Escola de Coruche é um “exemplo de integração” dos alunos ciganos

Abril 14, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Notícia do https://www.publico.pt/ de 9 de abril de 2018.

Número de alunos ciganos nas escolas duplicou nos últimos 19 anos, realçou nesta segunda-feira o ministro da Educação.

“Pela primeira vez, desde os anos 90, o Ministério da Educação teve a preocupação de entender como estamos relativamente às comunidades ciganas e à sua escolarização”, sublinhou nesta segunda-feira o ministro da Educação, no final de uma visita à Escola Básica de Coruche, que considerou um “exemplo de integração”.

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira o estudo O perfil escolar da comunidade cigana – antecipado já pelo PÚBLICO – que caracteriza estes alunos matriculados no ano lectivo 2016/2017 em escolas públicas.

O número de alunos ciganos nas escolas duplicou nos últimos 19 anos, disse o ministro da Educação, destacando o aumento significativo da participação das crianças ciganas no pré-escolar, “fundamental para percursos de sucesso escolar”.

Relativamente aos últimos números conhecidos, “é importante ver que temos o dobro de estudantes” ciganos, salientou Tiago Brandão Rodrigues, que foi recebido na escola com danças e cantares ciganos protagonizados por alunos da escola.

“Por outro lado, e de forma significativa, vemos que o pré-escolar, que é absolutamente fundamental para percursos de sucesso escolar, tem cada vez mais alunos das comunidades ciganas”, realçou.

Também se assistiu a um aumento no número de estudantes no terceiro ciclo e no secundário: “Ainda sendo preocupante, porque sabemos que existe um conjunto de estudantes que não faz todo o percurso da escolaridade obrigatória, temos um número significativo de estudantes a fazê-lo e em paridade entre rapazes e raparigas”.

“Abandono escolar não é uma inevitabilidade”

Isto significa que o abandono escolar das raparigas das comunidades ciganas “não é uma inevitabilidade”, frisou.

Presente na visita, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade congratulou-se com estes dados, mas disse que ainda “há muito a fazer na melhoria da condução das raparigas e das mulheres nas comunidades ciganas”.

Para isso, a Estratégia Nacional para a Igualdade e Não Discriminação tem “medidas concretas para intervir sobre esta realidade das raparigas e mulheres ciganas no domínio da educação”, para “as capacitar, apoiando diversos projectos de empoderamento e capacitação das raparigas e mulheres ciganas”, disse Rosa Lopes Monteiro.

Para o ministro, a Escola Básica de Coruche é um exemplo de integração para o qual contribuiu o “projecto fantástico” as “salas de vidro”, onde a comunidade cigana vai cada vez mais à escola e a escola “vai às comunidades ciganas” fazer um “trabalho sério, pedagógico” e de integração no pré-escolar, mas não só.

Também faz um trabalho de articulação nos outros níveis de ensino para “combater o insucesso e acima de tudo promover o sucesso escolar das crianças ciganas a aumentar o nível de equidade”.

“Muita retenção” nestas comunidades

“Quando comparamos o insucesso escolar que existe nas comunidades ciganas” com outras comunidades com o mesmo nível socioeconómico, “entendemos que não existe de todo um número mais preocupante nas comunidades ciganas”, salientou.

Considerando preocupante o facto de ainda existir “muita retenção” nestas comunidades, o ministro disse que é necessário um trabalho conjunto para a combater e “compensar, quando é necessário, com a acção escolar e com outros mecanismo de integração e de inclusão na escola”.

Durante a visita, integrada nas comemorações do Dia Internacional das Comunidades Ciganas, Tiago Brandão Rodrigues, falou com os alunos das várias salas de aulas e pintou com eles um desenho que lhes pediu para colocar no seu gabinete do Ministério da Educação.

No final da visita, disse que esta escola, com 300 alunos, 50 dos quais da comunidade cigana, é um exemplo onde “a integração e a inclusão acontece em em plenitude e onde as comunidades ciganas estão completamente integradas”.

Representa um “esforço da autarquia, do Ministério da Educação e da comunidade, para que a comunidade cigana faça comunidade com a escola”.

 

Uma escola que só tem alunos de etnia cigana. “É assim que se cria uma revolta”

Março 8, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

MIGUEL PEREIRA/GLOBAL IMAGENS

Notícia do https://www.dn.pt/ de 17 de fevereiro de 2018.

Cynthia Valente

Deputados do PS questionaram o governo sobre o que consideram ser “uma violação dos direitos” de 19 crianças. Comunidade diz sentir-se discriminada e pede à população que matricule os filhos na Escola Básica de Meães

Há uma escola de Famalicão em que os alunos são todos de etnia cigana. O alerta partiu de deputados do PS, que ontem questionaram o governo do seu partido sobre o que consideram ser “uma violação dos direitos destas crianças a uma plena integração na sociedade portuguesa”. A comunidade cigana diz sentir-se discriminada e pede à população que matricule os filhos na Escola Básica de 1.º ciclo de Meães para que esta “não feche portas”.

Ao todo, são 19 os estudantes que frequentam aquele estabelecimento de ensino, onde a particularidade se prende com o facto de serem todos provenientes do mesmo grupo étnico. Os deputados eleitos por Famalicão entendem, em comunicado, tratar-se de “uma realidade que viola a legislação portuguesa bem como convenções internacionais assumidas pelo Estado Português”. Os socialistas Maria Augusta Santos, Nuno Sá e Catarina Marcelino, ex-secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, questionaram o Ministério da Educação se “irá averiguar esta situação e procurar soluções”.

Os membros da comunidade de etnia cigana congratularam-se com a tomada de posição dos parlamentares. “É assim que se cria uma revolta. Há aqui tantos meninos e meninas, mas nem se chegam à escola. Houve por aí uns rumores de que éramos maus, mas nós somos boas pessoas e queríamos que as nossas crianças pudessem conviver com todos as crianças da comunidade”, afirmou ao DN Marina Sá, sublinhando ainda ter “medo de que a escola feche por falta de alunos”.

A neta, Sónia Sá, de 13 anos, também referiu que gostaria de “poder brincar e aprender com todos”. “Eu mudo de escola muitas vezes porque o meu pai é pastor da igreja, mas nunca estive numa escola só com ciganos. Achei estranho no início. Já me habituei, mas gostava de ter mais pessoas diferentes na minha turma, porque eu gosto desta escola”, confessou. Sónia e o irmão Issak, de 15 anos, vivem há cerca de seis meses em Famalicão. “Viemos de Lisboa, de escolas diferentes onde havia de tudo. Aqui sentimos que não gostam de nós. Eu chamo a isto racismo e fico triste. Na escola onde estudava antes também havia ciganos, mas eu tinha amigos de todas as raças. Não havia alunos deste tipo ou daquele. Havia alunos e mais nada”, referiu.

As palavras do jovem vão ao encontro da posição da diretora do Agrupamento de Escolas D. Sancho I. Em declarações ao DN, Helena Pereira recusou-se a falar em “alunos desta ou daquela etnia”. “Temos um agrupamento com muitos alunos e não distinguimos estudantes. Para nós há apenas alunos que fazem parte de um projeto escolar de sucesso”, declarou. Questionada sobre as acusações de “violação dos direitos das crianças” levantadas pelo PS, a responsável não quis tecer comentários. “Essa premissa e a de que os outros pais não inscrevem os alunos de fora da comunidade é uma conclusão do PS, sobre a qual nada tenho a dizer. Preocupo-me com os meus alunos e não com política”, concluiu.

Segundo a população, a realidade em Meães já foi bem diferente. “Só nos últimos anos é que começou a haver apenas alunos de etnia cigana na primária. Sempre houve de tudo, mas começaram a aparecer casos de bullying e, aos poucos, os pais começaram a procurar alternativas”, explicou um morador que não quis identificar-se. Ainda assim, disse acreditar que “não se trata de racismo, mas de um problema que era pequeno e sofreu o efeito bola de neve”. “Somos uma localidade pequena e facilmente se criam receios. O difícil é fazer o caminho inverso, mas acredito que com o tempo a escola vai voltar a ter alunos de todos os feitios.”

Os deputados do PS enviaram ainda uma carta à Secretaria de Estado da Habitação questionando o governo no sentido de saber se este tinha conhecimento do acampamento da comunidade cigana em Meães, junto à escola. Os parlamentares registaram a existência de “17 casas em condições extremamente precárias, sem condições para habitabilidade e com graves riscos para as pessoas”. “São casas sem saneamento básico, sem eletricidade, sem acesso à rede de água e sem segurança, onde vivem vários agregados familiares, estimando-se que ali habitem entre 80 e 100 pessoas”, adiantaram os socialistas. A associação SOS Racismo também reagiu ontem, afirmando tratar-se de “uma prova de que existe discriminação em Portugal”.

 

 

Escola investigada por suspeita de discriminar alunos de etnia cigana

Janeiro 28, 2018 às 8:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia do https://www.publico.pt/ de 26 de janeiro de 2018.

IDÁLIO REVEZ

A Escola Básica Major David Neto, em Portimão, está sob investigação por suspeita de práticas de discriminação racial e maus tratos a alunos, numa das 20 turmas deste estabelecimento de ensino. A situação tornou-se pública, há cerca de duas semanas, depois da mãe de uma estudante do 4º ano ter apresentado queixa na escola e noutras entidades por alegados “maus tratos” à filha. Queixa-se de ter sido empurrada por uma funcionária no refeitório do estabelecimento. Porém, as queixas relativas a actos discriminatórios a crianças de etnia cigana já se verificam há três meses.

A presidente da câmara de Portimão, Isilda Gomes, afirmou ao PÚBLICO que proferiu um despacho com “carácter de urgência, para seja aberto um processo de averiguações para apurar toda a verdade”, no que diz respeito à funcionária da autarquia visada nas acusações de “maus tratos” no refeitório. Também a Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (Dgeste) –  através da direcção de serviços regionais do Algarve – está a averiguar as alegadas práticas discriminatórias. Na próxima segunda-feira, a direcção do Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, a que a escola em causa pertence, vai decidir o âmbito do “processo de inquérito interno” para apurar responsabilidades ao nível do estabelecimento de ensino.

De acordo com as denúncias dos pais, veiculadas numa comunicado da associação SOS Racismo, a escola “tem uma turma onde colocou todas as crianças de etnia cigana, crianças com deficiências e crianças de raça negra, e crianças de raça branca que são transferidas de outras escolas”, situação que classificam como sendo de “maior absurdo, porque a mistura racial e cultural enriquece a todos”.

Directora nega discriminação

A directora do agrupamento, Maria Goreti Martins, garantiu ao PÚBLICO que a turma em questão “não é a única que tem alunos de etnia cigana” e que “há outras em que os alunos de outras etnias, vindas de outros países, estão em maior número do que nesta”. No entanto, recusou-se a dar qualquer informação sobre as queixas, alegando que estão a “decorrer averiguações” a diferentes níveis. A Provedoria de Justiça e o Ministério da Educação também receberam a queixa da mãe e já pediram esclarecimentos.

Ao PÚBLICO, o ministério confirmou as diligências em curso na escola, dando conta de que a Dgeste está a averiguar o caso “tendo já decorrido uma reunião destes serviços com a direcção do agrupamento a que pertence a escola e com a autarquia, responsável pela gestão do refeitório bem como por todos os funcionários desta escola”. Também a Inspecção-geral da Educação e Ciência está a realizar averiguações sobre este caso. De acordo com a tutela, “a direcção do agrupamento manifestou disponibilidade para averiguar eventuais responsabilidades da coordenação do estabelecimento através da abertura de um processo de inquérito interno”.

O caso chegou ainda ao Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e à Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade, que “estão em estreita articulação com o município de Portimão, acompanhando as diligências (…) com vista à rápida eliminação do problema”, diz o ACM.

“Além disso, a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial confirma a recepção de uma denúncia” e que “estão a ser encetadas as diligências adequadas e necessárias à tramitação do procedimento decorrente da queixa”, acrescenta o ACM.

Segundo a informação dos pais, veiculada pela SOS Racismo, “as crianças de etnia cigana comem de pé, alguns deles colocados estrategicamente ao pé do caixote do lixo”. “São agredidos fisicamente e verbalmente, existem palavrões fortíssimos dentro do refeitório da parte dos funcionários do mesmo”, lê-se no comunicado da associação. Isilda Gomes esclareceu que a funcionária que zela pela disciplina na cantina, onde comem além dos alunos das 20 turmas do ensino Básico mais os de três turmas do pré-escolar, está no quadro do município há mais de 12 anos e “nunca foi alvo de qualquer queixa”.

Denúncia de insuficiência de comida

Numa reunião realizada no início desta semana, em que participaram os funcionários da escola, dirigentes e um representante do município, foi analisado o pedido de imediata suspensão da funcionária exigido pelos encarregados de educação. “A suspensão da actividade só terá lugar se o inquérito concluir que há matéria que justifique um processo disciplinar”, adiantou a autarca, acrescentando: “Os meus dois filhos frequentaram aquela escola e só tenho elogios a fazer.” Sobre as acusações de “discriminação”, enfatizou que “não cabe à câmara pronunciar-se sobre essa matéria”.

As primeiras queixas dos pais, no mês de Novembro, referiam-se ao facto dos alunos da referida turma serem os últimos a terem direito a ir almoçar, a partir das 13h30. Maria Goreti Martins, assim que tomou posse, no passado dia 11, introduziu um sistema de rotatividade entre as diferentes turmas.

A mãe da aluna que apresentou queixa comunicou entretanto à Câmara de Portimão que se afastava do movimento de pais que continua a denunciar “atitudes discriminatórias”. Os pais denunciaram ainda situações de insuficiência de comida, dando como exemplo “a divisão ao meio de um filete” de peixe por outras crianças.

 

 

 

 

Todas as semanas há um jovem de 16 anos que se casa

Julho 3, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do https://www.publico.pt/ de 18 de junho de 2017.

As raparigas protagonizam a maior parte dos enlaces celebrados em tão tenra idade.

Ana Cristina Pereira

A idade média do matrimónio subiu dos 27,1 para os 32,8 em 30 anos. O número de jovens de 16 anos que se emancipam por essa via caiu a pique, mas ainda tem significado. No ano passado, em cada semana houve em média uma rapariga ou um rapaz dessa idade a casar-se. Foram 55.

As raparigas protagonizam a maior parte dos enlaces celebrados em tão tenra idade. Em 1996, casaram-se 701 raparigas de 16 anos. Quase todos os dias, uma média de duas davam esse passo. Em 2006, a realidade já era bem distinta. Nesse ano, o Instituto Nacional de Estatística somou 155 casos. No último ano, a conta ficou-se pelos 41, o que corresponde a menos de uma por semana.

O número de rapazes de 16 anos que se emancipa pelo casamento é diminuto. A tendência de descida revela oscilações. O Instituto Nacional de Estatística contabilizou 35 em 1996, 7 em 2006, 14 em 2016. Juntando os rapazes e as raparigas obtém-se uma média nacional de uma por semana.

O número de matrimónios em geral tem estado a descer. Há 30 anos, houve 63 mil. Dez anos depois, 47 mil. Volvidos outros dez, 31 mil. E nem só a população de nacionalidade portuguesa responde pelos enlaces mais precoces. Também as comunidades oriundas de outros países, como, por exemplo, do Bangladesh, do Paquistão ou da Índia, onde a idade média de casamento das mulheres é de 16 anos.

Impossível saber quantos daqueles casamentos envolvem membros das comunidades ciganas portuguesas, como no caso que foi agora apreciado pelo Tribunal da Relação do Porto (o Ministério Público entendia que uma rapariga de 16 anos tinha que ir à escola, que é obrigatória até aos 18, apesar de se ter casado e, por essa via, emancipado). Por questões legais, o Instituto dos Registos e Notariado não colige informação sobre etnias. Estudiosos como Maria José Casa-Nova, da Universidade do Minho, têm tentado em vão obter financiamento para realizar um estudo que abranja toda a população cigana.

O primeiro Estudo Nacional Sobre as Comunidades Ciganas – em 2013 realizado pelos investigadores Manuela Mendes, Olga Magano e Pedro Candeias para o Alto Comissariado para as Migrações – aponta para uma idade média do casamento bem abaixo da registada na sociedade em geral: 16 anos para as mulheres e 18 anos para os homens. Esse estudo tem por base um inquérito, por questionário, aplicado a 1599 representantes de agregado familiar. Na amostra, havia uma grande proporção de indivíduos que se se tinham casado entre os 15 e os 19 anos (51,9%). Só 25% se tinha casado com 19 ou mais anos.

O peso daqueles enlaces na estatística nacional será mínimo. Dos 1446 inquiridos que se identificaram como sendo casados, 82,8% referiram sê-lo apenas pela “lei cigana”. Tão-somente 8,2% disseram estar casados pelo civil. Um número ainda mais baixo (6,3%) declarou ter contraído matrimónio religioso. O resto aliou casamento civil e cigano.

A centralidade do casamento é uma das principais causas do abandono escolar nas comunidades ciganas. Os investidores referem também “a preocupação extrema com a educação das meninas e o inerente controlo social”, sobretudo desde a primeira menstruação. E as “sucessivas reprovações registadas no 1º ciclo, que conduzem a uma inadaptação às turmas”.

 

 

 

IAC com Ensino a Distância

Outubro 15, 2016 às 5:39 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

No passado dia 12 de setembro foi o primeiro dia de aulas para as alunas integradas na modalidade de oferta educativa do Ensino a Distância, fruto de um protocolo estabelecido entre o IAC e a Escola Secundária de Fonseca Benevides.

O insucesso e abandono escolares são algumas das principais problemáticas identificadas junto da população mais jovem do Bairro Dr. Alfredo Bensaúde, especialmente agravadas no que respeita às raparigas que, por questões culturais são impedidas pelos seus pais de prosseguir os estudos.

Assim, perante este diagnóstico, o Projecto Rua, com a colaboração de parceiros e de entidades externas, tornou este projeto real para um grupo de 11 raparigas de etnia cigana, com idades compreendidas entre os 13 e os 16 anos.

Ultrapassada esta etapa, outros desafios se seguem, tais como manter a motivação e assiduidade do grupo para que cheguem ao fim com bons resultados!

pr

I Encontro Intercultural Rumo à Inclusão

Julho 17, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

591_647565945272757_560681782_n

«O Projeto (Tomar) O Rumo Certo, no âmbito do Programa Escolhas, com sede no CIRE, visa promover a igualdade de oportunidade e reforço da coesão social junto de crianças e jovens mais desfavorecidos do concelho de Tomar.
O Programa Escolhas vai promover de 15 a 20 de julho a iniciativa “Escolhas de Portas Abertas 2013” que terá como principal objetivo a divulgação dos projetos a nível local e, do próprio Programa Escolhas, a nível nacional.
No dia 19 de julho de 2013, o Projeto (Tomar) o Rumo Certo vai realizar o I Encontro Intercultural “Rumo” à Inclusão no Auditório Biblioteca Municipal de Tomar que terá como principal objetivo analisar, debater e discutir a inclusão das comunidades Ciganas.

CIRE – CENTRO DE INTEGRAÇÃO E REABILITAÇÃO DE TOMAR

Travessa Jácome Ratton
2300-612 TOMAR

Telefone: 249 310 330
Fax: 249 310 338

mail geral: ciretomar@gmail.com

mail direção: direcao@cire-tomar.org

Lançamento da revista Agir n.º 3 : Direitos das Comunidades Ciganas

Abril 15, 2013 às 9:07 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

ciganas

Governo quer que 60% das crianças ciganas tenham o 6.º ano

Janeiro 3, 2012 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia do Público de 29 de Dezembro de 2011.

Ação de Formação As Comunidades Ciganas e a Intervenção Social

Outubro 26, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Temas a abordar:

 Cultura, História e Tradição – 04 de novembro de 2011
 A situação das comunidades ciganas em Portugal e na Europa – 11 de novembro de 2011
 As comunidades ciganas face aos desafios da Modernidade – 17 e 25 de novembro de 2011
 Propostas e estratégias de intervenção com as Comunidades Ciganas – 26 de novembro de 2011

Associados – 75€
Não associados – 120€

Local: Auditório da EAPN Portugal – (Rua de Costa Cabral, 2368 – Porto)

Data: 2011/11/04

Hora: 10.00

Ficheiros Associados

EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza 
Rua de Costa Cabral, nº 2368
4200-218 Porto
Telefone: 225 420 800
Fax: 225 403 250 
E-mail: geral@eapn.pt

I Encontro Tematico: Inclusao Escolar de Criancas e Jovens de Comunidades Ciganas

Maio 6, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Mais informações Aqui

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.