O bem Estar Afetivo nas Casas de Acolhimento – Webinar 14 de maio

Maio 8, 2020 às 9:22 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Nos tempos que correm as Casas de Acolhimento de Crianças e Jovens enfrentam muitos desafios.

Convidámos o Professor João Pedro Gaspar, mentor da Plataforma PAJE, para nos falar da importância do “Bem Estar Afetivo nas Casas de Acolhimento” como forma de manter o equilíbrio e de enfrentar todos os desafios.

Inscrição obrigatória até dia 12 de maio, através do link https://forms.gle/VVEwRyFSi9XrJSLW6

Fugir da Instituição? Guia para Jovens em Acolhimento

Abril 10, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Aqui está uma ferramenta de prevenção de fugas, dirigida aos jovens que estão em acolhimento residencial. Será tanto mais útil, quanto mais servir de plataforma para uma discussão com os adultos cuidadores, sobre o tema.

Descarregar o documento no link:

https://www.dropbox.com/s/t2asw4ali7n9xci/fugir%20da%20institui%C3%A7%C3%A3o%3F-4.pdf?dl=0&fbclid=IwAR3eejM92kEOTG5lVH-Z4VfVzw7oOInMr7kfLrnVTkSW_Eebcavv0Osv15U

Relatório CASA 2018 – Relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens

Janeiro 20, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o relatório no link:

http://www.seg-social.pt/documents/10152/16662972/Relat%C3%B3rio_CASA2018/f2bd8e0a-7e57-4664-ad1e-f1cebcc6498e

Crianças retiradas a famílias dão nota positiva a casas de acolhimento

Julho 3, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 15 de junho de 2019.

Descarregar a tese citada na notícia em baixo

A qualidade do acolhimento residencial em Portugal: avaliação da adequação dos serviços às necessidades das crianças e jovens institucionalizados

I Encontro de Cuidadores de Casas de Acolhimento – 7 junho em Coimbra

Junho 4, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/PlataformadeApoioJovensExacolhidos/

 

Não cabe aos técnicos das casas de acolhimento substituir as famílias

Julho 19, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 27 de junho de 2018.

Ideia é defendida na publicação Pensar o acolhimento residencial de crianças e jovens da Fundação Calouste Gulbenkian. Por vezes, “os técnicos, no seu afã para acudirem a situação, assumem o papel que caberia à família” perpetuando a sua dependência do sistema.

Margarida David Cardoso

A retirada de menores às famílias não deve significar a desresponsabilização destas. No entanto é o que frequentemente acontece quando crianças e jovens são institucionalizados: “Os pais sentem esse assunto arrumado, é um peso que lhes sai de cima, alguém lhes trata dos filhos e lhes dá educação.” Para evitar a dependência do sistema, os técnicos das casas de acolhimento não devem substituir-se às famílias, mas trabalhar em parceria com elas.

Esta é uma das ideias defendida na publicação Pensar o acolhimento residencial de crianças e jovens, coordenada por Maria João Leote de Carvalho e Anabela Salgueiro, que detalha as intervenções em quatro instituições de acolhimento apoiadas pela Fundação Calouste Gulbenkian, entre 2012 e 2016. Foi apresentada nesta terça-feira, em Lisboa.

Privilegiar os laços familiares, permitir – quando possível e benéfico para a criança ou jovem que estão à guarda do Estado – as idas à casa de origem ou visitas de familiares ao acolhimento são formas de evitar a desresponsabilização dos pais, apontam os autores José Gomes da Costa e Carlos Bento que, a propósito de um projecto de intervenção com as famílias de menores acolhidos na Associação Via Nova (Vila Real), reflectem sobre o sistema de acolhimento.

“Verifica-se que, por vezes, em vez da capacitação das famílias a intervenção resvala para a desresponsabilização, quando os técnicos, no seu afã para acudirem àquela situação, assumem o papel que caberia à família”, descrevem. Essa postura perpetua “o desajustamento social, a inadaptação, a incapacidade funcional e a dependência” destas pessoas face ao sistema de protecção social, contrariando aquele que deveria ser o objectivo da intervenção: a autotomia responsável. “As famílias precisam de acreditar em si próprias e nas suas capacidades para fazer frente aos problemas com que se defrontam”, afirmam.

Para isso, os técnicos devem também aproximar-se das famílias, deslocarem-se a casa ou ao local de trabalho. Pois, muitas vezes, é clara a dificuldade em ir “ao gabinete técnico situado na capital do distrito, não só por razões económicas, mas pela complexidade que pode constituir, numa remota aldeia transmontana ou alto-duriense, apanhar um transporte, chegar à cidade, procurar um endereço, entrar no gabinete para falar com a ‘senhora doutora’ ou o ‘senhor doutor’”, retratam os autores.

É ainda preciso formar os pais. Desconstruir ideias de que os progenitores “são proprietários dos filhos”, de que o “homem é dono da mulher” ou o discurso fatalista de que nada há a fazer perante dada situação. E, por outro lado, deixar bem definido qual é o papel de cada um quando os menores ficam à guarda do Estado, filtrar o “sentimento de pena” e trabalhar em rede com outras organizações para que não se sobreponham intervenções. “Quantas famílias vulneráveis já ouviram uma série de técnicos, de vários subsistemas da administração pública, repetir as mesmas perguntas, pedir para preencher os mesmos papéis, solicitar as mesmas informações?”

Entre as suas 28 recomendações, a publicação identifica ainda a necessidade de as casas de acolhimento trabalharem a autonomia e o projecto de vida dos menores e diversificarem as respostas para um “saída segura” dos maiores de idade com limitações cognitivas sérias e/ou doenças crónicas. E propõe que a avaliação que crianças e jovens fazem do acolhimento residencial – enquanto “peritos do sistema” – possa contribuir para a sua melhoria.

 

 

 

Workshop “Trabalhar entre riscos” | O trabalho das equipas nas casas de acolhimento com uma perspetiva de acolhimento com uma intencionalidade terapêutica

Fevereiro 27, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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inscrições e informações no link:

https://docs.google.com/forms/d/1eC1-p5gMTjl7v7OZbEmxF1QxlIIlNuR1jxcLQwOoTFw/viewform?edit_requested=true

Workshops na Área do Acolhimento Residencial de Crianças e Jovens

Setembro 18, 2017 às 3:38 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Divulgação | Workshops na Área do Acolhimento Residencial de Crianças e Jovens

Workshop “Autonomia de Crianças e Jovens em Casas de Acolhimento”

Inscrições a decorrer no link:

https://docs.google.com/forms/d/1lXjyL9Toee44XXlPDgoxgf_8v5hFziVhPU4uaajccaA/viewform?edit_requested=true

Datas | Local

14 Outubro – Lisboa – Informação do Local brevemente.

28 Outubro – Faro – Informação do Local brevemente.

4 Novembro – Porto  – Informação do Local brevemente.

11 Novembro – Lisboa – Informação do Local brevemente.

Workshop “Acolhimento Residencial de Crianças e Jovens – Acolhimento com intencionalidade Terapêutica” 

Mais informações e Inscrições a decorrer em:

https://docs.google.com/forms/d/1iftB7MgzQ4FY4KRgMNNAYXfhinPrgeGyke8q6mintb0/edit

23 Setembro – Faro – CVP

30 Setembro – Évora – Casa de Acolhimento de Jovens dos Pinheiros.

7 Outubro – Lisboa – Informação do Local brevemente.

21 Outubro – Porto – Informação do Local brevemente.

Data a definir – Viseu – Informação do Local brevemente.

 

Faltam apoios e também futuro aos jovens que passaram por casas de acolhimento

Agosto 25, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 13 de agosto de 2017.

2513 jovens saíram de centros de acolhimento em 2016 Paulo Pimenta

Novo programa com sede em Coimbra está a acompanhar cerca de 100 jovens que estiveram no sistema de acolhimento. Para o investigador João Pedro Gaspar, são um exemplo vivo das falhas do sistema actual.

Clara Viana

Foi retirado à família, esteve em instituições de acolhimento, regressou ao agregado familiar, mas no final de Julho recorreu ao apoio da Plataforma de Apoio a Jovens Ex-Acolhidos (PAJE) para sair daquela casa que “o estava a desgraçar”. Tem 23 anos. Na família tudo continuava na mesma: desemprego, alcoolismo, violência doméstica.

O caso é relatado ao PÚBLICO pelo investigador da Universidade Coimbra, João Pedro Gaspar, que em 2016 fundou a PAJE depois de ter trabalhado anos com instituições de acolhimento (que recebem crianças e jovens que são retiradas às famílias por estarem em risco) e de ter seguido, para a sua tese de doutoramento, o percurso de jovens acolhidos que tinham como projecto de futuro a construção de uma vida independente. A maioria falhou.

De acordo com os resultados do último relatório Casa — Caracterização Anual da Situação de Acolhimento de Crianças e Jovens, divulgado no final de Julho pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social, o mesmo se passou com muitos dos 2513 jovens que saíram dos lares em 2016. Só 15,7% conseguiram levar por diante um projecto de autonomização. A maioria regressou à família.

Este foi também o destino de vários dos cerca de 100 jovens que já pediram apoio à PAJE porque o regresso ao agregado familiar não resultou.

“Voltaram a ser vítimas dos pais quando arranjaram emprego e estes lhes extorquiram o ordenado ou os ‘empurraram ’ para a prostituição”, refere o investigador de Coimbra.

Falhas do sistema

Para João Pedro Gaspar, estes desfechos são um exemplo das “falhas que há no sistema e que devem ser colmatadas com urgência”, a começar pela criação de um programa de seguimento dos jovens que terminam a sua experiência de acolhimento. A existência de um programa destes “fará grande diferença na vida destes jovens, contribuindo para transições positivas e para a sua autonomização bem-sucedida”, defende.

A autonomização é o projecto de vida de 36% das 8175 crianças e jovens que estavam em lares de acolhimento em 2016, mas sem apoio de retaguarda a sua concretização é “terrivelmente difícil e praticamente impossível”, alerta João Pedro Gaspar, lembrando que no próprio relatório Casa se chama a atenção para o facto, quando se refere o seguinte: “Nenhum jovem oriundo de população não acolhida se torna autónomo aos 21 anos, pelo que estes jovens, pelas circunstâncias em que viveram e em que vivem (maioritariamente sozinhos) dificilmente possuem capacidade para uma autonomização plena naquela idade.”

A maioria dos que pediram apoio à PAJE têm idades entre os 22 e os 30 anos. Cerca de 53% recorreram a este programa, que tem sede na Universidade de Coimbra, em busca de apoio psicológico e/ou aconselhamento, 35% são pedidos assistencialistas: porque precisam de comer, vestir-se, medicar-se ou porque necessitam de apoio judicial, ajuda para entrevistas de emprego ou até para saber como fazer comida. Os outros 12% procuram a PAJE por ambas as razões (apoio psicológico e assistência).

“Uns foram para a família e não resultou; outros saíram para a autonomia e correu mal… outros têm problemas graves de doença mental/psiquiátrica e vieram sem qualquer acompanhamento ou foram entregues a familiares que, também eles, sofrem do mesmo problema”, relata João Pedro Gaspar, que aponta para um perfil comum: “Autonomização mal sucedida, ‘desaparecimento’ das instituições e falta de rede de suporte.”

Segundo os dados do relatório Casa, mais de metade dos jovens que estavam acolhidos em 2016 tinham sido alvo de medidas de protecção quando viviam com a família e muitos deles já tinham estado acolhidos antes. Ou seja, já tinham sido retirados dos agregados familiares, colocados em instituições, regressado de novo às famílias para serem depois novamente retirados.

João Pedro Gaspar aponta a propósito outra que considera ser uma das “falhas” do sistema: “Enquanto a criança/jovem permanece no acolhimento nem sempre se trabalha com as famílias e quando isso acontece por vezes é feito por equipas separadas ou seja, as equipas que trabalham com os jovens não são as mesmas que trabalham com os agregados. Não é feito um trabalho conjunto – família, jovem, ‘sistema’ – visando o futuro projecto de vida do jovem.”

Quanto às casas de acolhimento, João Pedro Gaspar defende que “é preciso promover a sua qualidade, que está muito aquém do desejado”. Refere a propósito que a sua “heterogeneidade é quase tão grande como a das mais de 8000 crianças acolhidas” e que por isso, à semelhança do que sucede com a família onde se nasce, o factor sorte tem um papel a desempenhar: muito depende das instituições onde as crianças e jovens são colocados e, “principalmente, dos cuidadores que com eles privam”.

descarregar o relatório mencionado na notícia no link:

http://www.seg-social.pt/documents/10152/15292962/Relatorio_CASA_2016/b0df4047-13b1-46d7-a9a7-f41b93f3eae7

Conferência Final Houses of Empathy, 4 de Julho, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro

Junho 29, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Entrada Livre.

Inscrições: http://bit.ly/2sdpOhL

+ info: www.housesofempathy.eu

Par – Respostas Sociais tem o prazer de a convidar para a Conferência Final Houses of Empathy, que se irá realizar no próximo dia 4 de Julho, a partir das 14h, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro (Telheiras, Lisboa).

A Conferência Final Houses of Empathy irá reunir os parceiros internacionais do projeto (Portugal, Espanha, Reino Unido e República da Irlanda) e tem como objetivo dar a conhecer os principais resultados do programa Houses of Empathy. Pretende-se, ainda, que este seja um espaço de reflexão acerca prevenção e intervenção em situações bullying em contexto de acolhimento institucional de crianças e jovens.

 

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