Guias didáticos para trabalhar as inteligências múltiplas

Maio 18, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do blog http://blogue.rbe.mec.pt/ de 31 de março de 2017.

[…] Howard Gardner é um psicólogo, investigador e professor da Universidade de Harvard, conhecido no âmbito científico pelas suas investigações nas análises das capacidades cognitivas e por ter formulado a teoria das inteligências múltiplas, à qual contrapõe décadas de práticas pedagógicas dado que a realidade é que, na grande maioria das escolas, se adaptam e desenrolam currículos uniformes nos quais os alunos hão de estudar as mesmas disciplinas apresentadas de idêntica forma. […]

Estes materiais didáticos foram elaborados pela Fundación Mapfre:

Introducción
Inteligencia CORPORAL
Inteligencia EMOCIONAL
Inteligencia ESPACIAL
Inteligencia LINGÜÍSTICA
Inteligencia MATEMÁTICA
Inteligencia MUSICAL

Inteligencia NATURALISTA

Inteligencias Múltiples y la Escuela Inclusiva
Inteligencias Mútiples y Aprendizaje Cooperativo
Inteligencias Múltiples y Pensamiento Estratégico
Inteligencias Múltiples y Neurodidáctica (VIDEO)
Inteligencias Múltiples y Creatividad
Inteligencias Múltiples y Competencias
Inteligencias Múltiples y TIC

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O Pineco – jogo educativo multiplataforma gratuito para alunos do 1º ciclo ( 3º e 4º ano)

Outubro 21, 2015 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Texto do site http://aprendercomosdedos.com de 30 de setembro de 2015.

pineco

O Pineco é um jogo educativo multiplataforma, gratuito, desenvolvido a pensar nas necessidades dos alunos do 1º ciclo ( 3º e 4º ano) para os ajudar a consolidar os conteúdos de diversas disciplinas, de uma forma lúdica!

Este projeto desenvolvido pelo Núcleo de Tecnologias Educativas, da Direção Regional de Educação, no âmbito do projeto ProRE, oferece três jogos educativos: O Pineco Português, O Pineco Matemática e O Pineco Estudo do Meio, com três níveis de dificuldade distintos.

Segundo o site da plataforma, o Pineco é um “jogo educativo multiplataforma, com o objetivo de estimular diversas capacidades cognitivas das crianças, como a concentração, memória, leitura, léxico; e oferecer experiências enriquecedoras de acordo com os tempos em que vivemos”.

Tudo isto com a vantagem de permitir aos docentes a adaptação do jogo à sua prática pedagógica, ou seja, o jogo terá a possibilidade de ser reeditado: o docente poderá construir as suas próprias questões consoante a sua realidade educativa.

Para aceder à aplicação, apenas terá de entrar no portal do projeto ProRED, através de qualquer dispositivo móvel (smartphone e/ou tablet).

PRORED obedece às orientações curriculares propostas pelo Ministério de Educação para a Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico. O projeto nas abordagens que apresenta, em momento algum, pretende esgotar-se em si mesmo, pelo contrário, é um projeto que pretende reunir recursos educativos digitais, onde os docentes, pais, encarregados de educação e demais interessados se podem apoiar nas suas estratégias/ atividades educativas.

Para mais informações, consulte o portal da aplicação e do projeto: Pineco (http://prored.educatic.info/pineco/)

ProRED (http://prored.educatic.info/)

 

Os desenhos de uma criança podem dizer muito sobre sua inteligência

Março 13, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://revistagalileu.globo.com  de 20 de agosto de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Genes Influence Young Children’s Human Figure Drawings and Their Association With Intelligence a Decade Later

flickr creative commons clappstar

Tem filhos, irmãos mais novos, sobrinhos? Dê uma olhada no caderno de desenho dos pimpolhos. Um estudo de longo prazo feito pelo King’s College London mostrou que há uma relação entre o detalhamento dos desenhos dos pequenos e sua inteligência.

Para chegar a essa conclusão, eles analisaram mais de 7700 pares de gêmeos (idênticos e não idênticos) de quatro anos. Durante a análise, eles pediam que as crianças desenhassem alguém da idade delas. Então, os cientistas observavam o detalhamento do desenho. Quanto mais características o retrato tinha (cabelo, roupa, braço, dedos), mais pontos eram atribuídos ao desenho. Depois os gêmeos passavam por um teste simples de habilidades cognitivas. E aqueles que faziam desenhos mais detalhados também tiravam notas mais altas em testes verbais e não verbais que buscavam analisar sua inteligência.

Depois de dez anos, quando os gêmeos completavam 14 anos, eles eram chamados novamente para a análise. E, de novo, aqueles que fizeram desenhos mais detalhados aos quatro anos de idade, também tiveram melhores resultados em provas de análise cognitiva. Ou seja, o detalhamento do desenho das crianças era um fator capaz de ‘prever’ sua inteligência a longo prazo.

Além disso, pesquisadores descobriram que os desenhos de gêmeos idênticos eram mais parecidos do que desenhos de gêmeos dizigóticos, sugerindo que a maior similaridade genética também tem um papel na percepção do mundo – embora o mecanismo dessa ação ainda não seja conhecido.

Via Time

 

 

 

Crianças autónomas têm habilidades cognitivas superiores

Fevereiro 5, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site  http://noticias.universia.es  de 22 de janeiro de 2015.

A notícia original da Université de Montreal  é a seguinte:

Autonomous tots have higher cognitive skills

Universia

Los niños autónomos tienen mayores habilidades cognitivas

Un nuevo estudio canadiense sustenta la teoría de los padres como claves para fomentar la autonomía de sus hijos a través de la realización de tareas, y por consiguiente, mejorar sus habilidades cognitivas.

Los niños de madres que son capaces de apoyar su desarrollo y autonomía suelen presentar habilidades cognitivas elevadas. Así lo afirma el estudio liderado por investigadores de la Universidad de Montreal, quienes analizaron la función ejecutiva, que refiere a un amplio rango de procesos cognitivos claves para el funcionamiento cognitivo, social y psicológico.

“Hemos demostrado que la función ejecutiva en los niños se relaciona con la habilidad de la madre de apoyar su autonomía. El apoyo de la autonomía incluye cosas como enseñar a los niños resolución de problemas, tomando en cuenta la perspectiva de los niños y asegurándose que tome un rol activo para completar las tareas”, sostiene la líder del estudio, CéliaMatte-Gagné.

Señala además que “lo más importante es que el estudio muestra que no se trata solamente de un buen comienzo. Si bien muchos estudios han confirmado que el apoyo maternal es crítico, unos pocos han observado cómo estas habilidades pueden cambiar con el tiempo y el efecto que podrían tener”.

En qué consistió el estudio?

El estudio contó con la participación de 78 madres y sus hijos, a quienes los investigadores visitaron en sus casas en 2 ocasiones diferentes, una a los 15 meses del nacimiento del bebé, y nuevamente a los 3 años, ambas de 60 a 90 minutos de duración.

En las visitas se les pidió a las madres que ayudasen a sus hijos a completar actividades que eran ligeramente complicadas para realizar por sí mismos (construir una torre o completar puzles en la primera visita, y ordenar bloques en la segunda visita). Las actividades tomaron 10 minutos y fueron grabadas para evaluar luego con mayor precisión.

La función ejecutiva fue evaluada a los 3 años a través de una serie de juegos adaptados que revelan la habilidad del niño de postergar la gratificación, la capacidad de memorizar y de pensar en múltiples conceptos de forma simultánea.

Los puntajes más elevados fueron conseguidos por los niños cuyas madres fueron capaces de promover una conducta autónoma, entretanto quienes no lo hicieron lograron una calificación menor.

Sin embargo, no hay un momento que haya sido especialmente importante para su desarrollo. “Se le debe otorgar especial importancia a la estabilidad en la conducta de los padres cuando intentan predecir el desarrollo futuro de sus hijos”, explica Matte-Gagné.

“Este estudio plantea la posibilidad de que la función ejecutiva del niño pueda requerir no sólo una crianza de alta calidad sino además una calidad consistente. Esto lo sugiere la asociación entre el puntaje compuesto del apoyo a la autonomía y la función ejecutiva del niño, así como por el hecho de que las diferencias más notables se observaron entre los niños con un alto y consistente nivel de autonomía a lo largo del tiempo y los de un bajo nivel”, señala.

Fonte: Universidad de Montreal

Autor: Universia España

Uma hora de exercício físico diário melhora a capacidade de concentração das crianças

Outubro 16, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 30 de setembro de 2014.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Impact of the FITKids Physical Activity Intervention on Adiposity in Prepubertal Children

nuno andr

“O meu filho não se concentra a fazer os trabalhos de casa”; “A minha filha distrai-se com tudo no momento de estudar”. Se é dos pais que costuma dizer estas frases, inscreva o seu filho num desporto e leia as próximas linhas, investigadores americanos dizem ter encontrado a solução para o problema ou, pelo menos, para menorizar os seus efeitos.

Cientistas americanos descobriram que o exercício físico depois das aulas pode melhorar a atenção e as capacidades cognitivas de crianças entre os sete e os nove anos. O estudo da Universidade de Ilinóis foi levado a cabo com 221 crianças durante nove meses.

Os resultados publicados na revista Pediatrics foram claros, aqueles que praticaram uma hora de exercício físico a seguir à escola melhoraram a capacidade de prestar atenção, evitar distrações e mudar de tarefas ou de matérias. Os exercícios foram desenhadas de acordo com as atividades que as crianças normalmente gostam, como por exemplo, apanhada, jogo do mata. O programa chama-se ‘FITKids’  e vai passar a ser incluída nos programas das escolas públicas americanas pela mão do Instituto Nacional de Saúde.

Durante as atividades diárias as crianças usaram monitores de ritmo cardíaco e pedómetros, sendo que o ritmo cardíaco das crianças adaptava-se perfeitamente à intensidade do exercício e ao fim de 70 minutos as crianças deram uma média de 4,500 passos.

Embora os resultados sejam significativos os investigadores não analisaram a influencia da interação social com outras crianças nas melhorias apresentadas. Também na Universidade da Georgia outro estudo provou que a combinação de interação social e exercício físico tinham uma forte influência na atividade cognitiva, superior aquela unicamente estimulada pela interação social.

Este estudo é mais um motivo para os pais tirarem as crianças de casa uma vez que os investigadores dizem que é o melhor de dois mundos por um lado, trabalha-se com a socialização das crianças por outro, com a saúde. E talvez uma prova de que os gregos tinham razão: “Mente sã em corpo são”.

 

 

 

Desenhos de uma criança podem determinar a sua inteligência

Setembro 11, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://www.chiadomagazine.com de setembro de 2014.

Mais informações e o estudo indicado no texto na notícia original Children’s drawings indicate later intelligence

chiado magazine

Um estudo feito pelo King’s College London mostra-nos que existe uma relação muito próxima entre o nível de detalhes de um desenho de uma criança e a sua inteligência, conclusão atingida depois de analisar mais de 7700 pares de gémeos (idênticos e não idênticos) de quatro anos.

Durante a análise, os cientistas pediram que as crianças desenhassem alguém da idade delas. Depois disso verificavam o nível de detalhe do desenho. Quantos mais características tinha o retrato (cabelo, roupa, olhos, braços, dedos) mais pontos eram atribuídos.

Depois disso, os pares de gémeos passavam por um teste muito simples de habilidades cognitivas. Aquelas que faziam os desenhos mais detalhados tiraram sempre as notas mais altas em testes verbais e não verbais, que procuravam testar a sua inteligência.

Dez anos depois, quando as crianças completavam 14 anos, eram chamados novamente para testes. Novamente, aqueles que fizeram os desenhos mais detalhados com apenas quatro anos, tiveram melhores resultados em provas de análise cognitiva. Ou seja, os detalhes do desenho de uma criança são uma forma de supor a sua inteligência a longo prazo.

Além disso, os pesquisadores concluíram que os desenhos de gémeos idênticos tinham mais parecenças do que os desenhos de gémeos dizigóticos. Sugerindo por isso, que a maior similaridade genética também tem um papel na semelhança de percepção do mundo.

 

Ambiente pós-natal determinante para prematuros

Setembro 4, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto da Pais & Filhos de 4 de agosto de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Cognitive Abilities in Preterm and Term-Born Adolescents

pais & filhos

Quando chegam à adolescência, os bebés que nasceram prematuros têm um cérebro com as mesmas capacidades que os bebés que nasceram de termo, sugere um estudo publicado no “The Journal of Pediatrics”.

Um estudo da Universidade de Adelaide, na Austrália, avaliou as capacidades cognitivas de 145 crianças pré-termo e de termo quando tinham 12 anos, tendo em conta as desvantagens sociais de cada uma por altura do nascimento e atualmente.

Os cientistas verificaram que o ambiente pré-natal influenciava a capacidade de os bebés prematuros superarem ou não o risco inicial de um desenvolvimento cerebral reduzido.

Ou seja, à partida, os bebés que nascem de termo têm melhores capacidades cognitivas, mas os bebés prematuros podem “apanhá-los” na adolescência, se tiverem um ambiente pós-natal saudável.

“Não sabemos exatamente como é que os diferentes fatores do ambiente habitacional ditam aspetos específicos do desenvolvimento cerebral. Contudo, sabe-se que a nutrição e que o enriquecimento através da estimulação física e intelectual parecem ter papéis fundamentais”, explicou Julia Pitcher, uma das autoras do estudo.

 

 

 

El entrenamiento musical mejora la inteligencia de los niños?

Julho 31, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site  http://www.psyciencia.com de 12 de dezembro de 2013.

psyciencia

Por David Aparicio

El beneficio más citado relacionado con el entrenamiento musical es que “estudiar música en la infancia mejora la inteligencia”. Esta creencia se ha propagado incluso dentro de la comunidad científica pero, en realidad, existe muy poca evidencia que apoye la idea de que recibir clases de música durante la infancia puede mejorar el desarrollo cognitivo.

Este fue el hallazgo de un estudio aleatorio controlado realizado por investigadores de Harvard y publicado ayer en la revista PLOS ONE (Puedes bajar el PDF completo).

El candidato doctoral en dicha universidad y codirector de la investigación, Samuel Mehr, explicó que esta creencia puede ser rastreada a un solo estudio publicado en la revista Nature. En ella los investigadores denominaron “Efecto Mozart” al resultado que se encontró en los participantes que se desempeñaron mejor en las tareas espaciales luego de haber escuchado música.

Sólo uno mostró un efecto claramente positivo

Unos años más tarde este estudio fue desmentido, pero la noción de que simplemente escuchar música puede hacer a alguien más inteligente se propagó y se adhirió rápidamente a la creencia popular. Esto según Mahr, estimuló una serie de estudios de seguimiento que se concentraron en los beneficios de las clases musicales.

Pero, cuando Mahr y sus colegas revisaron la literatura científica, encontraron que sólo cinco estudios utilizaron ensayos aleatorios controlados (el mejor estándar para determinar los efectos causales). Y de los cinco estudios, sólo uno mostró un efecto claramente positivo, sin embargo, era tan pequeño (solo 2.7 puntos de incremento en el CI) luego de un año de entrenamiento musical que fue apenas estadísticamente significativo.

Para evaluar la relación entre el entrenamiento musical y la cognición, Mehr y su equipo reclutaron a 29 padres y sus hijos de 4 años de edad. Se les aplicó una prueba inicial de vocabulario y a los padres se les presentó una prueba de aptitud musical. Después de esto, cada participante fue asignado por medio del azar a una de las dos clases: una de entrenamiento musical y otra que se abocaría en las artes visuales.

No se encontró evidencia de beneficios cognitivos a causa del entrenamiento musical

A diferencia de los primeros estudios, Mehr y sus colaboradores controlaron el efecto que podrían tener diferentes maestros y utilizaron escalas especialmente diseñadas para evaluar cuatros áreas específicas de conocimiento, vocabulario, matemáticas y dos áreas espaciales, ya que estas escalas son más sensitivas que las pruebas tradicionales de CI.

Al analizar los resultados, no se encontró evidencia de beneficios cognitivos a causa del entrenamiento musical.

Mientras que los dos grupos se desempeñaron parecido en vocabulario y en la tareas de estimación de números, las evaluaciones mostraron que los niños que recibieron entrenamiento musical  se desempeñaron levemente mejor en una tarea espacial, mientras que aquellos que recibieron entrenamiento de artes visuales se desempeñaron mejor que los otros.

Sin embargo, la investigación tenía una importante limitación, sólo contaron con 15 niños en el grupo musical y 14 en el grupo de la artes visuales. Esto provocó que los efectos fueran tan pequeños y que su significación fuera marginal.

Ninguno fue lo suficientemente grande como para ser estadísticamente significativo

Para replicar el estudio, Mehr y su equipo diseñaron un segundo estudio, donde reclutaron a 45 padres e hijos. La mitad de ellos recibió entrenamiento musical y la otra mitad no recibió entrenamiento.

¿Que se encontró? Al igual que el primer estudio, no se halló evidencia de que el entrenamiento musical ofrezca algún beneficio. Más aún, no se encontraron diferencias significativas entre los grupos, incluso cuando los resultados se agruparon para permitir una comparación entre el efecto del entrenamiento musical, el entrenamiento en las artes visuales y el no entrenamiento.

“Hubo pequeñas diferencias entre el rendimiento de los grupos, pero ninguno fue lo suficientemente grande como para ser estadísticamente significativo. Incluso cuando utilizamos los análisis estadísticos más precisos disponibles”, agregó Mehr.

(Artículo relacionado: Beneficios de la formación musical)

Estos datos nos permiten pensar que el “Efecto Mozart” es un mito. Sin embargo, esto no quiere decir que no le debamos enseñar música a nuestros hijos. La música tiene un valor en sí misma, es una expresión exclusivamente humana que permite expresar nuestras emociones, nuestra creatividad e incluso puede enseñar a nuestros hijos disciplina y concentración.

Fuente:News Harvard Imagen: flickrized (Flickr)

 

 

 

Crianças amamentadas são mais inteligentes

Agosto 19, 2013 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Sapo Crescer de 30 de Julho de 2013.

As crianças que foram amamentadas durante mais tempo na infância tiveram melhores resultados em testes de inteligência e linguagem aos três e aos sete anos de idade, indica novo estudo.

Investigadores norte-americanos descobriram que para cada mês extra que as mães amamentaram, os filhos obtiveram melhores resultados em testes de inteligência e linguagem – embora não em testes de capacidades motoras e de memória.

«Dado o tamanho do benefício, esta informação pode ser útil para as mães que estão a tentar tomar decisões sobre a duração do período de amamentação, já que há muitos fatores que pesam nesta decisão», afirmou Mandy Belfort, que liderou o estudo no Children’s Hospital, em Boston (EUA).

«A mãe deve pesar isto juntamente com o tempo que a amamentação demora, bem como com o tempo que a afasta do trabalho e de outras obrigações familiares», acrescentou.

A investigadora declarou à agência Reuters que as descobertas apoiam as recomendações da Academia Americana de Pediatria e de outros grupos de aleitamento materno exclusivo até aos seis meses de idade, seguido de uma mistura de aleitamento e alimentos sólidos.

Testes de inteligência revelam dados curiosos

Para a realização do estudo, Mandy Belfort e a sua equipa analisaram 1312 mulheres do estado do Massachusetts que foram recrutadas durante a gravidez, entre 1999 e 2002, bem como os seus bebés.

As mães relataram se tinham ou não amamentado e, em caso afirmativo, que idade tinha o seu bebé quando pararam a amamentação. Os investigadores, então, aplicaram aos dois grupos de mulheres e crianças testes padronizados de inteligência. Em testes de linguagem aplicados aos três anos, as crianças do estudo obtiveram uma média de 103,7.

Uma vez que a inteligência das mães e de outros fatores familiares, incluindo os rendimentos, foram levados em consideração, os investigadores descobriram que a cada mês extra de amamentação estava relacionado com uma melhoria de 0,21 pontos no teste. As crianças que foram alimentadas somente com leite materno durante seis meses obtiveram uma média de três pontos a mais no teste de linguagem do que aquelas que nunca foram amamentadas, relata a equipa de Mandy Belfort no seu estudo agora publicado na revista JAMA Pediatrics.

Nos testes de inteligência, que incluíam a leitura e a escrita, aplicados aos sete anos, os resultados médios foram de 112,5 e cada mês extra de amamentação foi associado a uma melhoria de 0,35 pontos. Esses testes levam 10 a 20 minutos a serem concluídos e 100 é considerada uma pontuação média de todas as crianças.

Mandy Belfort afirmou que um pai ou um professor provavelmente não iria notar uma diferença de poucos pontos num teste de inteligência aplicado a uma criança. «Considero que a importância é mais ao nível de toda a população ou sociedade», declarou à Reuters. Se cada criança marcasse alguns pontos a mais, por exemplo, haveria menos crianças no extremo inferior do espectro a precisarem de ajuda extra, disse a investigadora.

Novo estudo é um passo em frente

A amamentação tem sido associada a um menor risco de eczema e de infeção do ouvido e do aparelho digestivo. Estudos anteriores também encontraram uma ligação à inteligência das crianças, mas não tiveram em consideração outras diferenças entre mãe que amamentaram e mães que não o fizeram.

Os investigadores disseram que o novo estudo dá um passo em frente, levando em conta a própria inteligência das mães e outros aspetos do ambiente doméstico das crianças.

«As dificuldades com qualquer estudo são: Quais são as capacidades intelectuais dos pais e será que isso faz alguma diferença?», afirmou Ruth Lawrence, investigadora da amamentação do University of Rochester Medical Center, em Nova Iorque.

«Os colegas mostraram muito claramente que, quando controlada para todos os parâmetros, a amamentação, ainda assim, está associada a um desenvolvimento intelectual mais elevado.»

Ruth Lawrence, que não esteve envolvida no novo estudo, disse que alguns componentes do leite materno – incluindo aminoácidos, ácidos gordos ómega-3 e colesterol – podem ser importantes para o desenvolvimento cerebral.

Maria João Pratt

Programas de Matemática: a luta entre a memorização e a compreensão

Julho 16, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 26 de Junho de 2013.

nelson garrido

Bárbara Wong

Evolução dos programas desde 1950 até aos nossos dias.

Aritmética, geometria e álgebra. Estas eram as matérias ensinadas na década de 1950. Depois disso, a Matemática evoluiu e mais do que a memorização, os programas caminharam para uma compreensão do processo matemático. Agora, lamentam muitos, há um regresso ao passado.

Em 1948 foram aprovados os programas de Matemática do 3.º ciclo do ensino liceal, os actuais 10.º e 11.º anos do secundário. A álgebra era “o mais importante”, recorda João Pedro da Ponte, investigador do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e um dos autores do programa de Matemática do ensino básico de 2007, entretanto substituído pelo novo, na passada semana.

Naquele tempo, a aritmética era estudada nos níveis de ensino mais elementares e, a partir do actual 3.º ciclo fazia-se a iniciação ao estudo da álgebra e geometria. Chegados ao secundário, os alunos trabalhavam a aritmética racional, “cujos métodos de estudo eram considerados os que mais se prestavam a criar no aluno hábitos de rigor científico”, escreve João Pedro da Ponte num texto sobre o currículo de Matemática no ensino secundário.

No final da década de 1950, o movimento da Matemática Moderna ganha força e consegue entrar nos currículos escolares de muitos países. Em Portugal, pela mão de José Sebastião e Silva, esta corrente é integrada de forma equilibrada, recorda Leonor Santos da Sociedade Portuguesa de Investigação em Educação Matemática (SPIEM). O matemático “tinha uma visão moderada” e a introdução foi feita com “muito cuidado”, corrobora João Pedro da Ponte. Esta é uma “matemática muito abstracta, carregada de símbolos”, continua o investigador.

Por essa razão, a Matemática Moderna não corre bem em muitos países, abrindo guerras entre os que a preconizam e os que defendem o que se ensinava antes. Os últimos acusam a Matemática Moderna de ter uma “terminologia pretensiosa” e reclamam o regresso ao ensino das competências básicas (em inglês back to basics). Ou seja, “o regresso ao cálculo, às contas e ao fazer de cor”, define João Pedro da Ponte.

Este movimento back to basics “encontrou forte oposição, logo desde o seu início, da parte da comunidade educativa”, recorda o investigador. “Há uma diferença de percepções sobre o que é aprender matemática”, confirma Leonor Santos. Os matemáticos seguem um caminho e os investigadores ligados à educação outro. Os primeiros defendem o rigor matemático e os segundos não o descartam mas querem que todos a compreendam e tenham acesso a ela, explica.

Os programas que se seguem, no currículo português, visam sobretudo a compreensão. Em 1991, com a reforma Roberto Carneiro é aprovado um programa com o objectivo de ligar a matemática ao mundo real. Em 2007 os programas são reformulados com o mesmo fim, o de reforçar o espírito crítico dos alunos. Paralelamente foi feito um forte investimento na formação contínua dos professores. Sem ser avaliado, na semana passada, foi homologado um novo programa para o ensino básico, o que deixou os autores dos anteriores programas, a Associação de Professores de Matemática e a SPIEM indignados. Por outro lado, a Sociedade Portuguesa de Matemática, de que Nuno Crato foi presidente antes de ser ministro, congratulou-se com a mudança, considerando o novo programa “benéfico”.

Luta política na Matemática?
“Antes de ser ministro, Nuno Crato dizia que primeiro [os alunos] aprendem e depois compreendem. Essa é uma filosofia contrária à dos programas [de 2007], em que o objectivo é que vão aprendendo, vão-se aproximando dos conceitos matemáticos, vão trabalhando para que os compreendam e lhes dêem significado. Portanto, vão-se trabalhando os conceitos, à medida que os alunos crescem. A forma como uma criança aprende não é igual à de um adulto”, justifica Leonor Santos. O novo programa procura que os estudantes “dominem um conjunto de técnicas, memorizem definições, apostando-se em que primeiro aprendam e depois compreendam”, continua.

O programa de 2007 pretendia dotar os estudantes de competências que lhes permitissem, por exemplo abrir um jornal e ler, com espírito crítico, as estatísticas ou as infografias; ou para quando ia ao supermercado conseguir fazer uma estimativa, exemplifica a professora. O novo programa acentua o trabalho matemático. “O que os matemáticos fazem no dia-a-dia é muito diferente da matemática que é precisa para a maioria da sociedade”, acrescenta a responsável da SPIEM.

A Associação de Professores de Matemática diz que o programa aprovado representa “um retrocesso de 40 anos no ensino da disciplina” que terá efeitos negativos na aprendizagem, aponta à Lusa. Agora, é o “back to basics: muita memorização”, resume João Pedro da Ponte.

O Ministério da Educação já veio dizer que não e que a compreensão também é uma preocupação do novo programa. Mais: este é muito semelhante ao anterior, defendeu Carlos Grosso, um dos autores, em declarações à Lusa.  Segundo o professor, as mudanças foram sobretudo a nível de organização: algumas matérias desapareceram (como as estimativas) e outras foram mudadas de anos de escolaridade (as translações e probabilidades passaram do 1.º para o 3.º ciclo).

Há uma luta política na Matemática? João Pedro da Ponte admite que sim. “Há uma luta política pelo controlo do que se passa no ensino da Matemática e essa torna-se numa luta fratricida. São dois grupos que procuram aliados políticos.” E encontraram-nos, os do ensino da Matemática mais ligados à esquerda e os matemáticos à direita, distingue. “As teses de Crato são caras a certos sectores do CDS”, acrescenta.

O novo programa pode ser elitista, com uma Matemática só para alguns, “os que vão para as as engenharias e as ciências” e não para todos, para a escola inclusiva, para esses ficam as noções de “como fazer uns trocos”, lamenta João Pedro da Ponte. “Há uma diferença grande: o anterior currículo apostava na compreensão que passa pelo pressuposto de que todos os alunos vão ser capazes de aprender e vão saber usar a Matemática no dia-a-dia”, acrescenta Leonor Santos.

A memorização e a compreensão são incompatíveis? Não, dizem os dois investigadores. “A memorização não tem mal, o problema é a aprendizagem ser baseada na memorização, esta é essencial, mas é importante o desenvolvimento do pensamento. [Com o novo programa] o espírito crítico é altamente desvalorizado e há uma preocupação excessiva com o rigor matemático”, conclui o investigador.

O PÚBLICO procurou ouvir algum professor ou investigador associado da Sociedade Portuguesa de Matemática sobre este tema mas sem sucesso.

 

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