Casos de bullying acompanhados pelo IAC têm diminuído

Agosto 12, 2016 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia do Diário de Coimbra de 12 de agosto de 2016.

clicar na imagem

Capturar

 

Anúncios

DIAP de Lisboa tem unidade para investigar crimes sexuais contra crianças e jovens

Junho 4, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia da RTP Notícias de 1 de junho de 2016.

O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa dispõe, desde hoje, de uma unidade competente para a investigação de crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual cometidos contra crianças e jovens de idade inferior a 18 anos.

Segundo o site do Ministério Público (MP), a criação da Unidade de Ação Penal de Crimes Sexuais e Cometidos Contra Criança e Jovens Fora do Ambiente Familiar permitirá um tratamento uniformizado e uma abordagem articulada dos crimes cometidos contra crianças e jovens, nos quais se incluem, por exemplo, fenómenos criminais como o `bullying`.

“Pretende-se dar uma resposta mais eficaz ao nível da repressão e contenção destes crimes e, prioritariamente, proteger as vítimas e evitar fenómenos de revitimização”, indica o MP, revelando que a unidade agora criada é composta por cinco magistrados, um deles com funções de coordenação.

A nova unidade é competente para a investigação de crimes sexuais cometidos contra crianças e jovens de idade inferior a 18 anos, embora com duas exceções.

Uma das exceções refere que, pela sua especificidade, os crimes praticados contra crianças e jovens no seio familiar, continuarão a ser objeto de tratamento especializado no âmbito da Unidade de Combate à Violência Doméstica.

A segunda exceção, relacionada com razões operacionais e de abordagem sistémica do fenómeno da criminalidade especialmente violenta, determinam que, independentemente da idade das vítimas, a investigação destes crimes se mantenha na Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento.

Entretanto, a chamada Sala Júnior do DIAP de Lisboa, especialmente preparada para ouvir crianças vítimas de maus tratos e abusos sexuais, completou hoje seis anos de existência.

 

 

 

Bullying – artigo de opinião de José Morgado

Maio 26, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

artigo de opinião de José Morgado publicado na Visão de 12 de maio de 2016.

Notas sobre uma matéria que é recorrentemente identificada como fonte de preocupação para educadores, pais, técnicos e professores.

Diferentes estudos sugerem que em Portugal entre um quarto e um terço dos adolescentes entre os 13 e os 15 anos já se terá envolvido em episódios de bullying, verificando-se ainda com particular inquietação a subida significativa de cyberbullying com recurso às redes sociais e aos dispositivos de comunicação, telemóveis, por exemplo.

Duas notas específicas relativas ao cyberbullying que mostram o seu potencial risco. Dado que o bullying presencial ocorre predominantemente nos espaços escolares, os fins-de-semana são um tempo mais protegido o que não acontece com o cyberbullying.

Por outro lado, não existindo contacto directo, presencial, entre agressor e vítima, não é percepcionado de forma real o sofrimento infligido o que em algumas circunstâncias pode funcionar como “travão” e inibir os comportamentos de agressão.

De forma global sabe-se também que a ocorrência de situações de bullying é bem superior ao número de casos que são relatados. Uma das características do fenómeno, nas suas diferentes formas, incluindo o emergente cyberbullying, é justamente o medo e a ameaça de represálias a vítimas e assistentes que, evidentemente, inibem a queixa pelo que ainda mais se justifica a atenção proactiva e preventiva de adultos, pais, professores ou funcionários.

Este cenário determinaria, só por si, um empenhado investimento em recursos e dispositivos que procurassem minimizar o volume de incidências, algumas das quais com consequências severas.

Neste contexto e dada a gravidade e frequência com que ocorrem estes episódios é imprescindível que lhes dediquemos atenção ajustada, nem sobrevalorizando, nem tudo é bullying, o que promove insegurança e ansiedade, nem desvalorizando, o que pode negligenciar riscos e sofrimento.

Importa considerar dois eixos fundamentais de intervenção por demais conhecidos, a prevenção e a intervenção depois dos problemas ocorrerem. Esta intervenção pode, por sua vez e de forma simplista, assumir uma componente mais de apoio às vítimas e repressão e punição que aos agressores. É importante acentuar que é fundamental uma acção de apoio e também dirigida aos agressores no sentido de minimizar ou eliminar a continuação do seu comportamento. Uma outra via de trabalho a desenvolver será o envolvimento dos “assistentes” que podem desempenhar um papel importante na dissuasão ou denúncia dos episódios a que assistem.

Têm sido criados vários portais e outro tipo de iniciativas desenvolvendo informação, espaços de denúncia, suporte e apoio a pais e professores, bem como a alunos e incluindo também a realização de acções em escolas.

No entanto, boa parte destas iniciativas é exterior às escolas que, pressionadas pela sua cada vez mais vasta gama de problemas e solicitações, também sentem falta de recursos e informação adequada sobre o bullying, desde logo sobre a forma de o reconhecer.

A existência de dispositivos de apoio sediados nas escolas e de recursos qualificados e suficientes, designadamente no que respeita aos assistentes operacionais com funções de supervisão dos espaços escolares, é, a par de ajustamentos nos modelos de organização e funcionamento das escolas, uma tarefa urgente.

Do meu ponto de vista, o argumento custos não é aceitável porque as consequências de não mudar são incomparavelmente mais caras.

Muitas crianças e adolescentes evidenciam no seu dia-a-dia sinais de mal-estar a que, por vezes, não damos atenção, em casa ou na escola, espaço onde passam um tempo enorme.

De uma forma muito breve e solicitando uma enorme cautela sobre interpretações apressadas alguns sinais observados em casa como, livros, materiais ou bens estragados ou escondidos, ferimentos ou rasgões na roupa, “perda” frequente de objectos ou dinheiro, isolamento e exclusão do grupo de pares na escola, receio ou recusa em ir para a escola, desmotivação escolar, tristeza, instabilidade, reactividade, alterações súbitas do comportamento ou ansiedade ao final do fim-de-semana,* sobretudo quando não são habituais e se tornam frequentes devem merecer atenção.

Na mesma lógica e de novo com toda a prudência na interpretação, também na escola sinais como livros, materiais ou bens estragados ou escondidos, ferimentos ou rasgões na roupa, isolamento ou exclusão por parte dos colegas, alvo de brincadeiras abusivas frequentes, proximidade não habitual a adultos, sem intervenção nas aulas, insegurança ou ansiedade, desleixo e negligência não habituais ou absentismo* podem constituir motivo de preocupação.

Sinais desta natureza, apesar de insistir no cuidado da avaliação, não devem ser ignorados ou desvalorizados.

O resultado pode representar sofrimento e mal-estar.

*Fernandes, L.; Seixas, S. (2012) Plano Bullying: como erradicar o bullying da escola. Plátano Editora. Lisboa

(Texto escrito de acordo com a antiga ortografia)

Doutorado em Estudos da Criança. Professor no Departamento de Psicologia da Educação do ISPA – Instituto Universitário. Membro do Centro de Investigação em Educação do ISPA – Instituto Universitário. Colaborador e consultor regular de Programas de Formação de Professores e de Projectos de Investigação e Intervenção. Colaborador regular em Programas de Orientação Educativa para Pais. Autor de diversas publicações nas áreas da qualidade e educação inclusiva, diferenciação pedagógica, etc.

Blogue – http://atentainquietude.blogspot.com

 

 

 

 

Quando são os próprios estudantes a combaterem o bullying

Maio 24, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia da Visão de 6 de maio de 2016.

alexandre bordalo

Lusa (com VM)

Há uma escola na Póvoa de Lanhoso onde os alunos têm a responsabilidade de contribuírem para a prevenção do bullying e a gestão dos conflitos que possam ocorrer nos intervalos

Os intervalos das aulas na EB2,3 Professor Gonçalo Sampaio, em Póvoa de Lanhoso, são vigiados por “alunos mediadores”, que têm como principais incumbências a gestão de conflitos e a prevenção do `bullying`, informou fonte daquela escola.

Em comunicado enviado à Lusa, a fonte acrescentou que o grupo de jovens mediadores é formado por 20 alunos dos 8.º e 9.º anos de escolaridade, que receberam formação para o exercício daquela função e que estão no terreno desde janeiro.

Desde então, refere o comunicado, os conflitos nos recreios diminuíram, assim como as participações disciplinares associadas a ocorrências relacionadas com a convivência dos alunos. “Hoje, a ação dos jovens mediadores é bem aceite pelos seus pares e estes já são uma referência na escola”, acrescenta.

Os mediadores atuam ao nível da gestão de conflitos provocados por zangas, ameaças físicas ou verbais, insultos, tentativas de vandalismo e de incumprimento do Código de Conduta da escola.

A sua ação estende-se também à prevenção do `bullying`, do `cyberbullying` e de outras formas de pressão continuada e persistente sobre algum aluno.

Trata-se do Programa de Gestão e Mediação de Conflitos nos Recreios, criado naquela escola com o objetivo de minorar os níveis de conflitualidade e de indisciplina nos recreios.

O programa assenta num misto de vigilância e de mediação, inicialmente orientada para os maiores intervalos da manhã e da tarde.

Em cada um dos intervalos, atua uma brigada que é composta por dois alunos, jovens mediadores.

A mediação tem subjacentes os princípios da confidencialidade, da imparcialidade e do voluntariado.

Os 20 alunos abdicam de um dos seus intervalos semanais para integrar o programa e cumprir a sua missão de vigiar e de gerir os conflitos entre os seus pares.

Integram uma equipa de que também fazem parte duas professoras com formação em Mediação de Conflitos no contexto escolar.

Este programa contempla, também, a dinamização do Gabinete de Mediação, que funciona no Gabinete do Aluno.

O programa foi há dias apresentado aos pais e encarregados de educação, numa sessão em que a diretora da escola defendeu o alargamento da intervenção dos mediadores a outros intervalos e às refeições.

Citada no comunicado, a diretora sublinhou que “a intervenção entre pares permite uma abordagem sem o cariz punitivo associado à intervenção por parte do adulto, sendo entendida como uma chamada de atenção para as consequências de alguns comportamentos menos adequados”.

O Programa de Gestão e Mediação de Conflitos da EB2,3 Professor Gonçalo Sampaio integra um plano mais alargado de combate à indisciplina e de erradicação da violência em meio escolar.

Deste plano, fazem também parte o Código de Conduta (nas salas de aula, nos recreios e nos espaços comuns da escola), o Compromisso Tripartido e várias ações de sensibilização em contexto de sala de aula para prevenção do `bullying` e do `cyberbullying`, dinamizadas pela GNR.

 

 

 

IX Encontro Nacional dos Técnicos Superiores de Educação Social “Educação Social nos Trilhos da Infância e Juventude” – 28 de maio em Lisboa

Maio 18, 2016 às 11:21 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

13220939_797674073702231_3631886683767717610_n

mais informações:

https://www.facebook.com/ApesAssociacaoPromotoraDaEducacaoSocial/

 

Alunos recebem formação para mediar conflitos e prevenir bullying

Maio 17, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

transferir

 

Em comunicado enviado à Lusa, a escola explica que o grupo de jovens mediadores é formado por 20 alunos dos 8.º e 9.º anos de escolaridade, que receberam formação para o exercício daquela função e que estão no terreno desde janeiro.

Desde então, refere o comunicado, os conflitos nos recreios diminuíram, assim como as participações disciplinares associadas a ocorrências relacionadas com a convivência dos alunos. “Hoje, a ação dos jovens mediadores é bem aceite pelos seus pares e estes já são uma referência na escola”, acrescenta.

Os mediadores atuam ao nível da gestão de conflitos provocados por zangas, ameaças físicas ou verbais, insultos, tentativas de vandalismo e de incumprimento do Código de Conduta da escola.

A sua ação estende-se também à prevenção do ‘bullying’, do ‘cyberbullying’ e de outras formas de pressão continuada e persistente sobre algum aluno.

Trata-se do Programa de Gestão e Mediação de Conflitos nos Recreios, criado naquela escola com o objetivo de minorar os níveis de conflitualidade e de indisciplina nos recreios.

O programa assenta num misto de vigilância e de mediação, inicialmente orientada para os maiores intervalos da manhã e da tarde.

Em cada um dos intervalos, atua uma brigada que é composta por dois alunos, jovens mediadores.

A mediação tem subjacentes os princípios da confidencialidade, da imparcialidade e do voluntariado.

Os 20 alunos abdicam de um dos seus intervalos semanais para integrar o programa e cumprir a sua missão de vigiar e de gerir os conflitos entre os seus pares.

Integram uma equipa de que também fazem parte duas professoras com formação em Mediação de Conflitos no contexto escolar.

Este programa contempla, também, a dinamização do Gabinete de Mediação, que funciona no Gabinete do Aluno.

O programa foi há dias apresentado aos pais e encarregados de educação, numa sessão em que a diretora da escola defendeu o alargamento da intervenção dos mediadores a outros intervalos e às refeições.

Citada no comunicado, a diretora sublinhou que “a intervenção entre pares permite uma abordagem sem o cariz punitivo associado à intervenção por parte do adulto, sendo entendida como uma chamada de atenção para as consequências de alguns comportamentos menos adequados”.

O Programa de Gestão e Mediação de Conflitos da EB2,3 Professor Gonçalo Sampaio integra um plano mais alargado de combate à indisciplina e de erradicação da violência em meio escolar.

Deste plano, fazem também parte o Código de Conduta (nas salas de aula, nos recreios e nos espaços comuns da escola), o Compromisso Tripartido e várias ações de sensibilização em contexto de sala de aula para prevenção do ‘bullying’ e do ‘cyberbullying’, dinamizadas pela GNR.

 

Nuno Noronha, para o SAPOLifestyle, em 2 de maio de 2016

Curso “Crianças e Jovens Vítimas de Crime e de Violência” 23 e 25 de Maio de 2016 em Lisboa

Maio 10, 2016 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

curso

As inscrições encontram-se abertas até ao dia 18 de Maio de 2016.

mais informações no link:

http://www.apav.pt/apav_v3/index.php/pt/1205-curso-criancas-e-jovens-vitimas-de-crime-e-de-violencia

 

Acções contra o bullying vão mobilizar 800 alunos

Maio 9, 2016 às 10:45 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Público de 8 de maio de 2016.

Lusa

A partir desta segunda-feira a Amnistia Internacional promove uma série de iniciativas em seis escolas portuguesas.

A partir desta segunda-feira, mais de 800 alunos de seis escolas portuguesas vão estar envolvidos em acções contra o bullying, no âmbito de um projecto da Amnistia Internacional desenvolvido nos últimos dois anos naqueles estabelecimentos de ensino.

Pinturas murais alusivas aos direitos humanos e a divulgação de cartazes de grande formato relativos ao tema são algumas das iniciativas previstas com o objectivo de sensibilizar mais alunos para o projecto Stop Bullying, no âmbito do qual será lançado, em Setembro, um manual contra este tipo de agressão.

“O nosso objectivo é reduzir a incidência de bullying em cada uma das escolas, em cerca de 33%”, explicou à Lusa Nelson Lima, da Amnistia Internacional (AI).

O resultado mais palpável de dois anos de trabalho serão os materiais de sensibilização produzidos pelos próprios alunos, e um manual de boas práticas contra o bullying, com contributos das escolas que participaram, e que a Amnistia pretende disponibilizar não apenas para estas, mas também online, ficando acessível a qualquer estabelecimento que o queira usar, especificou.

Estas acções, que estão também a ser desenvolvidas na Irlanda, Itália e Polónia, iniciaram-se com um inquérito à comunidade escolar. Os resultados demonstraram que o que levava os alunos a praticar acções agressivas, repetidamente, sobre os seus pares, tinha por base, maioritariamente, o aspecto físico: aparência, deficiência, raça, contexto social ou cultural e homofobia foram, por esta ordem, as razões indicadas como justificação para agredir os colegas.

No próximo mês de Setembro, a AI pretende voltar a aplicar o mesmo inquérito para perceber se a meta da redução em 33% da incidência de actos violentos sobre colegas foi atingida, e se houve, de facto, um impacto mensurável da iniciativa junto das escolas. “A nossa ideia seria pegar nestes dados estatísticos e, a partir daqui, criar algum tipo de pressão para que o Governo olhe para este tema com outra relevância”, disse Nelson Lima.

A AI seleccionou seis escolas entre aquelas que se candidataram a integrar o projecto, escolhendo estabelecimentos com alguma abrangência territorial. Há escolas de Ferreira do Zêzere (Santarém), Cacém (Lisboa), Vila Franca de Xira (Lisboa), São João da Madeira (Aveiro), Maia (Porto) e Estremoz (Évora).

 

Escolas não registam casos de bullying

Abril 24, 2016 às 4:04 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia do Jornal de Notícias de 21 de abril de 2016.

clicar na imagem

jn1

 

«CRESCER EM AFETOS» em Pombal

Abril 18, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

afetos

O GAAF do Agrupamento de Escolas de Pombal tem o apoio técnico do IAC – Fórum Construir Juntos

«CRESCER EM AFETOS» foi o tema que caraterizou o conjunto de atividades promovidas pela Educação para a Saúde e pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), que numa missão conjunta assinalaram o Agrupamento de Escolas de Pombal, como Escola Promotora de Saúde.

Uma diversidade de sessões formativas e palestras preencheu a semana de 08 a 11 de março, envolveu a comunidade escolar, sensibilizando alunos dos 2º, 3º ciclos, ensino secundário regular e profissional para questões sociais e individualmente prementes, crentes no principio de que a informação permite identificar comportamentos de risco, reconhecer benefícios de comportamentos adequados, suscitar comportamentos de prevenção que conduzam a estilos de vida saudáveis e os ajudem a traçar «Um Projeto de Qualidade de Vida».

Foram refletidas temáticas como «Prevenção da violência na escola, “Bulliyng” e “Ciberbulliyng”, prevenção da violência no namoro, educação sexual, igualdade de género, alcoolismo, “projeto + Contigo” e promovidos alguns debates com pais e filhos, alunos / EE sobre «Parentalidade Positiva» e ainda, um Workshop sobre «Velas Solidárias» angariadoras de bens alimentares que aconchegarão famílias mais carenciadas da comunidade escolar.

Uma onda de «Abraços Grátis»,dinamizada pelos alunos, aproximou a comunidade escolar, estreitou afetos, proporcionou Encontros.

Este evento, contou com a participação dos nossos parceiros e colaboradores: Centro de Saúde, Escola Segura /PSP, Universidade Sénior, Ginásio meirigym, alunos do 3º ano do Curso de Restauração e Bar, e ainda a Associação de estudantes que animou os intervalos com os seus talentos musicais.

Manuela Pinto | Agrupamento de Escolas de Pombal

coimbra_GAAF_2016_5 coimbra_GAAF_2016_2

mais imagens no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-cj/noticias-forum

 

 

« Página anteriorPágina seguinte »


Entries e comentários feeds.