Quando são os próprios estudantes a combaterem o bullying

Maio 24, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 6 de maio de 2016.

alexandre bordalo

Lusa (com VM)

Há uma escola na Póvoa de Lanhoso onde os alunos têm a responsabilidade de contribuírem para a prevenção do bullying e a gestão dos conflitos que possam ocorrer nos intervalos

Os intervalos das aulas na EB2,3 Professor Gonçalo Sampaio, em Póvoa de Lanhoso, são vigiados por “alunos mediadores”, que têm como principais incumbências a gestão de conflitos e a prevenção do `bullying`, informou fonte daquela escola.

Em comunicado enviado à Lusa, a fonte acrescentou que o grupo de jovens mediadores é formado por 20 alunos dos 8.º e 9.º anos de escolaridade, que receberam formação para o exercício daquela função e que estão no terreno desde janeiro.

Desde então, refere o comunicado, os conflitos nos recreios diminuíram, assim como as participações disciplinares associadas a ocorrências relacionadas com a convivência dos alunos. “Hoje, a ação dos jovens mediadores é bem aceite pelos seus pares e estes já são uma referência na escola”, acrescenta.

Os mediadores atuam ao nível da gestão de conflitos provocados por zangas, ameaças físicas ou verbais, insultos, tentativas de vandalismo e de incumprimento do Código de Conduta da escola.

A sua ação estende-se também à prevenção do `bullying`, do `cyberbullying` e de outras formas de pressão continuada e persistente sobre algum aluno.

Trata-se do Programa de Gestão e Mediação de Conflitos nos Recreios, criado naquela escola com o objetivo de minorar os níveis de conflitualidade e de indisciplina nos recreios.

O programa assenta num misto de vigilância e de mediação, inicialmente orientada para os maiores intervalos da manhã e da tarde.

Em cada um dos intervalos, atua uma brigada que é composta por dois alunos, jovens mediadores.

A mediação tem subjacentes os princípios da confidencialidade, da imparcialidade e do voluntariado.

Os 20 alunos abdicam de um dos seus intervalos semanais para integrar o programa e cumprir a sua missão de vigiar e de gerir os conflitos entre os seus pares.

Integram uma equipa de que também fazem parte duas professoras com formação em Mediação de Conflitos no contexto escolar.

Este programa contempla, também, a dinamização do Gabinete de Mediação, que funciona no Gabinete do Aluno.

O programa foi há dias apresentado aos pais e encarregados de educação, numa sessão em que a diretora da escola defendeu o alargamento da intervenção dos mediadores a outros intervalos e às refeições.

Citada no comunicado, a diretora sublinhou que “a intervenção entre pares permite uma abordagem sem o cariz punitivo associado à intervenção por parte do adulto, sendo entendida como uma chamada de atenção para as consequências de alguns comportamentos menos adequados”.

O Programa de Gestão e Mediação de Conflitos da EB2,3 Professor Gonçalo Sampaio integra um plano mais alargado de combate à indisciplina e de erradicação da violência em meio escolar.

Deste plano, fazem também parte o Código de Conduta (nas salas de aula, nos recreios e nos espaços comuns da escola), o Compromisso Tripartido e várias ações de sensibilização em contexto de sala de aula para prevenção do `bullying` e do `cyberbullying`, dinamizadas pela GNR.

 

 

 

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IX Encontro Nacional dos Técnicos Superiores de Educação Social “Educação Social nos Trilhos da Infância e Juventude” – 28 de maio em Lisboa

Maio 18, 2016 às 11:21 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/ApesAssociacaoPromotoraDaEducacaoSocial/

 

Alunos recebem formação para mediar conflitos e prevenir bullying

Maio 17, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Em comunicado enviado à Lusa, a escola explica que o grupo de jovens mediadores é formado por 20 alunos dos 8.º e 9.º anos de escolaridade, que receberam formação para o exercício daquela função e que estão no terreno desde janeiro.

Desde então, refere o comunicado, os conflitos nos recreios diminuíram, assim como as participações disciplinares associadas a ocorrências relacionadas com a convivência dos alunos. “Hoje, a ação dos jovens mediadores é bem aceite pelos seus pares e estes já são uma referência na escola”, acrescenta.

Os mediadores atuam ao nível da gestão de conflitos provocados por zangas, ameaças físicas ou verbais, insultos, tentativas de vandalismo e de incumprimento do Código de Conduta da escola.

A sua ação estende-se também à prevenção do ‘bullying’, do ‘cyberbullying’ e de outras formas de pressão continuada e persistente sobre algum aluno.

Trata-se do Programa de Gestão e Mediação de Conflitos nos Recreios, criado naquela escola com o objetivo de minorar os níveis de conflitualidade e de indisciplina nos recreios.

O programa assenta num misto de vigilância e de mediação, inicialmente orientada para os maiores intervalos da manhã e da tarde.

Em cada um dos intervalos, atua uma brigada que é composta por dois alunos, jovens mediadores.

A mediação tem subjacentes os princípios da confidencialidade, da imparcialidade e do voluntariado.

Os 20 alunos abdicam de um dos seus intervalos semanais para integrar o programa e cumprir a sua missão de vigiar e de gerir os conflitos entre os seus pares.

Integram uma equipa de que também fazem parte duas professoras com formação em Mediação de Conflitos no contexto escolar.

Este programa contempla, também, a dinamização do Gabinete de Mediação, que funciona no Gabinete do Aluno.

O programa foi há dias apresentado aos pais e encarregados de educação, numa sessão em que a diretora da escola defendeu o alargamento da intervenção dos mediadores a outros intervalos e às refeições.

Citada no comunicado, a diretora sublinhou que “a intervenção entre pares permite uma abordagem sem o cariz punitivo associado à intervenção por parte do adulto, sendo entendida como uma chamada de atenção para as consequências de alguns comportamentos menos adequados”.

O Programa de Gestão e Mediação de Conflitos da EB2,3 Professor Gonçalo Sampaio integra um plano mais alargado de combate à indisciplina e de erradicação da violência em meio escolar.

Deste plano, fazem também parte o Código de Conduta (nas salas de aula, nos recreios e nos espaços comuns da escola), o Compromisso Tripartido e várias ações de sensibilização em contexto de sala de aula para prevenção do ‘bullying’ e do ‘cyberbullying’, dinamizadas pela GNR.

 

Nuno Noronha, para o SAPOLifestyle, em 2 de maio de 2016

Curso “Crianças e Jovens Vítimas de Crime e de Violência” 23 e 25 de Maio de 2016 em Lisboa

Maio 10, 2016 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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curso

As inscrições encontram-se abertas até ao dia 18 de Maio de 2016.

mais informações no link:

http://www.apav.pt/apav_v3/index.php/pt/1205-curso-criancas-e-jovens-vitimas-de-crime-e-de-violencia

 

Acções contra o bullying vão mobilizar 800 alunos

Maio 9, 2016 às 10:45 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 8 de maio de 2016.

Lusa

A partir desta segunda-feira a Amnistia Internacional promove uma série de iniciativas em seis escolas portuguesas.

A partir desta segunda-feira, mais de 800 alunos de seis escolas portuguesas vão estar envolvidos em acções contra o bullying, no âmbito de um projecto da Amnistia Internacional desenvolvido nos últimos dois anos naqueles estabelecimentos de ensino.

Pinturas murais alusivas aos direitos humanos e a divulgação de cartazes de grande formato relativos ao tema são algumas das iniciativas previstas com o objectivo de sensibilizar mais alunos para o projecto Stop Bullying, no âmbito do qual será lançado, em Setembro, um manual contra este tipo de agressão.

“O nosso objectivo é reduzir a incidência de bullying em cada uma das escolas, em cerca de 33%”, explicou à Lusa Nelson Lima, da Amnistia Internacional (AI).

O resultado mais palpável de dois anos de trabalho serão os materiais de sensibilização produzidos pelos próprios alunos, e um manual de boas práticas contra o bullying, com contributos das escolas que participaram, e que a Amnistia pretende disponibilizar não apenas para estas, mas também online, ficando acessível a qualquer estabelecimento que o queira usar, especificou.

Estas acções, que estão também a ser desenvolvidas na Irlanda, Itália e Polónia, iniciaram-se com um inquérito à comunidade escolar. Os resultados demonstraram que o que levava os alunos a praticar acções agressivas, repetidamente, sobre os seus pares, tinha por base, maioritariamente, o aspecto físico: aparência, deficiência, raça, contexto social ou cultural e homofobia foram, por esta ordem, as razões indicadas como justificação para agredir os colegas.

No próximo mês de Setembro, a AI pretende voltar a aplicar o mesmo inquérito para perceber se a meta da redução em 33% da incidência de actos violentos sobre colegas foi atingida, e se houve, de facto, um impacto mensurável da iniciativa junto das escolas. “A nossa ideia seria pegar nestes dados estatísticos e, a partir daqui, criar algum tipo de pressão para que o Governo olhe para este tema com outra relevância”, disse Nelson Lima.

A AI seleccionou seis escolas entre aquelas que se candidataram a integrar o projecto, escolhendo estabelecimentos com alguma abrangência territorial. Há escolas de Ferreira do Zêzere (Santarém), Cacém (Lisboa), Vila Franca de Xira (Lisboa), São João da Madeira (Aveiro), Maia (Porto) e Estremoz (Évora).

 

Escolas não registam casos de bullying

Abril 24, 2016 às 4:04 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 21 de abril de 2016.

clicar na imagem

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«CRESCER EM AFETOS» em Pombal

Abril 18, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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afetos

O GAAF do Agrupamento de Escolas de Pombal tem o apoio técnico do IAC – Fórum Construir Juntos

«CRESCER EM AFETOS» foi o tema que caraterizou o conjunto de atividades promovidas pela Educação para a Saúde e pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), que numa missão conjunta assinalaram o Agrupamento de Escolas de Pombal, como Escola Promotora de Saúde.

Uma diversidade de sessões formativas e palestras preencheu a semana de 08 a 11 de março, envolveu a comunidade escolar, sensibilizando alunos dos 2º, 3º ciclos, ensino secundário regular e profissional para questões sociais e individualmente prementes, crentes no principio de que a informação permite identificar comportamentos de risco, reconhecer benefícios de comportamentos adequados, suscitar comportamentos de prevenção que conduzam a estilos de vida saudáveis e os ajudem a traçar «Um Projeto de Qualidade de Vida».

Foram refletidas temáticas como «Prevenção da violência na escola, “Bulliyng” e “Ciberbulliyng”, prevenção da violência no namoro, educação sexual, igualdade de género, alcoolismo, “projeto + Contigo” e promovidos alguns debates com pais e filhos, alunos / EE sobre «Parentalidade Positiva» e ainda, um Workshop sobre «Velas Solidárias» angariadoras de bens alimentares que aconchegarão famílias mais carenciadas da comunidade escolar.

Uma onda de «Abraços Grátis»,dinamizada pelos alunos, aproximou a comunidade escolar, estreitou afetos, proporcionou Encontros.

Este evento, contou com a participação dos nossos parceiros e colaboradores: Centro de Saúde, Escola Segura /PSP, Universidade Sénior, Ginásio meirigym, alunos do 3º ano do Curso de Restauração e Bar, e ainda a Associação de estudantes que animou os intervalos com os seus talentos musicais.

Manuela Pinto | Agrupamento de Escolas de Pombal

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mais imagens no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-cj/noticias-forum

 

 

Assédio escolar: falar para evitar que ele mate -Suiça

Abril 12, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do site  http://www.swissinfo.ch/por de 30 de março de 2016.

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Por Katy Romy

A escola se transforma em tortura para 5 a 10% dos alunos na Suíça. Vítimas de assédio escolar, muitas crianças sofrem frequentemente em silêncio e devem viver com sequelas por muito tempo. Os especialistas aconselham a intensificar a prevenção no meio escolar. 

“Você não tem nada a fazer aqui. Você toma espaço demais. Cala a boca”. As palavras chocam pela violência. No entanto, elas fazem parte do cotidiano de Loane Gosteli. Insultas, gozações e ameaças transformaram seu percurso escolar em verdadeiro inferno, em um vilarejo do cantão do Jura (oeste).

“Durante nove anos, fui à escolar com um frio na barriga, andando o mais lentamente possível. Aconteceu até de simular uma doença para evitar de ir à escola”, testemunha a jovem, atualmente com 20 anos de idade. Quando ela ganhou um telefone celular, o assédio tornou-se constante através de mensagens ou internet.

“Relação perdedor-perdedor”

Os especialistas falam do assédio como uma relação triangular na qual cada um assume um papel, às vezes sem poder sair. “As vítimas frequentemente acabam por habitar a condição de vítima, por exemplo derrubando muros ou vestindo roupas largas, o que permite que o assédio se instale a longo prazo”, explica Zoé Moddy, que participou de um estudo sobre o assédio entre pares nas escolas do cantão do Valais.

Se o sofrimento das vítimas pode ser fatal, os autores de assédio também sofrem. “Sempre é uma relação perdedor-perdedor”, explica a pesquisadora. Várias pesquisas demonstraram que existe uma ligação entre assédio e evolução da delinquência criminal da idade adulta. Uma delas indica que 36% dos assediadores entre 13 e 16 anos tornaram-se delinquentes entre 16 e 24 anos.”

Quando têm pouca empatia, “os assediadores se integram e se desenvolver mal socialmente. Eles são temidos pelo grupo e suas amizades são unicamente baseadas na lei do mais forte”, comenta Zoé Moody.

Quanto às testemunhas, elas também são confinadas em um papel passivo, paralisadas pelo medo de intervir: 87% das pessoas são confrontadas a casos de assédio durante a escolaridade, segundo a especialista.

Um ganho de peso depois do divórcio dos pais quando tinha seis anos marcou o início do calvário da menina. Ela entra, então, em um círculo vicioso. “Quando mais os alunos gozavam de mim, mais eu engordava e quanto mais eu engordava, mais eles gozavam de mim”. Na classe, os alunos me atiravam objetos, lápis, bolas de papel. Quando eu falava, toda a classe ria.

As consequências não tardaram: notas baixas, perda de autoestima. “Nos três últimos anos eu não fazia mais nada. Não escutava a professora e passava o tempo desenhando para me evadir”, recorda Loane Gosteli.

A única esperança era terminar a escola e começar uma aprendizagem profissional de confeiteira para poder, enfim, não ser mais assediada. Esperança frustrada porque seus colegas fazem gozações de seu excesso de peso. “Eles me diziam que eu tinha escolhido esse ofício era para poder comer mais”, lembra-se. Ela não suportou essa situação, para sua aprendizagem e tentou até se suicidar.

Foi graças a uma terapia em instituição que conseguiu melhorar. Hoje faz um curso profissionalizante de cabelereira e até já consegue falar do assédio. É um passo importante que permite vislumbrar o futuro, mesmo se seus demônios não desapareceram por completo. “Tudo ocorre bem no salão, mas às vezes ainda sou assediada durante as aulas.”

Não calar

Juntamente com Charlène Kobel, uma outra ex-vítima, Loane Gosteli criou o site internet “Brisons le silence” (Quebrando o silêncio), que permite às vítimas e seus pais de publicar testemunhos. Convictas de que é preciso falar para combater o assédio, as duas jovens também pretendem sensibilizar alunos e mestres nas escolas ao contar suas histórias.

Charlène Kobel, que hoje tem 25 anos, sofreu gozações durante toda a escolaridade. “Eu era um alvo fácil porque era sensível e chorava facilmente, às vezes sem razão”. Era impossível para ela de verbalizar sua experiência. Ela não contava para os pais nem para o irmão ou a irmã. Ela tinha medo que eles quisessem ajuda-la e piorar a situação, provocando represálias.

Resultado: a jovem se isola, se fecha no escuro para escrever textos sombrios nos quais sempre morre um personagem. Ela encontra finalmente um meio de exteriorizar seu mal-estar na escrita, redigindo um conto intitulado “Quebrada”, que trata do tema do assédio escolar.

A cada classe sua vítima

Essas histórias não são casos isolados. Na Suíça, o assédio escolar atingiria 5 a 10% dos alunos, conforme um estudo feito no cantão do Vale (sudoeste). “É um pouco abaixo da média internacional que se situa entre 5 e 15%, mas pode-se dizer que quase um ano por classe é atingido”, afirma Zoé Moody, pesquisadora no Centro de Estudos em Direito da Criança, na Universidade de Genebra.

Se não existe um perfil típico de vítima, Zoé Moody explica que todo traço particular de uma criança pode ser um fator de risco, por exemplo seu peso, sua origem étnica, sua orientação sexual ou sua inteligência. A engrenagem pode ter consequências dramáticas que se manifestam a longo prazo. A especialista cita principalmente o isolamento, o absenteísmo escolar, o abandono escolar, atos de automutilação, depressão, tentativa de suicídio ou mesmo suicídio.

Falar parece às vezes ser suficiente para romper o círculo vicioso do assédio. A importância de ousar denunciar pode ser aprendida na própria escola.

Melhor prevenir que curar

Agir antes para evitar que o círculo vicioso do assédio escolar se instale, é a solução preconizada por Zoé Moody. “É preciso fazer a prevenção junto às crianças, pais e todo o pessoal escolar, mas também formar os professores”. Ele acrescenta que os cantões de Vaud e Genebra (oeste) começam a aplicar programas sistemáticos. Em outras regiões suíças, iniciativas individuais são mais frequentes.

Adaptação: Claudinê Gonçalves , swissinfo.ch

visualizar vídeo da reportagem no link.

http://www.swissinfo.ch/por/a-escola–esse-inferno_ass%C3%A9dio-escolar–falar-para-evitar-que-ele-mate/42045996

 

 

I Jornadas Anti-Bullying com Crianças e Jovens de Braga – 20 de abril

Abril 11, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Associação Anti-Bullying com Crianças e Jovens de Braga vai realizar as « I Jornadas Anti-Bullying com Crianças e Jovens de Braga », no dia 20 de Abril, com o apoio da Câmara Municipal de Braga, integradas na Semana da Juventude promovida pelo Município no âmbito da capital Ibero-Americana da Juventude 2016, em parceria com o Instituto Português do Desporto e Juventude, no Edifício GNRation.

As Jornadas são direcionadas aos alunos do 2º e 3.º Ciclos do Município, bem como a todas Associações Juvenis de Braga, tendo como objetivo abordar o tema do bullying em idade escolar, na perspetiva do que as crianças e jovens podem desenvolver nas suas escolas, através da adoção de atitudes e iniciativas sistémicas ANTI-BULLYING, e que funcionam como complemento à sua formação escolar, nomeadamente pessoal e social.

A 1ª edição contará com dois painéis temáticos associados ao bullying em idade escolar, o primeiro subordinado ao tema «Conceito, diferentes formas e a proatividade das crianças e jovens face ao bullying» e o segundo denominado «Bullying digital e as medidas de intervenção preventiva face ao bullying». Para o efeito as jornadas vão contar com um painel de especialistas na área do bullying/utilização responsável e esclarecida na Internet, e que diariamente lidam com esta matéria e/ou acompanham a relação das crianças e jovens do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico.
Data limite das inscrições das comitivas de escola Anti-Bullying: As escolas devem enviar a ficha de inscrição em anexo até dia 14 de abril de 2016 – aabcjbraga@gmail.com

 mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/1540635152900046/

 

ABRIL – Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância em Mértola

Abril 8, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mertola

CPCJ Mértola

Rua Prof. Batista Graça, nº01 

7750-360 Mértola

cpcj@cm-mertola.pt 

Telf. 286 610 100 | ext. 1558

Fax 286 610 101

 

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