Uma pulseira inteligente para não perder as crianças na praia em Castellón (Valência)

Agosto 2, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do El Pais de 20 de julho de 2015.

Marti Domenech

Una pulsera inteligente para no perder niños en la playa

Castellón usa brazaletes con chips para localizar a menores extraviados

“¡Atención! Se ha perdido un niño, tiene seis años y lleva un bañador de Mickey”, alertaban los altavoces hace unas semanas en una playa de Castellón para solicitar la colaboración de los bañistas en la búsqueda de un chiquillo extraviado. El reclamo se escuchó media decena de veces. La última, más de un cuarto de hora después, para anunciar que había sido encontrado y dar las gracias por la ayuda. Los bañistas aplaudieron. Pero el Ayuntamiento de esta ciudad mediterránea ha decidido cambiar la megafonía por el chip. Se trata de un servicio pionero que facilita el reencuentro en menos tiempo. El sistema consiste en unas pulseras inteligentes que llevan un chip donde se graban los datos de contacto de los familiares del niño perdido. No hay ningún dato visible para respetar el derecho a la protección de datos.

La concejal encargada de las playas, Patricia Puerta, asegura que son las primeras de este tipo distribuidas en las costas españolas. Existen otros sistemas como las pulseras con código QR o con un número de registro asociado a un contacto que sólo está a disposición de los efectivos de seguridad.

Inés Casanova, técnico del Patronato de Turismo local, asegura que ya se han puesto sesenta pulseras. Sólo hay que ir a un punto concreto de una de las playas de Castellón y pedirla. Seis niños que se extraviaron la llevaban puesta. Pero son los menos. “De los que se han perdido hasta ahora casi ninguno la llevaba”, explica Simón Casinos, el jefe de los socorristas.

De media, se “desorientan” —o los padres se despistan— entre dos y tres menores al día, sobre todo entre seis y diez años. Eso sí, al día siguiente los padres vienen a enseñarle que su hijo ya la lleva puesta, asegura Casanova.

Gratuitas

“Mi sobrino me la vio y se la quiso poner, le dijo a su madre: ‘No es para hacer bonito, es por si me pierdo”, cuenta Mónica Grecu. Su sobrino tiene seis años y es uno de los usuarios de estos artilugios que se ven en Castellón.

Las pulseras, gratuitas, disponen de la tecnología NFC (por sus siglas en inglés Near Field Communication), un sistema instalado en la mayoría de dispositivos móviles para la transmisión de datos y que posibilita, entre otras cosas, el pago a través del teléfono. Castellón lo ha implantado en sus playas como proyecto piloto.

 

 

 

 

Ministra da Justiça é favorável à referenciação de pedófilos através de chips

Junho 1, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 25 de Maio de 2012.

A Drª Manuela Eanes, Presidente do Instituto de Apoio à Criança, é entrevistada na notícia.

Por Lusa

A ministra da Justiça manifestou-se hoje favorável à implementação de dispositivos eletrónicos de localização de crianças, como os chips, e defendeu a adopção de legislação para referenciação de pedófilos.

“Naturalmente que defendo [a utilização de chips]. Há muitos anos que defendo um sistema que não é exactamente igual à Lei de Megan (em vigor nos EUA), de referenciação de pedófilos”, disse a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, na conferência promovida pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) dedicada às crianças desaparecidas e exploradas sexualmente, que decorreu esta sexta-feira na Assembleia da República.

A Lei de Megan obriga as autoridades a divulgarem junto da população a localização de pedófilos condenados por crimes sexuais contra crianças.

Paula Teixeira da Cruz defendeu que em termos de legislação de protecção às crianças “há ainda muito a fazer” em Portugal, mas sublinhou que a nova directiva europeia para a protecção das crianças, “muito semelhante à Lei de Megan” vai ser “rapidamente transposta” para o quadro legal nacional, permitindo “um sistema de prevenção e de penalização diferente daquele que temos hoje”, nomeadamente, com a sinalização dos agressores.

A propósito desta directiva, a presidente do IAC, Manuela Eanes, criticou que durante o processo de elaboração alguns eurodeputados tenham levantado problemas a um dos seus pressupostos: o bloqueio ao acesso na Internet de dados pornográficos.

“É inaceitável que em relação à criança não se dê todas as condições para que tenha mais bem-estar e menos sofrimento. O bloqueio dos dados pornográficos é absolutamente fundamental”, disse.

Manuela Eanes sublinhou o “enorme avanço” na protecção à criança, nos últimos 30 anos, referindo que há três décadas ninguém falava de crianças maltratadas ou abusadas sexualmente, mas alertou para a situação de fragilidade em que a crise veio colocar a infância, sobretudo quando há crianças confrontadas com o desemprego dos pais.

Na sua intervenção na conferência, Paula Teixeira da Cruz elogiou a Polícia Judiciária (PJ) pelo trabalho de “reconhecida competência e relevo” na investigação dos casos de menores desaparecidos, referindo que em 2011 das 2842 participações recebidas a PJ concluiu com êxito 2815 investigações, e em 2012, dos 892 casos de desaparecimento, 869 já foram solucionados.

A ministra da Justiça afirmou que a problemática das crianças em risco é um tema complexo que merece a atenção do Governo, daí que uma das prioridades do executivo seja, de acordo com Paula Teixeira da Cruz, a elaboração e adopção de um Estatuto da Criança, que atribua às crianças uma legislação específica que as proteja.

“Vivemos tempos de alguma indiferença, infelizmente, para com as crianças. Tudo isso obriga a revisitar normas de protecção para as crianças”, declarou, recusando, no entanto, alterações à reforma do sistema penal que agravem as actuais penas para crimes cometidos contra crianças, considerando que “já tem molduras penais fortes”.

 


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