Mais adolescentes com sintomas físicos e psicológicos de mal-estar

Dezembro 19, 2014 às 1:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do Público de 18 de dezembro de 2014.

Paulo Pimenta

Andreia Sanches

Em “tempos de recessão”, foram inquiridos seis mil alunos, com uma idade média de 14 anos. Estudo para a OMS será divulgado nesta sexta-feira.

Menos adolescentes portugueses planeiam ir para o ensino superior. Mais queixam-se de sintomas físicos e psicológicos de mal-estar. Mais, também, relatam comportamentos de bullying e provocação na escola. E mais dizem já ter feito mal a si próprios de propósito. Estes são alguns dos resultados de um estudo que será divulgado nesta sexta-feira com base em seis mil inquéritos a alunos do 6.º, 8.º e 10.º anos.

A Saúde dos Adolescentes Portugueses (2014) é o título do relatório nacional que deverá integrar o grande retrato internacional da adolescência, conhecido por Health Behaviour in School-aged Children, da Organização Mundial de Saúde. O levantamento é realizado de quatro em quatro anos, por uma rede de profissionais ligados à saúde e à educação que analisam os estilos de vida dos adolescentes e os seus comportamentos, em 43 países. Em Portugal, que participa desde 1998, foram inquiridos este ano 6026 alunos, com idades entre os 10 e os 20 anos (média de 14 anos).

Um comunicado desta quinta-feira da autoria da equipa portuguesa — coordenada pela investigadora Margarida Gaspar de Matos e que inclui membros da Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade de Lisboa, e do Centro da Malária e Doenças Tropicais, da Nova de Lisboa — antecipa algumas das conclusões, sem contudo adiantar números.

Sublinhando que este estudo “aparece numa altura especialmente relevante, uma vez que permite estimar o impacto da recessão económica na saúde dos adolescentes”, os investigadores dizem que as respostas dos alunos revelam uma “pior saúde física e mental” do que há quatro anos. Em relação à saúde mental especificamente, consideram que este “é um assunto sub-estimado e a carecer de atenção urgente”.

O “aumento de comportamentos auto-lesivos, problemática esta que foi já identificada em 2010 e se agravou em 2014” é apenas um dos sinais, acrescentam.

Entre as boas notícias, estão o decréscimo do consumo de tabaco (em queda desde 2006) e do álcool, “embora se necessite agora de avaliar se os consumidores consomem menos, ou consomem mais mas em menos dias”.

Já no campo da sexualidade, sublinha-se o facto de o número de adolescentes que já teve relações sexuais dentro das idades consideradas no estudo estar a diminuir desde 2006. Em 2014, contudo, “reporta-se uma diminuição do uso de preservativo e um aumento das relações sexuais associadas ao consumo de álcool”.

Foi ainda perguntado aos alunos o que mais gostavam na escola. A resposta foi “os colegas“ e “os intervalos”, aparecendo “as aulas” em penúltimo lugar e, em último lugar, a “comida da cantina”. Sobre as preocupações que a escola suscita, disseram que “a matéria é difícil, demasiada e aborrecida”. Os investigadores notam que estudos anteriores têm identificado “uma fragilidade na relação dos adolescentes portugueses com a escola” maior do que a observada noutros países.

 mais informações:

http://www.fmh.utl.pt/pt/noticias/fmh-e-noticia/item/2262-estudo-health-behaviour-in-school-aged-children-oms-em-2014-saude-em-portugal-tempos-de-recessao-como-estao-os-estilos-de-vida-e-comportamentos-dos-adolescentes-portugueses-e-como-tem-evoluido

 

Assembleia Geral das Nações Unidas – 3.ª Comissão – Adoção de Resolução sobre «Proteção das crianças contra o “Bullying”»

Dezembro 19, 2014 às 12:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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texto do site http://www.cig.gov.pt  de 17 de dezembro de 2014.

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Foi adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (69.ª sessão) – 3.ª Comissão, uma Resolução sobre “Proteção das crianças contra o «Bullying»”.

Da autoria do México, e com fundamento principalmente nos artigos 16.º e 19.º da Convenção sobre os Direitos da Criança – que garantem a protecção desta contra as violências física e psicológica –, a Resolução consubstancia-se no pedido de elaboração de um relatório a apresentar ao Secretário Geral, no contexto da 70.ª sessão daquela Assembleia Geral. Este documento deverá versar o «bullying» e o «cyber-bullying» como atentatório dos direitos das crianças, ao mesmo tempo que procurará apresentar boas práticas no combate a este fenómeno e recomendações para a sua prevenção.

A aprovação da Resolução passou por um processo de negociação bastante atribulado entre as delegações, relativamente à linguagem utilizada – por exemplo, no que se prende com a categoria “género” e os seus estereótipos, e pelo entendimento de alguns sobre o universo de pessoas abrangido pela Resolução (isto é, o que se entende por grupos de “crianças em situações vulneráveis”).

Veja a Resolução »

 

 

 

Workshop Agressão entre pares – Bullying e Cyberbullying

Dezembro 18, 2014 às 8:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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bull

Programa

Parte I – conhecer e prevenir

  1. Definição de bullying
  2. Distinguir com clareza o bullying de outros tipos de agressão
  3. Os diferentes tipos de bullying
  4. As especificidades do cyberbullying
  5. Características dos intervenientes: vítimas, agressores e testemunhas

Parte II – identificar e intervir

  1. A prevenção que é eficaz: as competências-base a promover
  2. Identificar e sinalizar
  3. Modelos de resposta ao bullying
  4. A intervenção: o que cabe à escola, o que cabe aos pais, o que cabe ao psicólogo
  5. Exercícios práticos com casos reais.

 

Destinatários

Professores e psicólogos a trabalhar com adolescentes

 

Formadores

Rosário Carmona (Cascais)

Júlia Vinhas e Rosário Carmona (Setúbal)

 

Próximas datas

17 de janeiro de 2015 | 10h00 – 17h00 | CADIn Setúbal

13 de Fevereiro 2015 | 16h00 – 19h00 | CADIn Cascais (parte 1)

20 de Fevereiro 2015 | 16h00 – 19h00 | CADIn Cascais (parte 2)

 

Inscrições

Por e-mail |  congressos@cadin.net

Custo | 40€ (workshop completo, se pretender frequentar apenas um dos módulos o custo é de 25€)

Nº mínimo de participantes | 10

http://www.cadin.net/

Workshop “SOS Bullying”

Dezembro 17, 2014 às 2:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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catia

Agrupamento de Escolas de Vila Velha de Ródão

Av. da Achada 6030-221 Vila Velha de Ródão

272541041

direcao@aevvr.pt

272541050

http://www.aevvr.pt/

 

Types of Bullies – The 9 Types of Bullies in School

Novembro 27, 2014 às 6:00 am | Na categoria Uncategorized | Deixe o seu comentário
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texto do site http://lawnforrester.hubpages.com

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Children must cope with more challenges when facing adulthood concerning their interpersonal relationships in their work environment, which is school. Due to ongoing world affairs and the ever advancing communication technology industry children have more ways to acquire information and more ways to express their reaction to information. Bullying behavior in schools continues to be a problem that takes forms in various ways depending on the culture and location of the educational institution. Bullying is unwelcomed behavior, unwarranted and invalid criticism of another person or entity.

School administrations as well as state and federal branches have been attempting to conquer bullying in schools; be it passing new laws, implementing new programs, encouraging students to support each other, and so. However, most programs and laws have not touched on why bullies bully or the typologies of bullies. Academic institutions have focused on workplace bullying and behavior management, but none of those elements have been introduced directly into the field.

In this article, a typology of bullies will be described and defined. These descriptions are a accumulation of studies and research conducted within the last 10 years at academic institutions.

Nine Types of Bullies

1) Sadistic 2) Bystander 3) Accessory 4) Conditional 5) Imitative 6) Relational 7) Impulsive 8) Accidental 9) Reactive

The nine types of bullies are more than an identification tool, but also allow for an illustration of how they bully their targets.

Sadistic:

A person who is considered a sadistic bully has a low degree of anxiety of incurring consequences of their negative behavior and also has a low level of empathy towards others. The purpose of this type of bullying is self-gratification and is defined by the behavior that is emitted. Does this person bully publicly or privately? Does this person have one target or random targets? Does this person create contrived opportunities to bully or does this person prefer natural opportunities to bully another? Most sadistic bullies need to feel omnipotent and at times appear to have high self-esteem.

Bystander:

A person who is considered a bystander bully has a high degree of anxiety for the consequences of their behavior and typical degrees of empathy for others. This bully identifies with the subject or the bully, but avoids the situation or minimizes the bullying event. Bystander bullies are ambivalent about the situation due to the high anxiety or possible fears of consequences for participating in the bullying behavior or ceasing the bullying behavior. This type of bully is the most thoughtful of the typologies because they have carefully weighed all the parties involved and choose not to take any action except be a silent witness. An example of a bystander bully would be a person watching a bully engage in the behavior and does nothing. Another example, the bully could call attention to the bystander and the bully will only emit the behavior if the bystander is attending.

Accessory:

A person who is an accessory bully has a typical degree of anxiety of consequences and a low degree of empathy of others. This bully maintains a relationship with another bully and has a dependent relationship with their bully-friend. This person aides and/or encourages behavior of another bully. An accessory bully identifies with the bully and can have a hand in selecting targets for their bully-friend. An example of an accessory bully would be a friend of a bully who cheers or instigates the bully to emit the behavior.

Conditional:

Bullies who are considered conditional have a low degree of anxiety of incurring consequences of their negative behavior, but do have a typical degree of empathy of others. These particular bullies determine their targets based on events or actions related. For example, a new student in school is having a relatively typical adjustment and has not been the subject of any bullying behavior. The new student begins an intimate relationship with another student. Suddenly, the new student has rumors spread about their past relationships, the new student receives threatening text messages, emails, and inappropriate voicemails. The new student learns that another student targeted them because they did not approve of their relationship. This conditional bully only targeted the new student because of the newly developed relationship.

Imitative:

Bullies who are considered imitative bullies have a typical degree of anxiety of consequences and a low level of empathy of others. These types of bullies will copy negative and positive behaviors in their environment. Imitative bullies are not attached or dependent on the bullies they imitate and identify with both the bully and the subject. For example, a group of friends could be making jokes at the expense of another friend. An imitative bully may then join in or use the material in that situation and apply it to a similar situation. This person focuses on inclusion and self-gratification.

Relational:

A person who is an relational bully has a high degree of anxiety of consequences and a low degree of empathy of others. This person is a personal bully. This bully maintains a personal relationship with the subject of bullying behavior. They maintain a relationship by providing both positive and negative behavior to the subject. The relational bully does not emit bullying behavior to strangers or acquaintances. Amongst females the term “frienemies” would describe this bullying relationship. In male relationships or friendships, one male will be more dominate and use humiliation to maintain their status and then reward their subordinate for maintaining their friendship. This could look like inviting them to events, praising them, supporting their extracurricular activities, and defending (physically and emotionally) their subordinate from outside acts or influences. The relational bully is dependent upon their relationship with their subject. If the bully does not have a subject, the bully will canvas and develop a relationship, which makes these bullies friendly, charming, and engaging.

Impulsive:

Bullies who are considered impulsive bullies have a typical degree of anxiety of consequences and a typical level of empathy of others. These particularly bullies are likely to be subjected to bullying themselves, which explains why their behavior is spontaneous and random. Impulsive bullies have a highly level of difficulty monitoring their behavior and are opportunity based. If no opportunity is present, they will not contrive an opportunity. Persons who are identified as impulsive bullies may also have a medical/development diagnoses.

Accidental:

Persons who are considered accidental bullies have a typical degree of anxiety of consequences and a typical level of empathy towards others. An accidental bully is just that, a person unaware of their behavior and their behavior’s impact on the subject. An example of an accidental bully or bullying event is taking a joke to an inappropriate level. Intervention for these bullies is highly affective, because the intent of the bully is not sadistic, bystander, accessory, conditional, imitative, relational, or impulsive.

Reactive:

A person who is considered a reactive bully has a high degree of anxiety of incurring consequences of their negative behavior and also has a high level of empathy towards others. These bullies may begin as subjects of bullying behavior and graduate to bullying during retaliation. They are highly defensive and will display anxious and nervous behaviors such as rapid speech, fidgeting, low attending, daydreaming, excessive perspiration, decreased or increased in appetite, emotional irregularities, and incidents of bowel irregularity. In past research studies, this bully would be diagnosed with post-traumatic stress disorder (PTSD) and any behavior emitted would be considered reactive to past trauma from bullying behavior.

After reviewing the descriptions of the nine bully types, a person could assume that they are one of these bullies or have bullied a person in the manner similar to one of the nine. However, the difference between a bully and someone who bullied someone is:

Bullying is obsessive and at times compulsive. A serial bully has to have someone to bully and appear to be unable to function without a current target. A serial bully: (1) has not learned to accept responsibility, (2) refuse to accept and acquire appropriate social behavior mores, and (3) does not acknowledge consequences of their behavior.

Some excellent books about prevention and intervention strategies for classroom and in-the-home include:

“Bullying Prevention and Intervention: Realistic Strategies for Schools” by Swearer, Espelage and Napolitano (2009)

“Bullying Prevention for Schools: A Step-by-Step Guide to Implementing a Successful Anti-Bullying Program” by Allan L. Beane (2009)

“Bullying From Both Sides: Strategic Interventions for Working With Bullies & Victims” by Roberts and Wiseman (2005)

 

 

Workshop Bullying e Ciberbullying: formas de violência entre os jovens

Novembro 23, 2014 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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bully

Red Apple

Lisboa: 28 de Novembro

A presente formação tem como principal objectivo consciencializar os cidadãos para o bullying e para o ciberbullying e para as formas de os combater.

Mais informações:

http://www.red-apple.pt/index.php/-workshops/257-bullying

Cyberbullying: ameaças fazem-se cada vez mais pela Internet

Novembro 20, 2014 às 8:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia da TVI 24 de 19 de novembro de 2014.

A tese de doutoramento citada na notícia pode ser consultada no link:

Bullying nas escolas: prevenção e intervenção

«É uma nova forma de violência que amplia as consequências do bullying tradicional», como revela uma investigação da Universidade de Aveiro

Por: Redação / CF

Um trabalho de investigação da universidade de Aveiro (UA), divulgado esta quarta-feira, conclui que crescem as ameaças através da Internet entre colegas de escola, para evitarem sanções disciplinares, num fenómeno em expansão, o chamado cyberbullying. «Este é um problema que diz respeito a toda a sociedade e não apenas às escolas», aponta José Ilídio Sá, autor da tese de doutoramento «Bullying nas Escolas: Prevenção e Intervenção», realizada no Departamento de Educação da UA, que durante um ano letivo estudou o comportamento de alunos de uma escola secundária de Espinho. «O ‘cyberbullying’ traduz inquestionavelmente uma forma mais complexa de ‘bullying’. Em muitos casos, surge como a continuação do ‘bullying’ presencial, mas noutras situações desponta como o «espaço predileto do agressor», explica o investigador. O anonimato ou a falsa identidade do ofensor, a enorme quantidade de observadores presentes, a velocidade “viral” de propagação das ofensas, agressões e humilhações, são fatores que levam os agressores a fazer essa escolha. Para a executar, dispõem hoje de variados meios ao seu dispor, como smartphones com câmara fotográficas e de vídeo, tablets, numerosos postos com computadores disponíveis e facilidade de acesso à Internet. «É uma nova forma de violência que amplia as consequências do ‘bullying’ tradicional. A difusão de ameaças, difamações e violência psicológica através da Internet é um meio cada vez mais utilizado pelos jovens para ofender terceiros», retrata. Segundo dados da investigação realizada numa escola secundária com o 3.º ciclo do Ensino Básico, que envolveu o estudo de duas turmas ‒ uma do 7.º e outra do 10.º ano, 31% dos alunos admitiu conhecer um colega que já foi “gozado ou ameaçado na Internet” e 13% dos estudantes do 10º ano já foram ameaçados, pelo menos numa ocasião, no ciberespaço, sendo essa percentagem mais significativa (19%) no caso dos jovens dos Cursos Profissionais. Outro «dado preocupante», apontado pelo estudo de José Ilídio Sá, diz respeito ao número significativo de jovens que admite desconhecer a identidade do seu agressor e que revelou não ter reportado a agressão de que foi alvo. A pesquisa permitiu apurar, na ótica dos agredidos, que perto de 45% dos jovens vítimas de agressão admitiu não ter reportado o sucedido a uma terceira pessoa tendo, por isso, «sofrido em silêncio de modo presumivelmente continuado e prolongado». Os que optaram pela denúncia fizeram-no a um colega (42,6%) ou a um familiar (29,7% dos casos, sendo que 23,8% aos respetivos pais e 5,9% aos irmãos). «Note-se que apenas uma percentagem muito residual de jovens (13%) mencionou ter participado essa agressão a um adulto da escola», diz. No caso concreto do ‘bullying’ eletrónico, «a fronteira entre o espaço escolar e o exterior torna-se quase impossível de delimitar» e por isso, «a responsabilização do agressor, quer seja na vertente disciplinar ou na criminal, torna-se assim muito difícil de comprovar». As famílias podem ter uma intervenção decisiva neste tipo de casos, «uma vez que um número significativo de situações de ciberagressão tem como palco o espaço do domicílio», para a vítima ou para o agressor. «O papel das famílias assume particular relevância, designadamente no que diz respeito à vigilância e à monitorização dos padrões de uso e de consumo da Internet por parte dos jovens, e à definição de regras por parte dos pais», afirma. Aconselham-se por isso os pais a estarem atentos e a definirem os tempos de utilização e dos conteúdos e a localização dos equipamentos, procurando inverter a «cultura do quarto» característica nessas faixas etárias, como apresenta a Lusa em síntese.

Birras e vómitos antes da escola podem ser sinal de bullying

Novembro 6, 2014 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 5 de novembro de 2014.

clicar na imagem

dn

 

Workshop SOS Bullying em Viseu

Novembro 5, 2014 às 6:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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“Chamada de atenção aos viseenses ou quem anda por Viseu A Ilimiten e o Viseu Social têm a honra de estar a organizar o Workshop SOS BULLYING, dinamizado pela Educadora Social e autora do jogo pedagógico de prevenção do bullying escolar Cátia Vaz 21 de Novembro| 14h30 às 16h30| Vagas limitadas – Viseu Inscrições e Informações: viseusocial@gmail.com Vai perder esta oportunidade?” Inscrevam-se Viseu Social Instituto Politécnico de Viseu

Indigenous students skipping school to avoid bullying and racism

Outubro 30, 2014 às 12:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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texto do site http://theconversation.com de 10 de abril de 2014.

Shutterstock

Nicholas Biddle

Naomi Priest

High-profile cases of racial discrimination on the sporting field and on public transport capture the media’s attention, but we hear less about racism in our schools.

One survey of secondary students across four states found 80% of students from non-Anglo backgrounds, most of whom were from migrant and refugee backgrounds, reported experiencing racial discrimination during their lives. These students also reported that over two-thirds of these experiences of racism occurred at school.

More quantitative data is available in Australia about the experiences of racial discrimination for children and young people from Aboriginal and Torres Strait Islander descent. In a seminar we gave this week at the Australian Institute of Family Studies, we showed that of Aboriginal and Torres Strait Islander people interviewed, 14% of students aged 14 years and under in 2008 were reported by their carers to have been bullied or treated unfairly due to their Indigenous status in the previous 12 months. This rises to 23% for Aboriginal and Torres Strait Islander high school students in non-remote parts of the country.

This might not seem like a large number, but it is significant for several reasons. First, this data is reported by the children’s carers and may therefore miss a number of incidents that students don’t report to their family. Second, when extrapolated across the school career, it is likely that many more Aboriginal and Torres Strait Islander children experience some form of bullying or unfair treatment at some point.

There is growing empirical evidence of the multiple ways in which racism is harmful to the health, well-being, educational and social outcomes of children and young people throughout their lives. It is also an area that significantly overlaps with the Abbott government’s other stated aims. In particular, the prime minister has said:

Getting children to school is the Australian government’s number one priority in Indigenous Affairs.

Experiences of bullying and unfair treatment are a significant factor in explaining school attendance. For those students who didn’t experience bullying or unfair treatment, 7% missed school without permission in the previous 12 months (according to their carer). Among those who did experience bullying or unfair treatment, this rises to 16%. In our presentation, we show that these differences still hold using more sophisticated statistical modelling.

There are many other determinants of attendance. Poor health, for example, is a key predictor of low attendance. But it is also likely to be difficult to achieve attendance targets without children feeling that school is a safe place where their race or ethnicity is not going to adversely affect their treatment.

Moreover, there is compelling evidence that experiences of racism lead to poor child health outcomes for Aboriginal and Torres Strait Islander students, as well as for those from other racial/ethnic backgrounds.

There is much we don’t know about the experiences of racism of school students in Australia. How prevalent are these experiences across different geographical, neighbourhood and school contexts and for students from a range of racial, ethnic, cultural and religious backgrounds? Who are the perpetrators – teachers, their peers, or older/younger students? Are the perpetrators from the same or different racial/ethnic background, age or sex?

What forms of racism are most common – e.g. overt, covert – and in what context – e.g. online, in the classroom, breaktime? How do students respond to these experiences when they occur, and how does this influence their health and education outcomes?

Despite the need for more evidence, it is still worth designing and trialling interventions that build on the evidence that we do have and that work towards countering racism within Australian schools. Such interventions should be evidence-informed and built on theoretical and empirical research, as well as rigorously evaluated. Poorly designed interventions to address racism have been shown to result in negative backlash and to reinforce and strengthen prejudice.

The current debates and proposed changes to the Racial Discrimination Act are complex. One thing is clear though – the act itself will never be enough to prevent and address racial discrimination in Australia.

Such laws may provide protection for the most high-profile cases. They may also have an important role in shaping long-term social norms. But, for the vast majority of people who frequently experience racism, including our school students, other policy interventions need to be considered.

 

 

 

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