José Fanha e António Torrado escrevem sobre Lousada para alunos do 4.º e 6.º ano – apresentação dos livros 12 outubro em Lousada

Outubro 12, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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http://www.cm-lousada.pt/pt/noticias/jose-fanha-e-antonio-torrado-escrevem-sobre-lousada

 

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Em Lousada, 500 alunos percebem o que é o mundo do trabalho

Abril 24, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do site educare de 9 de abril de 2014.

A Câmara de Lousada quis perceber a raiz do problema. “Chegámos à conclusão que o que levava ao abandono escolar era o insucesso”, refere ao EDUCARE.PT Cristina Moreira, vereadora da Juventude e Ação Social da autarquia. Em 2007, surge então o programas DICAS – Diversidade, Inclusão, Complexidade, Autonomia e Solidariedade que tem funcionado como o chapéu de uma série de iniciativas que envolvem os mais jovens, sobretudo na deteção atempada de algumas dificuldades dos alunos, nas questões relacionadas com as dependências e a sexualidade, bem como na orientação vocacional. “Aprendiz por um dia” é um desses projetos. Durante esta semana, cerca de 500 alunos do 9.º ano de todos os agrupamentos de Lousada passam um dia dentro de uma empresa para perceberem se querem ou não seguir a profissão que têm debaixo de olho.
“O balanço do programa é extremamente positivo. Não imagina a diferença que faz este dia”, afirma a vereadora. A diferença está em perceber no terreno, em contacto com profissionais das áreas de eleição, se o caminho futuro é ou não por ali. Esta perceção, em contexto real, do mundo do trabalho é bastante importante. Se uns confirmam que é aquilo que realmente querem fazer quando deixarem a escola, outros percebem que, afinal, há uma diferença entre o que se pensa e o que se faz. Em veterinária, por exemplo, tem havido algumas desistências. Os alunos gostam de animais, sonham ser veterinários, mas quando é preciso cuidar e lidar com doenças, as certezas dão lugar a dúvidas. “Aprendiz por um dia” serve precisamente para isso.

Em janeiro, os alunos do 9.º ano das escolas públicas de Lousada, que se encontram numa fase importante para tomar decisões, interessados no programa, inscrevem-se e escolhem a profissão dos seus sonhos. As inscrições são acompanhadas por psicólogos responsáveis pela orientação vocacional de forma a ir ao encontro das preferências dos jovens. Na quarta edição do programa, a adesão ronda os 90%, depois de no ano passado ter rondado os 80%. As áreas mais procuradas são as ligadas à saúde – enfermeiros, médicos, veterinários, fisioterapeutas – ao meio artístico – no cinema, teatro, multimédia – e tem havido procura nos bombeiros, tribunal e polícia. Há, no fundo, de tudo um pouco. Escolhas feitas, a câmara faz a ponte entre desejos dos alunos e o mundo empresarial. E as empresas têm estado recetivas a receber os jovens, não só no concelho de Lousada, mas mesmo fora – em Vizela, Póvoa de Varzim, Porto, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia.

Cristina Moreira sublinha a importância que estas experiências, em contexto de trabalho, têm em decisões mais conscientes, fundamentadas e adequadas por parte dos jovens. Escolhas mais adequadas ao perfil de cada um. “Um dia, um livro, um filme, uma conversa podem fazer a diferença na vida de uma pessoa, e de um jovem muito mais”, comenta. É um dia que marca e que, no fundo, envolve vários intervenientes. Jovens do 9.º ano que têm de decidir o que querem fazer no futuro, empresas que se disponibilizam para mostrar com funcionam aos trabalhadores do amanhã, escolas que se envolvem num projeto estruturado, psicólogos que têm de acompanhar a orientação vocacional, famílias que tentam perceber caminhos futuros e ganham tempo para se prepararem, a autarquia que assume a vontade de combater o abandono escolar. “Há um ditado que diz que para educar uma criança é preciso uma aldeia inteira”, recorda a responsável.

É a quarta vez que a Câmara de Lousada coloca no terreno o programa “Aprendiz por um dia”. A ideia é aproveitar a primeira semana de férias da Páscoa para que alunos do 9.º ano contactem com o mundo do trabalho presencialmente. Empresas acolhem estudantes que assim têm oportunidade de perceber, por dentro, como funciona o meio laboral, contactar com profissionais, colocar questões, perceber se aquela é mesmo a área da sua eleição. Uma maneira de aproximar ensino e trabalho e de os alunos participantes pensarem melhor nas suas escolhas futuras.

“Pretende-se que os jovens possam ter a oportunidade de, ao longo de um dia, acompanhar um profissional nas suas funções diárias e participar nas tarefas quotidianas”, sublinha a autarquia, num comunicado. Reduzir o abandono precoce da escolaridade mínima obrigatória e seguir as orientações das escolas de futuro são objetivos desta iniciativa que abrange alunos do ensino público de um dos concelhos mais jovens do país.

E o 9.º ano não é um ano qualquer. É um ano de tomada de decisões, de escolher uma área que poderá ser determinante na vida futura dos mais jovens. “Através deste projeto, o município pretende que a orientação vocacional seja vista como um caminho a percorrer conjuntamente pelos alunos e pela escola, com o intuito de o construir da forma mais sólida possível e de encontro às necessidades reais do mercado de trabalho”, sustenta a Câmara de Lousada. “Ou seja, a escola tem de satisfazer o aluno e vários níveis como áreas de interesse, formação, qualidade, atração, equipamentos e necessidades do mercado de trabalho”, acrescenta.

A Câmara de Lousada quis perceber a raiz do problema. “Chegámos à conclusão que o que levava ao abandono escolar era o insucesso”, refere ao EDUCARE.PT Cristina Moreira, vereadora da Juventude e Ação Social da autarquia. Em 2007, surge então o programas DICAS – Diversidade, Inclusão, Complexidade, Autonomia e Solidariedade que tem funcionado como o chapéu de uma série de iniciativas que envolvem os mais jovens, sobretudo na deteção atempada de algumas dificuldades dos alunos, nas questões relacionadas com as dependências e a sexualidade, bem como na orientação vocacional. “Aprendiz por um dia” é um desses projetos. Durante esta semana, cerca de 500 alunos do 9.º ano de todos os agrupamentos de Lousada passam um dia dentro de uma empresa para perceberem se querem ou não seguir a profissão que têm debaixo de olho.
“O balanço do programa é extremamente positivo. Não imagina a diferença que faz este dia”, afirma a vereadora. A diferença está em perceber no terreno, em contacto com profissionais das áreas de eleição, se o caminho futuro é ou não por ali. Esta perceção, em contexto real, do mundo do trabalho é bastante importante. Se uns confirmam que é aquilo que realmente querem fazer quando deixarem a escola, outros percebem que, afinal, há uma diferença entre o que se pensa e o que se faz. Em veterinária, por exemplo, tem havido algumas desistências. Os alunos gostam de animais, sonham ser veterinários, mas quando é preciso cuidar e lidar com doenças, as certezas dão lugar a dúvidas. “Aprendiz por um dia” serve precisamente para isso.

Em janeiro, os alunos do 9.º ano das escolas públicas de Lousada, que se encontram numa fase importante para tomar decisões, interessados no programa, inscrevem-se e escolhem a profissão dos seus sonhos. As inscrições são acompanhadas por psicólogos responsáveis pela orientação vocacional de forma a ir ao encontro das preferências dos jovens. Na quarta edição do programa, a adesão ronda os 90%, depois de no ano passado ter rondado os 80%. As áreas mais procuradas são as ligadas à saúde – enfermeiros, médicos, veterinários, fisioterapeutas – ao meio artístico – no cinema, teatro, multimédia – e tem havido procura nos bombeiros, tribunal e polícia. Há, no fundo, de tudo um pouco. Escolhas feitas, a câmara faz a ponte entre desejos dos alunos e o mundo empresarial. E as empresas têm estado recetivas a receber os jovens, não só no concelho de Lousada, mas mesmo fora – em Vizela, Póvoa de Varzim, Porto, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia.

Cristina Moreira sublinha a importância que estas experiências, em contexto de trabalho, têm em decisões mais conscientes, fundamentadas e adequadas por parte dos jovens. Escolhas mais adequadas ao perfil de cada um. “Um dia, um livro, um filme, uma conversa podem fazer a diferença na vida de uma pessoa, e de um jovem muito mais”, comenta. É um dia que marca e que, no fundo, envolve vários intervenientes. Jovens do 9.º ano que têm de decidir o que querem fazer no futuro, empresas que se disponibilizam para mostrar com funcionam aos trabalhadores do amanhã, escolas que se envolvem num projeto estruturado, psicólogos que têm de acompanhar a orientação vocacional, famílias que tentam perceber caminhos futuros e ganham tempo para se prepararem, a autarquia que assume a vontade de combater o abandono escolar. “Há um ditado que diz que para educar uma criança é preciso uma aldeia inteira”, recorda a responsável.

É a quarta vez que a Câmara de Lousada coloca no terreno o programa “Aprendiz por um dia”. A ideia é aproveitar a primeira semana de férias da Páscoa para que alunos do 9.º ano contactem com o mundo do trabalho presencialmente. Empresas acolhem estudantes que assim têm oportunidade de perceber, por dentro, como funciona o meio laboral, contactar com profissionais, colocar questões, perceber se aquela é mesmo a área da sua eleição. Uma maneira de aproximar ensino e trabalho e de os alunos participantes pensarem melhor nas suas escolhas futuras.

“Pretende-se que os jovens possam ter a oportunidade de, ao longo de um dia, acompanhar um profissional nas suas funções diárias e participar nas tarefas quotidianas”, sublinha a autarquia, num comunicado. Reduzir o abandono precoce da escolaridade mínima obrigatória e seguir as orientações das escolas de futuro são objetivos desta iniciativa que abrange alunos do ensino público de um dos concelhos mais jovens do país.

E o 9.º ano não é um ano qualquer. É um ano de tomada de decisões, de escolher uma área que poderá ser determinante na vida futura dos mais jovens. “Através deste projeto, o município pretende que a orientação vocacional seja vista como um caminho a percorrer conjuntamente pelos alunos e pela escola, com o intuito de o construir da forma mais sólida possível e de encontro às necessidades reais do mercado de trabalho”, sustenta a Câmara de Lousada. “Ou seja, a escola tem de satisfazer o aluno e vários níveis como áreas de interesse, formação, qualidade, atração, equipamentos e necessidades do mercado de trabalho”, acrescenta.


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