Vídeo sobre crianças que ficam fechadas em carros

Agosto 5, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Campanha da Redcastle Productions, mostra o que acontece a uma criança que fica apenas 30 minutos dentro de um carro fechado.

Protecção Infantil nos Automóveis : A Segurança Responsável – Estudo ACP

Março 22, 2013 às 7:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Três em cada dez automobilistas reconhecem já ter transportado, alguma vez, crianças sem um sistema de retenção e consideram que a segurança no transporte infantil está a ser descuidada devido à crise, revela o inquérito hoje divulgado.

O primeiro inquérito nacional sobre segurança infantil dentro do automóvel, realizado pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP), em colaboração com a Prevenção Rodoviária Portuguesa e a Cybex, envolveu 1.856 automobilistas que transportaram, no último ano, crianças até aos 12 anos, com uma altura até 1,50 metros.

O objetivo foi estudar os hábitos dos condutores, identificar os problemas mais comuns no transporte infantil e analisar as consequências do uso incorreto dos sistemas de retenção.

Quase 30% dos inquiridos afirmaram ter transportado pontualmente uma criança sem cadeirinha, a maioria num percurso curto não escolar.

O estudo alerta que um acidente pode acontecer a qualquer velocidade, num grande ou pequeno percurso, dentro ou fora das localidades, sendo importante usar sempre a cadeirinha.

ler o resto do texto e ver vídeo formativo sistemas de retenção de crianças Aqui

 

88 crianças morreram na estrada em cinco anos

Março 22, 2013 às 6:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 18 de Março de 2013.

ACP apresenta estudo sobre sinistralidade entre os menores de 14 anos e lança campanha de sensibilização para o uso dos sistemas de retenção.

LUSA

Entre 2007 e 2011, 88 menores de 14 anos morreram e mais de 16 mil ficaram feridos vítimas de acidentes de viação, metade dos quais dentro de localidades, revelam dados do Automóvel Clube de Portugal (ACP).

As estatísticas referem que a evolução da sinistralidade tem mostrado “um consistente decréscimo” nos últimos cincos anos, com o número total de vítimas a descer 21,1 por cento e o de mortos a cair para menos de metade.

No entanto, em 2011, 2936 crianças ainda sofreram lesões corporais em acidentes de viação, “o que mostra que ainda há um enorme trabalho pela frente”, sublinha o ACP.

Os dados do ACP servem de apoio a um inquérito nacional realizado pelo Automóvel Clube de Portugal, em colaboração com a Prevenção Rodoviária Portuguesa e a Cybex, que será divulgado hoje e teve como objetivo estudar os comportamentos dos automobilistas ao transportar crianças.

Na sequência deste estudo é lançada a campanha “A segurança responsável”, com o objetivo de sensibilizar para a importância do uso de um sistema de retenção de crianças seguro e verificar a sua correta utilização, refere o ACP.

Todos os números

A maior parte das vítimas mortais (36) tinha entre 10 e 14 anos, 21 entre os seis e os nove anos, 20 entre os dois e os cinco anos e 11 tinham até um ano.

Verificaram-se 807 feridos graves vítimas de acidentes, dos quais 577 (71,5 por cento) ocorreram dentro das localidades, e 15.549 feridos leves, cuja maioria dos desastres (75,7 por cento) também aconteceu no interior das localidades.

Segundo o ACP, metade das vítimas mortais dos acidentes que ocorreram dentro das localidades não utilizavam sistema de retenção ou cinto de segurança, assim como 22,8 por cento dos feridos graves e 8,4 por cento dos ligeiros.

O mesmo se verificou em 27,8 por cento das mortes ocorridas fora das localidades, em 13,4 por cento dos feridos graves e 5,8 por cento dos feridos ligeiros.

Mais de metade das crianças que sofreram lesões corporais seguia em veículos ligeiros (52,3 por cento dos mortos, 37,5 por cento dos feridos graves e 58,7 por cento dos feridos leves).

Apesar do número de crianças até aos 14 anos vítimas de acidentes, como passageiros de veículos ligeiros, também vir a reduzir de forma sustentada, decresceu nos últimos cinco anos menos do que o número geral de vítimas da mesma faixa etária (16,9 por cento contra 21,1 por cento), tendo-se cifrado em 1688 crianças com lesões corporais em 2011.

O número de crianças vítimas dentro das localidades, como passageiros de veículos ligeiros, representa 60,7 por cento do total, mas o número de vítimas mortais e de feridos graves é substancialmente maior fora das localidades (82,6 por cento dos mortos e 62,4 por cento dos feridos graves).

“Tal deve-se ao facto da velocidade de embate ser, em média, muito maior fora do que dentro das localidades”, explica o ACP.

As alterações ao Código da Estrada, já aprovadas em Conselho de Ministros, preveem a redução da altura das crianças que são seguras por sistemas de retenção, passando dos atuais 1,50 metros para os 1,35 metros.

Três em cada dez já transportaram crianças sem cadeirinha

Março 20, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da TVI 24 de 18 de Março de 2013.

Três em cada dez automobilistas reconhecem já ter transportado, alguma vez, crianças sem um sistema de retenção e consideram que a segurança no transporte infantil está a ser descuidada devido à crise, revela um inquérito que será divulgado esta segunda-feira.

O primeiro inquérito nacional sobre segurança infantil dentro do automóvel, realizado pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP), em colaboração com a Prevenção Rodoviária Portuguesa e a Cybex, envolveu 1.856 automobilistas que transportaram, no último ano, crianças até aos 12 anos, com uma altura até 1,50 metros, nota a Lusa.

O objetivo foi estudar os hábitos dos condutores, identificar os problemas mais comuns no transporte infantil e analisar as consequências do uso incorreto dos sistemas de retenção.

Quase 30 por cento dos inquiridos afirmaram ter transportado pontualmente uma criança sem cadeirinha, a maioria num «percurso curto não escolar».

O estudo alerta que um acidente pode acontecer a qualquer velocidade, «num grande ou pequeno percurso, dentro ou fora das localidades», sendo importante usar sempre a cadeirinha.

Questionados sobre se a segurança das crianças está a ser descuidada devido à cries, 30% considerou que sim e 28% dos inquiridos disseram não saber.

«Estes dados alertam-nos para uma preocupação geral dos automobilistas que deve ser tomado como um apelo à segurança das crianças, dentro e fora do automóvel, e que tem efetivamente espaço para melhorias», salienta o estudo «Proteção das crianças nos automóveis: A segurança responsável», a que a Lusa teve acesso.

Quase 43% dos inquiridos utilizavam cadeirinhas usadas, mas o estudo adverte que uma cadeira usada poderá não oferecer a mesma segurança, porque além de os sistemas serem anualmente alvo de melhoria, os materiais vão perdendo a eficácia se não forem bem vigiados.

Relativamente aos problemas que os condutores enfrentam ao transportar crianças, o inquérito salienta um facto apontado por 42% dos automobilistas: os menores retirarem os braços dos cintos das cadeiras, procedimentos que, além de perigosos, aumentam «o risco de distração» do condutor e de acidente.

Mais de metade das crianças (57,03%) é transportada pelos pais, 22,79% pelos avós e 19,66% por familiares ou amigos.

Do total de inquiridos, 55% transportam apenas uma criança no carro e quase 36% duas.

Quase todos os inquiridos têm um sistema de retenção, sendo o mais utilizado (67%) o grupo dos 15 aos 36 quilos. Contudo, quase metade destes equipamentos não tem apoio de costas, não proporcionando uma proteção contra o impacto lateral.

«É importante conhecer este perfil para saber como e a quem direcionar» as ações de consciencialização. A preocupação não deve ser apenas formar os pais, mas todos os condutores que transportam crianças.

Mais de metade (56%) afirmou que o carro tem o sistema Isofix para fixação da cadeira, enquanto 10% disse não saber, «o que condiciona muito a capacidade de escolha» da cadeirinha e a sua correta instalação.

A segurança foi considerada o fator mais importante na decisão de compra, seguida da homologação europeia e da recomendação de especialistas.

Cerca de 68% procuram informação numa loja especializada, 48% na Internet e mais de 32% em revistas.

As lojas especializadas são o local preferido para comprar o equipamento (43,61%), seguidas dos hipermercados (29,43%).

Mais de 16 mil crianças foram vítimas de acidentes rodoviários entre 2007 e 2011, das quais 88 morreram, segundo o ACP.

Pais não sabem transportar filhos no carro

Março 8, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 3 de Março de 2013.

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Fumo É preciso proibir para proteger as crianças?

Maio 1, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 20 de Abril de 2012.

As crianças não devem ser sujeitas ao fumo passivo. Ninguém contesta e muitos fazem por aplicar esta ideia. Mas será preciso proibir o fumo dentro dos carros onde viajam menores? Antes de lançar uma boa campanha de sensibilização?

Luís Francisco

Uma boa lei não precisa de ser aplicável a muita gente para ser necessária. Mas quando o ministro da Saúde, Paulo Macedo, lançou a ideia de proibir o consumo de tabaco em viaturas particulares onde viajem crianças, uma das questões que se levantou foi: alguém sabe se esse é um comportamento frequente? E há outras dúvidas. Será isto uma invasão inconstitucional da esfera pessoal? É uma cortina de fumo para abafar problemas mais graves na Saúde? E não seria possível atingir os mesmos fins com uma boa campanha de sensibilização, em vez de avançar com uma lei proibicionista?

A primeira dúvida não tem resposta directa. Ninguém sabe, porque não há estudos, quantos portugueses fumam dentro do carro enquanto transportam crianças. E muito menos em que circunstâncias. Mas há alguns números, apesar de tudo. E são preocupantes. Um estudo da Universidade do Minho concluiu que quase um terço das crianças do 4.º ano (foram inquiridos 2810 alunos) declaram-se expostas ao fumo passivo quando andam de automóvel – “ocasionalmente” em 24,3% dos casos, “sempre” em 4,9%.

Ou seja, apesar de a sensação geral entre os inquiridos pelo PÚBLICO a esse respeito ser a de que as pessoas evitam fumar no carro quando transportam os filhos, o problema existe. E o Programa Nacional de Prevenção e Controlo do Tabagismo é “um dos oito prioritários no Programa Nacional de Saúde”, acentua o director-geral da Saúde, Francisco George.

Embora se escuse a “comentar declarações do sr. ministro [da tutela]” e garanta que só entrará no debate público “depois de a proposta de lei ser apresentada”, este responsável considera absolutamente defensável que se legisle sobre o assunto: “O Estado deve ser proactivo na defesa da saúde dos cidadãos e o fumo passivo é um problema de saúde pública.”

A segunda da parte desta opinião não merece contestação. Já a forma de o Estado ser proactivo está longe de gerar consenso. E são maioritárias as vozes críticas da opção do Governo. “É uma estupidez; há tantas coisas mais importantes para legislar… Não era preciso uma norma proibitiva. Há que deixar algum espaço ao bom senso das pessoas, acreditar na liberdade, responsabilidade e bom senso – e este último aplica-se também ao legislador…”

Lei ou campanha?

O advogado Carlos Pinto Abreu até se define como “antitabagista primário”, mas acha que “uma boa campanha seria um bom ponto de partida e só depois, se a pedagogia não funcionasse, se deveria punir”. É sua convicção que “as crianças merecem respeito”, mas duvida que “o respeito se imponha pela força”. E esta ideia de que Paulo Macedo atacou o problema com excesso de meios merece vários apoios.

“Teria de ser demonstrado quantas crianças temos com problemas derivados do fumo passivo. Nunca se fez esse estudo. E só esses números justificariam uma lei. Questiono-me sobre se uma boa campanha não teria os mesmos efeitos, com menos “custos””, avalia António José Fialho. E por “custos” está a considerar “tudo o que depois envolve a fiscalização”. O juiz do Tribunal de Família e Menores do Barreiro está convencido, por exemplo, de que “as campanhas tiveram mais efeito do que a ameaça de multas na questão do cinto de segurança”.

Outro cavalo de batalha dos críticos: como fiscalizar a proibição? Adivinha-se complicada a tarefa. Excepção feita a casos flagrantes, não será fácil detectar quem vai a fumar (principalmente com os vidros fechados, exactamente a situação mais lesiva da saúde).

Será difícil, mas não impossível. O paralelismo que pode ser feito é o da proibição de falar ao telemóvel. E, aí, os números até são expressivos: dados fornecidos pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária reportam 57.866 autos de contraordenação em 2011, quase quatro por cento do total de 1.536.852 registados no ano passado.

Também no caso do telemóvel estamos a falar de um acto praticado num “espaço privado dentro do espaço público, a via pública”, como define o constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia. Fumar dentro do carro é, portanto, um acto em que “o Estado pode legislar” – “e aplaudo a iniciativa com “ambas as mãos”…”

Soluções pelo mundo

Jorge Bacelar Gouveia está convencido de que a iniciativa não será inconstitucional, uma vez que visa a “protecção de terceiros”, no caso, as crianças. “Só nestas circunstâncias se compreende e aceita uma lei destas, mas a saúde das crianças é motivo mais do que suficiente para a justificar”, elabora, recordando que outras leis similares, “como a obrigatoriedade de usar cinto de segurança ou capacete”, não mereceram contestação. “O interesse da criança tem de ser protegido”, concorda António José Fialho, fumador durante 14 anos e ex-fumador há outros tantos. “É o que pode salvar a constitucionalidade. Mas será sempre uma questão incómoda…”

Outra dúvida é o efectivo alcance da prometida lei. Embora alguns países já tenham proibido fumar ao volante em quaisquer circunstâncias, não há dados que justifiquem essa medida do ponto de vista da segurança rodoviária (ao contrário do que sucede com o cinto de segurança, o capacete, o álcool ou até o telemóvel). “Trata-se de um risco potencial e abstracto, o que dificultaria encontrar interesse superior em relação à protecção dos outros”, analisa António José Fialho.

O braço-de-ferro tem pendido para vários lados nos diversos locais em que os legisladores se debruçaram sobre o assunto. A proibição de fumar no interior dos automóveis na presença de crianças está a dar os seus primeiros passos a nível mundial. E nem sempre eles foram dados na mesma direcção.

Legislação nesse sentido já existe na África do Sul (menores de 12 anos), Austrália (para idades entre os 16 e os 18 anos, conforme os estados), Bahrein, Canadá (entre os 14 e os 19, conforme as províncias), Chipre (16), Emirados Árabes Unidos (12), EUA (em alguns estados, para idades até aos 18 anos) e Porto Rico (13). As ilhas Maurícias proíbem o tabaco a bordo desde que haja passageiros. Já a Escócia apenas bane o fumo em veículos comerciais de empresas.

Fúria antitabaco

A Finlândia, por seu turno, recuou: em 2009, o Ministério da Saúde avançou com a ideia, mas no ano seguinte o um comité do Parlamento travou a iniciativa, considerando que a decisão de fumar, ou não, no interior da viatura pertencia à esfera pessoal de cada cidadão. Decisões similares foram tomadas em vários estados dos EUA. O debate continua e promete novos episódios: para além de Portugal, a questão está a ser debatida na Irlanda e na Inglaterra, enquanto Holanda, Itália, Israel e Taiwan consideram mesmo a proibição total do fumo ao volante.

Em Portugal, nada pode ser, para já, dado como certo, nem sequer a aprovação no Parlamento – pelo menos se vários deputados da maioria retomarem posições assumidas aquando da apresentação da actual lei do tabaco, em 2007. Existe, em vários sectores, a sensação de que esta iniciativa era desnecessária.

“É uma lei emblemática”, elogia António José Fialho. “Do ponto de vista dos princípios”, o juiz é “a favor”. “Mas haveria outras coisas para legislar nesta área do tabaco. A lei actual é positiva, conduziu a alterações de comportamento – era melhor trabalhar na sua implementação do que entrar em áreas de difícil fiscalização e duvidosa eficácia.” Ainda para mais quando “os maus exemplos vêm de cima”, reforça Carlos Pinto Abreu: “Já vi fumar no Parlamento. Aparece gente a dar entrevistas de cigarro na mão… Passamos o tempo a discutir coisas assessórias e não vamos às essenciais.”

Em blogues e artigos de opinião, há vozes que questionam esta fúria legisladora contra o tabaco. O que virá a seguir? A proibição de fumar em casa? Regressando ao estudo da Universidade do Minho, este é um cenário ainda mais defensável: se havia quase 30% de crianças a relatar terem sido sujeitas ao fumo passivo dentro do carro, esse número sobe para mais de um terço (33,9%) em casa – 15,8% diariamente e 18,1% ocasionalmente. E “está comprovado que a prevalência de doenças respiratórias nas crianças, incluindo a asma, tem muito a ver com a exposição ao fumo passivo”, alerta Francisco Georges.

Não é só o tabaco, contrapõem os críticos. E os gases de escape? Vamos proibir as crianças de andarem na rua, sabendo que há cidades, como Lisboa, em que os valores de poluição atmosférica superam os níveis considerados seguros para a saúde pública? É todo um mundo de questões em aberto. “E proibir todas as grávidas de fumar?”, provoca Carlos Pinto Abreu. “É um problema ainda mais grave…”

 

Fumar no carro com crianças vai ser proibido

Abril 17, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 11 de Abril de 2012.

Por João d´Espiney

O ministro da Saúde anunciou esta quarta-feira que o Governo vai avançar com a “restrição de fumar em ambientes fechados de modo mais abrangente, incluindo a proibição de fumar em veículos de transporte fechados quando transportem crianças”.

Falando no Parlamento no âmbito de uma interpelação do PS sobre política de saúde, Paulo Macedo revelou ainda que o Ministério vai também exigir a colocação de “advertências mais explícitas nas embalagens que mostrem e exemplifiquem as consequências do tabagismo na saúde”.

A promoção de acções de formação nas escolas e a limitação progressiva dos locais de venda são outras das medidas em preparação no Ministério.

Paulo Macedo justificou estas medidas “dado o impacto positivo, embora ainda limitado, das recentes alterações legislativas na redução do consumo de tabaco e da exposição ao fumo”.

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