O telemóvel e a televisão também jantam com os portugueses

Dezembro 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://lifestyle.publico.pt  de 26 de novembro de 2015.

publico

Por Life&Style

Dietistas preocupados pois estes hábitos podem levar a maus comportamentos alimentares.

Cinco vezes por semana, 98% dos portugueses janta à frente da televisão ou com o telemóvel ao lado. Quem o diz é um inquérito levado a cabo pela Iglo, junto de cerca de 4500 pessoas.

Para a Associação Portuguesa de Dietistas (APD) e para o Movimento 2020 – um projecto da APD, com o objectivo de promover e implementar as boas práticas no que respeita à saúde alimentar e hábitos de vida saudável – estes hábitos podem levar a maus comportamentos alimentares.

Segundo Zélia Santos, presidente da APD e membro do conselho executivo do Movimento 2020, “o momento da refeição deve ir muito além da sua função nutricional, dada a conotação social e cultural que a alimentação tem nas nossas vidas. Cozinhar e conviver à mesa, na companhia de familiares e amigos, fomenta o bem-estar e cria condições para uma alimentação correcta e consciente. Por exemplo, a mesa é o cenário ideal para passar às crianças a importância de fazer uma alimentação equilibrada e criar apetência pelas escolhas mais saudáveis”. No contexto dos resultados apurados pelo inquérito, a responsável conclui: “Ao ritmo a que se vive, a hora de jantar torna-se no momento privilegiado para as famílias se reunirem e conversarem. Ao ocupar espaço com o telemóvel ou a televisão, há uma probabilidade acrescida de estarmos a tornar a refeição numa ingestão indiscriminada de alimentos e a perder o prazer do convívio, que é um dos conceitos em que assenta a dieta mediterrânica”.

O inquérito foi feito online através de um questionário, tendo a recolha de dados decorrido entre os dias 16 de Julho e 5 de Agosto de 2015. A amostra global é composta por 4469 indivíduos residentes em Portugal (86% do sexo feminino, 60% solteiros e 39% entre os 26 e os 35 anos), o que corresponde a uma margem de erro de 1,47%, para um intervalo de confiança de 95%.

 

 

 

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Hábitos alimentares das crianças pioram com a idade e com a exposição à publicidade

Novembro 28, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 26 de Novembro de 2013.

Daniel Rocha

O estudo mencionado na notícia é o seguinte: Investigação sobre a Influência da Publicidade nas crianças

Andreia Sanches

26/11/2013 – 21:20

Estima-se que as crianças e os jovens possam ver mais de 46.000 mensagens publicitárias por ano. Em Portugal, mais de 70% dos alunos entre os 8 e os 11 anos dizem que a publicidade influencia a alimentação.

As crianças mais novas até têm conhecimentos razoáveis sobre o que é uma alimentação saudável. Mas, com o passar dos anos, “perdem-nos”. E, com os conhecimentos, mudam os comportamentos, que, com a idade, se tornam menos saudáveis, mostra uma investigação feita junto de cerca de 600 alunos entre os 8 e os 11 anos que frequentam escolas da Grande Lisboa. O acumular de horas e horas de anúncios publicitários pode ajudar a explicar essa deterioração de comportamentos?

Pode, sustenta Francisco Costa Pereira, o coordenador da equipa da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias que elaborou o estudo apresentado nesta terça-feira, em Lisboa.

“O estudo não demonstra directamente uma relação entre a obesidade e a publicidade”, explica, mas há dados que dão que pensar, continua: quanto mais velhas são as crianças inquiridas, mais horas de televisão vêem e mais navegam na Internet. Quanto mais velhas, menor é o consumo de alimentos saudáveis naturais e maior o de alimentos menos saudáveis, como snacks. Os resultados sugerem que “a publicidade pode desempenhar um papel nesta relação”, conclui o estudo A Influência da Publicidade nas Crianças.

É certo que, entre os 8 e os 11 anos, as crianças também se tornam mais cépticas em relação à publicidade. Mas esta é sempre uma relação ambivalente: a afirmação “os anúncios mentem” tem quase tanto peso nas respostas dos miúdos como a de que “os anúncios mostram-me coisas boas para comprar”.

São, de resto, as próprias crianças – mais de sete em cada dez das inquiridas – a dizerem que a publicidade pode influenciar os hábitos alimentares das pessoas.

Os jovens, nomeadamente as crianças, estão expostos diariamente a milhares de mensagens publicitárias, lê-se no estudo. Estima-se que possam ver mais de 46.000 por ano. O grupo de alunos que fez parte da amostra dos investigadores portugueses revelou ter “uma vida bastante sedentária”, com cerca de metade do seu tempo disponível passado a ver televisão e a estar no computador. Estas crianças estão sujeitas a “uma exposição muito elevada a mensagens publicitárias”.

Essa “elevada exposição” ficou bem patente quando foram desafiadas a mencionar marcas: as crianças foram capazes de referir 420 marcas diferentes – à cabeça, uma marca conhecida de pronto-a-vestir, depois uma de papas e chocolates, e ainda o nome de uma cadeia de hipermercados e depois uma marca de roupa e assessórios desportivos.

Trata-se de um “repertório bastante elevado”, sustentam os investigadores, com as marcas relacionadas com os produtos alimentares a terem “um lugar destacado”.

Costa Pereira lembra que muito do que as crianças mais novas sabem sobre alimentação saudável aprendem na escola – nas aulas e através das dietas nas cantinas. Mas que esses conhecimentos e comportamentos têm de ser “consolidados” em casa, sob pena de não resistirem à passagem para o 2.º ciclo e para a fase da pré-adolescência. Por fim, sustenta que uma maior literacia da publicidade (capacidade de compreender os anúncios, quem os faz e com que objectivos) pode ajudar as crianças a terem conhecimentos e comportamentos alimentares saudáveis.

Portugal – Alimentação Saudável em números – 2013

Outubro 25, 2013 às 1:30 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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dgs

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O documento contém dados sobre crianças e adolescentes:

2.3. Hábitos alimentares em crianças até aos 36 meses na região Norte pág. 17

2.4. Hábitos alimentares em adolescentes pág. 21

Pressão alta em crianças cresce 27% em 12 anos nos EUA

Julho 29, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Veja de 17 de Julho de 2013.

De acordo com estudo, o índice de massa corporal e o consumo de sódio estão entre os principais fatores relacionados ao aumento

thinkstock

O risco de pressão alta entre crianças e adolescentes aumentou 27% em um período de doze anos nos Estados Unidos. O dado é de um estudo publicado nesta segunda-feira no periódico Hypertension, uma publicação da Sociedade Americana de Cardiologia. De acordo com o levantamento, os principais fatores relacionados ao aumento são índice de massa corporal (IMC) elevado, tamanho da circunferência do abdome e o consumo excessivo de sódio.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Childhood Blood Pressure Trends and Risk Factors for High Blood Pressure

Onde foi divulgada: periódico Hypertension

Quem fez: Bernard Rosner, Nancy R. Cook, Stephen Daniels e Bonita Falkner

Instituição: Universidade Harvard e outras

Dados de amostragem: 3.200 crianças e adolescentes de 8 a 17 anos estudados entre 1988 e 1994, e 8.300 crianças de mesma faixa etária, entre 1999 e 2008

Resultado: Os pesquisadores identificaram um aumento geral de 27% na pressão alta entre crianças e adolescentes entre a primeira e a segunda amostra.

“A hipertensão é perigosa em parte porque muitas pessoas não sabem que a têm”, afirma Bernard Rosner, principal autor do estudo. Como se trata de uma doença silenciosa, os pacientes precisam medir a pressão sanguínea com frequência para saber se a possuem. A hipertensão pode levar a problemas renais, derrames e doenças cardíacas.

Pesquisa — No estudo, foram comparados dados de 3.200 crianças e adolescentes de 8 a 17 anos obtidos entre 1988 e 1994, e de 8.300 crianças de mesma faixa etária, entre 1999 e 2008. Foram levados em consideração na comparação dos resultados fatores como diferença de idade, sexo, etnia, IMC, circunferência abdominal e consumo de sódio. Assim, os pesquisadores descobriram que, em um intervalo de aproximadamente 12 anos, o risco de crianças e adolescentes desenvolverem pressão alta aumentou 27%.

Os resultados mostraram que, no geral, os meninos eram mais propensos a ter pressão alta. Entre os dois estudos, no entanto, os níveis de pressão alta aumentaram mais entre as meninas. Notou-se ainda que mais crianças estavam acima do peso no segundo estudo, e tinham também uma maior circunferência abdominal — esta última característica foi mais acentuada nas meninas. As crianças cujo IMC ou o tamanho da circunferência estavam entre os 25% mais elevados de sua faixa etária tinham duas vezes mais chances de ter pressão alta, do que as crianças cujas medidas estavam entre as 25% mais baixas.

Sal — Além disso, as crianças que apresentavam um consumo elevado de sódio tinham 36% mais chances de ter pressão alta do que as crianças que tinham o menor consumo. Mais de 80% das crianças (dos dois períodos em que o estudo foi realizado) tinham um consumo diário de sódio acima de 2,3 gramas — a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde é de 2 gramas. Para Rosner, a expectativa é de que o consumo de sódio continue a aumentar nos próximos anos.

Apesar de os pesquisadores terem notado valores elevados de pressão sanguínea nas crianças estudadas, elas não podem ser classificadas como hipertensas, pois para um diagnóstico oficial é preciso ter três medições de pressão seguidas com resultados acima do normal.

Leia também:
Hipertensão atinge 1 em cada 3 adultos em todo mundo
Estudo identifica os principais hábitos na adolescência que provocam hipertensão na vida adulta

Opinião da especialista

Celia Maria Camelo Silva
Chefe da cardiologia pediátrica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

“O estudo mostra um resultado preocupante. Esse aumento na pressão alta ocorre principalmente em decorrência das mudanças de hábitos da sociedade, como a mudança na alimentação, com um consumo elevado de alimentos industrializados. Isso se reflete no peso das crianças, que nós temos observado aumentar. As crianças também tendem a ser mais sedentárias hoje em dia, apesar do estudo não ter avaliado o quesito atividade física.

“Essas crianças que desenvolvem pressão alta mais cedo na vida apresentam um risco elevado de, quando jovens adultos, sofrerem danos a algum órgão vital, como o cérebro, coração ou rins.

“No Brasil, não temos nenhum grande estudo nacional sobre o assunto, mas também tem havido um aumento na obesidade infantil, que se relaciona com a hipertensão. Além disso, o consumo de sal médio do brasileiro é praticamente o dobro do recomendado pela OMS.

“Vale lembrar, porém, que aproximadamente 80% dos casos de hipertensão infantil são causados por alguma outra doença que o paciente apresenta, como cardiopatia, doenças renais ou endocrinológicas. A hipertensão denominada essencial, que está relacionada à massa corporal e ao consumo de sódio, corresponde à menor porcentagem dos casos.”

 

 

 

 

Crianças que vêem muita televisão têm maior risco de obesidade

Julho 10, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 8 de Julho de 2013.

Lusa

Estudo da Universidade de Coimbra envolveu 17.424 mil crianças de jardins-de-infância e escolas de várias regiões do país.

As crianças que passam mais tempo a ver televisão apresentam um maior risco de obesidade e tensão arterial alta, revela um estudo coordenado por Cristina Padez, da Universidade de Coimbra.

O estudo, divulgado esta segunda-feira e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, envolveu 17.424 mil crianças de jardins-de-infância e escolas de várias regiões do país, com idades entre os três e os 11 anos. Já resultou em seis artigos científicos publicados em revistas internacionais.

A investigação pretendia avaliar a alteração dos valores de obesidade infantil da população portuguesa, de 2002 a 2009, e conhecer a associação entre a obesidade infantil e os comportamentos familiares, hábitos sedentários e o ambiente onde vivem.

Cristina Padez, citada num comunicado da Universidade de Coimbra, explica que a televisão tem o maior impacto no excesso de peso e no aumento da tensão arterial, “pelo facto de as crianças estarem mais expostas a publicidade de produtos alimentares, induzindo-as à ingestão de comida normalmente pouco saudáveis”.

“Por outro lado, a televisão é mais passiva. O computador e os jogos electrónicos exigem mais concentração e interacção”, sublinha a investigadora.

O estudo determinou a percentagem de crianças que passam mais de duas horas diárias em frente ao televisor, ultrapassando os limites considerados de referência (da Academia Americana de Pediatria): 28% de meninos e 26% de meninas vêem mais de duas horas de televisão por dia durante a semana. Mas, ao fim de semana, a percentagem dispara: 75% nos meninos e 74% nas meninas.

“É urgente corrigir este e outros hábitos errados para que não se perpetuem e tenham implicações sérias na idade adulta. Os hábitos criados na infância tendem a prolongar-se para a vida adulta. Nos adultos encontramos uma forte associação entre o tempo que eles vêem televisão e valores de obesidade, hipertensão arterial, diabetes tipo II, entre outros problemas”, refere a investigadora.

“O simples facto de uma criança ser obesa apresenta três problemas: em 60% dos casos as crianças obesas apresentam já pelo menos um factor de risco que normalmente apenas se associam aos adultos, como hipertensão, colesterol elevado, triglicéridos; cerca de 40% permanece obesa na vida adulta e, mesmo as crianças que normalizam o seu peso com o crescimento, o simples facto de terem sido obesas é um risco para o aparecimento de algumas doenças principalmente cardiovasculares na vida adulta”, alerta ainda Cristina Padez. “Por isso, os pais devem limitar o tempo de televisão e estimular as brincadeiras activas.”

Segurança perto de casa e da escola

A equipa centrou-se igualmente na relação entre o ambiente onde as crianças vivem e o excesso de peso. O tipo de lojas, supermercados ou centros comerciais da zona de residência foi analisado, bem como a existência, ou não, de locais para a prática de actividades ao ar livre.

Foi também tida em conta a segurança junto à habitação: “A segurança das zonas frequentadas pelas crianças junto à habitação e à escola pode ter influência no peso. Nas sociedades urbanas, por questões de segurança, as crianças têm poucas actividades ao ar livre. Ficam em casa, vêem mais televisão e maior é o risco de serem obesas”, realça Cristina Padez.

Este estudo sócio-demográfico da obesidade infantil confirmou ainda a associação entre o grau de instrução dos pais e o peso das crianças: “Quanto menor é o grau de ensino, maior é o valor de obesidade.”

 

 

 

Pushing kids to eat may cause obesity later

Maio 8, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia de The Chart CNN Health de 22 de Abril de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Food-Related Parenting Practices and Adolescent Weight Status: A Population-Based Study

While growing up, many children may have heard “clean your plate” or been denied candy. But how do parental attitudes toward food affect a child’s weight?

Denying certain foods to children or pressuring them to eat every bit of a meal are common practices among many parents. But researchers at the University of Minnesota found parents who restricted foods were more likely to have overweight or obese children. And while those who pressured children to eat all of their meals mostly had children of normal weight, it adversely affected the way those children ate as they grew older, according to the study published Monday in the journal Pediatrics.

Investigators combined data from two separate research studies. The first, EAT 2010 (Eating and Activity in Teens), studied around 2,800 middle and high school students from public schools in Minneapolis and St. Paul, Minnesota. Participants in the project responded to survey questionnaires designed to examine dietary intake and weight status.

Researchers combined that data with information from the Project F-EAT (Families and Eating and Activity Among Teens), a study designed to examine factors within the family environment on weight in adolescents.

From the combined information, researchers were able to gain a better understanding of how parents’ approach to food and feeding is related to adolescents’ weight. According to the Centers for Disease Control and Prevention, obesity now affects 17% of all children and adolescents in the United States – triple the rate from just a generation ago.

“We found that between 50 and 60% of parents from our sample reported requiring that their child eat all of the food on their plate at a meal,” said researcher Katie Loth, the study’s lead author. “Further, we found that between 30-40% of parents from within our sample reported encouraging their child to continue eating even after their child stated that they were full.

“While these pressure-to-eat behaviors were more frequent among parents of non-overweight adolescents, they were still endorsed quite frequently by parents of overweight and obese adolescents, indicating that many parents endorse these behaviors regardless of their child’s current weight status,” she said.

Researchers also found dads were more likely than moms to pressure their sons and daughters to eat, and adolescent boys were pressured more than adolescent girls.

“Parental pressure to eat can be detrimental to children because it takes away from a child’s ability to respond naturally to their own hunger,” said Loth. “Instead, (it) encourages them to respond to cues in their environment which can lead to unhealthy weight gain over time.”

The data also showed that restricting food from kids was a common practice of either parent, in both boys and girls.

“Research has shown that when a parent places a restriction on a particular food item (i.e. no treats) that a child becomes more interested in consuming that food item and will often overeat that food when given the opportunity,” Loth continued. “Instead, parents should be encouraged to allow their children to eat all foods in moderation.”

Investigators believe that parents should keep an eye on their child’s weight and make an effort to better understand good eating practices, instead of worrying about whether their kids clean their plates or have a cookie now and then.

Study authors recommended such practices as eating regular family meals, having nutritious snacks at home, choosing healthy foods and encouraging young people to make better food choices as a way to fight weight problems, Loth said.

And most importantly,  “parents should also work hard to model healthy eating and a healthy relationship with food to their child” by eating a well-balanced diet, Loth said.

Progress for Children : A report card on adolescents (No. 10)

Fevereiro 1, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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progress

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Adolescence is a formative period during which children grow into their  rightful place as full citizens and agents of change in their own lives and the lives of their societies. Progress for Children: A report card on adolescents provides an overview of the situation of adolescents, including of  their vulnerabilities in critical areas. It makes a compelling case for  increased efforts in advocacy, programming and policy, and for  investment, to ensure the rights of adolescents and to achieve the  Millennium Development Goals.

Fast food pode provocar asma nas crianças e jovens

Janeiro 21, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 14 de Janeiro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Do fast foods cause asthma, rhinoconjunctivitis and eczema? Global findings from the International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) Phase Three

Lusa

O consumo de “comida rápida” pelo menos três vezes por semana pode provocar doenças como asma e eczema em crianças e adolescentes, segundo as conclusões de um estudo do boletim especializado britânico “Thorax”

O consumo de “comida rápida” pelo menos três vezes por semana pode provocar doenças como asma e eczema em crianças e adolescentes, segundo as conclusões de um estudo do boletim especializado britânico “Thorax”.

Um grupo de cientistas das universidades de Auckland, na Nova Zelândia, e de Nottingham, no Reino Unido, responsáveis pelo estudo, concluiu ainda que o consumo abundante de fruta tem um efeito preventivo no aparecimento daquelas doenças.

As conclusões do estudo resultam da análise de padrões de alimentação de mais de 500 mil crianças de 50 países e fazem parte de um documento mais vasto, o Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância.

Os cientistas verificaram que os jovens que comem mais refeições como hambúrgueres preparados e servidos em cadeia internacionais e restauração correm mais risco de desenvolver doenças como asma, eczema e irritações oculares e das vias respiratórias.

Entre os pré-adolescentes que consomem esses alimentos três ou mais vezes por semana, o risco de asma aumenta 39 por cento. Nas crianças de seis a sete anos, o risco aumenta 27 por cento.

No sentido inverso, o consumo de fruta três ou mais vezes por semana reduz entre 11 e 14 por cento o risco de sofrer de asma, de eczemas e de rinoconjuntivites

Em alguns casos, alimentos como o leite de vaca, ovos, peixe, marisco, leveduras, frutos secos e alguns corantes e conservantes podem agravar os sintomas, assinalaram os especialistas.

“Se a relação entre a comida rápida e a prevalência dos sintomas de asma, rinoconjuntivite e eczema é causal, as conclusões têm um grande impacto na saúde pública devido ao crescente consumo de comida rápida a nível global”, assinalaram Innes Asher, da Universidade de Auckland, e Hywel Williams, da Universidade de Nottingham.

 

Alunos portugueses com baixa auto-estima escolar

Maio 8, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 3 de Maio de 2012.

Por Marta F. Reis

Estudo internacional patrocinado pela OMS testemunha obesidade nos jovens portugueses

Não estão entre os que mais horas passam a ver televisão. Começam a fumar mais tarde – 16% das raparigas e 19% dos rapazes com 15 anos dizem ter experimentado pela primeira vez um cigarro aos 13 ou mais cedo e em países como França, Espanha ou Alemanha, a percentagem supera os 20%. Aos 15 anos, as portuguesas estão entre as que admitem menos vezes beber pelo menos uma vez por semana (só 6% o fazem e na Grécia, no topo da tabela, são 34%). Os últimos dados comparáveis sobre saúde e bem-estar dos adolescentes em 40 países da Europa, de Israel, dos EUA e do Canadá – no âmbito do estudo da OMS “Health Behaviour in School-Aged Children” (HBSC) – foram divulgados ontem. Os jovens portugueses surpreendem por ser dos que tomam mais vezes o pequeno-almoço e consomem mais fruta, mas estão entre os que se sentem menos vezes bons alunos e mais pressionados pela escola. São também dos que reportam mais problemas de obesidade.

O estudo contou com entrevistas a 200 mil adolescentes de 11, 13 e 15 anos, em 2009 e 2010, sendo 4036 portugueses, num trabalho coordenado por Margarida Gaspar de Matos, da Universidade Técnica de Lisboa. Portugal surge “confortavelmente” a meio na tabela e há melhorias a assinalar, diz ao i a investigadora. É o caso dos resultados sobre vida sexual ou violência na escola.

Apesar de vários estudos sugerirem o início precoce da vida sexual, aos 15 anos só 18% das raparigas e 27% dos rapazes admitem já ter tido relações. Aos 15 anos, 84% das raparigas portuguesas dizem ter usado preservativo na última relação sexual. Na Suécia apenas 58% o fizeram. E nos indicadores de bullying Portugal surge em 10.o lugar, com menos jovens a dizerem que estiveram envolvidos em lutas: 3% das raparigas e 18% dos rapazes com 13 anos estiveram envolvidos em pelo menos três episódios de violência física. Em Espanha as percentagens são de 23% e 28%.

Os piores indicadores permanecem em problemas que já tinham sido diagnosticados pelo projecto, que inclui Portugal desde 1998, alerta Gaspar de Matos. Apenas 61% das raparigas de 11 anos e 57% dos rapazes dizem ter um desempenho escolar bom ou muito bom (a média dos países é de 77% e 71%). Aos 13 anos, os jovens colocam Portugal como o penúltimo país (só atrás da Alemanha) onde há mais baixa auto-estima escolar. Embora os resultados nacionais não sejam assim tão maus – e os estudos sobre educação da OCDE demonstram que têm melhorado – há outro indicador preocupante: aos 15 anos os jovens portugueses são os segundos que se dizem mais pressionados pelas tarefas escolares, sobretudo as raparigas.

Sobre os indicadores de obesidade, Gaspar de Matos acredita que é cedo para perceber como vão evoluir, embora seja a primeira vez que Portugal surge tão acima: aos 13 anos, 22% dos rapazes e 13% das raparigas reportam excesso de peso, a quarta maior incidência. Para a investigadora, mais premente é o reforço da actividade física, sobretudo nas raparigas de 15 anos: só 6% dizem fazer exercício físico moderado a intenso pelo menos uma hora por dia, o que põe Portugal na cauda da Europa, com França, Suíça e Itália.

 

 

Health Behaviour in School-aged Children: international report from the 2009/2010 survey

Maio 7, 2012 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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