Portuguesa vence festival de filmes na ONU com animação sobre o desperdício de água

Agosto 2, 2019 às 6:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 15 de julho de 2019.

Marina Lobo foi premiada com a animação “Aquametragem” no Festival de Filmes ODSs em Ação; competição destaca ações de pessoas e organizações no mundo em prol das 17 metas globais.

A animação “Aquametragem” da portuguesa Marina Lobo, foi a vencedora do Festival de Filmes ODSs em Ação, na categoria “Protegendo o nosso planeta”.

A obra foi produzida com o objetivo de sensibilizar o mundo para uma mudança de comportamento no modo de consumo da água e para um uso eficiente que contribua para uma maior sustentabilidade hídrica.

Premiação

Marina recebeu o prêmio na sede da organização. Em entrevista exclusiva à ONU News, a animadora explicou que a nova geração inspirou a obra em curta-metragem, que foi produzida pela Agência de Energia e Ambiente de Lisboa.

“O processo de criação foi um bocadinho inspirado nos meus filhos.  No olhar para eles e sentir que eu quero muito que eles tenham acesso à água como eu tenho, que para nós é uma coisa quase que garantida e, corremos o risco que deixe de ser. Então achei que se eu tentasse contar uma história que passasse por aí, por sensibilizar as pessoas e os filhos delas. Se nós pais, e as gerações de agora, não cuidarem da água, os nossos filhos não vão ter esse acesso que nós temos.”

Uso eficiente da água

Além de animadora, Marina é também engenheira ambiental. Ela explicou que a ideia era fazer uma animação sobre o tema da água, para sensibilizar sobre o uso eficiente desse recurso, tanto para adultos quanto crianças.

“Então uma das preocupações da Lisboa E-Nova, que foi quem produziu a curta, era que a história também focasse muito nos 5 Rs, reduzir o consumo da água, reutilizar a água, reciclar a água, reduzir o desperdício, e recorrer a fontes alternativas de água.”

O objetivo nº 6 dos ODSs tem como meta alcançar o acesso universal e equitativo a água potável e segura para todos até 2030.

ODSs em Ação

A competição das Nações Unidas oferece aos cineastas amadores e profissionais em todo o mundo a oportunidade de enviar filmes de até 20 minutos.

O evento é coordenado pela Departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis, ODSs, e envolve curtas-metragens que destacam as ações de pessoas e organizações no mundo em prol das 17 metas globais.

O festival foi lançado do ano passado em conexão com o Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece anualmente na sede da ONU.

 

Monstrinha – Festival de Animação para Miúdos e Graúdos de 20 a 31 de Março

Março 10, 2019 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações nos links:

https://www.monstrafestival.com/inicio/

https://www.monstrafestival.com/wp-content/uploads/2019/01/cartazProgramaMonstrinha-2019-6.pdf

Oficina de Iniciação ao Filme de Animação – (para crianças 6 aos 12 anos) 21 dezembro na Biblioteca de Marvila

Dezembro 19, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/1019705774880805/

 

Devemos proibir as crianças de ver os filmes onde a princesa é beijada por um desconhecido?

Dezembro 7, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de nevembro de 2018.

No 90.º aniversário do rato Mickey, olhamos para a evolução das princesas da Disney, uma das marcas mais rentáveis e bem-sucedidas do mundo de Walt Disney.

Liliana Borges

Quando uma princesa é beijada por um desconhecido no meio de um bosque e isso lhe salva a vida, que mensagem estamos a passar às crianças?

A história remonta à primeira longa-metragem de animação da Disney: A Branca de Neve e os Sete Anões. Depois de provar uma maçã envenenada pela vilã da história, a invejosa Rainha Má, Branca de Neve desmaia e assim fica até que o beijo do “verdadeiro amor” a salve. O beijo acaba por chegar, quando Branca de Neve está deitada na floresta. Chega sem que Branca de Neve conheça sequer o Príncipe.

Keira Knightley, a actriz norte-americana que interpreta Elizabeth Swann na saga da Disney Piratas das Caraíbas, afirmou recentemente numa entrevista ao talk-show Ellen que tinha uma lista de filmes na sua “lista negra” e que não iria mostrar à filha de três anos. Entre eles estão Branca de Neve e Cinderela que, diz “esperou que um homem rico a viesse salvar”. “Não, isso é completamente errado. Salva-te a ti própria, obviamente!”, vincou.

Os dois filmes inserem-se numa das primeiras fases das princesas Disney, que a investigadora Juliana Garabedian, da universidade norte-americana James Madison, insere na fase de “pré-transição”. No estudo “Papéis de Género na animação: Como é que a Disney está a redefinir a Princesa Moderna”, a investigadora divide a evolução das princesas em três fases. A primeira arranca precisamente com o lançamento de Branca de Neve e os Sete Anões em 1937 e vai até à Bela Adormecida, em 1959. Nestes filmes, que a investigadora Charlote Krolokke do Centro de Estudos Culturais da Universidade da Dinamarca do Sul define como a “primeira onda de feminismo”, o papel da mulher nas sociedades estava confinado às tarefas domésticas — um retrato óbvio em Cinderela, responsável por todas as tarefas domésticas da família da madrasta e duas irmãs e de Branca de Neve, que limpa a casa aos Sete Anões.

“Estes papéis de género são afirmados nas acções das princesas e mostram um período em que a Disney seguia o que era expectável de uma sociedade predominantemente machista”, lê-se no estudo.

Voltemos à Branca de Neve. “O que poderia ser a história de uma jovem na sua descoberta pessoal acaba por ser um retrato da mulher enquanto doméstica, que limpa a casa a sete homens, aceita um presente ‘sem autorização’, e precisa do beijo do Príncipe Encantado para sobreviver”, escreve Juliana Garabedian.

Mónica Canário, coordenadora do movimento HeForShe em Portugal, uma campanha lançada em 2014 pela UN Women na defesa dos direitos humanos, defende que “proibir os filmes da Disney não é solução”. Num workshop dirigido a pais e mães com dúvidas sobre o papel destes filmes de animação na educação das crianças, Mónica Canário lembra que “é preciso ver, para que depois se possa contextualizar e fazer a distinção entre o certo e errado”, usando os filmes como “uma ferramenta de explicação de conceitos que não ensinados nas escolas”.

“A Branca de Neve fazia sentido em 1937. Não faz agora. Mas não é por isso que os nossos filhos não a devem ver. A Disney é óptima para perceber a progressão dos direitos das mulheres.” Nos anos 50, nota a coordenadora do HeForShe, a imagem da mulher em tarefas domésticas é continuamente reproduzida em anúncios publicitários e associada a utensílios de cozinha e produtos de limpeza. Foi a partir dessa data que as mulheres começaram a conquistar os seus primeiros direitos, como o direito ao voto.

“A Pequena Sereia também é outro exemplo problemático. Abdicou daquilo que lhe permitia expressar-se. A voz”, continua Mónica Canário, que é também investigadora do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE, no Instituto Universitário de Lisboa. No filme, a sereia Ariel troca a voz por pernas para poder conhecer o príncipe Eric. No momento em que consente o sacrifício, questiona como irá conseguir falar com ele. A resposta? Terá de usar a beleza. Ariel, que no filme tem apenas 16 anos, aceita e deixa a família. No entanto, este filme já se insere num ciclo mais moderno: o de transição. Nesta categoria estão também A Bela e o Monstro (1991), Aladdin (1992), Pocahontas (1995), Mulan (1998), A Princesa e o Sapo (2009) e Entrelaçados (2010).

“Enquanto a Bela escapa como norma como uma mulher que gosta de ler, dizer o que pensa e é corajosa o suficiente para ir salvar o pai, é reduzida a um papel de personagem dependente quando poderia ter sido a heroína”, escreve Garabedian. Ainda assim, já se começa a destacar alguma evolução no feminismo das personagens.

“Sempre vi os filmes e isso não quer dizer que vá ser mais machista. Importa sim explicar às crianças. Por exemplo, no caso da Branca de Neve ou Bela Adormecida, deve explicar-se que não devemos beijar ninguém sem consentimento. E a partir daí explicar a palavra consentimento.”

A viragem é a Mulan. Apesar de arrancar com uma visita à casamenteira e ter a música I’ll Make a Man Out of You, que em português encontra uma versão mais soft com Vais lutar, ela “é a primeira personagem feminina da Disney que mata o vilão” e torna-se a heroína independente da história, aponta Mónica Canário. Disfarçando-se de homem para poder entrar no Exército no lugar do pai, Mulan torna-se no melhor soldado. Salva o pai (e a China) e prova que uma mulher é tão capaz quanto um homem.

“Há também a Tiana [A Princesa e o Sapo], a primeira personagem afro-americana, que é empreendedora nata, onde a figura do pai está muito presente na vida dela. Nesta fase, há uma evolução também das personagens masculinas, que ganham mais emoções. Depois há o pormenor do pote das gorjetas que ela vai somando, mostrando que tu podes ser o que quiseres, desde que trabalhes para isso”, continua a investigadora.

Também em Pocahontas vemos, tal como em Aladdin, um casamento arranjado. No entanto, a filha do chefe da tribo recusa o casamento e escolhe o seu próprio destino. E no final, opta por ficar com o seu povo e deixar partir John Smith.

Mas a grande revolução chega com Brave (2012), uma história sobre uma princesa que recusa casar-se com alguém para se poder tornar rainha. Numa viagem guiada pela busca de independência, a protagonista torna-se na sua própria heroína e dispensa um amor-romântico, focando-se na sua relação com a família, especialmente com a mãe, adepta de tradições conservadoras.

“A Merida, não tem o cabelo liso, não é loura, nem tem um físico de princesa-tipo, com uma cintura vespa, da largura de uma agulha. Tem o cabelo desgrenhado e reivindica que não vai casar com ninguém”, continua Mónica.

Também em Frozen, um dos maiores recentes sucessos da Disney (foi o filme de animação mais lucrativo de sempre, superando os 1,2 mil milhões de dólares só em bilheteiras em todo o mundo), a história do amor entre duas irmãs que se salvam uma à outra mostra o poder das novas princesas. Numa das cenas, Anna tem de escolher entre salvar-se com o beijo de Krostoff (sim, outra vez) e salvar a irmã. A jovem princesa escolhe salvar a irmã.

Neste filme há ainda outra cena importante, onde a Disney faz uma espécie de mea culpa em relação aos seus anteriores casamentos entre príncipes e princesas, quando Elsa censura Anna por querer casar com alguém que acabou de conhecer.

A Disney é progressista?

Apesar da evolução das personagens nas histórias ao longo dos anos, Mónica Canário não considera que a Disney seja progressista. “O que a Disney faz é acompanhar a sociedade, também o faz para não ficar para trás. Era o que iria acontecer se não houvesse representatividade. Mas não dá o passo à frente.” Esse passo à frente seria, por exemplo, representar Elsa [Frozen] como uma personagem homossexual.

“O facto de criares empatia, de dares uma casa ao problema, muitas vezes é a forma mais rápida de chegar as pessoas. As crianças precisam dessa representatividade. Precisam de saber que aquelas pessoas existem. Que não está errado e até aparece no filme. A representatividade é tudo.”

Mas quando se devem começar a discutir estes assuntos? De acordo com a investigadora Christine Macintyre no livro Enhancing Learning through Play (Introduzir a aprendizagem através de brincadeiras), é aos cinco anos de idade que “as crianças transitam da fase de empatia com os personagens e começam eles próprios a personificar os protagonistas das histórias”.

“Não vale a pena confundir a criança. Estas conversas têm sempre de ter em atenção a idade e a própria sensibilidade das crianças. Com isto podem introduzir-se conceitos chave que dificilmente vão ser falados nas escolas. Eu andei na escola pública e não me lembro destes temas serem falados. Não falamos de feminismo, machismo, abuso, assédio ou até de voto”, sustenta. “Isto não ser falado na escola é mau, é péssimo. Só a partir da faculdade é que se começa a falar. Os filmes podem e devem ser usados como ajuda aos pais.”

“A princesa moderna da Disney é independente, corajosa e heróica. As audiências contemporâneas precisam de ver personagens femininas fortes que conseguem estar ao lado dos personagens masculinos”, vinca Juliana Garabedian. “Ao fazê-lo, a Disney encoraja a ideia de igualdade entre géneros e ajuda a construir a aceitação universal de não deixar que sejamos definidos pela forma como nascemos, mas pelas nossas acções.”

 

 

Filminhos Infantis à solta no Museu Nacional dos Coches | 1 JULHO

Junho 27, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://museudoscoches.gov.pt/pt/museu/noticias/noticias-detalhe/?c=ferias-de-verao-no-museu-nacional-dos-coches

 

Monumental dos Miúdos – 12 maio a 1 de julho em Lisboa

Maio 10, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/191556034817332/

MONSTRINHA 2018 – cinema de animação para publico infantil e juvenil e programas para escolas – 8-18 março

Fevereiro 12, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Em 2018 queremos continuar este trabalho de disseminação do cinema de animação junto do publico infantil e juvenil, criando ou aumentado o hábito de ver cinema de animação alternativo aos das televisões e cinemas comerciais.

Para além de sessões de cinema a MONSTRINHA vai levar às escolas ações de formação para crianças, jovens e professores de forma a que todos possam, também, aprender as bases da arte de bem animar.

A MONSTRINHA regressa mais uma vez com o melhor da animação mundial em programas para todos os níveis de ensino:
3 aos 6 anos | 7 aos 12 anos | mais de 13

LOCAIS E PARCEIROS DESTA EDIÇÃO:
Cinema São Jorge | Teatro Meridional | Museu Nacional de Etnologia | Centro Cultural de Carnide |Junta de Freguesia laranjeiro e Feijó | Academia Almadense | Escolas de Lisboa, Almada e Barreiro

Sr.(a) Professor(a) INSCREVA JÁ A SUA TURMA, A SUA ESCOLA antes que esgote!

ESPERAMOS POR SI e pelos seus alunos…na MONSTRINHA, entre 8 e 18 de MARÇO de 2018.

mais informações:

http://www.monstrafestival.com/apresentacao/

Festival Play – Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil de Lisboa – 17 a 25 de fevereiro

Fevereiro 10, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.playfest.pt/

IndieJúnior, o festival de cinema infanto-juvenil que não quer heróis nem princesas

Janeiro 31, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 16 de janeiro de 2018.

Depois de uma “edição piloto”, o descendente mais novo do IndieLisboa regressa ao Porto entre 30 de Janeiro e 4 de Fevereiro. Alunos das escolas locais integrarão o júri da competição internacional.

ANDRÉ VIEIRA

O cinema para o público infanto-juvenil não vive apenas da oferta comercial. É essa a premissa do IndieJúnior Allianz, que arranca para a sua segunda edição, a decorrer no Porto entre 30 de Janeiro e 4 de Fevereiro, com a missão de continuar a ser uma alternativa aos canais habituais, assentes em formatos testados e que pouco ou nada fogem ao imaginário do super-herói ou da princesa que invariavelmente acaba por ter um final feliz.

Serve a abordagem do festival justamente para pôr esses modelos em perspectiva. Pensar o cinema e fomentar a curiosidade “artística e cultural” de um público mais novo é a razão de existir do IndieJúnior. É assim que Nuno Sena, um dos directores, caracteriza a secção que cresceu dentro do IndieLisboa e se “emancipou” até dar origem a um festival independente da casa que integrou (e que continua a integrar) nos últimos 14 anos.

“É importante que os filhos cresçam e saiam da casa dos pais. Foi o que aconteceu com o IndieJúnior, que saiu de Lisboa aos 14 anos para ir morar para o Porto”, disse esta terça-feira o director durante a apresentação do programa no Rivoli, um dos espaços que receberá o festival. Além do teatro municipal, a programação divide-se entre o Cinema Trindade e a Biblioteca Municipal Almeida Garrett. “É um projecto criado de raiz a pensar no Porto e nos interlocutores que existem na cidade”, sublinhou Nuno Sena.

Se na capital o IndieJúnior vive enquanto secção do IndieLisboa – que, à imagem do que acontece com outros festivais de cinema, como o Curtas Vila do Conde com o Curtinhas, ou o Monstra com a Monstrinha, dedica parte da sua programação ao público infanto-juvenil –, no Porto é um festival por si próprio. O único para uma audiência sub-18, nascido precisamente para colmatar uma lacuna detectada em Portugal. Em 2017, a sua primeira edição, “experimental”, superou “todas as expectativas”, com mais de cinco mil espectadores. Agora o projecto piloto chega ao “ano da confirmação” já com essa fasquia ultrapassada: “Entre o público das escolas do Grande Porto já há reservas de bilheteira que superam os números do ano passado”, disse Nuno Sena, assumindo que a ambição do IndieJúnior é entrar, a curto prazo, no circuito dos festivais internacionais infanto-juvenis.

Júri e programadores de palmo e meio

E tem essa comunidade escolar um lugar de destaque no festival. No âmbito da iniciativa Eu Programo um Festival de Cinema!, organizada em parceria com o Programa Paralelo do Teatro Municipal do Porto, parte dos filmes foi seleccionada por alunos de três escolas da cidade: Liceu Francês, Colégio Luso-Francês e Escola Profissional Bento de Jesus Caraça. Alguns destes alunos integrarão também um dos três júris do IndieJúnior; o oficial é composto por Joana Estrela, ilustradora, Manuela Lima, programadora, e Paulo D’Alva, realizador.

Entre curtas e longas, do documentário à ficção, com destaque para a animação, 50 filmes de duas dezenas de países diferentes integram a competição internacional desta edição. Quase todos são estreia em Portugal. Além do formato, a competição está seccionada por idades: maiores de três, seis, dez, 13 e 16 anos.

O primeiro filme

Paralelamente à competição, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett receberá a exposição Expressar… Com o Cinema de Animação e serão realizadas algumas oficinas práticas e debates em torno da identidade de género e do bullying.

Da edição-piloto mantém-se a secção O Meu Primeiro Filme. Este ano são Ana Deus, Carlos Tê e Rui Reininho os convidados a apresentar os filmes com que o cinema entrou nas suas vidas, respectivamente Alice no País das MaravilhasOs Gloriosos Malucos das Máquinas Voadoras e Viagem ao Centro da Terra. As sessões serão apresentadas pelos intervenientes.

Também Nuno Sena se lembra do primeiro filme a que assistiu numa sala de cinema: A Branca de Neve e os Sete Anões, no Tivoli, em Lisboa. Teria cerca de seis anos e estariamos em 1976. Foi “de certeza” uma experiência que o marcou, diz: “Consegue ser um filme de terror e infantil ao mesmo tempo.” Recorda-se de ter saído da sala assustado, mas ao mesmo tempo intrigado. O original tem cenas que foram cortadas nas versões mais recentes, e é essa experiência que quer proporcionar ao público do Júnior, “o confronto com realidades” banidas do circuito comercial. “Este é um festival que quer abrir portas a um público mais juvenil, mas que também serve aos pais e avós”, conclui.

 

 

Lisboa em Voo de peixe – Performance / Filme de animação e música ao vivo | Estreia 23-26 novembro no CCB

Novembro 14, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Fábrica das Artes | Para todas as infâncias

A cravista Joana Bagulho e a sua filha ilustradora, Beatriz, levam-nos numa viagem alucinante por uma Lisboa em grandes transformações.
Apagando fogos no mundo de Hyeronimous Bosch, perdemo-nos nos labirintos da calçada portuguesa, do azulejo barroco e dos turistas com as suas câmaras e diversões. Aproximando-nos desta cidade onde coabitam vizinhos e visitantes, descobrimos lugares e rotinas escondidos.

Criação Joana Bagulho, Beatriz Bagulho e Caroline Bergeron

Encenação Caroline Bergeron

Cravista e performance Joana Bagulho

Performance, ilustração, direção e produção do filme de animação Beatriz Bagulho 

Composição musical Daniel Schvetz 

Figurinos Ana Direito

Assistente de fotografia Pedro Tavares

Sonoplastia Rui Rebelo

Animação Laura Miranda Moreno, Naomi Tarassenko, Beatriz Bagulho, Marta Wesolowska e Beatrice Lorén

Uma encomenda CCB/Fábrica das Artes

mais informações no link:

https://www.ccb.pt/Default/pt/FabricaDasArtes/Programacao/Espetaculos?a=1178

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