Peça de Teatro “Identidade Digital 2.0” 19 de Abril na Sala 2 do Cinema São Jorge

Abril 17, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A participação é gratuita, mas limitada à capacidade máxima da sala 2.

mais informações e inscrição:

https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-peca-de-teatro-identidade-digital-20-33619302238?utm_term=eventurl_text

Marca a Diferença por uma Internet Melhor! – 11 outubro Fundação Portuguesa das Comunicações em Lisboa

Outubro 10, 2016 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Todos os interessados em se associar à iniciativa deverão registar antecipadamente a sua participação em: https://goo.gl/forms/Nl9G2egh96cIIbzg1.

mais informações:

http://www.internetsegura.pt/evento/marca-diferen%C3%A7a-por-uma-internet-melhor

Sexting: os perigos reais da intimidade virtual

Setembro 9, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do http://www.noticiasmagazine.pt/ de 31 de agosto de 2016.

Com os smartphones, o sexting ganhou uma nova dimensão. Do envio de mensagens marotas passou-se para a troca de imagens e vídeos eróticos. O perigo desta prática é real e pode estar escondido nas teias da internet. Conheça os principais cuidados relativos ao sexting na galeria de imagens. (Fotografia Getty Images)

Com os smartphones, o sexting ganhou uma nova dimensão. Do envio de mensagens marotas passou-se para a troca de imagens e vídeos eróticos. O perigo desta prática é real e pode estar escondido nas teias da internet. Conheça os principais cuidados relativos ao sexting na galeria de imagens. (Fotografia Getty Images)

Por: Ana Pago

Ilustração Shutterstock

A troca de conteúdos eróticos entre parceiros é um fenómeno. Que perigos esconde?

No início era um envio de mensagens marotas (sex) por sms (texting). Depois vieram os smartphones e o sexting e a respetiva troca de conteúdos eróticos ganhou outra sofisticação ao incluir fotografias e vídeos. Com aplicações como Whatsapp, Snapchat, Viber ou Skype, os perigos de a nossa intimidade cair em mãos erradas são agora imensos. O verão torna os utilizadores mais disponíveis para esta prática.

Quando Jessica Logan se despiu, não era bem aquilo que tinha em mente. A jovem nunca previu a iminência do fim. Fotografava o próprio corpo com um telemóvel e só pensava na surpresa que o namorado teria ao receber aquelas imagens. No fundo, só queria dizer «Dou-me a ti porque estou apaixonada». Aos 18 anos, não se lembrava de algum dia se ter sentido tão atraente. Mas o namoro terminou. E o namorado que passou a ex partilhou as fotografias reveladoras com amigos, que as distribuíram por outros via Facebook, MySpace e sms num crescendo de violência psicológica difícil de conter.

No mesmo quarto onde fez sexting durante meses, a linda e desinibida Jesse enforcou-se, tornando-se em 2008 a primeira vítima mortal conhecida pelo uso irresponsável (do namorado) do fenómeno de troca de mensagens eróticas, com ou sem imagens, via telemóvel, chats ou redes sociais.

«Registar fotografias ou vídeos da nossa intimidade em formato digital é dar o primeiro passo para perdermos o controlo sobre ela», alerta Tito de Morais, fundador do projeto MiúdosSegurosNa.Net para ajudar famílias e escolas a promover a segurança online dos jovens. O dispositivo pode avariar-se, perder-se, ser roubado, alvo de intrusão ou de um acesso indevido acidental. «O que era privado torna-se público e, com a internet, a audiência para esses conteúdos escala exponencialmente.» Muitas vezes as vítimas acabam perseguidas, ameaçadas, afastadas à força da vida que faziam antes da sobre-exposição online. Sobretudo no verão, diz: «Além da quantidade de fotografias em biquíni suscetíveis de reprodução não consentida e descontextualizada, as férias são uma época de novos namoros, desinibição e experiências sexuais, exprimíveis através do sexting.»

Uma vez enviado um vídeo ou fotografia de natureza erótica, ninguém sabe que usos lhe podem dar recetores mal-intencionados, confirma Sofia Rasgado, coordenadora do Centro Internet Segura, um projeto da responsabilidade da Fundação para a Ciência e Tecnologia, que envolve outros organismos públicos e privados, com vista à disponibilização de informação para proteção e prevenção de riscos no uso da internet. Facto: não é novidade duas pessoas envolvidas numa relação séria trocarem material «quente» entre si. Facto: fazê-lo sempre implicou o risco de esse conteúdo poder ser usado contra quem o partilhou. «O problema hoje decorre, porém, de o fenómeno ser especialmente comum entre adolescentes e jovens adultos, criados com as novas tecnologias de comunicação e informação», diz a responsável. Se por azar uma imagem cai nas mãos erradas, a velocidade vertiginosa a que tudo se processa fará que seja enviada, copiada e partilhada em múltiplas plataformas, sem controlo possível.

«Não existem dados claros de que as mensagens puramente textuais caíram em desuso, contudo vemos que uma das aplicações mais descarregadas entre jovens é o Snapchat, que permite o envio de conteúdos multimédia (texto opcional) que se autodestroem passados 15 segundos», diz Sofia, ciente do tráfego de cariz erótico a circular por este meio. Daí o aviso: «Apesar de a aplicação dizer que destrói estes conteúdos, eles podem ser registados com métodos digitais (capturas de ecrã) ou analógicos (filmar o dispositivo quando recebe mensagens). Há ainda a possibilidade de serem armazenados, de forma não autorizada pelos utilizadores, em servidores passíveis de sofrerem ataques que resultem em partilha/publicação indevida.»

E de repente, sem querer, ficamos sujeitos a exposição pública, humilhação, chantagem, exclusão e vergonha, que podem conduzir a estados depressivos e até automutilação ou suicídio.

«O sexting tornou-se uma moda, uma mudança comportamental associada à revolução dos smartphones e das redes sociais. Passámos do erotismo como um tabu para o extremo de expor o que faz sentido manter na intimidade », diz a psicóloga e terapeuta sexual Cristina Mira Santos.

«Assistimos a uma excessiva erotização social e mediática do corpo, a que se junta adolescentes a amadurecer sexualmente, influenciáveis e com desejo de pertença a um grupo.» Regra geral, eles partilham mais e elas expõem mais, pressionadas por uma sociedade que continua a ver no corpo feminino valor de objeto e troca – o que não significa que os rapazes não se exponham ou não sejam alvo de partilhas abusivas. O desgaste psicológico de tudo isto pode ser devastador e causar estragos para o resto da vida. «Recordo-me de jovens que viram a sua localidade de residência exposta e foram alvo de processos de aliciamento sexual, ameaça e extorsão», diz Tito de Morais, impressionado com a gravidade do cyberbullying nos casos em que o sexting é feito sob ameaça ou coação, e as imagens divulgadas «por mera gabarolice ou para ofender, humilhar e difamar o(s) visado(s)». A nível internacional (os primeiros fenómenos de sexting identificados remontam aos EUA em 2005), inúmeros casos de finais trágicos sucederam-se ao de Jesse Logan: Hope Witsell, de 13 anos, também se enforcou por razões idênticas um ano depois.

Sofia Rasgado lembra ainda Amanda Todd, muitas vezes referida nas sessões de apoio/esclarecimento do Internet Segura. «Enquanto andava no 7.º ano, a jovem participou num chat e conheceu um estranho que a elogiou e a convenceu a mostrar os seios diante da câmara», diz a coordenadora do Centro Internet Segura. O sujeito passou a chantageá-la: ou ela voltava a mostrar-se, ou ele partilhava publicamente o registo. Durante uma série de tempo, Amanda foi perseguida, sofreu de ansiedade e depressão graves, mudou de casa com a família. «A par do consumo de álcool, drogas e mais tarde automutilação, o seu estado de saúde mental piorou.» Suicidou-se em desespero no final de 2012. Em 2014, um homem de 35 anos dos Países Baixos foi acusado de vários crimes de extorsão, aliciamento online, assédio criminoso e registo de pornografia infantil ligados ao caso de Amanda.

Ainda assim, o sexting e as tecnologias não são bons nem maus em si mesmos. «Tudo depende do uso que fazemos deles», ressalva Daniel Cardoso, doutor em Ciências da Comunicação (na vertente de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias) e autor da tese Entre Corpos e Ecrãs: Identidades e Sexualidades dos Jovens nos Novos Media, defendida na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Cristina Mira Santos dá-lhe razão, apoiada num estudo de 2015 da Universidade Drexel, de Filadélfia, EUA, segundo o qual casais que trocam mensagens sexuais pelo telemóvel têm maior satisfação física e afetiva. «Como mecanismo erótico, é poderoso a reacender a chama numa dada fase do relacionamento. Esta noção do provocar, do proibir, seria bastante confortável se não houvesse tanto risco de uma eventual exposição do corpo na internet», diz a psicóloga. O problema reside precisamente aí: na divulgação. As sequelas não advêm da prática, mas sim da exposição reprovável de conteúdos pessoais.

Mas podemos concluir que os jovens estão constantemente a fazer sexting? A resposta também é difícil, mas «existe um desfasamento entre a perceção que têm da conduta dos seus pares (acham que estão sempre a fazê-lo) e o seu próprio comportamento», diz Daniel Cardoso.

O inquérito EU Kids Online, sobre usos, riscos e segurança na internet a nível europeu, sustenta que 15 por cento dos jovens entre os 11 e os 16 anos receberam mensagens sexuais em 2014, mas só três por cento as terão enviado.

Seja como for, a partilha indevida é crime qualquer que seja a escala, avisa o especialista. «Há uma espécie de normalização social desta coisa de andar a ver e mostrar imagens íntimas. O primeiro passo é valorizar a ideia de que se a outra pessoa não consentiu em mostrar, então nós devemos tentar não ver.» Na dúvida, nunca fazer aos outros o que não queremos que um dia nos possam fazer a nós.

E FREXTING, JÁ EXPERIMENTOU?
Não há nada que bons amigos não partilhem exceto a intimidade, essa fronteira para lá da qual a amizade passaria a outro patamar. Mas agora a moda do frexting (friends + sexting) diz que os amigos podem partilhar mesmo tudo, inclusive imagens todos nus para que os outros lhes digam como estão esplenderosos e retribuam na mesma moeda, mostrando-se como vieram ao mundo para reforçar os laços. O conceito espalhou-se muito por conta da escritora norte-americana Kelly Williams Brown, que no seu Adulting Blog garante que a prática é libertadora e faz maravilhas pela nossa autoestima. Mandam depois as regras de etiqueta que se responda com emojis positivos, nomeadamente a chama, o gato com corações nos olhos e as mãos a bater palmas. Sempre sem esquecer que a internet não esquece o que lá vai parar.

NET COM CONSCIÊNCIA
É este o nome de uma web série lançada pela Internet Segura, abordando diferentes situações do quotidiano dos jovens. O episódio 4 foca-se no impacto do sexting na reputação do utilizador. O seguinte aprofunda a revenge porn (pornografia vingativa), em que uma pessoa partilha imagens sexuais do anterior parceiro.

 

 

Centro Internet Segura lança websérie Net com Consciência – Veja os dois primeiros episódios

Julho 27, 2016 às 11:40 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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“Net com Consciência”, da responsabilidade do Centro Internet Segura, é uma produção de dez episódios sobre utilização da Internet, dirigida sobretudo a jovens, com distribuição online durante os meses das férias escolares, julho a setembro.
O primeiro episódio, “Dependência online”, estreou a 15 de julho, e o segundo episódio é lançado ontem. Pode visualizá-los abaixo.

 

 

Novo jogo alerta jovens portugueses para os perigos da Internet (gratuito)

Março 20, 2016 às 2:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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thumbs.sapo.pt

INES – Batalha do Ciberespaço é uma aplicação promovida pelo Centro Internet Segura que mesmo sendo um jogo tem uma forte componente lúdica. O objetivo passa por ensinar os jovens sobre os perigos a evitar na ‘grande rede’.

O Centro Internet Segura oficializou o lançamento de uma nova ferramenta que permite colocar os jovens em contacto com os perigos da Internet – mas sem qualquer perigo e com uma boa dose de ensino. Os inimigos na aplicação INES – Batalha do Ciberespaço são os mesmos da vida real digital: vírus, trojans, malware, publicidade abusiva, worms e spam.

O jogo consiste no conceito de tower defense onde há um labirinto através do qual as ameaças vão avançando. A única forma de impedir é através da colocação estratégica de defesas ao longo do percurso. Mas esta é a parte do jogo.

Para que o utilizador possa recuperar parte da sua vida terá depois de responder a questionários e é aqui que entra a parte lúdica. O quizz ajuda a perceber se a criança conhece alguns conceitos de segurança digital e se não os tiver, o objetivo é que os venha a aprender.

Para ajudar nesta tarefa existe a opção ‘Glossário’ onde a criança pode aprender novas palavras ou rever as definições de alguns conceitos. O título foi desenvolvido a pensar em jovens com 12 ou mais anos de idade. O projeto conta ainda com um financiamento da Comissão Europeia.

A aplicação está disponível para Android, iOS e Windows de forma gratuita.

 

SAPOTek, em 4 de março de 2016

Saiba mais AQUI e AQUI.

Transmissão em directo Dia da Internet +Segura 2016

Fevereiro 4, 2016 às 11:11 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Nesta página será feita a transmissão em direto do seminário “Dia da Internet mais Segura 2016” que acontecerá em Lisboa, no Fórum Picoas, no dia 4 de Fevereiro de 2016, às 9H30m, organizado pelo Consórcio do Centro Internet Segura, liderado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

http://www.internetsegura.pt/dia-internet-mais-segura-2016

Seminário “Dia da Internet Mais Segura” 4 fevereiro no Fórum Picoas

Janeiro 27, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito das celebrações do Dia da Internet mais Segura, o Consórcio do Centro Internet Segura organiza o seminário que assinala esta iniciativa. Com o objetivo de discutir o tema deste ano “Faz a Tua Parte, por uma Internet Melhor”, o Centro convidou vários especialistas que irão contribuir com a sua perspetiva em diversas áreas de atuação na sociedade Portuguesa.

Assim, o Centro Internet Segura, convida-o a participar no Seminário que decorrerá em Lisboa, no Fórum Picoas, no dia 4 de Fevereiro de 2016, às 9H30m.

A participação no Seminário do Dia da Internet mais Segura é gratuita e aberta ao público, mas a inscrição é necessária. Poderá fazer a sua inscrição em http://sid2016pt.eventbrite.pt

http://www.internetsegura.pt/

Centro Internet Segura recebeu 1284 denúncias em 2013

Fevereiro 12, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 11 de Fevereiro de 2014.

Nuno Ferreira Santos

 Lusa

Quase 400 queixas foram encaminhadas para a Polícia Judiciária.

A Linha Alerta do Centro Internet Segura recebeu no ano passado 1284 denúncias de casos de conteúdos ilegais online, uma das quais relacionada com um perfil no Facebook que suscitou quase três mil queixas por pedofilia, segundo dados avançados à agência Lusa.

Segundo o coordenador do centro, Nuno Moreira, o perfil foi eliminado do Facebook cerca de duas horas depois da denúncia que levou à intervenção do Centro Internet Segura, que tem como objectivos combater conteúdos ilegais online, minimizar os seus efeitos e promover uma utilização segura da Internet.

As denúncias recebidas são analisadas por operadores especializados e posteriormente encaminhadas para as autoridades de investigação criminal competentes, ou, no caso de estarem fora de jurisdição nacional, para a respectiva congénere internacional da Linha Alerta, para que prossiga a investigação.

Das 1284 denúncias registadas, 392 foram reencaminhas para a Polícia Judiciária, segundo os dados do Centro Internet Segura enviados à Lusa, a propósito do Dia Europeu da Internet Mais Segura, assinalado nesta terça-feira.

Segundo os dados, 685 situações foram reencaminhadas para Linhas Alertas estrangeiras porque os conteúdos estavam alojados noutros países. Houve ainda 15 situações que foram reencaminhadas para o fornecedor de acesso à Internet .

O coordenador do Centro Internet Segura, Nuno Moreira, apelou aos utilizadores que denunciem na Linha Alerta conteúdos ilegais online, que incitem ao racismo, à xenofobia ou que contenham imagens de pornografia infantil.
O Centro Internet Segura, coordenado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), dispõe também da Linha Ajuda para apoio e esclarecimento de dúvidas sobre a utilização segura das tecnologias de informação e comunicação. No ano passado, a Linha recebeu 185 contactos.

Nuno Moreira adiantou que o site do centro tem disponível “todo o tipo de recursos para todos os riscos que existem na Internet”, nomeadamente “as duas linhas para poder ajudar as pessoas, não só na prevenção, mas também as que já estão a ter problemas”.

“É importante que neste dia seja criada a consciência de que existem formas de as pessoas estarem prevenidas. Nós disponibilizamos todos os tipos de recursos para prevenção e para que as pessoas aprendam um pouco mais”, disse o coordenador do centro.

Proteger o computador
A partir desta terça-feira, a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) disponibiliza, no seu site, um conjunto de aplicações para ajudar a proteger o computador de ataques quando este está ligado a redes públicas.

O conjunto de aplicações informáticas, denominado projeto “Pen C3Priv“, foi desenvolvido em parceria com o Centro de Competências em Cibersegurança e Privacidade da Universidade do Porto e vai ser disponibilizado gratuitamente
Segundo a CNPD, as aplicações devolvem ao utilizador um maior controlo da privacidade quando navega na Internet, ao mesmo tempo que oferecem protecção quando precisa de aceder a partir de um computador que não é o seu, bastando para tal copiar tudo para uma pen.

A Pen C3Priv contém um conjunto de programas usados frequentemente, como um cliente de email, um editor de imagem e outro de texto, um leitor de pdf, um leitor multimédia de áudio e vídeo, um browser (uma versão do Firefox) e uma aplicação de troca de mensagens instantâneas, que foram configurados para não gravarem nada no computador onde são usados, não deixarem nenhuma informação privada sobre o utilizador e não permitirem o acesso a listas de contactos, adianta a CNPD, numa nota.

Dia Europeu da Internet Mais Segura 2014

Fevereiro 11, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Em Portugal terão lugar mais de 600 ações sobre a utilização segura da Internet, a decorrer entre 11 e 28 de fevereiro em todo o país. Dinamizadas pelo Centro Internet Segura, projeto coordenado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, estas atividades têm como propósito sensibilizar a população, em especial jovens e crianças, para beneficiar em segurança das oportunidades oferecidas pela Internet. Estendem-se também a outros grupos da população, nomeadamente seniores e pessoas com necessidades especiais, incluindo várias iniciativas destinadas a pais e educadores.

Mais de 250 escolas irão participar em atividades com alunos e/ou encarregados de educação, que promovem a utilização crítica, consciente e segura da Internet. Organizadas pela equipa da Seguranet – componente do Centro Internet Segura a funcionar para a comunidade escolar do ensino básico e secundário no Ministério da Educação e Ciência – estas iniciativas envolveram, em 2013, cerca de 58000 alunos, professores, pais e educadores.

O Centro Internet Segura promove também ações de sensibilização e formação com o apoio de técnicos locais pertencentes a Bibliotecas Públicas, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Instituições de Solidariedade Social, Espaços Internet, Centros de Ciência Viva, Centros de Inclusão Digital (CID Net), entre outros. Mais de 47000 pessoas estarão envolvidas, neste período, em ações por todo o país.

Já o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), promove uma competição nacional para jovens até 30 anos. Para participar basta produzir um vídeo de até 60 segundos, com referência aos temas “Juntos vamos criar uma Internet melhor” e à “Campanha contra o Discurso de Ódio Online”, promovida pela Comissão Europeia e pelo IPDJ em Portugal. Os criadores dos vídeos selecionados receberão vouchers para Pousadas da Juventude.

Também a Microsoft, enquanto membro do consórcio que integra o Centro Internet Segura, promove ações de sensibilização e formação sobre o tema da Segurança na Internet nas Escolas como parte do seu Programa Volunteer Scheme. Mais de 100 voluntários farão parte da iniciativa que, no ano passado, contou com a participação de quase 12 000 pessoas em todo o país.

Segundo Nuno Moreira, coordenador do Centro Internet Segura, «A Internet mudou, e continuará a mudar, a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Nunca, como agora, foi tão fácil e rápido trocar informação quebrando as barreiras do espaço e do tempo. Para acompanhar esta revolução é fundamental, por um lado, ensinar aos utilizadores a forma segura de usufruir das enormes potencialidades da Internet e, por outro lado, sensibilizar para o facto de que uma utilização informada e responsável contribui para elevar a qualidade da Internet onde navegamos».

Para mais informações e serviços sobre a temática consulte:

www.internetsegura.pt – Portal nacional com informações sobre o projeto, dicas para uma navegação segura, recursos para os utilizadores e quizzes para avaliação de conhecimentos (secção A INES pergunta);

www.Seguranet.pt – Sítio dedicado à temática da Internet Segura para a comunidade escolar: escolas, professores, alunos, e encarregados de educação e familiares de alunos;

http://LinhaAlerta.internetsegura.pt – Serviço “Linha Alerta” do Centro Internet Segura para denúncia de conteúdos ilegais online.

http://www.internetsegura.pt/linha-ajuda – Serviço “Linha Ajuda” do Centro Internet Segura para atendimento telefónico e online de crianças, jovens, pais e professores, sobre questões relacionadas com o uso de tecnologias em linha.

https://www.facebook.com/internetsegura.pt – Serviço de Dicas diárias do Centro Internet Segura sobre como garantir a segurança na utilização das TIC e da Internet.

Sobre o Centro Internet Segura:

O Centro Internet Segura, a operar desde 2007, é da responsabilidade de um consórcio coordenado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP, que envolve a Direcção-Geral da Educação do Ministério da Educação e Ciência (DGE), o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) e a Microsoft Portugal, e assegura a representação portuguesa na INSAFE – rede europeia de cooperação dos projetos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos, financiada pela Comissão Europeia.

Descarregue a versão PDF desta Press Release aqui.

Aceda às atividades inscritas no Centro Internet Segura aqui (informação atualizada diariamente).

Quiz4You SeguraNet

Fevereiro 5, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Notícia do site SeguraNet de 27 de janeiro de 2014.

quiz4you

No dia 11 de fevereiro, comemora-se o  Dia da Internet Mais Segura. O SeguraNet programou um conjunto alargado de iniciativas e eventos, de entre os quais se destaca a disponibilização do Quiz4you SeguraNet, um baralho de 52 cartas com mais de 200 questões sobre segurança digital.

São horas de diversão e aprendizagem com o Quiz4you!

Os professores que queiram receber este novo recurso SeguraNet deverão preencher o seguinte formulário online.

Este quiz será enviado durante os meses de fevereiro e março.

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