Ministério da Educação alerta escolas para cuidados na observação de eclipse solar

Março 17, 2015 às 12:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Digital de 16 de março de 2015.

eclipse

O Ministério da Educação e Ciência alertou hoje as escolas para os cuidados na observação, na sexta-feira, do eclipse total do Sol, que será parcial em Portugal, devido aos riscos de lesões oculares, inclusive cegueira.

Em Portugal, o eclipse começa pelas 08:00 (hora de Lisboa) e termina pelas 10:00, com o seu pico a acontecer pelas 09:00.

Em comunicado, o ministério lembra que a observação do Sol “requer procedimentos de segurança corretos que, a não serem observados, terão como consequência graves riscos para a visão e, no limite, a cegueira”.

Na nota, a tutela adianta que a Direção-Geral de Educação, em colaboração com o Observatório Astronómico de Lisboa e a Direção-Geral da Saúde, enviou hoje às escolas “informação pormenorizada” sobre o eclipse solar e os cuidados a ter durante a observação.

O ministério avisa que o Sol “nunca deve ser observado diretamente sem filtros solares oculares”, mais conhecidos como “óculos de eclipses”, nem através de óculos escuros, vidros negros fumados, películas ou negativos fotográficos e radiografias.

A observação com óculos de proteção especial “nunca deve exceder períodos de 30 segundos”, fazendo-se “sempre intervalos de três minutos de descanso”.

A tutela sugere como método seguro de observação do eclipse a projeção da imagem do Sol num cartão, por meio de um orifício, ou a visualização da imagem projetada na sombra das árvores.

O comunicado do ministério esclarece que os alunos podem assistir, na quarta-feira, a uma vídeo-difusão sobre a temática, a partir das 11:00, em http://live.fccn.pt/mec/dge/eclipse.

O eclipse solar de sexta-feira será total apenas no extremo norte do Oceano Atlântico, nas ilhas Faroé (Dinamarca) e Svalbard (Noruega) e na região Ártica, de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa. No resto do mundo, será visto como parcial.

Um eclipse do Sol sucede quando a Lua, satélite natural da Terra, se interpõe entre o seu planeta e o Sol, ocultando total (eclipse total) ou parcialmente (eclipse parcial) a luz solar.

Diário Digital com Lusa

 

 

Apresentação da versão acessível do livro infantil : A menina que vivia no País Azul

Junho 19, 2014 às 1:30 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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convite

A Direção Nacional da ACAPO e a autora Cóia, têm o prazer de convidar V. Exa a estar presente na sessão de apresentação da versão acessível do livro infantil : A menina que vivia no País Azul que terá lugar na próxima quarta-feira, dia 25 de junho, às 17h30 na sede da ACAPO, Av. D. Carlos I, 126, 9.º andar, 1200-651 Lisboa.

 

O nosso agradecimento à:

Fundação Millennium BCP (Patrocinador Oficial) , ANA Aeroportos  de Portugal, Montepio, Magos  Irrigation Systems, EPCA (Patrocínios) e Vodafone que tornaram possíveis a produção em Braille, negro e relevo deste livro.

 

Agradecemos confirmação até ao dia 23 de junho para o Dep. de Relações Externas através do email rp.dn@acapo.pt ou pelo telefone 213 244 500.

www.acapo.pt

 

Brinquedos e brincadeiras para crianças cegas

Fevereiro 27, 2014 às 6:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Texto do site REAB de 27 de Setembro de 2013.

por Ana Leite

O objetivo desse post é listar alguns tipos de brinquedos que podem ser inseridos no brincar da criança cega ou com baixa visão auxiliando seu desenvolvimento.

Vamos começar falando da estimulação vestibular que é importante para o desenvolvimento saudável do cérebro das crianças, especialmente das cegas ou com baixa visão. Estas pessoas não recebem a estimulação vestibular adequada, pelo menos na maioria das vezes.

Uma criança vidente (que é como chamamos quem enxerga) obtém esse tipo de estimulação através dos movimentos da cabeça durante as brincadeiras e outras atividades cotidianas que requerem o movimento da cabeça para olhar para as coisas e realizar as atividades. Se você parar para pensar 2 minutinhos, vai ver quanto movimento da cabeça realizamos para nossas atividades, até mesmo as que executamos em pé, como o banho. Crianças que não conseguem enxergar só possuem uma fração dessas experiências de movimento.

Pensando nesse tipo de estímulo, o balanço proporcionado por alguns brinquedos é uma boa maneira para crianças cegas receberem o estímulo que o cérebro precisa para se organizar e se desenvolver de forma otimizada. A ausência do estímulo vestibular pode levar a problemas no processamento das informações sensoriais e, a partir daí, surgirem diferentes sintomas, um deles pode ser inquietude, que os pais podem entender como ansiedade ou problemas comportamentais. Assim, o estímulo vestibular proporcionado pelo balanço pode ajudar. Conclusão: crianças cegas podem se beneficiar de ter oportunidades diárias ou regulares de se balançarem.

Nada melhor para se balançar que um balanço, não é? Sendo assim, nossa lista começa com:

– balanços

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 Jogos e brincadeiras que envolvam movimentos também podem facilitar as relações sociais, dando às crianças atividades que podem fazer com outras pessoas (outras pessoas ou adultos). Estimule pais a pensarem quais as brincadeiras com movimento que os filhos gostam e introduzí-las com mais frequência na rotina da criança.

Quando o assunto é brinquedos, é recomendável que crianças cegas tenham brinquedos como:

instrumentos musicais (bateria, pianinho, instrumentos de corda…). O legal de instrumentos é não só desenvolver outro sentido como também aguçar o interesse por música enquanto estimula ritmo e outras habilidades importantíssimas que só a música fornece.

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massa de modelar ou argila. Esses recursos podem ser trabalhados de várias formas. O importante nesse caso é o contato da criança com esse recurso tátil tão rico em possibilidades de uso.

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Ler o resto do texto aqui

 

Pós-Graduações Educação Especial – Baixa Visão e Cegueira, Cognitivo e Motor e Intervenção Precoce na Infância

Dezembro 31, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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viseu

mais informações aqui

Domínios:

A71 – Cognitivo e Motor;

A74 – Visão (Baixa Visão e Cegueira);

A76 – Intervenção Precoce na Infância.

Início: 31 de janeiro 2014, dependendo de um número mínimo de candidatos  para abertura; duração da formação: 6 meses.

Local: Campus Universitário do Instituto Piaget em Viseu (Estrada do Alto do Gaio, 3515-776 Galifonge, Lordosa – Viseu).

Horário:  Prevê-se funcionar em regime pós laboral/final da semana.

Custos e pagamentos: informação a ser obtida junto do Chefe de Secretaria da nossa instituição, Dr. António Regadas <aregadas@viseu.ipiaget.org> ou pelo telefone 232 910 100.

Outras informações mais específicas:
 informação a ser obtida junto da Coordenadora das PG em Educação Especial, Doutora Fátima Feliciano  <felicianofati@gmail.com> ou pelo telefone 232 910 100.

 

Webinar DGE As Escolas de Referência para Alunos Cegos, de Baixa Visão e Surdos

Maio 7, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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web

Notícia da  ERTE – Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas Ministério da Educação de 2 de Maio de 2013.

Terá lugar no próximo dia 8 de maio, 4ª feira, pelas 15h00, um webinar DGE subordinado ao tema «As Escolas de Referência para Alunos Cegos e Baixa Visão e as Escolas de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos».

Os oradores deste webinar serão Helder do Carmo e Isabel Delgado, docentes do Ensino Especial.

Saiba mais em http://webinar.dge.mec.pt

Pós-Graduação em Educação Especial – Domínio da Visão

Março 28, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Instituto Piaget

Linha de brinquedos ajuda crianças cegas

Dezembro 30, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Correio do Minho de 27 de Dezembro de 2011.

São brinquedos coloridos, com texturas e materiais diferentes que foram concebidos “expressamente a pensar em crianças com dificuldades visuais”, explica Leonor Pereira, mestre em Engenharia Têxtil pela Universidade do Minho, que desenvolveu a dissertação ‘Design Inclusivo: Tocar para Ver – Brinquedos para Crianças Cegas e de Baixa Visão’.

Esta linha de brinquedos, completamente inovadora, visa ajudar as crianças a interagir de forma saudável com os restantes colegas. “É incluí-las a todos os níveis, proporcionar-lhes maneiras de brincar, conviver e interagir entre as duas realidades”.

Não basta criar peças de design por si só, esclarece Leonor Pereira, que é professora do ensino básico há vários anos. O objectivo principal é conceber objectos com qualidade estética e táctil, que visa proporcionar uma maior integração das crianças com problemas visuais no meio envolvente. “São brinquedos que elas podem explorar com as mãos, descobrindo as diferentes texturas, reconhecendo as formas, os pormenores, as semelhanças e as dissemelhanças, bem como estimulando a coordenação e a integração dos sentidos”.

Estas peças foram testadas por crianças de um jardim-de-infância do distrito de Aveiro, com idades compreendidas entre os três e os seis anos.
O feedback foi “muito positivo” e os resultados decorrentes desta nova forma de inclusão social foram vantajosos: “a interacção entre as crianças foi extremamente engraçada. Foi muito enriquecedor verificar que elas perceberam o sentido da brincadeira e partilharam a mesma experiência do que as restantes”, certifica a professora. Investigadora garante que “não vivemos propriamente numa sociedade inclusiva”

As peças dos brinquedos foram construídas com base nas texturas, nos relevos e nas cores, recorrendo, por isso, a diferentes malhas e bordados, perceptíveis através do tacto. A investigadora da Universidade do Minho, Leonor Pereira, aproveita para referir a escassez de brinquedos adaptados para este público, obrigando os educadores a construir do zero objectos didácticos, sem terem muitas vezes formação para tal tarefa. A comercialização é uma opção a considerar: “ficamos com uma forte vontade de concretizar este projecto e torná-lo mais real, à disposição de todos”.

A pouca formação dos professores relativamente à educação especial é uma das críticas apontadas pela antiga aluna da Escola de Engenharia da Universidade do Minho. “É muito difícil conseguirmos perceber as necessidades das crianças cegas, autistas ou surdas. Temos sempre o apoio dos professores do ensino especial, que trabalham especificamente com eles, mas nem sempre é suficiente”, explica.

A formação inicial, a aposta em equipamentos e a adaptação dos espaços nas escolas são algumas das dicas deixadas. Esta não é, segundo Leonor Pereira, uma sociedade completamente inclusiva, porque ainda há muitas barreiras: “as crianças com deficiências não usufruem das mesmas oportunidades do que as restantes”, conclui.

 

II Jornadas de Deficiência Visual & Intervenção Precoce “A criança com cegueira na primeira infância”

Abril 27, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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