Literacia digital em territórios prioritários – Make Code

Outubro 22, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do Educare de 11 de outubro de 2019.

O mundo é global, as competências digitais são cada vez mais uma prioridade, as habilidades neste universo sem fronteiras fazem toda a diferença. O projeto Make Code: Programa o Teu Futuro, da Fundação da Juventude, está no terreno para aumentar os níveis de literacia digital e combater os baixos níveis de competências da população mais nova nesta área tão extensa. A iniciativa dirige-se a cerca de oito mil alunos, do 1.º ao 3.º ciclos, com idades compreendidas entre os seis e os 15 anos, e envolve mais de 500 professores e diretores das escolas que integram os Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) da Região Norte.

O projeto promove, junto de quem estuda e de quem ensina, os conhecimentos básicos associados à codificação e à ciência da computação, através da criação e conceção de produtos digitais, utilizando o Micro:bit, uma placa de microcontrolador, e o Minecraft: Education Edition, ferramentas do bloco Make Code, da Microsoft.

Os professores têm acesso às ferramentas necessárias para ensinarem os seus alunos a programar. A Fundação da Juventude garante que qualquer professor de qualquer disciplina pode participar no projeto, mesmo que não tenha conhecimentos de programação. No âmbito do projeto, são promovidos workshops dirigidos aos docentes em Micro:bit e em Minecraft, de seis e quatro horas, respetivamente. Cada professor tem ainda, e numa fase posterior, apoio na implementação dessas tecnologias em sala de aula, em cada uma das suas turmas, num total de seis horas distribuídas em blocos de duas horas.

As escolas recebem gratuitamente kits de Micro:bit e licenças Minecraft: Education Edition para utilização dos alunos e professores envolvidos. Para concretizar este projeto, a Fundação da Juventude conta com a colaboração da ATEC – Academia de Formação que possui consultores e formadores especializados em programação e robótica, que ficam responsáveis pelas ações com os professores e dão apoio na parte de implementação com os alunos. A avaliação do impacto está a cargo da Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI), entidade que possui uma experiência significativa de avaliação de projetos e programas.

A Fundação da Juventude adianta que o Make Code encaixa nas prioridades dos eixos da Inclusão e Educação da Iniciativa Nacional de Competências Digitais e.2030 (INCoDe.2030), “ao estimular e reforçar os domínios da literacia digital e das competências digitais nas camadas mais jovens da população das escolas que se localizam em territórios económica e socialmente desfavorecidos, marcados pela pobreza e exclusão social, onde a violência, a indisciplina, o abandono e o insucesso escolar mais se manifestam”.

O projeto tem a duração de três anos, conta com os apoios do Programa Portugal Inovação Social e da Microsoft, como investidor social, e é cofinanciado pelo Programa Operacional Capital Humano, Portugal 2020 e União Europeia – Fundo Social Europeu.

Informações:
https://www.makecode.pt/

http://www.fjuventude.pt/pt/destaques/1505/make-code-programa-o-teu-futuro.aspx#prettyPhoto

Escolas preparam alunos para um “mundo que já não existe”

Junho 21, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 4 de junho de 2019.

Deixa de importar aquilo que sabemos e passa a importar o que “fazemos com a informação que temos”. O conhecimento está “à distância de um telemóvel” e a escola tem de adaptar-se à nova realidade.

O futuro das crianças que se iniciam agora na escola é uma incógnita mas, mesmo assim, continuam a ser ensinadas através de “um programa curricular pensado há muitos anos”, criticou Rod Allen, mentor e co-autor de uma profunda reforma curricular no Canadá, que esta terça-feira esteve no Encontro Nacional de Autonomia e Flexibilidade Curricular, a decorrer na Figueira da Foz.

A mudança no Canadá surgiu quando se aperceberam que estavam “a preparar os alunos para um mundo que já não existia”, recordou o ex-vice-ministro adjunto da província canadiana da Colúmbia Britânica.

“Hoje, se queremos saber alguma coisa temos os telemóveis que sabem muito mais do que nós”, ironizou, explicando que do outro lado do Atlântico decidiram mudar o enfoque: “Já não é importante o que sabemos, mas sim o que fazemos com o que sabemos”.

Deixou de fazer sentido a ideia de que a escola servia para debitar informação que era memorizada até ao dia do exame e rapidamente esquecida para decorar outra matéria. O foco transferiu-se do “saber” para o “perceber”.

“Não estamos formatados para aprender em fábricas”, defendeu Rod Allen, explicando que quando um professor ensina apontando para a média da sala de aula acaba por “perder metade da turma”.

A diversidade de estudantes obriga a um ensino que permita aos alunos “explorar paixões e vontades” numa escola onde a relação entre professores e estudantes mudou, afirmou.

“Temos professores excelentes que fazem magia na sala de aula”, disse o especialista, explicando que na sua província já não há hierarquia entre docentes e alunos: “São todos iguais, são todos aprendizes, só que uns são mais velhos do que outros”.

Para o sucesso do novo programa, envolveram os alunos e deixaram que participassem na sua própria aprendizagem, à semelhança do que aconteceu este ano em Portugal.

A escola passou a preocupar-se em ensinar a trabalhar em equipa, dar ferramentas para que os alunos tivessem capacidade de resistência ou conseguirem resolver um problema, exemplificou Rod Allen.

A aparência da escola também mudou. Houve quem tirasse as secretárias das salas de aula, quem permitisse aos alunos aprender em todos os espaços da escola ou optasse por sair para fora dos muros do recinto escolar para aprender.

“Pode parecer o caos, mas é desafiante”, explicou, acrescentando que também os manuais escolares deixaram de ser a peça chave da sala de aula.

A ideia é “alterar as escolas para que deixem de ser fábricas, mas sim sítios de aprendizagem”, lembrou o especialista que acredita que “todos os alunos podem aprender” e “ninguém é deixado para trás”.

Esta ideia também foi defendida pela secretária de estado adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, que hoje apontou o programa de autonomia e flexibilidade curricular como uma das medidas do Governo que veio permitir uma “escola mais inclusiva”, mas também “mais exigente”.

O programa de flexibilidade garante que a “escola não deixa ninguém para trás”, acrescentou Alexandra Leitão, sublinhando a confiança nas escolas e a “capacidade e motivação dos professores” que tornaram realidade o primeiro ano de aplicação do programa de autonomia e flexibilidade curricular em todas as escolas.

Quando o novo programa curricular foi posto em prática no Canadá “houve muita gente preocupada”, mas “os resultados dos alunos melhoraram”, garantiu Rod Allen.

Por cá, também há quem se mostre receoso em relação às aprendizagens, mas o grupo de alunos que hoje esteve na conferência na Figueira da Foz garante que aprende mais agora e diz preferir esta “nova escola”, com mais liberdade, mas também mais responsabilidade.

 

Crescendo entre ecrãs: competências digitais de crianças de três a oito anos

Abril 22, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo publicado na Revista do Centro de Estudos de  Comunicação e Sociedade (CECS) Universidade do Minho

As crianças portuguesas de três-oito anos estão a crescer em lares apetre­chados com dispositivos móveis, individualizados, de pequeno porte e ecrãs tácteis, com aplicações diversificadas. Apesar desta ecologia digital, o pri­meiro inquérito nacional sobre como as crianças estão a crescer entre ecrãs (N= 656), realizado para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), em 2016, contraria pressuposições de um boom tecnológico. Apenas 38% dos pais reportam que as crianças usam a internet e prevalece uma mediação centrada no controlo e na restrição. Este texto apresenta e discu­te resultados desse inquérito e do estudo qualitativo em 20 famílias cujas crianças acedem a meios digitais, centrando-se nas competências digitais. Estas incluem competências tradicionais (ler, escrever e contar), e outras re­lacionadas com acesso e uso das tecnologias digitais (Sefton-Green, Marsh, Erstad & Flewitt, 2016)

Castro, T. S.; Ponte, C.; Jorge, A. & Batista, S. (2017). Crescendo entre ecrãs: competências digitais de crianças de três a oito anos. In S. Pereira & M. Pinto (Eds.), Literacia, Media e Cidadania – Livro de Atas do 4.º Congresso (pp. 144-157). Braga: CECS.

visualizar / descarregar o artigo no link:

http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/article/view/2671/2579

Novas medidas para fomentar as competências essenciais e as competências digitais, bem como a dimensão europeia da educação – Comissão Europeia

Fevereiro 7, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Comissão Europeia – Comunicado de Imprensa

Novas medidas para fomentar as competências essenciais e as competências digitais, bem como a dimensão europeia da educação

Bruxelas, 17 de janeiro de 2018

No seguimento da Cimeira de Gotemburgo, a Comissão Europeia adotou hoje novas iniciativas para melhorar as competências essenciais e as competências digitais dos cidadãos europeus, promover valores comuns e sensibilizar os estudantes para o modo de funcionamento da União Europeia.

As novas propostas chegam dois meses apenas depois de os Chefes de Estado e de Governo terem debatido os temas da educação, formação e cultura na Cimeira de Gotemburgo, em novembro de 2017. O seu objetivo é reduzir as desigualdades socioeconómicas, ao mesmo tempo que se favorece a competitividade com vista à criação de um Europa mais unida, mais forte e mais democrática.

Jyrki Katainen, Vice-Presidente da Comissão responsável pelo Emprego, Crescimento, Investimento e Competitividade, afirmou: «As iniciativas hoje lançadas visam capacitar os indivíduos para que possam tirar o máximo partido das suas vidas e para que possamos construir economias e sociedades justas e resilientes. É nosso dever garantir que a educação dá reposta às necessidades de todos os cidadãos, em toda a Europa, de modo a que possam adaptar-se às mudanças e delas tirar benefícios. Este desígnio é fundamental para o crescimento sustentável e a competitividade da Europa e a sua importância será ainda mais premente no futuro. Estamos prontos para apoiar os Estados-Membros e colaborar com eles nesse sentido.»

Tibor Navracsics, Comissário responsável pela Educação, Cultura, Juventude e Desporto, declarou: «Os sistemas europeus de educação e formação têm de dotar todas as pessoas, independentemente do meio de onde provêm, das competências adequadas para progredirem e prosperarem profissionalmente, mas também para lhes possibilitar o exercício de uma cidadania ativa.Temos de explorar o potencial da educação para favorecer a coesão social e fomentar um sentimento de pertença. Para tal, é necessário apoiarmo-nos nos nossos valores comuns e fazer da educação um vetor que permita aos alunos uma vivência da sua identidade europeia em toda a sua diversidade, veiculando-lhes conhecimentos mais aprofundados sobre a Europa, os outros países europeus e sobre si próprios.»

Mariya Gabriel, Comissária responsável pela Economia e Sociedade Digitais, acrescentou: «A era digital está a expandir-se para todas as áreas da nossa vida, e não são só as pessoas que trabalham no sector das tecnologias da informação que terão de estar atentas à transformação digital. O défice de competências digitais é real. Embora 90% dos empregos do futuro já exijam um certo nível de literacia digital, 44 % dos europeus carecem de competências digitais básicas. O Plano de Ação para a Educação Digital que hoje propomos contribuirá para ajudar os cidadãos europeus, as instituições de ensino e os sistemas educativos a melhor se adaptarem à vida e ao trabalho em sociedades cada vez mais digitais»

 

As novas propostas contribuirão igualmente para a primeira Cimeira Europeia para a Educação que o Comissário Navracsics acolherá em Bruxelas, em 25 de janeiro, subordinada ao tema «Lançar as bases do Espaço Europeu da Educação: para uma educação inovadora, inclusiva e assente em valores».

As três iniciativas propostas pela Comissão são as seguintes:

  1. Uma Recomendação do Conselho sobre as competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida: Com base na Recomendação sobre as competências essenciais adotada em 2006, esta proposta consubstancia atualizações importantes que traduzem a rápida evolução do ensino e da aprendizagem desde então. Visa melhorar o desenvolvimento de competências essenciais das pessoas de todas as idades ao longo das suas vidas, fornecendo aos Estados-Membros orientações sobre a forma de atingir esse objetivo. Coloca uma tónica particular na promoção de mentalidades empreendedoras e orientadas para a inovação, a fim de estimular nos indivíduos as suas potencialidades, criatividade e iniciativa própria. Além disso, a Comissão recomenda medidas para promover competências nos domínios da ciência, da tecnologia, da engenharia e da matemática (CTEM) e motivar mais jovens a enveredar por uma carreira nestas áreas. As propostas hoje apresentadas devem também ser consideradas parte da estratégia que visa melhorar urgentemente os sistemas educativos europeus para enfrentar os muitos desafios salientados no mais recente estudo PISA. De um modo mais geral, as medidas ajudarão os Estados-Membros a prepararem mais eficazmente os alunos para mercados de trabalho em permanente mutação e para o exercício de uma cidadania ativa em sociedades mais diversificadas, móveis, digitais e globais.https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/recommendation-key-competences-lifelong-learning.pdf
  2. Um Plano de Ação para a Educação Digital, que descreve a forma como a UE pode ajudar as pessoas, as instituições de ensino e os sistemas educativos a melhor se adaptarem à vida e ao trabalho numa era marcada pela rápida evolução digital, mediante:
  • uma melhor utilização da tecnologia digital no ensino e na aprendizagem;
  • o desenvolvimento das competências e aptidões digitais necessárias para viver e trabalhar na era da transformação digital; e
  • a melhoria da educação através de análises e projeções mais precisas.

As iniciativas consistem, nomeadamente, em apoiar as escolas por meio de ligações de banda larga de alta velocidade, da disseminação nas escolas de uma nova ferramenta de autoavaliação da utilização das tecnologias no ensino e na aprendizagem (SELFIE) e de uma campanha de sensibilização sobre segurança em linha, literacia mediática e ciber-higiene.

  1. Uma Recomendação do Conselho sobre a promoção de valores comuns, da educação inclusiva e da dimensão europeia do ensino:Esta iniciativa propõe formas de a educação ajudar os jovens a compreender a importância dos valores comuns consagrados no artigo 2.º do Tratado da União Europeia e de os respeitar. Visa reforçar a coesão social e contribuir para a luta contra a ascensão do populismo, da xenofobia, do nacionalismo fraturante e da difusão de notícias falsas. A proposta salienta também a importância da educação inclusiva para promover uma educação de qualidade para todos os alunos, bem como a dimensão europeia do ensino, de forma a que as crianças aprendam sobre a diversidade e o património comum da Europa e compreendam cabalmente o funcionamento da UE. Para alcançar estes objetivos, a Comissão tomará medidas para multiplicar os intercâmbios virtuais entre escolas, nomeadamente através da iniciativa de sucesso de e-Twinning (geminação eletrónica de escolas), e fomentar a mobilidade escolar através do programa Erasmus +.

Contexto

Os Chefes de Estado e de Governo debateram informalmente os temas da educação e da formação na Cimeira Social de Gotemburgo, em novembro de 2017, orientados pelos princípios enunciados na Comunicação da Comissão «Reforçar a identidade europeia através da educação e cultura». Em consequência, as Conclusões do Conselho Europeu de 14 de dezembro de 2017 convidaram os Estados-Membros, o Conselho e a Comissão a levar por diante a agenda debatida em Gotemburgo. A revisão da Recomendação do Conselho de 2006 sobre as competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida foi anunciada na Nova Agenda de Competências para a Europa, adotada em junho de 2016. Para elaborar a presente proposta, a Comissão realizou, em 2017, uma consulta pública e uma conferência que reuniu as partes interessadas.

A proposta de recomendação do Conselho sobre a promoção de valores comuns, da educação inclusiva e da dimensão europeia do ensino tem por base a Declaração de Paris sobre a promoção da cidadania e dos valores comuns da liberdade, da tolerância e da não discriminação através da educação, adotada na reunião informal de ministros da educação em março de 2015. Foi anunciada na Comunicação da Comissão sobre o apoio à prevenção da radicalização que conduz ao extremismo violento, de 14 de junho de 2016. Para elaborar a presente proposta, a Comissão realizou uma consulta pública em 2017.

 

Para saber mais:

MEMO — Perguntas e respostas

Ficha informativa sobre o Espaço Europeu da Educação

Ficha informativa sobre as competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida:

Ficha informativa sobre o Plano de Ação para a Educação Digital

Ficha informativa sobre a promoção de valores comuns, da educação inclusiva e da dimensão europeia do ensino

Recomendação do Conselho sobre as competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida:

Recomendação do Conselho sobre a promoção de valores comuns, da educação inclusiva e da dimensão europeia do ensino

Plano de Ação para a Educação Digital

Página Web da Aprendizagem digital

Fichas informativas sobre a Cimeira de Gotemburgo

“Interditar ou Capacitar?” – Artigo de Cristina Ponte

Janeiro 27, 2017 às 6:55 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo publicado no site https://www.internetsegura.pt/ a 26 de janeiro de 2017.

O Estudo “Crescendo entre ecrãs. Os usos de ecrãs por crianças de 3-8 anos”, coordenado pela Professora Cristina Ponte e promovido pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, vem apontar para os desafios da mediação parental da Internet em Portugal – “interditar ou capacitar?”.

No próximo dia 28 de Janeiro, o estudo será referenciado no Jornal Expresso.

Faça o download das notas de pesquisa em primeira mão.

Anexo

A rede que queremos – Manual digital para jovens

Outubro 21, 2014 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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jovens

descarregar o documento aqui

The Web We Want – A Rede que queremos é um manual educativo para adolescentes dos 13 aos 16 anos, criado com e por jovens. O conteúdo e a abordagem, pensados para ecoar as necessidades e preferências dos jovens de hoje, visam estimular a reflexão sobre assuntos como a pegada digital, a reputação, os direitos e as responsabilidades na Internet. Simultaneamente, vários exercícios práticos convidam os jovens a partilharem as suas experiências e a investigarem as suas práticas online. Professores, pais e outros educadores poderão encontrar material de apoio sobre os temas e as atividades do manual em www.webwewant.eu , que também serve de plataforma onde os jovens podem apresentar algumas das suas reações pessoais.

Três quartos dos alunos preferem estudar em tablets – Infografia

Março 17, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ver o resto da infografia aqui

New Survey Says 20% of European Students Never Use a Computer in the Classroom

Setembro 13, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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survey

Descarregar o relatório Survey of Schools: ICT in Education Benchmarking Access, Use and Attitudes to Technology in Europe’s Schools Aqui

Notícia do site e-Skills

EeSA Member European Schoolnet recently published the Survey of Schools: ICT in Education which paints a picture of educational technology in schools.

The Survey of Schools: ICT in Education report was commissioned by the European Commission to benchmark access, use of and attitudes to ICT in schools in 31 European countries. The 190,000 responses collected from students, teachers and head teachers provide a detailed benchmarking of ICT in school level education across Europe.

The survey reveals that ICT infrastructure is schools is increasing in Europe: there are now between three and seven students per computer on average in the EU, 9 out of 10 students are in schools with broadband Internet access, interactive whiteboards and data projects are being generalised across schools. Yet there are still great disparities between countries when it comes to ICT infrastructure and around 20% of students never of almost never use a computer during lessons.

Interestingly, no overall relationship was found between high levels of infrastructure provision and student and teacher use, confidence and attitude. However the Survey found that teachers who are confident in their digital skills and positive about ICT’s impact on learning are more important than the latest equipment to delivering digital skills and knowledge in the classroom. So far at the EU level less than one third of students are taught by teachers who undertook a compulsory ICT training for teaching and learning. Consequently only a handful teachers use ICT during lessons even though the majority of them (75%) use ICT to prepare their teaching.

More on the Survey of Schools: ICT in Education

E-Skills: Jobs for the Future

Agosto 14, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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E-Skills Manifesto

Agosto 14, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Divulgação | Deixe um comentário
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Brussels, Thursday 21 June 2012: The e-Skills Manifesto – with special introductions by Antonio Tajani, Vice-President of the European Commission, responsible for Industry and Entrepreneurship, and Don Tapscott, author of the widely acclaimed book, Wikinomics – was launched today in Brussels at an event involving senior representatives from the ICT sector and the European Commission.

The e-Skills Manifesto deep dives into policy development opportunities and the role that all stakeholders across the European Union must play in the development of a cohesive action plan to develop and promote e-skilled labour in Europe. It is a result of the second e-Skills Week campaign which took place earlier this year.

Following the launch of the European Commission’s Communication “Towards a job-rich recovery,” the e-Skills Manifesto presents a diverse range of views on the most sensible approach to addressing the ICT skills deficit head-on. This is the second edition of the e-Skills Manifesto, building on the success of the first Manifesto published in 2010 and coordinated by DIGITALEUROPE and European Schoolnet. Demonstrating the continuing collaborative actions of key stakeholders from education and industry, the e-Skills Manifesto presents effective mechanisms for addressing the imbalance between ICT skills supply and demand.

Download the press release and the e-Skills Manifesto.

 

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