Lisboa em Voo de peixe – Performance / Filme de animação e música ao vivo | Estreia 23-26 novembro no CCB

Novembro 14, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Fábrica das Artes | Para todas as infâncias

A cravista Joana Bagulho e a sua filha ilustradora, Beatriz, levam-nos numa viagem alucinante por uma Lisboa em grandes transformações.
Apagando fogos no mundo de Hyeronimous Bosch, perdemo-nos nos labirintos da calçada portuguesa, do azulejo barroco e dos turistas com as suas câmaras e diversões. Aproximando-nos desta cidade onde coabitam vizinhos e visitantes, descobrimos lugares e rotinas escondidos.

Criação Joana Bagulho, Beatriz Bagulho e Caroline Bergeron

Encenação Caroline Bergeron

Cravista e performance Joana Bagulho

Performance, ilustração, direção e produção do filme de animação Beatriz Bagulho 

Composição musical Daniel Schvetz 

Figurinos Ana Direito

Assistente de fotografia Pedro Tavares

Sonoplastia Rui Rebelo

Animação Laura Miranda Moreno, Naomi Tarassenko, Beatriz Bagulho, Marta Wesolowska e Beatrice Lorén

Uma encomenda CCB/Fábrica das Artes

mais informações no link:

https://www.ccb.pt/Default/pt/FabricaDasArtes/Programacao/Espetaculos?a=1178

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Prepare as pipocas: 15 filmes para ver com os miúdos

Outubro 27, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do http://observador.pt/ de 11 de outubro de 2017.

Ana Cristina Marques

Com a ajuda do livro “101 Filmes para Veres Antes de Cresceres”, reunimos 15 histórias inesquecíveis para as crianças verem na companhia da família. Há sagas estrelares e clássicos intemporais.

O universo do cinema está cheio de magia, sobretudo entrarmos nele logo de pequeninos. Há filmes que nos fazem sonhar e pensar, que nos trazem lições de vida e ainda carismáticos amigos imaginários. O livro “101 Filmes para Veres Antes de Cresceres” (editora Booksmile) é um guia para miúdos e graúdos, mas também um compêndio dos filmes mais populares para os olhos e ouvidos dos mais pequenos e suas famílias. O livro apresenta mais de uma centena de longas-metragens, para diferentes idades, e faz um resumo dos enredos (com spoilers à mistura), introduzindo ainda algumas curiosidades.

Aproveitando a novidade — a obra acaba de chegar ao mercado na companhia do livro “101 Livros para Leres Antes de Cresceres” –, selecionámos 15 filmes para diferentes faixas etárias. Há desde o tradicional desenho animado ao clássico que, apesar da velhice, continua atual. Porque há histórias que devem ser vistas na companhia da família e contadas com um balde de pipocas entre as mãos.

1. Para maiores de 4 anos

Uma Vida de Inseto (“A Bug’s Life”; 1998)

Neste filme de animação digital é possível ver através dos olhos de um inseto como é, na verdade, a vida debaixo da terra. A história centra-se na irreverência de uma formiga que pensa de forma diferente do resto da colónia — que não só tem de juntar comida a tempo do inverno rigoroso que se aproxima, como prestar contas a um bando de gafanhotos que a escraviza. Cabe à personagem principal, a formiga Flick, salvar o dia com a ajuda de um grupo de soldados que, afinal, não passam de artistas circenses… Uma curiosidade sobre o filme de 1998 é o facto de a equipa de filmagens ter colado rodas de Lego numa câmara de pequenas dimensões, que foi depois montada num jardim. A ideia, pois claro, foi perceber a vida real dos verdadeiros bichinhos.

Up Altamente (“Up”; 2009)

Nunca é tarde para voltar a gostar e ser gostado, mesmo que a união em causa seja uma bastante peculiar: a trama junta dois protagonistas muito diferentes, um senhor rezingão de 78 anos e um menino curioso e aventureiro de apenas 8. Os dois ficam inevitavelmente amigos quando uma aventura sem precedentes os junta. A história envolve viagens de sonho, animais esquisitos e casas voadoras, que navegam ao comando de um sem-fim de balões coloridos.

Mary Poppins (“Mary Poppins”; 1964)

O clássico perdura no tempo, tanto que já foram realizadas versões mais recentes da história que, ano após ano, continua a encantar a pequenada. O musical é baseado na série de livros de fantasia escrita a partir de 1934 por P. L. Travers — a autora demorou 20 anos a deixar-se convencer pelo próprio Walt Disney a autorizar a adaptação cinematográfica. A ação desenrola-se em Londres, quando uma ama flutua do céu ao encontro da família para a qual vai trabalhar. A partir desse momento, Mary Poppins começa a espalhar magia e a ganhar a admiração e carinho das crianças da família Banks. O filme, que ganhou cinco óscares da Academia, foi pioneiro ao juntar desenhos animados e atores reais, sobretudo numa altura em que a animação por computador era impensável.

A Pequena Sereia (“The Little Mermaid”; 1989)

Tem dois óscares no currículo e combina uma história clássica, assinada pelo dinamarquês Hans Christian Anderson, com músicas animadas e bem conseguidas. A história da pequena sereia de cabelos ruivos que quer ser humana ainda hoje agarra crianças e adultos ao ecrã, e promete tanto de fantasia como de questões existenciais: depois de salvar e de se apaixonar por um príncipe humano, Ariel tem apenas três dias para ser correspondida, caso contrário perderá a sua voz, que trocou por um par de pernas, para sempre.

O Feiticeiro de Oz (“The Wizard of Oz”; 1939)

“É provavelmente o filme mais popular de sempre”, lê-se no livro “101 Filmes para Veres antes de Cresceres”. O Feiticeiro de Oz baseia-se no livro “O Maravilhoso Feiticeiro de Oz”, de L. Frank Baum, e chegou pela primeira vez às salas de cinema no remoto ano de 1939, dias antes de a Segunda Guerra Mundial rebentar. As lições morais do filme ainda hoje são relevantes, com os protagonistas a personificarem diferentes ensinamentos. A trama anda à volta da viagem de Dorothy e do cão Toto que, através de um tornado, são transportados para a Terra de Oz. Para regressar a casa vão precisar da ajuda de amigos improváveis e da magia do enigmático feiticeiro.

2. Maiores de 6 anos

E.T O Extra-terrestre (“E.T The Extra-Terrestrial”; 1982)

“E.T phone home” é talvez a frase, em inglês, que vem automaticamente à memória assim que se fala deste filme. Assinado pelo realizador Steven Spielberg, o filme faz um retrato da inocência da infância e de uma amizade improvável, entre um rapaz de 10 anos e um extraterrestre que só quer voltar a casa. Elliot e os irmãos vão fazer de tudo para ajudar a criatura peculiar a fugir das garras de agentes governamentais. E quem é capaz de esquecer aquela viagem de bicicleta com passagem incluída por uma lua luminosa?

À Procura de Nemo (“Finding Nemo”; 2003)

O filme conta a entusiasmante (e, por vezes, angustiante) viagem de um pai à procura do filho, um peixinho com uma barbatana invulgarmente pequena que é raptado por um mergulhador no primeiro dia de aulas (aquáticas). Marlin, o pai, embarca numa inusitada aventura por todo o oceano e, pelo caminho, faz amigos cujo carisma e falta de memória já deram origem a uma sequela: “À Procura de Dory”.

Os Goonies (“The Goonies”;1985)

Amigos, aventura, piratas e criminosos. O filme de Steven Spielberg tem de tudo um pouco para cativar os mais pequenos. Há lições morais, cenas icónicas e — spoiler alert! — um final feliz invejável. O grupo de amigos, autodenominado “Goonies”, descobre um velho mapa de tesouro que em tempos pertenceu ao pirata One-Eyed Willy (Willy Zarolho). Na tentativa de salvarem as casas de família, cujos terrenos estão prestes a ser ocupados por um clube de campo, embarcam numa aventura sem igual que arranca numa caverna debaixo de um restaurante — o mesmo que é usado por uma família de bandidos fugidos da polícia…

Aladdin (“Aladdin”; 1993)

O conselheiro do sultão é o vilão da história e o papel de herói, esse, cabe a um ladrão e ao seu macaco de estimação. Aladino e o génio tresloucado, que sai cá para fora a cada esfregadela da lâmpada mágica, protagonizam a tradicional luta do bem contra o mal (sim, faz lembrar a canção de arranque do Dragon Ball). O filme que ganhou dois óscares na década de 1990, e que conta ainda com uma bela história de amor, tem na voz do génio o inconfundível Robin Williams.

O Rei Leão (“The Lion King”; 1994)

Pumba, um dos amigos carismáticos de Simba, foi a primeira personagem da Disney a dar um pum no cinema — e isto aconteceu ao fim de 57 anos e de 54 filmes. Confessada a curiosidade, contemos também que o filme retrata uma história original, isto é, sem qualquer base em contos de fada, como acontece em “A Pequena Sereia”. Simba, uma cria de leão herdeira ao trono das Terras do Reino, foge de tudo e de todos pensando ser o responsável pela morte acidental do pai. Enquanto isso, o seu maléfico tio, Scar, apodera-se injustamente do reino. É na companhia dos incontornáveis Timon e Pumba (e também de Nala) que Simba regressa, já crescido, a casa e à família para reclamar o que é seu.

3. Maiores de 12 anos

Do Céu caiu uma Estrela (“It’s a Wonderful Life”; 1947)

Sim, é a preto e branco. Sim, é antigo. E sim, vale a pena. A longa-metragem conta a história do muito altruísta e samaritano George Bailey que, percebendo que vale mais morto do que vivo devido à situação financeira que a família enfrenta, prefere morrer a viver mais um dia em angústia. Mas antes de conseguir atirar-se da ponte, um anjo desce dos céus e fá-lo ver como seria a vida da cidade e das pessoas na sua ausência. A mensagem é clara: Bailey tinha uma vida maravilhosa e não sabia.

Eduardo Mãos de Tesoura (“Edward Scissorhands”; 1991)

Aqui está a primeira colaboração de sempre entre Johnny Depp e Tim Burton — desde então já fizeram oito filmes juntos, ao longo de um período de 25 anos. O jovem Edward, de cabelo tresloucado e tesouras afiadas em vez de mãos, é a personagem principal, uma espécie de monstro Frankenstein gótico que cresce sozinho num castelo, isolado do mundo, depois do ‘pai’ morrer deixando-o inacabado (daí as tesouras). Mais tarde é resgatado por uma senhora que o deixa ficar em sua casa, tornando-se popular pelo aspeto peculiar e pelo dom de cortar cabelo e sebes. A história, que envolve ainda um triângulo amoroso, é uma crítica social e vale a pena ver ou — como deve ser o caso — rever.

Forest Gump (“Forest Gump”; 1994)

“Run, Forest, run!” Forest Gump tanto correu que ainda hoje o filme de 1994 agarra qualquer um ao pequeno ecrã. A personagem principal (desempenhada por Tom Hanks, que lhe valeu um Óscar) é o narrador participante num enredo que junta vários ensinamentos para a vida, não fosse este homem inocente mas honesto, do Alabama, alcançar feitos tidos como inacreditáveis.

Guerra das Estrelas (“Star Wars”;1977)

Luke Skywalker, Han Solo e princesa Leia são personagens que há muito dispensam apresentações. Um dos trios mais populares do cinema continua em voga, sobretudo com a chegada iminente de um novo episódio, “Star Wars: Os Últimos Jedi” (já há trailer!). O primeiro episódio — que na verdade é o IV — da saga intergalática data de 1977 e, entretanto, já muito se acrescentou à história original. Mas para começar, nada como recuar à primeira vez em que Luke, Han Solo e Leia se cruzaram.

Momento da Verdade (“The Karate Kid”;1984)

Sr. Miyagi, o curioso porteiro que apanha moscas com pauzinhos, transforma-se no sensei do jovem Daniel LaRusso, que precisa de aprender karaté de modo a defender-se de um grupo de rufias. O processo é lento, frustrante por vezes, mas essencial. À medida que as lições prosseguem, o duo fica cada vez mais unido e Daniel chega a participar num importante torneio. O filme foi realizado pelo mesmo homem que trouxe Rocky Balboa à vida, em 1976 (John G. Avildsen).

https://www.youtube.com/watch?v=n7JhKCQnEqQ

 

 

 

 

“Surpresa” é uma curta sobre ter cancro aos quatro anos

Agosto 5, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt/ de 17 de julho de 2017.

Paulo Patrício animou um diálogo entre Joana e Alice, mãe e filha que falam sobre a doença que mudou a vida familiar. “Surpresa” estreou-se no Curtas Vila do Conde e venceu o prémio do público na competição nacional

Texto de Ana Maria Henriques

Ouvimos um lápis a riscar no papel, mas não vemos quem o empunha. Só existe o som e umas manchas negras que fazem lembrar um teste de Rorschach. “E o que é que aconteceu ao teu corpo quando ficaste doente?”, pergunta a mãe Joana. A filha Alice responde: “Só tinha um rim”. São assim os primeiros 20 segundos de Surpresa, curta-metragem de Paulo Patrício que se estreou, na semana passada, no Curtas Vila do Conde e acabou por vencer o prémio do público na competição nacional deste festival que celebrou 25 anos. “Quando ouvi um pedaço da conversa entre mãe e filha percebi que estava ali uma história. Do princípio ao fim”, diz o realizador ao P3. Alice tinha cancro no rim, passava por uma das fases mais duras da doença, o cabelo estava a voltar a nascer.

A conversa entre mãe e filha foi gravada em 2011, tinha a menina quatro anos, e ficou perdida no arquivo do computador de Paulo. Em limpezas digitais, resolveu pegar no registo áudio, gravado a propósito de um anterior projecto de série infantil, e fazer dele uma curta de animação. “Acredito que o desenho é democracia e a Alice está sempre a desenhar”, recorda. “É isso que a deixa feliz: estar viva, desenhar e estar com a mãe.” A ideia deste português nascido em Angola, a viver no Porto, “não foi fazer um filme sobre a Alice, mas sim sobre meninos e meninas que estão nas mesmas circunstâncias”. Daí a simplicidade do desenho que a representa: tanto pode ser um menino como uma menina. Pode acontecer a qualquer um.

Abordar o cancro na infância é algo “muito raro”, continua Paulo, de 43 anos. “Mexeu muito comigo, custou-me ouvir milhares de vezes [o diálogo].” A Alice de quatro anos tinha uma “desenvoltura a falar” pouco comum, mas não deixava de ser uma criança. Sabia que tinha perdido um rim, mas custava entender o que tinha acontecido a esse órgão: “Quando é que voltam a pôr o outro?” Não faltam porquês.

Durante o período em que se dedicou à pintura, “muito orgânica” — a animação ficou a cargo da Animais —, Paulo não se encontrou com Alice, que só viu o filme quando esteve foi finalizado. “Não queria criar uma grande relação afectiva com ela para não perder a distância”, admite. O assunto, “super delicado”, pedia alguma “objectividade”.

Ao longo de Surpresa, Alice atropela-se em questões, recorda alguns momentos dos internamentos por que passou. “É uma conversa muito honesta. Não é uma mãe e uma filha, um adulto e uma criança, são duas pessoas a falar”, descreve. Nada foi escrito ou ensaiado, garante. Na curta-metragem, com música de Yasuaki Shimizu & Saxophonettes, “acontecem coisas um bocadinho estranhas”, tal como no corpo e na vida de quem tem uma doença como a de Alice. “Queria que passasse para a animação a forma como a vida muda, de um momento para o outro. Daí que a pintura seja orgânica.” As feições mudam, o nariz “dá um giro e cresce”, os olhos e os braços ficam de tamanhos diferentes, há problemas para resolver num minuto. “Nada é perfeito”, justifica. “Nós damos muito importância ao aspecto do nosso corpo, mas só com uma doença é que percebemos, de facto, o nosso corpo e olhamos com mais atenção.”

“Chateou-te muito estares doente?”, perguntava a mãe. “Um bocadinho”, admite Alice, agora com quase dez anos. Na estreia de Surpresa, no Curtas, “algumas pessoas ficaram ligeiramente comovidas”. “O filme é positivo, mas há umas partes mais cruas”, diz Paulo. A curta, de quase oito minutos, foi também seleccionada para o festival brasileiro Anima Mundi. O realizador, designer e ilustrador já arrancou com um novo filme, chamado O teu nome é, voltado para a violência transgénero. Um “trabalho de memória sobre o caso da Gisberta”.

 

 

Jardim Animado no Jardim da Estrela – 4 e 11 de Junho

Junho 2, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/events/1603110766413083/?acontext=%7B%22action_history%22%3A%22[%7B%5C%22surface%5C%22%3A%5C%22page%5C%22%2C%5C%22mechanism%5C%22%3A%5C%22page_upcoming_events_card%5C%22%2C%5C%22extra_data%5C%22%3A[]%7D]%22%2C%22has_source%22%3Atrue%7D

 

Filminhos Infantis à solta pelo País – em março na Malaposta

Março 8, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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filminhos

mais informações:

http://www.malaposta.pt/2017/03_marco/cinema_filminhos_infantis_a_solta_pelo_pais.HTML

6 livros e desenhos que explicam a crise de refugiados para crianças

Março 7, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site https://www.nexojornal.com.br/de 1 de fevereiro de 2017.

pulo-do-gato

Tatiana Dias 01 Fev 2017 (atualizado 01/Fev 14h18)

O que leva uma pessoa a precisar fugir de seu país de origem? Essas obras tentam explicar a complexa questão para crianças

A crise dos refugiados é um problema complexo até para os adultos. Como explicar para as crianças, então, as razões que levam milhões de pessoas a fugirem de suas cidades e países? Algumas obras tentam adaptar o tema complexo ao entendimento infantil. E explicam, de maneira lúdica e sem caírem no simplismo, as razões das guerras e o seu impacto sobre as pessoas. São obras produzidas por especialistas, por entidades e até mesmo pelas próprias crianças refugiadas que mostram, através de sua visão e percepção do mundo, a realidade da guerra. A Organização das Nações Unidas estima que, hoje, 65 milhões de crianças estejam na condição de refúgio, a maior parte por causa da guerra da Síria, iniciada em 2011. É considerado refugiado quem deixa seu país em razão de guerras ou perseguições, sejam políticas, religiosas ou étnicas. Abaixo, o Nexo listou algumas das iniciativas que podem ajudar a explicar melhor o tema ao público infantil:

A crise dos refugiados para crianças

1 ‘Um outro país para Azzi

O livro narra, em quadrinhos, a história de uma família que precisa viajar às pressas para ter uma vida mais segura. Azzi é uma garota que precisa aprender uma nova língua, fazer novas amizades e lidar com a saudade dos parentes que ficaram para trás. A história foi escrita com base na experiência da autora, Sarah Garland, que conviveu com famílias de refugiados. Ela explicou em texto — publicado pela Editora Pulo do Gato — que optou por fazer o livro para quebrar as barreiras do idioma e contar as histórias das famílias de refugiados que conheceu em uma viagem à Nova Zelândia. A personagem Azzi é baseada em um livro de memórias de uma garota judia e em imagens vistas em uma biblioteca neozelandesa.

2. Drawfugees

O projeto documenta e apresenta desenhos criados pelas próprias crianças refugiadas — “draw”, em português, é “desenhar”. Com lápis e papel, elas mostram a sua visão sobre a própria condição: a saudade de casa, o barco em que viajaram e os planos para o futuro. O projeto foi criado por um brasileiro, o fotógrafo André Naddeo, que é voluntário em campos de refugiados na Grécia e publica em inglês, para facilitar a difusão do material.

Seva Abas, 11, Síria: ‘Outro dia alguém comprou balões para nós aqui no acampamento. Foi muito divertido. Então eu decidi desenhar toda a minha família, porque no dia que eu encontrar meu pai de novo (ele está na Suíça) nós vamos fazer uma grande festa. E vou abraçá-lo tanto!’

Seva Abas, 11, Síria: ‘Outro dia alguém comprou balões para nós aqui no acampamento. Foi muito divertido. Então eu decidi desenhar toda a minha família, porque no dia que eu encontrar meu pai de novo (ele está na Suíça) nós vamos fazer uma grande festa. E vou abraçá-lo tanto!’

3 ‘A Cruzada das Crianças’

O livro de Bertolt Brecht narra a viagem de crianças órfãs em busca de um lar durante a Segunda Guerra Mundial. A história mostra a dificuldade em se refugiar e conseguir um lar em segurança. Em 2014, a Editora Pulo do Gato lançou uma versão do livro em português.

4 ‘A viagem‘

O livro, inspirado em relatos reais de refugiados, fala sobre a busca de uma família por um novo lar. As ilustrações são da própria autora, Francesca Sanna. No Brasil, o livro foi publicado pela V&R em 2016.

5 Unfairy Tales

É uma série de animações produzidas pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) com o intuito de humanizar as crianças refugiadas. O nome da série, em português, significa “Contos de fadas injustos”. O título brinca com a palavra “fairy” (fada) e “unfair” (injusto). Os três filmes contam a história de diferentes crianças afetadas pela guerra: Ivine, 14 anos, é uma menina síria que precisou deixar o seu país de origem rumo à Alemanha. Sua aventura em direção à Europa, acompanhada de seu travesseiro, acaba de se tornar um desenho animado.”Malak e o Barco” narra a viagem de uma menina em um barco furado. E “Mustafa” mostra as dúvidas que surgem na cabeça de um garoto logo após deixar a sua casa: quem serão os seus amigos?

6 Uma viagem por um garoto de 16 anos

Um adolescente sírio de 16 anos narrou, em desenhos, sua viagem solitária até a Europa. Identificado publicamente com o nome fictício de “Omar”, o adolescente foi preso tentando entrar ilegalmente no Reino Unido. A “BBC” transformou os desenhos dele em uma animação, legendada em português.

 

 

 

 

Série animada brasileira fala de alimentação saudável para crianças

Março 3, 2017 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do blog https://www.blogdacrianca.com/

carlos

Todo mundo tem que comer direitinho! A alimentação saudável é essencial para que todos cresçam fortes e para que o nosso organismo funcione direitinho. Sabe quem pode te ajudar a aprender a se alimentar corretamente?

O herói Carlos, personagem principal da da Série Animada CARLOS ®, criada e produzida pela brasileira SPIRIT Animation, que já é transmitida para toda a América Latina pelo canal Disney XD e inicia nova fase com expansão global.

As aventuras de CARLOS ®, um super herói com corpo robusto em forma de morango e braços de banana que protege o menino Juanito dos vilões da alimentação, devem ser vistas em breve em outros continentes e em plataformas de vídeo on demand.

CARLOS ® tem como público-alvo crianças de 6 a 12 anos e lida de um jeito divertido com um tema muito presente e familiar na vida das crianças (e adultos). O desenho pode ser visto no Canal DISNEY XD, todos os dias entre a programação principal.

O objetivo da animação é trazer à tona o dilema das crianças entre comer ou não alimentos saudáveis. No enredo da animação, toda vez que o jovem Juanito encontra uma comida considerada não saudável, sua consciência entra em confito. É nesta hora que Carlos, a personificação do lado saudável da consciência do garoto, aparece. Ele confronta fisicamente o lado não saudável que se apresenta nas mais variadas formas, como um enorme Cachorro-Quente vilão, um perigoso robô Máquina de Refrigerantes ou até um Algodão Doce Maquiavélico.

Quer saber mais? Visite o Site oficial: – Karl Animated

Série de Animação “Histórias do Lucas”: histórias que ensinam os Direitos das Crianças

Setembro 14, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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lucas

Genérico inicial

 “L” de luminoso

“U” de unido ao seu amigo

 “C” de curioso

Gosta de cantar contigo

 “A” de alegria

 E“S” de simpatia

 Tudo junto faz o Lucas

 Que tem uma história por dia

 Refrão

 Ele é o Lucas

 De cabelo arrebitado

 Com sorriso divertido

 E o Cometa a seu lado

 Ele é o Lucas

 E tem histórias pr’a dizer

 Vem com ele descobrir

 A aventura de crescer

Tens visto as “Histórias do Lucas”? Encontras 150 episódios disponíveis online na página da RTP2 em http://www.rtp.pt/play/p1965/historlucas ou no Youtube.

Esta série de animação criada pela produtora GO-TO em parceria com o IAC – Instituto de Apoio à Criança é dirigida a crianças entre os três e os oito anos e aborda temas como a cidadania, as questões sociais e culturais, entre outros – sempre ligados ao universo das crianças – tendo como inspiração a Declaração Universal dos Direitos das Crianças. Em cada episódio as personagens da série dão a conhecer estes temas sempre num tom divertido.

As personagens principais da série são:

O LUCAS – Um menino “cool”, esperto, simpático e com sentido de humor, que acaba todos os episódios a cantar um rap que resume a mensagem do episódio,

O COMETA – O cão e companheiro do LUCAS. É um sonhador. Sempre pronto a entrar em novas aventuras. É rápido e irrequieto,

O VASCO – O melhor amigo do LUCAS. Um pouco desconfiado mas junta-se sempre às brincadeiras,

A VIOLETA – Amiga do LUCAS. Parece um pouco insegura mas é mais forte do que aparenta.

“Vamos lá saber de cor

A regra que mais gostamos

Estamos sempre a aprender

Enquanto brincamos”

NÃO PERCAS! Todos os dias no programa ZIG ZAG na RTP2 (de manhã e à tarde). No fim-de-semana são transmitidos de novo todos os episódios da semana anterior.

DIVERTE-TE, APRENDENDO!

 

Série de Animação “Histórias do Lucas”: histórias que ensinam os Direitos das Crianças

Setembro 6, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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lucas

Genérico inicial

 “L” de luminoso

“U” de unido ao seu amigo

 “C” de curioso

Gosta de cantar contigo

 “A” de alegria

 E“S” de simpatia

 Tudo junto faz o Lucas

 Que tem uma história por dia

 Refrão

 Ele é o Lucas

 De cabelo arrebitado

 Com sorriso divertido

 E o Cometa a seu lado

 Ele é o Lucas

 E tem histórias pr’a dizer

 Vem com ele descobrir

 A aventura de crescer

 

Tens visto as “Histórias do Lucas”? Encontras 150 episódios disponíveis online na página da RTP2 em http://www.rtp.pt/play/p1965/historlucas ou no Youtube.

Esta série de animação criada pela produtora GO-TO em parceria com o IAC – Instituto de Apoio à Criança é dirigida a crianças entre os três e os oito anos e aborda temas como a cidadania, as questões sociais e culturais, entre outros – sempre ligados ao universo das crianças – tendo como inspiração a Declaração Universal dos Direitos das Crianças. Em cada episódio as personagens da série dão a conhecer estes temas sempre num tom divertido.

As personagens principais da série são:

O LUCAS – Um menino “cool”, esperto, simpático e com sentido de humor, que acaba todos os episódios a cantar um rap que resume a mensagem do episódio,

O COMETA – O cão e companheiro do LUCAS. É um sonhador. Sempre pronto a entrar em novas aventuras. É rápido e irrequieto,

O VASCO – O melhor amigo do LUCAS. Um pouco desconfiado mas junta-se sempre às brincadeiras,

A VIOLETA – Amiga do LUCAS. Parece um pouco insegura mas é mais forte do que aparenta.

“Vamos lá saber de cor

A regra que mais gostamos

Estamos sempre a aprender

Enquanto brincamos”

NÃO PERCAS! Todos os dias no programa ZIG ZAG na RTP2 (de manhã e à tarde). No fim-de-semana são transmitidos de novo todos os episódios da semana anterior.

DIVERTE-TE, APRENDENDO!

Needlecraft – filme de animação sobre Mutilação Genital Feminina

Maio 21, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações sobre o tema em português no link:

https://www.cig.gov.pt/documentacao-de-referencia/doc/mutilacao-genital-feminina/

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