As dicas do Ministério da Educação para tornar as mochilas mais leves

Agosto 2, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 18 de julho de 2019.

Por Lusa

O Ministério da Educação dá conselhos aos pais, alunos e professores, numa campanha para diminuir a sobrecarga das mochilas escolares.

O Ministério da Educação lançou uma campanha para sensibilizar pais, alunos, professores e diretores escolares a adotar medidas que reduzam o peso excessivo das mochilas, como o uso partilhado dos manuais de forma rotativa.

“Mochila leve – sugestões para levar às costas” é o ‘slogan’ da campanha criada pelo ministério que acredita que “mudanças de hábitos simples, rotinas facilmente alteráveis e atenção aos pormenores podem fazer a diferença”.

Uso partilhado de manuais de forma rotativa

“Promover o uso partilhado dos manuais de forma rotativa, alternando o dia em que diferentes alunos levam os livros para a aula” é uma das nove recomendações do Ministério da Educação para os professores e diretores escolares.

Recorrer aos cacifos

Incentivar o uso dos cacifos, garantir que os livros ficam na escola sempre que possível assim como “distribuir preferencialmente a mesma sala a cada turma, para que os materiais possam ser deixados na sala nos intervalos”, são outras das sugestões dirigidas a quem está diariamente nas escolas.

Planeamento das aulas

Aos professores é ainda proposto que planifiquem as aulas prevendo se os manuais serão utilizados, para evitar que os alunos os carreguem desnecessariamente.

Mas também há recomendações para pais e alunos. No total, a campanha “Mochila Leve” apresenta 22 medidas de planificação, gestão do material escolar e iniciativas que envolvem os encarregados de educação e quem trabalha nas escolas.

A forma correta de usar a mochila

Aos pais e alunos é recordado como usar a mochila para reduzir o impacto do peso na coluna – “usar a mochila carregada à altura do dorso” e com as duas alças sempre colocadas -, além da importância de distribuir adequadamente o material dentro da mochila, colocando o mais pesado junto às costas.

Mochilas “de rodinhas”

Na hora de comprar o material escolar, optar por mochilas com rodas ou ergonomicamente adequadas, comprar material escolar leve e dossiês que permitam que se utilize um caderno único ou separadores são outras das dicas.

Às associações de pais o ministério sugere que promovam ações de sensibilização.

Em comunicado enviado para as redações, a tutela recorda algumas medidas já implementadas que contribuem para a redução do preso das mochilas: “Os livros são hoje mais leves e estão divididos em volumes; já são disponibilizadas licenças digitais gratuitas associadas aos manuais, abrindo caminho à sua progressiva desmaterialização; e o uso de cacifos é uma prática cada vez mais frequente nas escolas”.

mais informações no link:

https://manuaisescolares.pt/mochilaleve

Índia proíbe mochilas escolares pesadas para evitar problemas de coluna nas crianças

Dezembro 31, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 28 de novembro de 2018.

Mafalda Ganhão

De acordo com as novas regras, o peso das mochilas tem um limite consoante a idade dos alunos e os professores das crianças mais pequenas não lhes poderão marcar trabalhos de casa.

Nem trabalhos de casa, nem mochilas pesadas. Preocupada com o aumento do número de casos de crianças com problemas na coluna vertebral, a Índia resolveu disciplinar o que considera abusos e impôs novas regras às escolas, dependendo das idades dos alunos.

Para cada faixa etária há restrições ao peso das mochilas, limites justificados com estudos que evidenciam como a carga excessiva pode afetar os ossos ainda em desenvolvimento.

No caso das crianças mais novas, durante os dois primeiros anos escolares, os professores ficam impedidos de marcar trabalhos de casa, de modo a evitar que os manuais tenham de ser transportados.

No estado de Maharashtra, por exemplo, o peso das mochilas já não pode exceder 10% do peso corporal da criança, havendo escolas a optar pelo uso de quadros digitais e projetores, também para contornar a necessidades de carregar livros escolares para as aulas.

O “The Telegraph” lembra o caso particular das crianças que habitam nas zonas rurais no país, e que são obrigadas a caminhar longas distâncias carregando as bolsas escolares. Muitas delas atravessam rios, levando os livros sobre a cabeça.

Notícia do The Telegraph:

India bans homework and heavy schoolbags to prevent spinal damage

 

 

Quanto deve pesar uma mochila escolar? Saiba fazer a escolha certa

Setembro 3, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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School bag with books and equipment

Notícia e imagem do Mood Sapo

Está a chegar um novo ano letivo e a compra das mochilas é uma das atividades mais apreciadas pelas crianças. Mas saiba que as mochilas escolares podem provocar alterações na coluna vertebral dos mais pequenos. Bruno Santiago, neurocirurgião e coordenador da campanha ‘Olhe Pelas Suas Costas’, explica o que deve ter em atenção.

As dores nas costas são a causa mais frequente das visitas ao médico. As doenças que afetam a coluna representam mais de 50 por cento das causas de incapacidade física. Estima-se que sete em cada dez portugueses sofrem ou já sofreram de dores nas costas. Por isso, a prevenção e os cuidados devem começar desde cedo.

Com o regresso às aulas a aproximar-se chega também a hora de pais e educadores escolherem a mochila que crianças e jovens vão carregar diariamente para a escola no próximo ano letivo. A campanha “Olhe Pelas Suas Costas” alerta para a importância de uma escolha correta da mochila, tendo em conta as características ergonómicas da mesma. É também é nesta altura, a 5 de setembro, que se assinala o Dia Internacional das Lesões da Coluna Vertebral. Convém, por isso, ter cuidados desde cedo.

«Hoje em dia as crianças carregam demasiado peso às costas, o que pode provocar dores e problemas potencialmente graves na coluna vertebral a longo prazo. O tamanho, o material da mochila e o peso a transportar são fatores decisivos no momento da escolha, para assegurar o bem-estar da criança e a saúde da coluna em crescimento», explica Bruno Santiago, neurocirurgião e coordenador da campanha nacional “Olhe pelas suas costas”.

«O peso exagerado e a má colocação da mochila às costas, diariamente, podem provocar dores e é muito importante recordar os pais e educadores que devem optar por mochilas confortáveis, deixando a  estética para segundo plano, pois o mais importante é a saúde da coluna das crianças e jovens», conclui o responsável.

Por isso, por mais que o seu filho queira aquela mochila com o seu desenho animado favorito, não é isso que deve prevalecer na compra da mochila escolar. Muitas vezes, as crianças são submetidas ao transporte de carga excessiva e os pais nem pensam nos malefícios deste peso. Acontece com frequência a criança transportar uma quantidade enorme de livros e outros materiais que, provavelmente, não vai utilizar nesse dia. E isso precisa de ser monitorizado.

O transporte repetido de uma mochila pesada pode condicionar, no futuro, problemas graves para as costas das crianças. Depois de acertar com o peso da mochila, vem a organização dos materiais dentro da mesma. Os mais pesados devem ser colocados no fundo da mochilae os restantes devem ser distribuidos pelas bolsas. Leia agora as dicas, na galeria que integra este artigo, com as características certas que deve ter uma mochila escolar e como deve ser transportada.

imagens das mochilas no link:

https://mood.sapo.pt/sabe-quanto-deve-pesar-uma-mochila-escolar/#slide=1

Síndrome do bebê sacudido: crianças podem ser embaladas no colo, mas jamais chacoalhadas; entenda

Junho 4, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.lersaude.com.br/

lersaude

Os movimentos bruscos dão origem à chamada síndrome do bebê sacudido, que pode ter consequências muito sérias. Um chacoalhão em bebês é extremamente prejudicial para a saúde deles. Esse ato, também conhecido como a síndrome do bebê sacudido, em geral acontece em casos extremos, quando a criança sofre agressões num momento de descontrole de quem está cuidando dela e a balança com força pelos braços, num movimento para frente e para trás sem apoio da cabeça.

O nome “síndrome do bebê sacudido” parece inusitado e até engraçado para quem não conhece a patologia. No entanto, é um problema sério, que pode surgir em decorrência de brincadeiras inocentes, feitas por pais não orientados quanto aos riscos. Segundo Christian Muller, neuropediatra do Hospital Santa Lúcia e coordenador de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria do DF, a síndrome é caracterizada por sangramentos cerebrais, consequência de movimentos bruscos.

As hemorragias mais graves costumam ser observadas em casos extremos, quando o bebê é vítima de maus-tratos. Existem, contudo, as hemorragias desencadeadas quando os pais sacodem as crianças na tentativa de fazê-las parar de chorar. “Isso é comum, e as pessoas não entendem o quanto pode ser perigoso, assim como algumas brincadeiras”, completa o especialista.

Portanto, brincadeiras bruscas, como jogar a criança para o alto buscando diverti-la, estão fora de cogitação. Inclusive, os pediatras são orientados a fazer esse alerta em consultas de rotina. Até os 2 anos, o cérebro infantil não está totalmente formado e é muito sensível a lesões, que desencadearão quadros futuros de irritabilidade, alteração de memória e convulsões.

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Não é mito. A síndrome do bebê sacudido existe e ocorre quando a criança passa por movimentos abruptos quando sustentada pelasinf_bebes_160810 extremidades ou pelos ombros, que podem alterar a coluna com traumas na região cervical do bebê e causar sangramentos – tanto hemorragias retinianas (nos olhos), quanto cerebrais.

Em geral a síndrome é verificada em crianças abaixo dos 2 anos, principalmente em bebês menores, porém crianças de até 5 anos podem manifestar o distúrbio, segundo a pediatra Gislayne Castro e Souza de Nieto, chefe da UTI do Hospital Santa Brígida e presidente do Departamento de Neo­natologia da Sociedade Para­naense de Pediatria. “Não existe uma medida para a força que pode ser utilizada ao chacoalhar um bebê, mas se ele não tiver bom tônus (contração pequena do músculo quando está em repouso) isso pode causar traumas na região cervical”, diz ela, apontando que é importante não jogar a criança para cima ou erguê-la pelo braço em movimento de chicote. “Porém, na maioria das vezes isso não ocorre em brincadeiras, mas em episódios de violência familiar, quando os pais não aguentam o choro do bebê e o chacoalham”.

Em relação ao choro, muitas vezes pais que chacoalham seus filhos atribuem a isso o fato de conseguirem com que eles parem de chorar e durmam. “Mas muitas vezes elas ficam sonolentas não por causa do chacoalhão, mas por que desenvolveu-se um pequeno edema cerebral”, diz o perito criminal do Instituto Médico Legal de Santa Catarina e dermatologista Marcelo Francisco dos Santos. “Estima-se que de 100 mortos por violência, 13% sejam pela síndrome”, diz ele.

Como agir em situações de descontrole

Quando há bom vínculo pais-bebê, a criança é mais calma e segura. Seo bebê não se sentir amado e seguro, o choro, a irritabilidade e o sono agitado serão intensificado. Muitos pais precisam buscar apoio da família ampliada e da comunidade e exercitar o autocontrole da seguinte forma:

  • Pare, respire profundamente uma vez, respire mais algumas vezes e lembre-se que você é um adulto
  • Pressione os seus lábios e conte até 10, pelo menos 5 vezes
  • Retire-se da situação. Vá até seu quarto e reflita por que você está sentindo tanta impaciência
  • Deixe o bebê, mesmo chorando, em segurança e ligue a TV, ligue para um parente, um amigo ou para o pediatra…

São importantes as orientações prestadas por profissionais da saúde aos cuidadores (pais, babás, avós, tios, etc) quanto ao risco de se sacudir uma criança pequena. Nunca, nem por brincadeira, por castigo ou por qualquer motivo, um bebê deve ser sacudido.

Sintomas

Quando a criança sacudida chega ao médico, o profissional consegue verificar se existe a síndrome caso consiga observar se ela demonstra muita irritação, se há crises convulsivas eventuais, hemorragia retiniana, ou se há traumas, hematomas e fraturas inexplicáveis.

Nos Estados Unidos, o maior número de atingidos por esta agressão são meninos, abaixo de um ano de idade, sendo que até 30% têm chance de morte, segundo Gislayne. “Para os que sobrevivem, o trauma pode alterar o desenvolvimento cognitivo e intelectual, além de influenciar na capacidade visual, dependendo do grau, duração e do local da lesão”, diz ela.

O que os pais devem observar:

  • Irritabilidade extrema
  • Letargia (estado de sono profundo)
  • Inapetência
  • Problemas respiratórios
  • Convulsões
  • Vômito
  • Pele pálida e azulada (uma possível hemorragia interna).

Na presença de qualquer um dos quadros citados acima, o médico deve ser avisado.11_bebe_WEB

Por que acontece?

“O bebê pequeno tem a cabeça maior que o corpo, com o pescoço mole, sem a musculatura bem desenvolvida. Ao fazer movimentos bruscos, de extrema aceleração e desaceleração, podem ocorrer lesões cerebrais”, diz Márcia Sanae Kodaira, pediatra e coordenadora médica da unidade de emergência e internação do pronto atendimento infantil do Hospital Santa Catarina (SP).

Porém, em casos mais raros e sem a intenção dos cuidadores, isso pode acontecer. Um dos exemplos é de quando o bebê engasga e, no desespero, os pais o sacodem para que volte a respirar normalmente. Uma das maneiras para ajudar o bebê a soltar o leite que por acaso voltou é virá-lo de lado, nunca balançá-lo com força.

As sequelas podem ser transitórias ou definitivas. Segundo a especialista, muitas crianças podem ter retardo de desenvolvimento neuropsicomotor, surdez e até lesões oftalmológicas sem que nunca o diagnóstico seja relacionado às sacudidas bruscas. Em 30% dos casos, o bebê pode morrer.

Mas fique calma e não confunda! A síndrome do bebê sacudido não tem nada a ver com as brincadeiras que você faz com o seu filho, o embalar nos braços, num balancinho para bebês ou as chacoalhadas que o carrinho faz ao caminhar pelas ruas. O que faz mal é o movimento brusco, não o carinho que você dá para o seu filho.

Saiba Mais

Ossos também merecem atenção

Nem só o cérebro deve ser preservado. Os ossos também! Trata-se de uma lesão bastante comum na criança entre 18 meses e 04 anos de idade. Nesta faixa etária o cotovelo da criança não está ainda bem formado e apresenta muita frouxidão ligamentar. O cotovelo é uma dobradiça formada pelo encontro do osso do braço (úmero) encaixado em um osso do antebraço (ulna). No antebraço existe outro osso (rádio), localizado no lado do polegar, e no cotovelo ele interage com a ulna para realizar a rotação do antebraço (chamada de movimento de prono-supinação). A cabeça do rádio é presa na ulna por um ligamento que a envolve como um anel (ligamento anular). Se ocorre uma tração no rádio para longe do cotovelo ocorre lesão do ligamento anular (que é fino nesta faixa etária) e deslocamento da cabeça do rádio do encaixe no osso vizinho.

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Sintomas

A criança começa a chorar e mantém o braço parado ao lado do corpo com a palma da mão virada para trás. Recusa a levantar o braço acima da cintura que causa desconforto e não usa a mão deste lado (se tenta oferecer algo, por instinto ela apanhará com a outra mão). Tem dor quando tentamos “rodar”o antebraço. Ela até para de chorar mas mantém o braço imóvel ao longo do corpo para grande apreensão dos pais.

Causas

A causa da lesão pode ser óbvia, como quando os próprios pais puxaram a criança pelo braço, mas em algumas circunstâncias pode ser obscura; a criança não sabe contar aos pais o que ocorreu e a babá afirma que a criança caiu…
Muitas vezes é uma combinação do movimento da criança e de um adulto. A criança atira-se ao chão e um adulto tenta levantá-la pela mão (levanta-a segurando por baixo dos braços).

  • Evitar brincadeiras de balançar a criança segurando-a pelas mãos e girando-a.
  • Não deixes uma criança pequena passear um cão, pois ele pode puxá-la com força.
  • A criança está segura pelo braço quando sofre uma queda súbita.
  • Segurar a criança pela mão para ela não sair correndo, puxar a criança quando estamos andando de mãos dadas e estamos com pressa (lembrar que o passo da criança é menor).
  • Algumas dessas situações são possíveis de prevenir, outras não, mas o que importa é tentar sempre oferecer a segurança para nossos pequenos!

O que fazer?

Levar a criança para o hospital o mais rápido possível. Um médico Ortopedista irá determinar se não há fratura ou danos mais graves.
Em geral, não há dor à palpação do cotovelo e nem inchaço. A radiografia não é necessária se não há sinais de fratura no exame físico, pois na pronação dolorosa a radiografia aparece normal apesar do deslocamento do rádio.

Tratamento

Após acalmar a criança e os pais e estabelecer uma relação de confiança, o médico realiza uma manobra, chamada de redução , que é bastante simples, sendo realizada no consultório, sem necessidade de qualquer anestesia.
É realizada rodando o antebraço para colocar a mão virada para cima e depois flectindo o cotovelo enquanto segura o braço – pode sentir um click (isto pode causar um breve desconforto, mas em geral a criança recupera rapidamente a movimentação do braço). Pedimos para os pais aguardarem na recepção por uns 15 minutos e na reavaliação a criança já está utilizando normalmente a mão. Habitualmente não há necessidade de nenhum tipo de imobilização ou fisioterapia após a redução, porém algumas crianças permanecem com desconforto, mesmo após a redução, talvez pelo cotovelo ter sofrido o deslocamento e machucado o ligamento. Nestes casos imobilizamos com tala gessada, prescrevemos medicação para dor e reavaliamos em 03 dias. Algumas crianças têm maior predisposição a esta lesão e os episódios podem ser recorrentes. Isto não é motivo para preocupação, pois as lesões devem cessar com o crescimento da criança, não deixando nenhuma sequela.

Prevenção

Evita puxar a criança pelas mãos conforme explicado anteriormente, especialmente se esta já tem história de pronação dolorosa. Neste caso orienta também a educadora, os parentes e as outras pessoas que terão contato com a criança.

Assista ao vídeo abaixo para saber mais:

Fonte: por Ailim Cabral / Saúde / Revista do Correio / Revista Crescer

 

 


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