O risco de burnout em crianças com dificuldades de aprendizagem e de atenção

Agosto 19, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto e imagem do LifeStyle Sapo de 15 de julho de 2019.

O burnout ocorre quando os alunos são sujeitos a níveis elevados de stress ou frustração durante um longo período de tempo.

É fundamental que pais e professores saibam identificar os sinais de esgotamento logo que estes surjam, permitindo desencadear os mecanismos mais adequados a cada caso concreto.

Imagine, por exemplo, um dia com 14 horas de atividade escolar com poucas pausas e muita exigência. Tudo somado, aulas, testes, explicações e trabalhos de casa, o que sobra, afinal, para tempo de lazer e descanso das crianças?

Muitas vezes, quase nada! E as crianças com dificuldades de aprendizagem e de atenção merecem uma atenção especial: estão particularmente vulneráveis! Quando os níveis de exigência são elevados e a resposta da criança não corresponde às expectativas, pode começar a desenhar-se um estado de esgotamento físico e mental que se manifesta através de cansaço extremo, insónias e desmotivação. Como se o corpo e a mente se quebrassem e perdessem todas as capacidades de resposta.

O síndrome de burnout é uma condição que afeta cada vez mais pessoas. É acordar cansado depois de uma longa noite de sono; é não ter energia para as coisas mais simples da vida como comer ou fazer a higiene pessoal diária; é ansiedade; isolamento; solidão; dores de cabeça; dificuldades em dormir; exaustão; negativismo; falta de motivação.

Conheça os 7 sinais mais comuns na criança

  1. Antes chegava a casa e, de imediato, fazia os trabalhos de casa. Agora já não. É preciso lembrá-la das responsabilidades. E mesmo assim ainda reclama.
  2. Antes tinha energia, iniciativa própria para, por exemplo, contar à família, com detalhes, como tinha sido o seu dia na escola, agora já não. Tudo é “arrancado a ferros”. Mostra desmotivação e queixa-se de cansaço. A tristeza passa a ser uma constante.
  3. Antes não fugia do convívio social. Agora isola-se. Inventa desculpas para não sair de casa e faltar, por exemplo, aos aniversários dos colegas de escola.
  4. Antes era mais segura e confiante. Agora mostra ansiedade e até medo. Nas vésperas dos testes, por exemplo, chora ao estudar a matéria e as noites passaram a ser de insónias. Deixou de ter um sono de qualidade.
  5. Antes tinha uma atitude positiva perante a vida. Agora questiona e critica tudo. Põe defeitos em coisas que sempre elogiou.
  6. Antes estudava com determinação e os resultados eram melhores. Agora, não consegue manter os índices de concentração necessários para o estudo. Por exemplo, 10 minutos depois de ter iniciado a aula, já não consegue estar focada nas palavras do professor.
  7. Antes não evidenciava sinais de impaciência. Agora, está permanentemente cansada, irritada, muitas vezes com coisas que nunca a incomodaram no passado.

Como ajudar a evitar o burnout em crianças com dificuldades de aprendizagem e de atenção? A solução passa, essencialmente, por fazer pausas para descanso, ter tempos livres, respeitar os períodos de sono, praticar desporto e manter uma alimentação saudável e equilibrada. As crianças com estas dificuldades podem ser mais suscetíveis ao burnout por várias razões:

Fatores Práticos

Na medida em que podem ter que trabalhar mais do que os próprios colegas para obter resultados semelhantes. Não raras vezes, precisam de se esforçar mais para atingir os níveis de concentração necessários durante o processo de aprendizagem. E depois de várias horas consecutivas de estudo sentem-se exaustas.

Fatores Emocionais

As dificuldades que sentem no dia a dia podem conduzir a uma perda da autoestima e a elevados níveis de stress. As crianças podem, igualmente, sentir-se desmotivadas por não conseguir atingir bons resultados escolares, apesar do esforço que tentam desenvolver para superar algumas dificuldades. Evidenciam sinais de frustração por demorarem mais tempo a fazer o mesmo do que os colegas da turma. Vivem angustiados com medo de fracassar.

Fatores Sociais

As crianças com dificuldades de aprendizagem e de atenção podem sentir-se solitárias e procurar, ainda mais, esse isolamento. Preferem ficar em casa em vez, por exemplo, de ir a uma festa da escola onde estarão acompanhadas e obrigadas a conviver com dezenas de colegas. Podem manter excelentes relações de grande cumplicidade com os pais, mas ao mesmo tempo, sentir-se pressionadas com o receio de os dececionar, por exemplo, com eventuais más avaliações escolares. Muitas vezes os professores e a própria família exageram na lista de tarefas que obrigam as crianças a cumprir, esquecendo-se que os períodos de descanso são fundamentais não só para a própria aprendizagem, como também, para uma boa saúde física e psicológica.

Nem sempre é fácil perceber a proximidade do perigo, tantas vezes, discretamente, à espreita. O burnout não aparece rapidamente. Pode levar várias semanas, meses ou até anos a desenvolver-se e, nos casos mais graves, acabar em depressão. Fique atento aos sinais.

Burnout parental: pais fatigados

Agosto 8, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://www.noticiasmagazine.pt/

Exaustão, distanciamento emocional, problemas de sono, aumento de vícios, perda de eficiência no papel de mãe e pai. Sinais de que o burnout parental está instalado. Uma equipa de investigadores estudou o assunto e confirmou que pais esgotados em casa não significa profissionais de rastos no trabalho. E vice-versa. É importante partilhar emoções, dividir tarefas, ter tempo para fazer o que se gosta.

SINAIS DE ALARME DE BURNOUT PARENTAL. Exaustão, distanciamento emocional, alterações no sono e no apetite, mudanças frequentes de humor, irritabilidade perante pedidos banais da criança, frustração constante no papel de pai/mãe, dificuldade em gerir emoções, menor produtividade, cansaço físico e emocional. Carregue nas setas  para saber como pode lidar com isto.

Texto de Sara Dias Oliveira

Os tempos mudaram. A pressão sobre os pais para criar crianças saudáveis, inteligentes, perspicazes, seguras, bem-sucedidas, aumentou nas últimas décadas. As mães já não ficam em casa de manhã à noite a cuidar dos filhos e a sociedade é cada vez mais implacável e exigente com os pais. O conceito de burnout parental começou a fazer sentido e já entrou no vocabulário. Uma equipa de investigadores do Instituto de Pesquisa em Ciências Psicológicas da Universidade de Louvain, na Bélgica, estudou o assunto e concluiu que o burnout parental existe e está entre nós. Nos questionários que aplicou a famílias, com pelo menos uma criança a viver em casa, verificou que a proporção de pais esgotados situa-se entre 2 e 12%.

«O burnout parental é uma síndrome tridimensional que engloba exaustão, distanciamento emocional, e perda de eficiência no papel parental. Os pais aguentam as tarefas em piloto automático e não se sentem satisfeitos», diz Isabelle Roskam, uma das investigadoras do estudo, professora na Universidade de Louvain. «O esgotamento dos pais tem consequências graves para os próprios pais porque, contrariamente ao burnout profissional, não há como escapar da paternidade. Também encontramos aumento de vícios e problemas de sono. Além das consequências para os pais, o burnout parental tem consequências para a criança, nomeadamente a negligência e os maus-tratos, que estão fortemente associados ao esgotamento dos pais», adianta. Além disso, deteriora as relações, aumenta os conflitos entre o casal e o número de separações e divórcios.

Os investigadores fizeram dois estudos e confirmaram que o burnout parental é uma síndrome específica. Verificaram que, por um lado, há relações significativas entre burnout parental, burnout profissional, stress parental e depressão, e, por outro, que há uma certa independência entre burnout profissional e burnout parental. Ou seja, estar esgotado no trabalho não significa obrigatoriamente estar no limite em casa.

«Para muitos trabalhadores que sofrem burnout, a vida familiar pode ser vista como um refúgio seguro, e para muitos pais em burnout, o trabalho pode ser um lugar seguro. Este estudo confirma, portanto, que o burnout é uma síndrome contextual específica e não uma síndrome livre de contexto», sublinham os investigadores. E há outra evidência: o burnout não é exclusivo das mães, os pais também o sentem, e daí o nome burnout parental e não burnout maternal.

O desgaste parental resulta de um desequilíbrio entre necessidades e recursos e que pode vir ao de cima por vários fatores: paternidade monoparental, condições financeiras, doença crónica ou deficiência da criança, problemas comportamentais, baixas competências emocionais, perfecionismo parental, satisfação conjugal. «Encontrámos várias fases que precedem o desgaste parental. Uma fase importante é o envolvimento hiperativo. A maioria dos pais esgotados tinha um ideal muito vincado do que é ser uma boa mãe e um bom pai. Às vezes, sacrificavam a sua carreira, amizades, lazer… para ser o melhor pai. Uma vez que a paternidade gera frustrações, esses pais não se sentem recompensados por todos os seus esforços. A frustração leva, por sua vez, a preocupações e ruminações que resultam em esgotamento, distanciamento e perda de autorrealização», diz Isabelle Roskam.

A investigadora refere que é importante que os pais percebam que a exaustão é um sentimento normal e que isso não significa que se é mau pai ou má mãe. «Sinta-se livre para partilhar sentimentos com a família, amigos, ou profissionais se necessário. Além disso, é importante analisar se os elementos de stress pesam no equilíbrio pessoal e quantos recursos se tem para lidar com eles». Há então ajustes que podem ser feitos como, por exemplo, limitar o número de atividades extracurriculares das crianças, reforçar o apoio do companheiro, adicionar novos recursos como recorrer a babysitting para ter algum tempo livre.

As agendas dos adultos e das crianças são cada vez mais exigentes. «Atualmente parece que vivemos pressionados para sermos super-pais e termos super-filhos. A pressão para se ser o melhor e alcançar o máximo parecem toldar muitos pais, levando-os frequentemente a entrar em espirais de desgaste emocional e exaustão, afastando-os do foco – os laços emocionais. Parece que os pais andam em piloto automático», diz Inês Afonso Marques, psicóloga clínica da Oficina de Psicologia. A parentalidade é uma tarefa a tempo inteiro, sem intervalos, e o stress faz parte da vida das famílias. E isso pode, sustenta, «contribuir para aumentar a vulnerabilidade para o desgaste emocional, que somando aos filhos, à carreira, à família alargada, podem aumentar a vulnerabilidade e o efeito cumulativo do stress».

É preciso muita calma e paciência para não perder o chão. E os sinais de exaustão e desgaste emocional dos pais são diversos, alguns semelhantes ao burnout profissional. «Alterações no sono e no apetite, alterações de humor frequentes, irritabilidade fácil (por exemplo, perante pedidos banais da criança), distanciamento emocional da criança, frustração constante no papel de pai/mãe, dificuldade na gestão das emoções, menor produtividade, maior cansaço físico e emocional».

Inês Afonso Marques dá algumas dicas para prevenir o burnout parental: tempo de qualidade em família sem tecnologias por perto, encontrar na agenda espaço para uma atividade que dê prazer, recorrer à família ou amigos.

Helena Gonçalves Rocha, terapeuta familiar, também tem alguns conselhos para quem se sente exausto no papel parental. Delegar tarefas domésticas ou de babysitting nos avós ou nos tios, aproveitar os pequenos momentos, soltar umas gargalhadas. «Afinal não tarda nada e eles já cresceram», avisa. Também é importante simplificar e estabelecer prioridades. «O que será mais importante: a cozinha a brilhar ou uns momentos de verdadeiro riso e brincadeira com o seu filho?», pergunta. E olhar para o umbigo de vez em quando. «Planeie uma atividade semanal para fazer o que mais gosta, cuide de si, só assim estará apta a cuidar dos seus filhos», refere.

O perfecionismo tem de sair do vocabulário. «Quando se tem filhos, o perfecionismo tem que ser banido das nossas vidas: ‘feito é bem melhor do que perfeito’.» «O burnout parental não está relacionado com a interação dos pais com os filhos, mas sim com tudo aquilo que se traduz com o trabalho em educá-los, mantê-los nos seus horários, transportá-los para as suas atividades, supervisionar os trabalhos de casa, garantir que têm uma boa alimentação. A síndrome de burnout surge muitas vezes nos primeiros anos de vida da criança por toda a exigência física e social e, mais tarde, na transição para a adolescência em que as exigências parentais mudam radicalmente quase de minuto a minuto», diz Helena Gonçalves Rocha. O pescoço não roda 360º graus, os neurónios não estão sempre na potência máxima. E os pais sentem que não estão a cumprir os seus objetivos, que não estão a fazer o que é suposto. Além disso, as exigências profissionais não se compadecem da exaustão física e emocional, a casa deixa de ser arrumada como se gostaria, a paciência esgota-se num ápice. O burnout parental remexe na vida, mas há maneiras de dar a volta por cima.

Ver aqui o estudo.

 

 

 

O que os pais devem saber quando escolhem um desporto para os filhos

Outubro 3, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.eosfilhosdosoutros.com/ de 15 de setembro de 2016.

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João Moreira Pinto

Saiu um artigo da maior importância para os pais de jovens desportistas e não só. O artigo publicado pela Associação Americana de Pediatria pretende ser um documento orientador para os pediatras e cuidadores de crianças que praticam desporto. Não sendo eu pediatra (porque sou cirurgião pediátrico), sou pai de um rapaz que adora desporto. Mais, acho que nós pais (e Mães) atentos procuramos que os nossos filhos façam muito desporto como parte integrante de uma vida saudável. Mas quantos desportos devem as crianças praticar? Devem especializar-se num só desporto ou diversificar? Quantas horas por semana? Estas e outras perguntas são respondidas neste artigo que revê tudo o que a ciência conseguiu estudar e provar até ao momento.

Indo por partes. Os benefícios do desporto infantil estão estudados e são consensuais: melhora as capacidades motoras das crianças, facilita a sua socialização, promove a autoestima, o trabalho de equipa e a capacidade de liderança, é um divertimento saudável. Mas depois há um lado negro do desporto, em particular do desporto de competição (isto são dados dos EUA): (1) 70% das crianças que frequentam desporto ‘organizado’ (desporto em clubes) desistem por volta dos 13 anos; (2) pelo menos 50% das lesões desportivas em crianças e adolescentes são por excesso de esforço (overuse). E para quê? (Continuamos com dados dos EUA.) Apenas 1% dos atletas que competem no high-school level recebem bolsas. E apenas 0,03-5% deles chegarão a um nível profissional. De facto, por muito que nos entusiasme imaginar que os nosso filhos serão os melhores naquele desporto, a probabilidade de serem atletas profissionais é muito muito pequena.

Nós (pais) temos tendência a projetar as nossas frustrações nas expectativas que criamos para o futuro dos nossos filhos. «Já viste como gosta da bola? O puto há-de ser o próximo Ronaldo.» «A minha princesa vai ser a bailarina que eu nunca consegui ser.» «No que depender de mim, dar-lhe-ei todas as condições para ser o melhor.» «E desde cedo, porque eu só não aprendi, porque já fui tarde…» É aqui que a porca torce o rabo, porque (1) o desporto infantil não pode servir para apaziguar as frustrações dos pais, (2) o problema não está em começar tarde um desporto. Este é uma ideia errada que muitos pais têm.

A estatística americana (que julgo poder aplicar-se à nossa realidade) mostra que a especialização num só desporto demasiado cedo na vida da criança leva a uma taxa maior de desistência da carreira desportiva. Para além do mais, existem outros riscos associados ao desporto de competição em idade precoce: isolamento social, lesões desportivas, ansiedade, depressão e até abuso físico, emocional e sexual por adultos envolvidos nas atividades do clube. É mais importante para a criança entre os 0 e os 12 anos experimentar muitos desportos. Diferentes desportos representam diferentes movimentos, diferentes competências físicas, psicológicas e sociais, diferentes ambientes, etc.

Em estudos comparativos (agora já com amostras europeias), provou-se que a diversificação precoce (ou seja, variar muito os desportos que a criança) e a especialização tardia (ou seja, centrar num desporto somente mais tarde na adolescência) relaciona-se com um maior sucesso desportivo em competições de elite. Com excepção de alguns desportos, como a ginástica e a patinagem artística, onde o pico de performance acontece antes da maturação física, todos os outros desportos devem ser praticados em especialização/exclusividade após a adolescência.

Posto isto, o artigo resume algumas informações que os pediatras e cuidadores devem ter em mente quando discutem a vida desportiva das crianças:

Primeiro, o foco principal do desporto é a diversão e aprendizagem de competências físicas que nos serviram para toda a vida. Quanto ao número de horas/semana que a criança deve praticar desporto organizado, uma regra que se pode aplicar é: número de horas/semana deverá ser sempre menor que a sua idade em anos (para um máximo de 16 anos).

Segundo, a participação em múltiplas actividades desportivas até à puberdade, diminui o número de lesões, stress e burnout dos jovens desportistas. A especialização tardia (fim da adolescência) relaciona-se com maior sucesso desportivo. A diversificação precoce e a especialização tardia aumenta a probabilidade de envolvimento desportivo por toda a vida, bem-estar físico futuro e possivelmente mais participação em desporto de elite.

Terceiro, se um jovem atleta decide especializar-se num só desporto, é importante:

  1. Discutir com o jovem quais os seus objectivos pessoais e distingui-los dos nossos (pais) e dos dos treinadores.
  2. Estar atento ao ambiente de treino e às práticas, para saber se estão de acordo com as melhores práticas para aquele desporto em específico.
  3. Ter pelo menos 3 meses de pausa/ano, dividido em períodos de 1 mês. Esta pausa refere-se ao desporto que o jovem pratica, mas pode/deve ser substituídos por outras actividades físicas que mantenham a boa-forma do atleta.
  4. 1-2 dias por semana de folga do seu desporto pode diminuir o número de lesões.
  5. Monitorizar o estado físico, psicológico e nutricional dos jovens atletas.

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Pode ler o artigo original aqui: Sports Specialization and Intensive Training in Young Athletes.

 

Seminário “Burnout: Contextos e Intervenções” Burnout nas Estruturas de Saúde e Educação

Outubro 26, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/events/1671337246417982/

 

Fórum Construir Juntos organiza Ação de Sensibilização em Coimbra: Quem cuida de mim? Autocuidado dos técnicos e Prevenção do Burn-out

Fevereiro 25, 2014 às 9:51 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Esta ação de informação/sensibilização subordinada ao tema “Quem cuida de mim? Autocuidado dos técnicos e Prevenção do Burn-out”, será dinamizada pela Drª Cristiana Santos, Psicóloga na Oficina de Psicologia, em Coimbra.

A sessão, que terá lugar no dia 25 de fevereiro, no Centro de Acolhimento Temporário do Loreto, destina-se aos técnicos das instituições parceiras da Rede Construir Juntos e a professores, psicólogos e estagiários dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), da região centro.

Aumentar a consciência sobre os fatores de risco das profissões de intervenção social, promover o autocuidado dos técnicos e desenvolver estratégias de regulação e proteção emocional, assim como resistência ao stress/ansiedade, são os principais objetivos deste momento formativo.

Pretende-se um ambiente informal que proporcione a partilha de conhecimentos e experiências com vista à aprendizagem de exercícios práticos que possam ser aplicados diariamente na intervenção com crianças e jovens.

 

Encontro a CPCJ e a Comunidade

Março 15, 2013 às 11:34 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cpcj

Inscrições até o dia 15 de março para cpcjlxo.eventos@gmail.com

Indicando: Nome / Categoria Profissional / Entidade / Contacto Telefónico

Programa

 

Seminário (Re)conhecer o maltrato Infantil

Junho 19, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

Inscrições até 19 de Junho de 2012.

Neste seminário, participa pelas 10.00 horas, a Dra. Ana Perdigão, Coordenadora do Serviço Jurídico do Instituto de Apoio à Criança com o tema “Quando a lei embala o berço” no painel “Reconhecer os aspetos fundamentais no contexto do sistema de proteção”.

I Jornadas da APAV Açores Contra a Violência

Dezembro 6, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Nos próximos dias 9 e 10 de Dezembro irão decorrer as I Jornadas da APAV Açores Contra a Violência, no Centro Cívico de Santa Clara. Estas Jornadas têm como objectivo principal reunir os participantes das acções de sensibilização/informação que a APAV Açores realizou ao longo de dois anos por todas as ilhas dos Açores.” Mais informações Aqui

“Por um Fio” : Burnout – Como prevenir e agir

Dezembro 1, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições e Informações:

Valor da Inscrição (assinale com um X)

Associadas/os da AMCV: 25€ ¨

Não associados/as: 50 € ¨

(O valor da inscrição inclui documentação e certificado de participação, com 90% de presenças)

Pagamento:

Cheque à ordem da Associação de Mulheres Contra a Violência ou por transferência bancária: NIB: 0035 0557 00026804230 35 (enviar comprovativo da transferência bancária por correio, fax ou e-mail, juntamente com a ficha de inscrição)

No caso de desistência, só haverá lugar a reembolso quando comunicada até 2 de Dezembro de 2010.

Em anexo, enviamos a ficha de inscrição, a qual pode ser remetida até ao dia 2 de Dezembro de 2010 para os seguintes contactos:

Associação de Mulheres Contra a Violência – Núcleo de Formação

Rua João Villaret, nº 9 – 1000-182 Lisboa

Tel.: 21 380 2160       Fax: 21 3802168       E-mail: formacao@amcv.org.pt


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