Childhood Obesity Surveillance Iniciative : Cosi Portugal 2008

Janeiro 6, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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No âmbito da iniciativa  European Childhood Obesity Surveillance Initiative- COSI,  da Organização Mundial da Saúde (OMS- Europa), foi constituído o primeiro Sistema Europeu de Vigilância Nutricional Infantil, tendo Portugal assumido a coordenação europeia desta iniciativa que contou com a participação de 13 países.

O COSI Portugal, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP, disponibiliza a publicação onde são apresentados os resultados do primeiro ano de avaliação (2007/2008), cumprindo assim o objectivo de criação de uma rede de informação sistemática (a cada 2 anos), comparável entre os países da Europa, sobre as características do estado nutricional infantil de crianças dos 6 aos 8 anos.

Comer fruta na escola para lutar contra obesidade infantil

Janeiro 6, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 1 de Janeiro de 2012.

 A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) quer incentivar as crianças até aos 10 anos a consumirem mais fruta diariamente e inverter a estatística nacional do consumo destes produtos que é de apenas dois por cento.

Para tal, a APCOI vai desenvolver, a partir de terça-feira, em várias escolas do país, o projeto “Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável”.

A APCOI, organização sem fins lucrativos que centra a sua atividade na promoção da saúde das crianças com projetos de prevenção, formação e investigação sobre sedentarismo, má nutrição, obesidade infantil e restantes doenças associadas, pretende com esta iniciativa incentivar o consumo de fruta no lanche escolar nos jardins-de-infância e escolas do primeiro ciclo.

Este ano, a aposta da APCOI vai, mais uma vez, para iniciativas dirigidas às crianças, uma vez que a «a prevenção da obesidade infantil deve ser uma prioridade, ainda para mais numa altura em que a preocupação maior a nível nacional é a economia”, considera o presidente da organização Mário Silva.

O responsável defende igualmente que “prevenir a obesidade infantil é poupar a saúde das futuras gerações e evitar o desperdício de milhares de euros para remediar o problema quando ele já está instalado”.

Com um ano de existência, a APCOI faz um “balanço positivo” da sua atividade, adiantando que 954 crianças foram atendidas em rastreios nutricionais gratuitos, 1.627 crianças reforçaram os seus conhecimentos sobre alimentação saudável através de jogos pedagógicos realizados em escolas ou eventos infantis e 2.625 peças de fruta foram distribuídas em ações de sensibilização.

O Presidente da APCOI afirma que «o rastreio nutricional gratuito” feito junto da população infantil tem sido “fundamental no diagnóstico e encaminhamento de novos casos para tratamento, permitindo melhorar o futuro dessas crianças”.

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil vai realizar, em maio, a segunda edição da “Corrida Criança”, iniciativa de caráter solidário, cujos donativos revertem na totalidade para os projetos de prevenção, formação e investigação da APCOI.

Segundo a Comissão Europeia, Portugal está entre os países da Europa com maior número de crianças com excesso de peso: 32 por cento das crianças entre os 6 e os 8 anos têm excesso de peso e 14% são obesas. O sexo feminino apresenta valores superiores às do sexo masculino.

O último estudo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre obesidade infantil revela também que mais de 90% das crianças portuguesas come “fast-food”, doces e bebe refrigerantes, pelo menos quatro vezes por semana, menos de um por cento das crianças bebe água todos os dias e só dois por cento consome fruta fresca diariamente.

Comer com qualidade para combater a falta de apetite no Verão

Agosto 1, 2011 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 24 de Julho de 2011.

 

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Consequences of Belonging to the “Clean Plate Club”

Por Paula Torres de Carvalho

Com o Verão e o calor, a falta de apetite aumenta entre muitas crianças. E é frequente ver adultos a forçá-las ou a tentar convencê-las a comer as quantidades que eles consideram adequadas. “Mas o apetite não é normalizado”, varia de pessoa para pessoa e de criança para criança e “não são os pais que devem normalizar o apetite das crianças” afirma a médica Isabel do Carmo, especialista em comportamento alimentar.

 O importante é que os adultos procurem que a criança ou o adolescente “coma com qualidade” em porções consideradas “razoáveis”. Usando a persistência, mas sem ansiedade. “Em geral, o apetite tende a regular-se biologicamente de forma natural”, nota Pedro Teixeira, da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade. Para contrariar este problema sazonal em vez de obrigar a comer, será preferível “adequar as refeições à estação com alimentos mais frescos e com mais água”, considera.

A ideia de que comer bem é comer muito ainda subsiste em muitos meios, sobretudo entre as pessoas mais velhas e que passaram fome, refere Isabel do Carmo. Mas é preciso contrariar esta convicção no âmbito de uma educação para a saúde. “O apetite não está normalizado”, explica a especialista, considerando que é um erro obrigar os mais novos a comer. “Tem é de se saber por que não querem comer” para despistar doenças do comportamento alimentar, como a anorexia nervosa, diz. E “oferecer-lhes os alimentos que eles mais gostam”.

Um estudo realizado em 2009 pela Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, revela que, apesar das boas intenções dos pais quando tentam obrigar os filhos a comer vegetais ou a “limpar o prato”, e não deixar comida, esta atitude não é aconselhável.

Segundo o autor desse estudo, Brian Wansink, quanto mais os pais insistem com os filhos para comer de forma saudável, mais estes preferem alimentos menos saudáveis.

O investigador recomenda que os pais ofereçam às crianças quantidades moderadas, mas variadas, de comida, encorajando-as a experimentar diferentes tipos de alimentos e deixando-as decidir que quantidades querem consumir.

Uma alimentação em excesso com a consequente energia extra que se vai acumulando pode contribuir para que a criança se torne num adolescente obeso, alertam os nutricionistas. A hora da refeição deverá ser um momento de prazer e não de tensão e de angústia, salientam.

O essencial é que a criança coma bem, ainda que pouco: dois ou três copos de leite por dia que podem ser substituídos por iogurtes, duas ou três peças de fruta diárias, além de vegetais. A carne e o peixe não devem ser consumidos em grandes quantidades e não devem falhar os hidratos de carbono, recomenda Isabel do Carmo.

Refeições leves ao almoço

Durante as férias, tal como os adultos, muitas crianças preferem almoçar na praia e portanto fazer refeições muito mais leves ao almoço. Nestes casos, é essencial comer um bom pequeno-almoço, consumir pequenos lanches de sandes e de fruta durante a tarde e desfrutar do sol e do mar.

Isabel do Carmo nota também a importância das regras e da disciplina relativamente aos horários das refeições, salientando que estas devem ser realizadas em família em contextos de socialização, o que – está provado – “traz benefícios para a saúde”.

A alimentação é, sobretudo “um hábito” que se ganha desde tenra idade – sublinha – notando que é mais fácil incutir o hábito de consumo de determinados alimentos, oferendo-os repetidamente às crianças logo de pequeninas, do que mais tarde ter de mudar as más práticas adquiridas.

 

Colóquio – Olhares sobre os Jovens em Portugal: saberes, políticas, acções

Maio 28, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Saúde Mental e Comportamentos Alimentares

Dezembro 9, 2010 às 6:02 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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