Como os bebés decidem com quem falar

Janeiro 22, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site  http://www.futurity.org  de 12 de janeiro de 2014.

Dean Wissing  Flickr

How babies decide who to ‘chat up’

McGill University, New York University rightOriginal Study

Posted by James Devitt-NYU on January 12, 2015

Babies who understand only one language just assume that other people do, too.

A new study—that also finds the same assumption is not held by bilingual babies—may clarify how babies decide who is worth having a “conversation” with, researchers say.

“Our results not only offer insight into infants’ perception of linguistic abilities, but, more importantly, may help us better understand whom they see as good communication partners,” says Athena Vouloumanos, associate professor of psychology at New York University and coauthor of the study that is published in the journal Cognition.

“Knowing who might make a good communication partner may enhance learning about the many aspects of the world that we learn about from others, including our native languages,” says coauthor Kristine Onishi, an associate professor at McGill University.

Adults of course recognize that others can understand multiple languages. However, it’s less clear if infants share this type of perception.

Babies gaze longer

For the study, researchers examined the responses of both monolingual and bilingual 20-month-olds as they observed a series of interactions between adults with whom the infants were unfamiliar. Here, two adult speakers told an adult listener the location of a ball hidden inside cups using either the same (English or Spanish) or two different languages, which included English and another language (French and Spanish).

Following verbal instruction in one language, the adult always found the ball. Then, in one version of the scenario, the adult following the verbal instruction from a second speaker searched correctly for the ball; in a second version, the adult searched incorrectly (the infants had previously seen where the ball was hidden so knew its correct location).

The researchers employed a commonly used method to measure infants’ expectations: looking time. Previous research has shown that a longer gaze indicates that infants see something they did not expect and therefore visually engage with it longer.

The results show that infants’ expectations about whether the unfamiliar adult was monolingual or multilingual varied the infants’ own language background.

For instance, after the listener gave evidence of understanding one language (by searching for the ball in the correct location), both monolingual and bilingual infants looked longer when the listener then searched incorrectly after receiving information from a second speaker using this same language.

The longer look suggested the infants expected the adult to seek out the ball in the other (i.e., correct) location. However, when information was provided in two different languages, only monolingual infants looked longer when the listener reached correctly; in contrast, bilingual infants looked equally at both outcomes.

That is, monolingual infants, surprisingly, did not expect the adult to understand a second language, even when this second language was the infants’ own language—for example, English-speaking monolingual infants who saw an unfamiliar person respond correctly to Spanish did not then expect that person would understand English.

“The monolingual infants assumed that an unfamiliar person would understand only one language while bilingual infants did not, suggesting that infants do not expect all speech to convey information to all people,” says Vouloumanos.

NYU’s Dean’s undergraduate research fund and the Social Sciences and Humanities Research Council of Canada funded the study.

Source: NYU

 

Pesquisa: crianças não comem salada por acharem que está envenenada

Novembro 27, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site saúde.terra.com.br de 16 de Novembro de 2013.

Notícia mais desenvolvida Thyme to touch

Estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Thyme to touch: Infants possess strategies that protect them from dangers posed by plants

Getty Images

Estudo da Universidade de Yale descobriu que instinto de sobrevivência usado há milhares de anos impede que crianças gostem de plantas

Um estudo recente da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostra que quando as crianças não comem vegetais estão apenas seguindo seu instinto de sobrevivência e evitando contato com as plantas a qualquer custo. As informações são do site inglês Daily Mail.

Os estudiosos observaram as crianças brincando com diferentes tipos de objetos e perceberam que elas não interagiam com elementos naturais tanto quanto escolhiam brinquedos feitos de plástico e metal. Eles analisaram a reação de 47 meninos e meninas entre 18 meses e oito anos quando colocadas diante de plantas, ramalhetes artificiais e outros produtos qualquer e notaram que elas evitavam tocar os objetos naturais ao máximo.

Para os médicos, esta tendência faz parte do instinto de sobrevivência que têm desde o nascimento e que usam para se preservar da possibilidade de serem prejudicadas ou envenenadas pelo contato com flores. “Esta estratégia comportamental iria protegê-los contra ingestão de plantas tóxicas e também aquelas que têm espinhos, por exemplo”, explicam as psicólogas Dr. Annie wertz e Dra. Karen Wynn.

A descoberta pode não fazer tanto sentido para a vida moderna, mas há muito tempo atrás as plantas significavam perigos reais às crianças, por isto o instinto ainda está presente.

O estudo pode explicar porque os pais têm tanta dificuldade em fazer com que os filhos comam salada e verduras. Mas, para o alívio deles e apesar dos resultados, os médicos explicam que este mecanismo de defesa – presente em humanos e diversos animais – pode ser revertido com a divulgação de informações e indicações de que é seguro comer vegetais e folhas.

“Não estamos sugerindo que as crianças têm medo de plantas. Mas, na verdade, estamos propondo que uma vez identificado o problema, nós devemos implantar uma estretágia que os ajude a se proteger e ao mesmo tempo conseguir comer de maneira mais fácil este tipo de alimento”, explicam os especialistas

 


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