Já pode ler o “Diário de Anne Frank” em banda desenhada

Abril 9, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da MAGG de 26 de março de 2019.

por Rita Espassandim

Escrito por uma jovem adolescente durante a Segunda Guerra Mundial, o “Diário de Anne Frank” não deixa ninguém indiferente. A menina judia acabou por ser assassinada num campo de concentração, durante o Holocausto, mas o diário que escreveu enquanto estava escondida com a família dos nazis ficou a salvo. Depois de inúmeras publicações e adaptações, transformou-se numa novela gráfica.

O Diário de Anne Frank: Diário Gráfico” renasce em banda desenhada, numa publicação autorizada pela fundação Anne Frank Fonds, que se dedica a manter vivo o legado de Anne.

A adaptação incorpora uma grande parte dos textos originais de Anne, e segue a cronologia original do seu diário — há algumas páginas inteiras e outras que foram convertidas em pequenas imagens coloridas e ousadas com diálogos.

O escritor, Ari Folman, e o ilustrador, David Polonsky, foram chamados para dar vida às palavras de Anne de uma maneira totalmente inovadora. “Qualquer nova abordagem que alcance o público e os leitores mais jovens é uma bênção”, conta à “Teen Vogue” Ari, cujos pais são ambos sobreviventes do Holocausto. “Esperamos que isto inspire as pessoas a voltarem ao diário original e a lerem-no. É uma obra-prima e é incrível que uma criança de 12 anos o tenha escrito”.

Ari Folman disse ainda que quiseram “garantir que a adaptação de quadradinhos respeita o conteúdo original”, tentando adaptar a história às crianças de hoje. O “Diário de Anne Frank” já foi traduzido para mais de 70 idiomas, publicado em 40 países e conta com mais de 30 milhões de cópias vendidas. “O Diário de Anne Frank: Diário Gráfico” está à venda em Portugal e custa 18,80€.

 

 

Fotógrafo transforma crianças vítimas de bullying em super-heróis

Maio 23, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Josh Rossi

Notícia da SICmulher de 1 de maio de 2018.

Josh Rossi ofereceu uma experiência única a 15 crianças.

Recentemente, chegou às salas de cinema de todo o mundo o filme de super-heróis mais aguardado de sempre, “Vingadores: Guerra do Infinito“, que reúne personagens conhecidas da Marvel Comics, como ThorCapitão AméricaHomem de Ferro, entre muitas outras.

Posto isto, o fotógrafo norte-americano Josh Rossi decidiu transformar 15 crianças, vítimas de bullying, nos super-heróis que enfrentam a temível ameaça do vilão Thanos, que pretende dizimar metade de todo o universo.

Esta não é primeira vez que, o fotógrafo torna crianças em heróis de banda desenhada. No ano passado, por altura da estreia do filme “Liga da Justiça”, que reúne o Super-HomemBatman e companhia, Josh Rossi fez um ensaio fotográfico semelhante, mas desta vez com crianças portadoras de deficiências. Antes disso, a 4 de julho, o artista assinalou o Dia da Independência norte-americana nas redes sociais com uma fotografia da filha vestida de Mulher Maravilha, a super-herói da DC Comics.

fotografias no link:

http://www.fulltimephotographer.com/single-post/2018/04/09/Photographer-Gives-Bullied-Kids-Sweet-Revenge

Como ressuscitar o Tio Patinhas, ou de como Duck Tales está de volta

Novembro 29, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Huguinho ganha forma nas mãos de um dos artistas da série Disney

Notícia do https://www.publico.pt/ de 11 de novembro de 2017.

A série de aventuras da Disney do final dos anos 1980 regressa este sábado com novas histórias, vozes de Community ou Parks and Recreation e com velhos estilos de animação — sem 3D. Para os novos pais mostrarem aos filhos os seus velhos heróis. O PÚBLICO visitou as “filmagens”.

Joana Amaral Cardoso em Los Angeles

Duas coisas sobre os bastidores de uma série de animação da Disney: o escritório, embora cheio de adultos que são pagos para pensar como crianças, é esmagadoramente silencioso; mas, em compensação, há doces por todo o lado. No estúdio onde se trabalha no novo Duck Tales, a histórica série que transportou uma família de patos sem calças dos livros de quadradinhos para televisores de todo o mundo há 30 anos, é tudo sobre passar o testemunho. Da infância de quem agora desenha, produz ou escreve para a infância de 2017, tão estimulada que já não se encanta só com um mergulho do Tio Patinhas numa pilha de dinheiro.

Em Glendale, uma das cidades da gigantesca malha urbana de Los Angeles, fica um dos muitos edifícios que a Disney Television Animation ocupa na região. Braço “caseiro” do entretenimento com a marca do Rato Mickey (e dos Jedi, ou da Marvel), é uma malha de cubículos alcatifados. Silenciosa, mas decorada com as mais variadas relíquias e memorabilia, da casa e da concorrência. Os animadores misturam Stan Marsh de Family Guy, Pokémon e luzes de O Estranho Mundo de Jack (estávamos no início de Outubro e as decorações de Halloween tinham saído das caixas). Os gabinetes estão recheados de bicicletas, trotinetes, skates ou vinis dos Specials.

Um livro sobre Toulouse Lautrec encosta-se a uma caixa de DVD da série Smalville, iluminado pela mesa digital de ilustração onde Huguinho ganha forma nas mãos de um dos artistas da série. Zezinho e Luisinho andarão por perto, bem como o tio, Pato Donald, e, claro, a estrela adulta da companhia de aventuras infantis, o Tio Patinhas — agora conhecido como Patinhas McPato. A série original, transmitida nos EUA entre 1987 e 1990 e em Portugal no programa Clube Disney, foi algo marcante. Criou memórias na equipa que agora trabalha no novo Duck Tales (que em Portugal se estreia dia 18 no Disney Channel como PatoAventuras depois de um especial, este sábado, às 11h) e no público que está na casa dos 30 ou 40 anos — nomeadamente auditivas. Traduzindo: Woo-oo!, ou a onomatopeia do genérico da série, bem guardada na mente desde o tempo em que os que agora são crescidos cantavam as músicas do genérico dos desenhos animados.

PatoAventuras é o enésimo reboot de uma era que não pára de olhar para trás e ressuscitar propriedade intelectual, especialmente aquela que foi exibida dos anos 1980 em diante. “O reboot de Duck Tales parecia inevitável”, admite o produtor executivo Matt Youngberg. “Como enormes fãs da série original, queríamos assegurar-nos de que era feito da maneira certa. E de que não parecesse só algo para fazer dinheiro ou para jogar com os fãs nostálgicos, mas sim algo que trouxesse os velhos fãs — e que eles trouxessem os seus filhos.” Youngberg e o seu correligionário Francisco Angones eram fãs. São descritos nos corredores do estúdio como enciclopédias ambulantes de Duck Tales. Angones incluiu versos da antiga canção do genérico nos seus votos de casamento. Na sua sala têm uma mesa de reuniões com dois frascos. Um de doces, claro, e outro de papéis com as más piadas que os argumentistas foram acumulando.

Porquê voltar, porquê agora? “Nunca vamos ser Os Vingadores – Infinity War em termos de âmbito e escala, porque é um filme de mil milhões de dólares e nós temos um monte de patos sem calças”, ri-se o também guionista Angones (Wander Over Yonder, Men at Work). “[Mas] sentimos que tínhamos de ser nós a dar cabo disto”, brinca Youngberg, que trabalhou em Ben 10, Justice League, Transformers: Animated e foi já nomeado para os prémios Annie. O discurso de quem trabalha na série é permeado pelo humor, pela sua própria experiência enquanto crianças que voltavam da escola e viam religiosamente as aventuras dos patinhos e Patinhas, mas também pela mensagem de marketing que querem passar. “Ênfase na família”, “aterrou-nos nas mãos Uma Família Moderna”, diz Angones; “esta versão da série é Indiana Jones e Uma Família Moderna”, solta por seu turno o actor Danny Puddi, que faz a voz de Huguinho.

Pioneira na Disney

“[Em 1987, a série original] era tão adorável e memorável que continua a ser uma espécie de objecto-troféu para muitos de nós que cresceram na Era Bush I”, escreve Jason Rhodes na revista Paste sobre a presidência de George H. Bush. Apesar de algo convencional, nota, a série “marcou o renascer da programação de animação televisiva a sério: estreou-se a 18 de Setembro de 1987, e Os Simpsons a 17 de Dezembro de 1989”. Duck Tales, um dos primeiros desenhos animados da Disney a passar na Polónia após a queda do regime comunista, por exemplo, “foi a primeira verdadeira incursão da Disney na animação televisiva”, confirma Matt Youngberg. Tinham feito séries de algum sucesso, e que também chegaram a Portugal, como Os Wuzzles ou os Gummi Bears, mas DuckTales “pegou nas personagens icónicas dos livros de quadradinhos amados em todo o mundo e pô-las em aventuras semanais”, explica. E com uma qualidade que o produtor defende como sendo a “melhor” da época.

Aliando a acção à comédia, tinha um detalhe, nota Frank Angones. “Os miúdos querem ter aventuras. Quando víamos um miúdo numa série de acção, era sempre o parceiro irritante”, como o Baixote de Indiana Jones e o Templo Perdido, por exemplo. “Estes miúdos estavam taco a taco com o Tio Patinhas e eram as figuras de proa destas aventuras” — uma espécie de Goonies com patos.

“É daquelas séries de que me lembro de forma vívida do tempo de criança”, explica Danny Puddi depois de uma sessão de gravação em Burbank, na zona onde estão concentrados os estúdios da Warner, os parques temáticos de Harry Potter ou a NBC. No estúdio, gravou dezenas de falas de Huguinho, mais ou menos soltas e muitas vezes sem apoio visual do que será a sua personagem na série animada. Youngberg e Angones estão do lado de cá do vidro, com os jornalistas, contextualizando cada frase e escolhendo as melhores versões. Um puzzle de entoações, no fundo, com muito riso à mistura. Puddi, conhecido pelo seu papel na série Community, tem uma almofada de Huguinho sua e que depois o acompanha para casa sentada ao seu lado.

O actor, que sempre quis fazer vozes e tem na nova série o primeiro trabalho como tal, faz parte de um elenco de luxo. Patinhas é David Tennant (Dr. Who), Ben Schwartz (Parks and Recreation) é Zezinho, e, por exemplo, o sr. Hamilton, Lin-Manuel Miranda, é Gizmoduck (o Gizmo Pato) e Alison Janey de Os Homens do Presidente é Goldie O’Gilt (ou Graciosa Dora em português). Está finalmente a fazer uma série que os seus filhos podem ver, diz, mas destaca sobretudo duas coisas: “O estilo de animação é uma homenagem aos livros de BD de Carl Barks e a comédia é um pouco mais individualizada, mais moderna, com tiradas mais rápidas.”

O respeito pelo legado do criador de Tio Patinhas, o milionário avaro desenhado por Barks e multiplicado em livros em todas as línguas, vê-se no estilo 2D de uma nova série que se estreia num mundo cheio de 3D e sua animação volumosa. Sean Jimenez (Gravity Falls, Adventure Time) é o director de arte da série e foi ele que sugeriu que “seria óptimo que parecesse um comic, saído da página”. Isso permitiu-lhe trabalhar com as suas influências – o Hergé de Tintin, Andy Warhol ou Roy Lichtenstein –, com a vantagem de que o estilo 2D “é mais rápido de executar”, explicou no seu gabinete. É que o tempo em animação é dilatado.

Miúdos que já viram tudo

Um ano, ou um ano e meio, passa até que se termine um único episódio de 22 minutos. A animação não é feita ali, mas sim noutros estúdios no estrangeiro, e esse trabalho acumula-se com o de argumentistas, coloristas, ilustradores ou actores. Trabalham vários episódios em simultâneo, claro, histórias passadas no cenário que está na parede do gabinete de Jimenez. Patopólis, ou Duckburg para as crianças de hoje, tem um bocadinho de São Francisco e sua ilha-prisão de Alcatraz, e um pouco do Castelo Hearst, a obra faraónica real erigida na Califórnia pelo magnata dos media William Randolph Hearst. O estilo visual de PatoAventuras, diz aos jornalistas enquanto oferece doces que estão dentro de uma abóbora, é mesmo antigo. Só assim aceitou trabalhar nele. Talvez, além do tempo que poupa, ele facilite a comunhão entre os antigos fãs e os miúdos ou filhos que agora verão aquela nova série chamada PatoAventuras, que representa um novo desafio – o storytelling para a geração Y.

Em 30 anos, o público mudou. As crianças têm muito mais escolhas, convivem com diferentes linguagens e imagens. Como é que isso molda o método de contar histórias? “Falámos muito nisso no início, e ainda falamos”, responde Matt Youngberg, que chefia a equipa que está já a trabalhar na segunda temporada. “Criar uma série para miúdos que já viram tudo é muito difícil. É um público completamente diferente — nós achávamos cool uma perseguição em carros nas minas, hoje…” E encolhe os ombros, rodeado de árvores genealógicas de patos.

O pequeno público “compreende de forma inata o storytelling, estão inundados por storytelling, faz parte da cultura, [e há] o binge watch”, enumera o produtor. “[Por isso mesmo] não podemos ter só um punhado de metáforas numa sala e deixá-las desenvolver”, completa Frank Angones. “Os miúdos querem algo mais das histórias que lhes contam e por isso queremos diferenciar o foco: as dinâmicas famíliares, que são depois elevadas pelas aventuras”, explica o fã-autor. Queremos perceber “o que é que a animação televisiva pode oferecer”.

O PÚBLICO viajou a convite da Disney

 

 

 

Apresentação do livro “A História do Rock” (para pais fanáticos e filhos com punkada) 1 dezembro em Alcobaça

Novembro 27, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/1608669955855999/

A primeira adaptação de “O Diário de Anne Frank” a banda desenhada

Novembro 3, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do blog https://bertrandptsomoslivros.blog/

Anne Frank escreveu as primeiras linhas do seu famoso diário há 75 anos e o seu pai, o seu primeiro editor, publicou-o cinco anos depois. Para celebrar estas duas efemérides, este ano foi editada a primeira adaptação em banda desenhada de O Diário de Anne Frank. Com texto do argumentista e realizador Ari Folman e ilustrações de David Polonsky, a nova versão teve como base os textos originais de Anne e foi aprovada pelos descendentes da jovem escritora.

Anne nasceu a 12 de junho de 1929 em Frankfurt, na Alemanha, no seio de uma família judaica. Em 1933, depois da subida ao poder dos nazis, a família mudou-se para Amesterdão. Depois de dois anos escondidos num anexo, os Frank foram descobertos e detidos. Anne Frank morreu pouco mais de um ano depois, em março de 1945, no campo de concentração de Bergen-Belsen, para onde foi levada.

O seu diário, escrito durante o período de reclusão, tornou-se numa das obras de não ficção mais lidas de todos os tempos. A primeira adaptação gráfica chega às livrarias de todo o mundo já neste mês de setembro. A edição portuguesa, com chancela da Porto Editora, sai já no próximo dia 21 de setembro.’

Veja aqui o vídeo.

Notícia via: http://observador.pt/2017/09/18/porto-editora-publica-primeira-adaptacao-grafica-do-diario-de-anne-frank/

 

 

Workshop prático de banda desenhada, 4 a 8 de setembro, na FPC | Museu das Comunicações

Agosto 21, 2017 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.fpc.pt/pt/?event=workshop-pratico-banda-desenhada-4-8-setembro&event_date=2017-09-04

As Vacinas funcionam : aqui estão os factos

Janeiro 30, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
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7 ferramentas para criar histórias em quadrinhos com os alunos

Janeiro 6, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto do site http://porvir.org/ de 25 de agosto de 2016.

porvir

Confira uma seleção de recursos para incentivar a produção autoral de histórias, incluindo cenários, personagens e muitos balõezinhos

por Redação

Confira a lista:

Pixton A ferramenta permite criar e compartilhar histórias com diferentes opções de cenários, personagens e expressões. A Pixton também oferece opções de contas para escolas e professores, que contam com um espaço privado para reunir alunos, criar quadrinhos em grupos, gravar narrações e até mesmo trabalhar com ferramentas de avaliação.

Create Your Own Comic Que tal incentivar a produção de histórias utilizando os personagens da Marvel? O site Create Your Own Comic permite montar quadrinhos com Capitão América, Homem-Aranha, Hulk e tantos outros. São diversos templates diferentes que possibilitam criar uma revistinha para salvar, imprimir e até mesmo compartilhar.

GoAnimate Para quem deseja dar vida aos quadrinhos, o site GoAnimate ajuda a montar pequenas animações. Ele oferece personagens, cenários e objetos prontos para serem personalizados por professores, alunos e outros usuários.

ReadWriteThink A ferramenta permite escolher diferentes templates para criar histórias. Em cada quadrinho, o usuário pode incluir personagens, objetos, balõezinhos e textos. Ao terminar, ele pode imprimir sua revistinha para colorir.

ToonDoo O ToonDoo traz diversas ferramentas para auxiliar na produção de histórias em quadrinhos. São várias opções de cenários, personagens, objetos, carimbos e balõezinhos, além de também permitir a inclusão de fotos.

Stripcreator O Stripcreator possibilita criar e compartilhar histórias curtas, com até três quadrinhos. No site, o usuário consegue escolher entre diversos personagens e cenários para montar a sua tirinha e compartilhar a sua criação.

Pencil Para professores e alunos que desejam criar suas próprias ilustrações, o programa Pencil pode ser uma boa solução. Desenvolvido para possibilitar a elaboração de desenhos à mão e no estilo cartoon, ele é considerado uma alternativa para criar animações em 2D de forma simples.

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A Anita faz uma festa: são 50 anos em Portugal

Maio 31, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 24 de maio de 2016.

A célebre Anita não envelheceu, só mudou de nome. editora Zero a Oito

A célebre Anita não envelheceu, só mudou de nome.
editora Zero a Oito

Joana Emídio Marques

Não podemos ouvir falar nela sem ficar com nostalgia. A Anita, que agora se chama Martine, começou a ser publicada em Portugal há meio século. E no Dia da Criança há festa.

Quando, em 1954, o ilustrador belga Marcel Marlier foi convidado pela editora Castman para criar uma menina que pudesse ser heroína de uma coleção de livros infantis, estava longe de imaginar que a sua personagem se iria tornar a estrela das infâncias de milhões de crianças de todo o mundo e que iria desenhá-la ao longo de 56 anos e 60 livros.

Em Portugal a coleção surgiu 11 anos depois, no final de 1965, pela mão da editora Verbo. A menina chamava-se Anita (e não Martine como o original belga), e rapidamente se tornou um clássico entre as crianças, especialmente as raparigas, mas não só. Quantos rapazes leram os livros da Anita, talvez um pouco embaraçados por gostarem tanto dela como as raparigas, irmãs, primas, colegas de escola?

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As aguarelas realistas de Marlier, aliadas à vida quotidiana da Anita descrita por Gilbert Delahaye, tornavam cada acontecimento banal — como ir às compras, à praia, andar de comboio, ou passear no campo — uma aventura invejável. Ajudaram a criar todo um imaginário que muitos acusam de ser conservador e sexista, mas que a travessia da Anita/Martine pelas décadas fora mostra que ela é sobretudo intemporal.

Durante os anos 70, 80 e 90 os livros da Anita eram um presente com o qual todas as crianças contavam nas suas festas de aniversário ou no Natal. Serviam para tudo: para treinar a leitura, para copiar os desenhos com papel vegetal, para mostrar aos mais problemáticos as regras de boa educação e doçura. Liam-se e reliam-se vezes sem conta. Sabiam-se de cor.

Ao longo das décadas as ilustrações mudaram o rosto da Anita e os temas das histórias procuraram adaptar-se aos tempos. Nos anos 80 a coleção começou a ser acusada de “convencionalismo burguês”, “sexismo” e “conservadorismo”. As correntes feministas disseram que Anita/Martine veiculava uma imagem retrógrada das mulheres. A heroína que nos, anos 60, ia às compras ou cuidava do irmão, passou a ser ecologista, a fazer cursos de culinária e a usar calças. As aventuras terminaram em 2010 já com um travo a contos de fadas politicamente corretos com Anita/Martine e o Príncipe Misterioso. Marlier morreria em 2010 tão famoso como a sua personagem

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Em 2015 os direitos da coleção foram adquiridos pela editora Zero a Oito, foi feita uma nova tradução e a Anita passou a chamar-se Martine como a edição original belga. Esta mudança destinada às crianças do futuro foi contudo uma machadada dolorosa para os que cresceram com a Anita.

O Observador falou com a Zero a Oito para saber como está a correr a nova vida da personagem.

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A celebração dos 50 anos vai contar com vários eventos. A saber:

Na véspera do Dia da Criança será oferecido um cocktail na residência oficial dos Embaixadores da Bélgica, que contará com a presença inédita do Mr. Casterman, o descendente da editora belga que criou a personagem, e de várias personalidades conhecidas dos portugueses.

Vai ser lançada uma nova coleção vintage, chamada “Clássicos da Martine”, que apresenta as versões originais dos livros tal como foram criados por Gilbert Delahaye e Marcel Marlier há mais de 60 anos na Bélgica. São, ao todo, seis livros de histórias para reavivar a memória de pais e avós.

No Dia da Criança haverá uma festa de anos da Anita/Martine junto ao stand da editora na Feira do Livro de Lisboa com algumas animações especiais.

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Na fotogaleria fica uma viagem pelos livros, desde quando ela ainda se chamava Anita até aos dias de hoje.

 

Os Abraços do Xi-Coração” iniciativa da Fundação Rui Osório de Castro

Maio 21, 2016 às 7:54 pm | Publicado em Divulgação, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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O nosso Xi- heart emoticon tornou-se num herói de banda desenhada e é a personagem principal de “Os Abraços do Xi-Coração”, um blogue de histórias originais em banda desenhada que promovem a esperança e o otimismo para quem vive uma situação de cancro infantil. Este é um novo projeto de informação e esclarecimento na área da oncologia pediátrica que surge de uma iniciativa da Fundação Rui Osório de Castro com o apoio da Fundação Montepio, criatividade da Ogilvy Portugal e ilustrações de Carlos Antunes. A primeira história será lançada a 22 de maio, no Dia do Abraço, e duas vezes por mês serão adicionados novos capítulos à aventura do Xi-Coração. Tudo curioso?

Sigam aqui:
http://os-abracos-do-xi-coracao.tumblr.com/

 

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