VI Encontro da Rede de Bibliotecas Escolares de Lisboa . Literacias na Educação. Educação para as Literacias – 29 janeiro em Lisboa

Janeiro 20, 2018 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição até 24 de Janeiro

mais informações:

http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/bibliotecas-escolares-discutem-literacias-e-educacao

 

 

15.º Encontro Eterna Biblioteca – 24-25 novembro em Sintra

Novembro 15, 2017 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://linhadeleitura.wordpress.com/2017/11/13/15-o-encontro-eterna-biblioteca/

X Encontro Concelhio de Bibliotecas Escolares de Leiria: De que leituras és feito? 17-18 novembro

Novembro 2, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://eventos.ccems.pt/encontrobeleiria/#4

II Jornadas da Rede de Bibliotecas de Lamego – “A Biblioteca na Era Digit@al” 17 e 18 de fevereiro

Fevereiro 8, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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12 de fevereiro – limite para inscrição nas Jornadas.

mais informações:

http://www.rblamego.org/ii-jornadas-rbl

 

Já há um milhão de alunos com acesso às bibliotecas escolares

Outubro 22, 2016 às 4:38 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 13 de outubro de 2016.

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Clara Viana

Em 20 anos, o número de bibliotecas escolares passou de 164 para 2426, mas o corpo de professores bibliotecários está a diminuir.

Cerca de um milhão de alunos do ensino básico e secundário, o que representa 76,5% do total de estudantes, estão em escolas onde existe uma biblioteca, segundo dados disponibilizados pela Rede de Bibliotecas Escolares. Não quer dizer que todos frequentem estes espaços, mas como não existem dados centralizados sobre o número real de utentes, fica o registo impressivo da actual coordenadora da rede: seja com os seus professores ou por livre vontade, a maioria passa por lá. E não só para trabalhar, “mas também para conviver”, adianta Manuela Silva.

A Rede de Bibliotecas Escolares está a festejar o seu 20.º aniversário. Nesta sexta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, faz-se o balanço. Em 1997 existiam 164 bibliotecas nas escolas, no ano passado este número já estava nos 2426. E o objectivo, frisa a sua responsável, é continuar a subir. Por agora, todos os estabelecimentos de ensino do 2.º e 3.º ciclo e secundárias estão abrangidas por um equipamento destes, mas falta ainda garantir que todos os do 1.º ciclo com mais de 100 alunos também tenham a sua biblioteca.

Mais uma vez não existem dados disponíveis sobre quantas escolas deste nível de ensino falta ainda alcançar, mas sabe-se que 900 já têm este equipamento. No total existem 3592 estabelecimentos do 1.º ciclo, mas a maioria tem menos de 100 alunos. As escolas nesta situação terão acesso à biblioteca do agrupamento onde estão inseridas através das rotinas de itinerância comuns à Rede de Bibliotecas Escolares, com livros e dispositivos electrónicos a viajarem de escola em escola.

Crescer é pois um dos objectivos. O outro é consolidar o trabalho das bibliotecas, o que só poderá ser feito pela “promoção do gosto pela leitura, seja em formato impresso ou digital”, afirma Manuela Silva. “Nas bibliotecas queremos que os alunos sejam os protagonistas da sua aprendizagem”, diz, acrescentando que isso passa também pelo desafio de os ensinar a “usar a informação que têm disponível de forma autónoma e crítica”.

Mais novos são os que gostam mais de ler

Nestes espaços existem livros, computadores, dispositivos móveis, como os tablet, que são a sensação do momento. Com aplicações próprias dirigidas para os alunos, incluindo os que têm necessidades educativas especiais, permitem uma abordagem dos conteúdos curriculares a que muitos já se renderam, conta Manuela Silva. E assim se cumpre outro dos objectivos da rede: provar que “existem outras formas de ensinar”, o que tem sido feito em articulação com os professores das disciplinas, a quem se recomenda que utilizem os recursos disponíveis nas bibliotecas para o desenvolvimento das suas aulas.

E quem são os principais fãs dos livros propriamente ditos que habitam nestes espaços? Os alunos do 1.º ciclo, que são os mais novos, e que estão ainda muito receptivos a estes objectos que são os livros, revela Manuel Silva.

O mesmo entusiasmo, acrescenta, pode ser encontrado também nas salas da pré-escolar, onde os livros são lidos em voz alta e folheados com deleite. Esta disponibilidade para a leitura decresce substancialmente no 3.º ciclo: para os alunos adolescentes o atractivo número um das bibliotecas são os dispositivos electrónicos que ali têm ao seu dispor.

No ano passado, último com estes dados disponíveis, existiam 21.791 computadores para uso nas bibliotecas das escolas e cerca de dois mil dispositivos de leitura digital — em 2012 estes últimos eram apenas 348.

Menos professores

Neste mundo que parece em expansão o número de professores bibliotecários, a quem compete gerir e animar estes espaços, está contudo em queda: passou de 1334, em 2014, para 1301, em 2016. Segundo Manuela Silva, esta diminuição é já reflexo da redução do número de alunos, que tem sido particularmente acentuada no 1.º ciclo.

Por lei, a afectação de professores às bibliotecas, que é feita por concurso, depende do número de alunos existente nas escolas ou agrupamentos. Em média, os professores bibliotecários têm 50 anos de idade e a maioria é do sexo feminino, repetindo assim o perfil dominante na classe. Também por lei, não podem exercer esta função em exclusivo: têm de ter uma turma para ensinar ou garantir horas de apoio aos alunos.

bibliotecas

 

 

 

Fórum 20 anos Rede de Bibliotecas Escolares – 14 de outubro na Fundação Calouste Gulbenkian

Outubro 8, 2016 às 5:37 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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rbe

mais informações:

http://blogue.rbe.mec.pt/forum-20-anos-rbe-inscricoes-abertas-1998991

Em 2016, a Rede de Bibliotecas Escolares vai comemorar 20 anos de existência. 20 anos que nos permitiram atingir 2426 bibliotecas escolares e 1301 professores bibliotecários. Lançar um sem número de iniciativas em prol da leitura, da inclusão e das literacias exigidas por uma sociedade onde a informação e a tecnologia imperam e a incerteza se tornou uma constante. 20 anos em que encontrámos parceiros, públicos e privados, que se tornaram aliados firmes e indispensáveis do nosso Programa. Em que obtivemos a confiança e a estima de muitos professores, alunos, funcionários, diretores de escolas e de centros de formação. De autarquias, bibliotecas municipais, fundações, universidades, associações e outras instituições da sociedade civil que nos dão o privilégio de trabalhar lado a lado.

Outubro, mês das bibliotecas escolares, é o mês que escolhemos para assinalar o 20.º aniversário deste percurso, construído, sobretudo, através de um grande trabalho em rede e em equipa. A Fundação Calouste Gulbenkian dá-nos a honra de colaborar connosco na efeméride e de acolher nas suas instalações, a 14 de outubro de 2016, o fórum 20 anos RBE.

As bibliotecas na era da Internet

Setembro 30, 2016 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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La formación de usuarios y el uso de la información Una experiencia didáctica en la biblioteca del Colegio Público de Falces (Navarra)

Setembro 28, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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descarregar o documento no link:

https://www.educacion.navarra.es/web/publicaciones/catalogo/-/asset_publisher/JONi5m8mCym2/content/la-formacion-de-usuarios-y-el-uso-de-la-informacion;jsessionid=2C9024B5671ACB42A95220098E542D6B

La colección Bibliotecas Escolares presenta un nuevo número de la serie verde Blitz en la escuela titulado La formación de usuarios y el uso de la información. Se trata de una experiencia realizada por el profesorado del Colegio Público de Falces en la biblioteca escolar, bajo la experta coordinación de su profesor Francisco Soto.

La biblioteca escolar del colegio de Falces funciona como un centro de recursos que apoya el aprendizaje activo de todas las áreas del currículo y pone a disposición de su alumnado fuentes bibliográficas que se presentan en diversos soportes (libro, CD-ROM, DVD, etc.).

Desde hace años, la biblioteca es el lugar de encuentro con la lectura a través de exposiciones, conferencias, visitas de autores, etc. pero, especialmente, es para su alumnado un lugar agradable en donde poder disfrutar de las fuentes del conocimiento.

En esta publicación se propone una unidad didáctica, desde Educación Infantil hasta el primer ciclo de Secundaria, para utilizar la información de la biblioteca a través de los contenidos de diferentes áreas del currículo: la primavera, los animales, los mamíferos, los Borbones y Egipto.

Para enseñar a su alumnado la importancia de las normas y de su utilización en el mundo de las bibliotecas, el profesorado del colegio ha elaborado un vídeo titulado Doña Biblioteca, de gran valor creativo y divulgativo, que generosamente ponen a disposición de otras bibliotecas escolares y de sus usuarios a través del DVD que se adjunta en esta publicación.

I Seminário da Rede das Bibliotecas Escolares de Santo Tirso “A Biblioteca Escolar e o Leitor do Século XXI” 28 de abril

Abril 20, 2016 às 9:16 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia, que poderá ser feita até ao dia 25 de abril de 2016.  

Inscrição

http://bdforma.cfaesg.org/

 

Recomendações FABE quanto à utilização da rede social virtual Facebook nas bibliotecas escolares

Novembro 19, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto publicado no Linkedin de Filipa Marinho a 29 de outubro de 2014.

FABE – Facebook Aplicado às Bibliotecas Escolares https://www.facebook.com/pages/FABE/366878830063452?fref=ts

Recomendação #1:

A identificação das bibliotecas escolares no FB não é, muitas das vezes, clara; os nomes dos perfis/páginas não esclarecem devidamente quanto à sua tipologia, localização geográfica e, em alguns casos, são encontrados perfis/páginas de BE com o mesmo nome (por exemplo, “Biblioteca Escolar”), facto que dificulta a sua identificação inequívoca. A sugestão que aqui apresentamos resolveria todas estas situações:

Be de tipologia EB1: BE-1 NOME DA ESCOLA (CONCELHO – DISTRITO)

BE de tipologia EB2/3: BE-2/3 NOME DA ESCOLA (CONCELHO – DISTRITO)

BE Secundárias: BE-S NOME DA ESCOLA (CONCELHO – DISTRITO)

BE de Agrupamentos: BE-A NOME DO AGRUPAMENTO (CONCELHO – DISTRITO)

BE de tipologia EBI: BE-I NOME DA ESCOLA (CONCELHO – DISTRITO)

Recomendação #2: Os elementos de identificação e contacto são o bilhete de identidade de qualquer instituição. Por esse motivo, é recomendável que elementos como a morada, telefone e e-mail sejam contemplados na secção “sobre” do FB, assim como indicação do sítio web e blog, quando aplicável. Nesta secção, recomendamos também que se inclua o nome do(a) responsável pela BE e dos elementos da sua equipa.

Recomendação #3: Como em qualquer outra situação de “exposição pública”, a imagem é um elemento relevante, pelo que recomendamos a criação de um logótipo personalizado. Na impossibilidade de recorrer aos serviços de um designer, poder-se-á optar, por exemplo, por implicar alunos e professores na criação do logótipo, como atividade e desafio proposto pela BE.

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Recomendação #4: Criação de Página: o FB não permite a criação de perfis institucionais, embora existam muitas bibliotecas que optaram por criar um perfil pessoal para representar a biblioteca. O ideal é criar uma conta com um Perfil de Administrador e, a partir dessa conta, criar e administrar uma Página, cujas principais vantagens se enumeram de seguida:

a) As Páginas têm praticamente as mesmas características que os Perfis, no que toca à difusão de informação;

b) Não é necessário solicitar ou aceitar “pedidos de amizade”, uma vez que os utilizadores do FB podem, livremente, “gostar” de uma determinada Página, não havendo limite de fãs;

c) As Páginas providenciam estatísticas para ajudar os administradores a compreender como as pessoas estão a interagir com a mesma, pois a melhor forma de fazer com que o público interaja com o conteúdo partilhado numa Página, é conhecer os seus interesses e agir em conformidade;

d) As informações e publicações de uma Página são públicas por defeito tendo, por esse motivo, maior alcance;

e) Os administradores da Página podem também publicar no Perfil de Administrador;

f) As Páginas podem ter mais do que um administrador e de vários tipos.

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Recomendação #5 Não permitir publicações dos fãs no mural da Página; não obstante o FB ser uma rede social virtual e, por isso mesmo, ter a interação como característica principal, permitir que os fãs publiquem no mural da Página cria algum “ruído informacional” que pode ser evitado. Assim, a nossa recomendação é no sentido de não permitir publicações de terceiros no mural da Página, mas permitir todas as outras formas de interação disponibilizadas pelo FB (chat, mensagens e comentários).

Recomendação #6 Utilizar aplicações na Página: é possível incorporar, na Página do FB, o sítio web da biblioteca ou da escola correspondente, o blog, o catálogo em linha ou outras ligações da Internet. Existem várias aplicações para o efeito, de entre as quais destacamos o IFrame Apps, por ser de fácil utilização.

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Recomendação #7 Privacidade: cada vez mais as redes sociais virtuais estão atentas a esta questão. Não esquecer que muitas das publicações das BE referem-se às suas atividades, nas quais estão envolvidos terceiros (alunos, professores, pais…), pelo que atender e respeitar a política de privacidade é um dever ético. Para configurar as opções de privacidade nas Páginas, no menu do painel de administração, clicar em “editar página” e depois em “editar definições”. Aparecerá a página onde podemos configurar vários elementos, dos quais salientamos os seguintes:

1) No caso das fotografias, não permitir que outros utilizadores possam identificar as pessoas envolvidas. Assim, na opção “capacidade de identificação”, NÃO marcar a caixa de verificação;

2) Nas Páginas, as publicações são “públicas” por defeito, pelo que sugerimos que marquem a opção “limites de privacidade da publicação”; desta forma, podemos escolher quem irá ver as nossas publicações;

3) A fim de termos o controlo dos comentários ou publicações de terceiros na nossa Página, no que diz respeito ao conteúdo, utilizar a opção “moderação da página” para impedirmos, por exemplo, assuntos mesnos próprios;

4) No seguimento do ponto anterior podemos, ainda, aplicar um filtro para palavras impróprias. Para isso, na opção “filtro de palavras de baixo calão”, escolher “forte”;

5) No perfil de administrador, ter atenção aos amigos que se adicionam ou aceitam.

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Recomendação #8 Manter a Página ativa: ter uma Página estática e sem “entusiasmo” não atrai utilizadores. Partilhar ligações de outras Páginas, comentar, atualizar o estado, fazer “perguntas”, criar eventos…enriquecerá a Página. Deixamos algumas ideias: 1) Publicar fotografias (capas de livros e DVD’s, fotografias dos diferentes espaços da BE ou de atividades realizadas);

2) Novidades bibliográficas (fazer acompanhar a referência bibliográfica da imagem da capa do documento, torna a publicação mais apelativa);

3) Criar eventos (não esquecer convidar os fãs);

4) Partilhar lembretes e alertas (sobre os serviços, atividades, horário…);

5) Partilhar situações engraçadas ou publicar estatísticas interessantes (por exemplo, o livros mais requisitado da semana ou o aluno que mais livros requisitou no último mês – neste caso, com autorização deste).

Recomendação #9 Fazer perguntas! Nas Páginas, em Eventos e em Grupos do FB é possível fazer-se perguntas para realizar sondagens e receber recomendações (opção indisponível nos Perfis). Esta funcionalidade, além de ser simples e fácil na sua utilização, permite que a BE conheça a opinião dos seus fãs, de modo a otimizar os seus serviços: pedir sugestões sobre que livros comprar, eventos que gostariam que a BE realizasse, o que estão a ler ou a estudar, são alguns exemplos.

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Recomendação #10 O Fcebook permite que se importe a atividade de outras redes sociais virtuais e marcadores sociais, pelo que se tivermos conta no Delicious, Flickr, Youtube, Twitter, entre outras, podemos faciulmente partilhar essa atividade na nossa Página.

Filipa Marinho

 

 

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