesso a outros recursos, como livros, lápis e canetas, cadernos, instrumentos musicais, caminhadas, desporto, etc. Passear pela cidade, desde que sem contato com aparelhos eletrónicos, também era permitido.

Durante a experiência, a atividade preferida foi cozinhar e comer. Outros preferiram ler revistas ou livros. Houve mesmo alguns que, tomados pelo tédio, chegaram a pegar nos livros escolares para fazer os trabalhos de casa.

Desporto e atividades físicas também foram bastante realizados.

Outro ponto observado por Murashova foi que o tempo sem Internet levou os jovens a brincarem com o seu lado criativo.

Mesmo sem ter conhecimentos ou aulas anteriores, algumas crianças resolveram brincar com pintura e instrumentos musicais.

E por falar em criatividade, alguns realmente pensaram “fora da caixa”: um miúdo passou cinco horas a andar de autocarro pela cidade.

A experiência não correu assim tão bem: apenas três dos participantes – dois rapazes e uma rapariga – chegaram bem ao final das oito horas.

Um dos rapazes ocupou o tempo a construir uma miniatura de um navio, com pausas para refeições e para brincar com o seu cão.

Três crianças tiveram pensamentos suicidas. Cinco tiveram ataques de pânico e vinte e sete voluntários passaram por algum tipo de desconforto físico como tonturas e dores.

Todos demonstraram sintomas de medo ou ansiedade e tentaram dormir para ver se o tempo passava, mas não conseguiam devido ao seu estado mental perturbado.

Terminada a experiência, 14 jovens imediatamente acederam às redes sociais e 20 pegaram no telemóvel para ligar para amigos. Outros ligaram a TV ou computadores.

Mas nada de exageros: apesar dos resultados preocupantes durante a experiência, nenhum dos jovens apresentou traumas nos dias depois da pesquisa.

Canal Tech

 

Tecnologias na sala de aula – workshop verão

Julho 4, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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tic

mais informações no link:

http://aprendercomosdedos.com/2016/06/20/tecnologias-na-sala-de-aulas-workshop-verao/

Computers in class ‘a scandalous waste’: Sydney Grammar head

Abril 7, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.theaustralian.com.au de 26 de março de 2016.

Brad Hunter

Natasha Bita

National correspondent

Brisbane

A top Australian school has banned laptops in class, warning that technology “distracts’’ from old-school quality teaching.

The headmaster of Sydney Grammar School, John Vallance, yesterday described the billions of dollars spent on computers in Australian schools over the past seven years as a “scandalous waste of money’’.

“I’ve seen so many schools with limited budgets spending a disproportionate amount of their money on technology that doesn’t really bring any measurable, or non-measurable, benefits,’’ he said.

“Schools have spent hundreds and hundreds of millions of dollars­ on interactive whiteboards, digital projectors, and now they’re all being jettisoned.’’

Sydney Grammar has banned students from bringing laptops to school, even in the senior years, and requires them to handwrite assignments and essays until Year 10. Its old-school policy bucks the prevailing trend in most Aus­tralian high schools, and many primary schools, to require parents­ to purchase laptops for use in the classroom.

Dr Vallance said the Rudd-­Gillard government’s $2.4 billion Digital Education Revolution, which used taxpayer funds to buy laptops for high school students, was money wasted. “It didn’t really do anything except enrich Microsoft and Hewlett-Packard and Apple,’’ he said. “They’ve got very powerful lobby influence in the educational community.’’

Sydney Grammar students have access to computers in the school computer lab, and use laptops at home.

But Dr Vallance regards­ laptops as a distraction in the classroom. “We see teaching as fundamentally a social activity,’’ he said. “It’s about interaction ­between people, about discussion, about conversation.

“We find that having laptops or iPads in the classroom inhibit conversation — it’s distracting.

“If you’re lucky enough to have a good teacher and a motivating group of classmates, it would seem a waste to introduce anything that’s going to be a distraction from the benefits that kind of social context will give you.’’

Academically, Sydney Grammar rates among Australia’s top-performing schools, and is frequented by the sons of Sydney’s business and political elite. Almost one in five of its Year 12 graduates placed in the top 1 per cent of Australian students for Australian Tertiary Admission Rank university entry scores last year.

The school’s alumni includes three prime ministers — Malcolm Turnbull, who attended on a scholarship, Edmund Barton and William McMahon — as well as bush poet Banjo Paterson and business chief David Gonski, the architect of a needs-based funding model to help disadvantaged students.

The private boys’ school, which charges fees of $32,644 a year, routinely tops the league tables in the national literacy and numeracy tests.

Dr Vallance said he preferred to spend on teaching staff than on technology. “In the schools where they have laptops, they get stolen, they get dropped in the playground, they get broken, you have to hire extra staff to fix them, you’ve got to replace them every few years. They end up being massive lines in the budgets of schools which at the same time have leaky toilets and rooves and ramshackle buildings.

“If I had a choice between filling a classroom with laptops or hiring another teacher, I’d take the other teacher every day of the week.’’

Dr Vallance — who will step down as headmaster next year, after 18 years in the job — is a Cambridge scholar, a trustee of the State Library of NSW Foundation and a director of the National Art School.

In 2014 the Coalition government appointed him as a specialist reviewer of the national arts curriculum, which he criticised as “rambling, vague and patronising’’ with “a tendency towards the elimination of rigour’’.

Dr Vallance said yesterday laptops had “introduced a great deal of slackness’’ in teaching. “It’s made it much easier of giving the illusion of having prepared a lesson,’’ he said.

He also criticised as “crazy’’ plans by the Australian Curriculum, Assessment and Reporting Authority to computerise the National Assessment Program — Literacy and Numeracy tests next year.

“That means generations of students will be doing NAPLAN on computers, they won’t be allowed to write by hand, which I think is crazy,’’ he said. “Allowing children to lose that capacity to express themselves by writing is a very dangerous thing.’’

Dr Vallance said Sydney Grammar had been studying the difference between handwritten and computer-typed tasks among boys in Year 3 and Year 5.

“In creative writing tasks, they find it much easier to write by hand, to put their ideas down on a piece of paper, than they do with a keyboard,’’ he said.

Dr Vallance said he was sure people would call him a “dinosaur’’. “But I’m in no way anti-technology,’’ he said. “I love gadgets. It’s partly because we all love gadgets so much that we have these rules, otherwise we’d all just muck about. Technology is a servant, not a master.

“You can’t end up allowing the tail to wag the dog, which I think it is at the moment.’’

Dr Vallance said computers in the classroom robbed children of the chance to debate and discuss ideas with the teacher.

“One of the most powerful tools in education is conversation,’’ he said.

“The digital delivery of teaching materials across Australia has had a really powerful normative effect.

“It’s making it quite difficult for children to learn how to disagree, how not to toe the party line, because they can’t question things — the possibility of questioning things has been taken away from them.’’

Dr Vallance said it was a “really scandalous situation’’ that Australia was “spending more on education than ever before and the results are gradually getting worse and worse’’. He said it cost $250,000-$500,000 to equip a moderate-sized high school with interactive whiteboards, which are only used at Sydney Grammar if teachers request them. “That’s a huge amount of money in the life of a school, that could translate to quite a few good members of staff,’’ he said.

“I think when people come to write the history of this period in education … this investment in classroom technology is going to be seen as a huge fraud.’’

The OECD has also questioned the growing reliance on technology in schools. In a report last year, it said schools must give students a solid foundation in reading, writing and maths before introducing computers. It found that heavy users of computers in the classroom “do a lot worse in most learning outcomes’’.

“In the end, technology can amplify great teaching, but great technology cannot replace poor teaching,’’ the OECD report concluded.

 

 

Quando a vida das crianças gira em torno dos ecrãs

Julho 28, 2015 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 26 de julho de 2015.

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Indicações para a utilização segura dos dispositivos móveis

Fevereiro 10, 2015 às 2:31 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Imagem retirada do site http://www.seguranet.pt/  10 de fevereiro de 2015.

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