Workshop ABC da Segurança – Como transportar o bebé no automóvel – 23 julho em Aveiro

Julho 20, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/1841204019518280/

Não deixe a criança no carro, mesmo que esteja à sombra e de vidros abertos

Junho 6, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 24 de maio de 2018.

Vera Novais

Já se sabe que um carro parado ao sol se torna uma autêntica estufa. Se o volante pode ultrapassar os 50ºC, imagine as consequências que pode ter na saúde e vida de uma criança.

Todos os anos, mais do que uma vez, se ouvem relatos de pais que se esqueceram dos filhos dentro dos carros ou os deixaram deliberadamente no interior enquanto iam às compras. Umas das situações mais recentemente noticiada aconteceu nos EUA: um pai esqueceu-se de deixar a criança na creche e seguiu direto para o trabalho. Só quando a mãe chegou à creche no fim do dia se apercebeu que a criança não tinha ido. A criança foi encontrada sem vida, como em muitos casos deste tipo.

Preocupados com este problema, especialmente em dias de calor, uma equipa norte-americana publicou na revista Temperature, esta quarta-feira, um artigo sobre as temperaturas que podem ser atingidas dentro de um carro que seja deixado ao sol durante uma hora. A conclusão é que basta uma hora no carro ao sol para que uma criança sofra uma insolação.

“Nos últimos 18 anos, morreram entre 30 a 60 crianças anualmente, nos Estados Unidos, devido ao calor extremo por terem sido deixadas sem vigilância num carro ao sol”, escrevem os autores no início do artigo. “Com frequência, as crianças são simplesmente esquecidas (54% das mortes) ou estão a brincar nos carros sem vigilância (28%), mas 17% das situações são intencionais.”

É provável que já tenha ficado parado numa fila de trânsito em dias de calor e sentido que nem os vidros abertos ajudam a diminuir o calor que se faz sentir dentro do veículo. Às vezes, nem mesmo os dias enublados ajudam a que o efeito estufa dentro do veículo seja menor. Os autores referem que bastam cinco minutos com uma temperatura ambiente de 30 graus Celsius para a temperatura interior do carro chegar aos 57-68ºC. Se, como adulto, já sente as dificuldades de enfrentar estas temperaturas, imagine as consequências numa criança. Se quer outro exemplo, lembre-se de como é difícil tocar no volante, no manípulo das mudanças ou até sentar-se no banco depois de ter deixado o carro umas horas ao sol.

Comparação das temperaturas a que podem chegar as estruturas no interior de um veículo num dia de sol (em cima) ou enublado (em baixo) quando a temperatura exterior é de 37ºC — Vanos et al. (2018) Temperature

Por oposição aos adultos, as crianças têm uma maior área de exposição (pele) quando comparada com a massa do corpo e também uma maior produção de calor por unidade de massa corporal, o que significa que aquecem e aumentam a temperatura interior mais rapidamente, além de terem mais dificuldade em arrefecer. Como agravantes para a situação de vulnerabilidade das crianças está a dificuldade que têm em comunicar o desconforto que sentem e o facto de, frequentemente, adormecerem durante as viagens.

“Quando se coloca uma pessoa dentro destes carros quentes, elas começam a libertar humidade no ar [pela respiração e transpiração]. Quando há mais humidade no ar, as pessoas têm mais dificuldade em arrefecer através da transpiração porque o suor não evapora tão rapidamente”, ilustra Nancy Selover, co-autora e climatóloga no estado do Arizona.”

Temperaturas interiores de 40ºC para os grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos, e 42ºC para adultos, são as temperaturas limite e estão relacionadas com os problemas de saúde verificados em situações de calor extremo. A investigação mostrou que os carros estacionados à sombra e ao sol (num dia de verão no Arizona) podiam chegar aos 39,5ºC e 47,6ºC, respetivamente. Isto significa que uma criança de dois anos deixada no interior do carro poderia subir a sua temperatura interior para 38,2ºC e 39,1ºC, respetivamente, ao fim de uma hora. [De lembrar que a temperatura interior normal é 36-37,5ºC.] É fácil perceber que ao fim de duas horas já haveria consequências muito graves para a saúde.

“Esperamos que estes resultados possam ser usados para aumentar a sensibilização e prevenção da insolação pediátrica em veículos e a criação e adoção de tecnologia dentro dos veículos para alertar os pais das crianças que ficaram esquecidas”, disse Jennifer Vanos, investigadora na Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia (San Diego) e primeira autora do artigo.

 

Mais de 76% das crianças do 1.º ciclo vão para a escola de carro

Janeiro 1, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://sicnoticias.sapo.pt/ de 20 de dezembro de 2017.

Mais de 76% das crianças portuguesas do 1.º ciclo vão para a escola de carro. Menos de 18% deslocam-se a pé ou de bicicleta, com a maioria dos pais a considerar o trajeto inseguro.

O sistema de vigilância que analisa o estado nutricional infantil divulga hoje os seus resultados relativos a 2016, integrando também uma avaliação sobre a atividade física e sobre os comportamentos sedentários por parte das crianças. A percentagem de crianças que se deslocam de automóvel para a escola cresceu significativamente de 2008 para 2016, passando de 57% para mais de 76%.

No último ano analisado, mais de 64% dos encarregados de educação consideraram que o caminho de ida e regresso da escola não era seguro, sendo as regiões Centro, da Madeira e dos Açores as que têm maior percentagem de pais a considerarem os trajetos inseguros para as crianças se deslocarem a pé ou de bicicleta.

Além de questionarem as famílias, os investigadores do estudo coordenado pelo Instituto Doutor Ricardo Jorge perguntaram também às escolas como avaliam os acessos aos recintos escolares.

Pouco mais de metade (51,4%) das escolas considerou a acesso à escola seguro, sendo novamente na Madeira e nos Açores que se detetou uma maior percentagem de escolas a considerar o caminho de casa para a escola como inseguro.

Para o estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI) foram avaliadas 6.745 crianças de 230 escolas portuguesas do 1.º ciclo do ensino básico (dos 6 aos 8 anos de idade).

Lusa

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2016

 

Leva crianças no carro e fuma? Em Itália isso pode custar-lhe €500 de multa

Fevereiro 26, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 4 de fevereiro de 2016.

SHAILESH ANDRADE  REUTERS

Parlamento italiano combate os “maus fumadores” em nome do ambiente e da saúde pública. Há multas pesadas previstas para diversos casos.

Há uma polémica acesa em Itália, depois de Parlamento ter aprovado um pacote de medidas de combate aos fumadores indisciplinados. Estes poderão enfrentar multas até 500 euros, punições apertadas que visam diminuir um grave problema da saúde pública italiana.

As novas leis proíbem, por exemplo, que se fume em espaços públicos fechados – escritórios, cafés, cinemas ou instalações médicas. Fumar no carro com crianças ou perto de grávidas passa a ser também alvo de sanção.

Atirar beatas para o chão também é proibido nas cidades italianas, como parte de uma lei separada de combate ao lixo na via pública. Já quem vender tabaco a menores ficará sem licença.

A este combate aos “maus fumadores” junta-se um investimento de 35 milhões de euros na diminuição da extrema poluição do ar que atormenta as grandes cidades italianas – em algumas, até as tradicionais pizzarias foram afetadas, deixando de ser feitas em fornos de lenha para ajudar no combate. Só em Roma são fumados 11 milhões de cigarros por dia, o que se traduz em custos avultados para a poluição e limpeza das ruas da cidade.

As medidas têm inspiração nas leis comunitárias de combate ao tabagismo e, inclusive, vão mais longe do que as aplicadas em Portugal, onde há exceções à norma que proíbe o fumo em espaços públicos.

Os números indicam a existência de 10,3 milhões de fumadores em Itália, perto de 19% da população. Estima-se que ocorram no país entre 700 a 800 mil mortes por ano ligadas ao excessivo consumo de tabaco.

 

 

 

Inglaterra proíbe fumar em carros com crianças a partir de hoje

Outubro 2, 2015 às 11:51 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://lifestyle.sapo.pt/ de 1 de outubro de 2015.

Nuno Noronha

Fumar num carro com crianças a bordo passou a ser proibido em Inglaterra e no País de Gales.

O objetivo é reduzir a exposição ao fumo passivo nos automóveis, que afeta cerca de 430.000 crianças dos 11 aos 15 anos, segundo a British Lung Foundation, uma organização não-governamental britânica.

A nova lei entrou em vigor esta quinta-feira e os infratores estão sujeitos a uma coima de 50 libras esterlinas (cerca de 68 euros).

Segundo a British Lung Foundation, um cigarro aceso num carro promove uma concentração de fumo 11 vezes superior à de um bar com fumadores.

Segundo a nova lei, se uma pessoa fumar dentro de um carro onde haja um menor de 18 anos, tanto o fumador como o condutor são sujeitos a uma multa. Não importa se as janelas estão abertas ou se o veículo tem teto de abrir.

Outros países como a França, Austrália e Canadá já adotaram leis semelhantes.

artigo do parceiro: Nuno Noronha

 

 

Transporte Seguro de Crianças nos automóveis – Vídeos da GNR

Julho 2, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Porque a segurança das nossas crianças é uma prioridade, vamos dedicar a nossa página do facebook este fim de semana a mostrar-lhe a forma correta de as transportar no seu carro.

visualizar os vídeos na página do Facebook da GNR

0-12 MESES

https://www.facebook.com/GuardaNacionalRepublicana/videos/784522868312101/

1-2 ANOS

https://www.facebook.com/GuardaNacionalRepublicana/videos/784526284978426/

2-6 ANOS

https://www.facebook.com/GuardaNacionalRepublicana/videos/784530794977975/

6-12 ANOS

https://www.facebook.com/GuardaNacionalRepublicana/videos/784531618311226/

 

Transporte de Crianças no seu Automóvel – Conselhos da PSP

Novembro 10, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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psp

O artigo 55.º do Código da Estrada foi alterado com a última revisão legislativa. Fruto dessa alteração, têm sido suscitadas inúmeras dúvidas sobre o “transporte de crianças” nos automóveis, principalmente os ligeiros de passageiros. Considerando a premência de um correto esclarecimento, junto anexamos uma imagem que pretende responder às questões que nos foram feitas. Partilhem por favor e nunca se esqueçam que a segurança das crianças, começa por si. Boa viagem.

CÓDIGO DA ESTRADA

 

Em média morrem por ano 38 crianças norte-americanas esquecidas nos carros

Julho 31, 2014 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 26 de julho de 2014.

Público arquivo

AFP

Esquecer uma criança adormecida, no interior do carro, ao sol, é o pesadelo de muitos pais. Mas é um facto que acontece com alguma frequência, pelo menos nos EUA. Entre 1998 e 2013 morreram, em média naquele país, 38 crianças de ataque cardíaco, trancadas dentro de automóveis. A maioria era menor de cinco anos.

Só estes ano, 17 crianças morreram nestas circunstâncias, o que levou as autoridades a lançar uma campanha nacional pedindo aos pais e outros familiares a nunca deixar as crianças sozinhas num carro. “Todos os Verões revivemos o mesmo pesadelo”, lamenta o responsável norte-americano dos Transportes, Anthony Foxx, pai de duas crianças, durante o lançamento da campanha “Onde está o bebé? Olhe antes de fechar o carro”.

Um carro fechado é perigoso e para o ilustrar, foi colocado um termómetro no interior de um veículo estacionado nas ruas de Washington. No interior do automóvel estavam 35º, enquanto na rua, com o céu enublado estavam 25º. Além disso, a temperatura do corpo das crianças pode subir cinco vezes mais rápido do que a de um adulto, explica a pediatra Leticia Manning Ryan, do Hospital Johns Hopkins, em Baltimore. “Quando a temperatura interna de uma criança chega aos 40º, os principais órgãos começam a colpapsar, e se a temperatura chegar a 41,7º, a criança pode morrer”, acrescenta.

As autoridades sublinham que 29% das crianças que morreu de ataque cardíaco trancadas num carro entrou no veículo sozinha; mas a maioria dos casos (52%) foram simplesmente esquecidas por adultos. Na maioria das vezes, as crianças são esquecidas porque os seus pais ou outros cuidadores estão stressados e têm lapsos de memória, justifica Anthony Foxx. “Nos registros que temos, muitas vezes é a fadiga que leva a esse tipo de tragédia”, sublinha.

Num inquérito feito online, 11% dos pais norte-americanos, dois terços de homens admitiram ter esquecido, pelo menos uma vez, uma criança num carro – isso representa mais de 1,5 milhões de pais.

Há dois anos, a agência norte-americana para a segurança rodoviária (NHTSA) estudou três sistemas que poderiam detectar a presença de crianças em veículos fechados. Contudo, o seu desempenho não foi satisfatório. Mais de 5800 pessoas já assinaram uma petição online para pedir ao presidente Obama mais financiamento para a investigação sobre este tema. “Infelizmente, ainda não existe tecnologia”, admite o administrador da NHTSA, David Friedman.

Enquanto isso, aos adultos mais distraídos é aconselhado que deixem na parte detrás do carro, ao lado dos filhos, algo para que olhem automaticamente mal cheguem ao seu destino. Por exemplo, o telemóvel, o portátil ou uma mala. Aos transeuntes que vejam uma crianças dentro de um automóvel é aconselhado que avisem as autoridades ou partam uma janela.

mais informações:

http://www.nhtsa.gov/About+NHTSA/Press+Releases/2014/Foxx-urges-parents-public-to-help-prevent-child-heatstroke-deaths

 

 

 

 

Apenas metade das crianças são transportadas correctamente no automóvel

Julho 11, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do i de 4 de julho de 2014.

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Por Agência Lusa

No que diz respeito à utilização correta da cadeirinha, esta tem-se mantido mais ou menos estável desde 2005, com algumas flutuações anuais não muito relevantes

Mais de 85% das crianças viajam no automóvel com cadeirinha, mas apenas metade são transportadas corretamente, segundo um estudo da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), hoje divulgado.

Desde 1996 que a APSI realiza um estudo de observação sobre a forma como as crianças até aos 12 anos são transportadas em veículos ligeiros de passageiros nas autoestradas, com o objetivo de avaliar a evolução da taxa de utilização de sistemas de retenção (cadeirinha) e a taxa de utilização correta destes sistemas.

Segundo o estudo, 14% do total das crianças observadas viaja sem qualquer proteção (ao colo ou à solta), sendo que, no grupo das crianças mais velhas, dos quatro aos 12 anos, esta percentagem é mais elevada.

Das crianças que utilizam cadeirinha (86%), apenas 51% são transportadas corretamente.

A utilização da cadeirinha é mais elevada entre os zero e os três anos (91% contra 85%, no grupo dos quatro aos 12 anos).

Face a 2012, o estudo verificou um aumento ligeiro da taxa de utilização de sistemas de retenção para crianças no grupo etário dos quatro aos 12 anos (82,1% em 2012, 84,5% em 2013).

Nas crianças mais pequenas, a taxa de utilização de cadeirinhas baixou cerca de dois por cento (de 92,8% para 90,8%).

A associação sublinha que, ao longo dos 17 anos, foi verificada “uma subida progressiva da utilização” dos sistemas de retenção, que se acentuou entre 2004 e 2005, sobretudo no grupo das crianças entre os quatro e os 12 anos.

“Desde então, tem havido algumas flutuações muito ligeiras, mas com uma tendência constante de crescimento”, salienta.

No que diz respeito à utilização correta da cadeirinha, esta tem-se mantido mais ou menos estável desde 2005, com algumas flutuações anuais não muito relevantes.

“Infelizmente, apenas metade das famílias que transportam as suas crianças com sistemas de retenção, o fazem de forma aparentemente correta”, sublinha a APSI.

O estudo de observação da APSI foi realizado a 01 de setembro do ano passado, em Lisboa, Pinhal Novo e Porto, com a colaboração da Brisa Auto-Estradas de Portugal, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

 

APSI alerta para situações de risco que podem matar crianças dentro de viaturas

Setembro 16, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Digital de 10 de Setembro de 2013.

 

Diário Digital

A presidente da Associação de Promoção da Segurança Infantil (APSI) alertou hoje para a existência de várias situações de risco que podem levar à morte de crianças dentro das viaturas e divulgou recomendações para as prevenir.

O alerta de Sandra Nascimento surge na sequência da morte de uma criança de oito anos, que foi encontrado inanimado na segunda-feira, por um familiar, dentro de um automóvel da família, em Castro Verde, Beja.

“A APSI não tem conhecimento de muitos casos de crianças que morrem dentro de um carro. Pelo menos, em Portugal parecem ser relativamente raros, apesar de poder haver outras situações que não são conhecidas”, disse à agência Lusa Sandra Nascimento.

A presidente da associação lembrou um caso relativamente recente de uma criança que estava numa festa de anos e teve acesso ao carro dos pais.

“Entrou, deve ter adormecido e acabou por falecer por estar demasiado tempo fechado dentro do carro”, contou.

Para evitar este tipo de situações, Sandra Nascimento disse que o veículo da família deve ficar sempre trancado quando for estacionado e as chaves colocadas num local inacessível às crianças.

“As crianças têm interesse em brincar no carro, para fingir que estão a conduzir, mas a viatura também pode ser um refúgio para algumas crianças”, disse a responsável, adiantando que algumas vezes as crianças também vão ao carro para ir buscar um brinquedo esquecido e acabam por ficar.

Nesse sentido, defendeu, “é importante que o acesso ao carro esteja limitado, mesmo quando está estacionado dentro da garagem ou no quintal”.

Sandra Nascimento advertiu também que as crianças nunca devem ser deixadas sozinhas no carro, “nem por breves instantes”.

“Muitas vezes, a criança é deixada no carro porque está dormir e os pais vão apenas fazer uma compra ou dar uma volta supostamente rápida, mas acontece que às vezes passa mais tempo do que foi avaliado inicialmente”, adiantou.

Nesse tempo, advertiu, pode acontecer uma situação de sobreaquecimento no interior da viatura e a criança acaba por falecer por falência respiratória.

Em Portugal, foi apenas registado um caso destes, mas noutros países é mais comum, observou.

“São situações distintas que devem ser prevenidas de forma diferente”, adiantou Sandra Nascimento, recomendando: “Nunca se deve deixar a criança sozinha no carro, por pouco tempo que seja, nem deixar o carro aberto ou a chave num local acessível”.

Relativamente ao esquecimento das crianças no carro, a responsável lembrou algumas recomendações da Aliança Europeia de Segurança Infantil que podem servir de lembrete, como pôr uma chucha, a fralda ou um boneco ao lado do condutor ou colocar no banco de trás um objeto muito importante, como a chave de casa.

Há outras situações associadas à brincadeira que também podem ocorrer, como a criança destravar o carro, uma situação que ocorreu há alguns anos e a viatura caiu numa ravina, ou ficar presa no vidro elétrico.

Pode também acontecer a criança sair do carro para ir à procura dos pais e acabar por ser atropelado, frisou.

Segundo a GNR, o menino que morreu na segunda-feira tinha chegado à sua residência, em Castro Verde, cerca das 13:30, após uma viagem de automóvel com os familiares, “tendo todos saído do carro”.

A mesma fonte adiantou que cerca das 17:00 os familiares deram por falta da criança, que foi depois encontrada inanimada dentro do veículo. As causas só serão apuradas após a autópsia.

Diário Digital com Lusa

 

 

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