Brinquedos e brincadeiras para crianças cegas

Fevereiro 27, 2014 às 6:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Texto do site REAB de 27 de Setembro de 2013.

por Ana Leite

O objetivo desse post é listar alguns tipos de brinquedos que podem ser inseridos no brincar da criança cega ou com baixa visão auxiliando seu desenvolvimento.

Vamos começar falando da estimulação vestibular que é importante para o desenvolvimento saudável do cérebro das crianças, especialmente das cegas ou com baixa visão. Estas pessoas não recebem a estimulação vestibular adequada, pelo menos na maioria das vezes.

Uma criança vidente (que é como chamamos quem enxerga) obtém esse tipo de estimulação através dos movimentos da cabeça durante as brincadeiras e outras atividades cotidianas que requerem o movimento da cabeça para olhar para as coisas e realizar as atividades. Se você parar para pensar 2 minutinhos, vai ver quanto movimento da cabeça realizamos para nossas atividades, até mesmo as que executamos em pé, como o banho. Crianças que não conseguem enxergar só possuem uma fração dessas experiências de movimento.

Pensando nesse tipo de estímulo, o balanço proporcionado por alguns brinquedos é uma boa maneira para crianças cegas receberem o estímulo que o cérebro precisa para se organizar e se desenvolver de forma otimizada. A ausência do estímulo vestibular pode levar a problemas no processamento das informações sensoriais e, a partir daí, surgirem diferentes sintomas, um deles pode ser inquietude, que os pais podem entender como ansiedade ou problemas comportamentais. Assim, o estímulo vestibular proporcionado pelo balanço pode ajudar. Conclusão: crianças cegas podem se beneficiar de ter oportunidades diárias ou regulares de se balançarem.

Nada melhor para se balançar que um balanço, não é? Sendo assim, nossa lista começa com:

– balanços

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 Jogos e brincadeiras que envolvam movimentos também podem facilitar as relações sociais, dando às crianças atividades que podem fazer com outras pessoas (outras pessoas ou adultos). Estimule pais a pensarem quais as brincadeiras com movimento que os filhos gostam e introduzí-las com mais frequência na rotina da criança.

Quando o assunto é brinquedos, é recomendável que crianças cegas tenham brinquedos como:

instrumentos musicais (bateria, pianinho, instrumentos de corda…). O legal de instrumentos é não só desenvolver outro sentido como também aguçar o interesse por música enquanto estimula ritmo e outras habilidades importantíssimas que só a música fornece.

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massa de modelar ou argila. Esses recursos podem ser trabalhados de várias formas. O importante nesse caso é o contato da criança com esse recurso tátil tão rico em possibilidades de uso.

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Pós-Graduações Educação Especial – Baixa Visão e Cegueira, Cognitivo e Motor e Intervenção Precoce na Infância

Dezembro 31, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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viseu

mais informações aqui

Domínios:

A71 – Cognitivo e Motor;

A74 – Visão (Baixa Visão e Cegueira);

A76 – Intervenção Precoce na Infância.

Início: 31 de janeiro 2014, dependendo de um número mínimo de candidatos  para abertura; duração da formação: 6 meses.

Local: Campus Universitário do Instituto Piaget em Viseu (Estrada do Alto do Gaio, 3515-776 Galifonge, Lordosa – Viseu).

Horário:  Prevê-se funcionar em regime pós laboral/final da semana.

Custos e pagamentos: informação a ser obtida junto do Chefe de Secretaria da nossa instituição, Dr. António Regadas <aregadas@viseu.ipiaget.org> ou pelo telefone 232 910 100.

Outras informações mais específicas:
 informação a ser obtida junto da Coordenadora das PG em Educação Especial, Doutora Fátima Feliciano  <felicianofati@gmail.com> ou pelo telefone 232 910 100.

 

Webinar DGE As Escolas de Referência para Alunos Cegos, de Baixa Visão e Surdos

Maio 7, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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web

Notícia da  ERTE – Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas Ministério da Educação de 2 de Maio de 2013.

Terá lugar no próximo dia 8 de maio, 4ª feira, pelas 15h00, um webinar DGE subordinado ao tema «As Escolas de Referência para Alunos Cegos e Baixa Visão e as Escolas de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos».

Os oradores deste webinar serão Helder do Carmo e Isabel Delgado, docentes do Ensino Especial.

Saiba mais em http://webinar.dge.mec.pt

Pós-Graduação em Educação Especial – Domínio da Visão

Março 28, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Instituto Piaget

Novos manuais e livros para alunos invisuais e disléxicos

Outubro 26, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de Janeiro de 2012.

Por Carla Romeiro

Como lê uma criança cega ou com baixa visão? Através de audiolivros. Estes chegam também, e pela primeira vez, aos alunos com dislexia. O projecto, uma parceria do Ministério da Educação, da Fundação Vodafone Portugal e da Porto Editora, é apresentado esta quinta-feira em Lisboa.
O projecto DAISY 2012 – a sigla inglesa Digital Accessible Information System, um sistema digital de acesso à informação – é apresentado na secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, Lisboa. O objectivo é oferecer a alunos e a professores um software de última geração, o EasyReader, para leitura de audiolivros digitais.

O programa criado em 2005 e que até agora contemplava apenas alunos cegos e com baixa visão, estende-se agora aos estudantes com dislexia que passam a poder ler e ouvir em simultâneo, facilitando-lhes a compreensão do que lêem. O programa informático tem como objectivo facilitar a leitura e permite ao estudante controlar a velocidade de leitura, mas também escolher o tipo e o tamanho da letra, mudar a cor de fundo e utilizar atalhos no teclado. Por exemplo, um aluno com baixa visão pode aumentar o tamanho da letra até conseguir lê-la ou um disléxico pode mudar a cor do fundo do texto de maneira a facilitar-lhe a leitura.

Esta versão “reformulada e melhorada do EasyReader”, permite que os os estudantes tenham acesso a manuais escolares ou outros livros de leitura recomendada, usados por milhares de estudantes portugueses, explica Filomena Pereira, directora de serviços de educação especial da Direcção-Geral de Educação (DGE).

Ao todo estão a ser produzidos cerca de quatro dezenas de manuais escolares e obras de leitura recomendada, que deverão chegar ainda este ano lectivo a largas centenas de alunos cegos ou com baixa visão e com dislexia, informa o gabinete de comunicação da Vodafone. Dos audiolivros produzidos destacam-se os manuais das disciplinas de História, Ciências Naturais, Tecnologias de Informação e Comunicação e obras de leitura recomendada, como Os Lusíadas, Os Maias e Viagens na Minha Terra.

Portanto, com o novo software os alunos com necessidades educativas especiais deixam de estar limitados à oferta disponibilizada pela DGE e passam a ter acesso a outro tipo de literatura portuguesa e estrangeira. O acesso “torna-se universal” congratula-se Filomena Pereira.

Já os professores podem produzir conteúdos áudio para os seus alunos, através do uso deste programa. Para esta produção de conteúdos especializados, a DGE vai promover acções de formação.

300 licenças gratuitas

A partir do dia de hoje vai estar aberto um concurso na página online da DGE, para que alunos e professores das várias escolas do país possam concorrer e adquirir este software. Para o efeito, serão disponibilizadas 300 licenças de forma gratuita. Filomena Pereira prevê “receber imensos pedidos do ensino secundário e 3.º ciclo” e espera conseguir “satisfazer todos os alunos cegos ou de baixa visão”.

No caso de alunos com dislexia não faz antevisões, uma vez que o DAISY “é um projecto experimental em Portugal” e a “utilização do software tem de ser devidamente acompanhada”. Vão ser os professores a fazê-lo, com monitorização, acrescenta.

Segundo Filomena Pereira, o “projecto é crucial no acesso à informação destes alunos”, pois tal como “qualquer pessoa, os invisuais e disléxicos têm direito à informação, a estar informados”.

À parceria entre a DGE e a Fundação Vodafone junta-se a Porto Editora. O objectivo é garantir a sustentabilidade do projecto: a DGE supervisiona a adaptação dos manuais a produzir, a Porto Editora fornece os conteúdos digitais e a Vodafone financia integralmente a produção das respectivas matrizes e suporta o custo das licenças do software EasyReader.

O projecto DAISY pretende “contribuir para o desenvolvimento da Sociedade de Informação, combater a infoexclusão, o insucesso escolar e difundir as novas tecnologias em Portugal”.

 

II Seminário Ibérico – Percursos em Educação Especial

Julho 4, 2011 às 1:11 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições – Até ao dia 5 de Julho, mais informações Aqui


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