A (mal/ben)dita Educação Física

Maio 8, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto de Eduardo Filho publicado no http://p3.publico.pt/ de 19 de abril de 2018.

A Educação Física está no programa curricular dos alunos para lhes dotar de aptidão física (entre tantas outras), como a Geometria Descritiva está para lhes dar aptidão espacial.

Muita tinta tem corrido nos últimos dias sobre a alteração do regime de exclusividade da disciplina de Educação Física para a conclusão do ensino secundário e até para a classificação da nota de candidatura no acesso ao ensino superior.

Torna-se até engraçado ver o pânico causado por tais afirmações, estando uns e outros, desde directores até aos pais, passando pelos alunos, a correr a dar o seu apoio ou contestação. E dos diversos testemunhos que tenho lido, a maior parte parece favorecer, não a necessidade ou não da inclusão da disciplina nas contas, mas sim uma argumentação sustentada em conveniência para casos específicos: do aluno a quem lhe tinha dado jeito contar para lhe subir a nota ao aluno que tinha excelentes notas e não ficou colocado por uma centésima a menos, que não existiria se não fosse por essa maldita disciplina.

Com tantas notícias e comentários, nunca será demais referir que a proposta aprovada em Conselho de Ministros ainda está em consulta pública e não tem qualquer prazo definido para a sua execução; ou seja, parece-me que só fará sentido implementar esta medida para os alunos que façam a sua matrícula no 10.º ano, no ano lectivo de 2018-2019.

Desta forma, os alunos poderão preparar-se para que essa, tal como todas as outras notas, estejam enquadradas com os valores de que irão necessitar, tanto para uma satisfatória conclusão do ensino secundário, como para uma possível nota de acesso ao ensino superior. Ou pelo menos assim o deveria ser… Não estivessem os alunos, muitas vezes, mais habituados a ter as notas e depois “logo se vê para o que dá”.

Nunca vi um estudo que determina com exactidão quantos alunos é que descem, mantêm ou sobem a sua classificação final do secundário por influência apenas da Educação Física.

Os alunos a que a Educação Física poderá subir a nota não me parecem preocupados com a medida a ser implementada, muito pelo contrário. Mas, por outro lado, o argumento utilizado para contestar a medida — de que foi por causa da disciplina de Educação Física que um aluno não entrou no ensino superior — parece-me bastante rebuscado. Porquê a Educação Física? Porque não Inglês ou Filosofia? Esse argumento é muitas vezes utilizado como “o aluno pode não ter aptidão física, logo não é justo”. Então e se outro aluno disser que também não tem aptidão linguística e que, portanto, para ele não deveria contar o Inglês?

Não podemos apenas querer retirar uma aptidão da lista de aprendizagens necessárias só porque para alguns não fará sentido. A Educação Física está no programa curricular dos alunos para lhes dotar de aptidão física (entre tantas outras), como a Geometria Descritiva está para lhes dar aptidão espacial.

Todas as disciplinas vão ser necessárias para que sejam uma pessoa completa, nas suas diversas valências e possibilidades de carreira — sendo que nenhuma me parece não precisar de saúde física e mental. Portanto, talvez o que deva ser repensado será antes a forma de avaliação da Educação Física.

Quanto ao acesso ao ensino superior, creio não fazer sentido que todas as partes interessadas tenham sempre uma palavra a dizer sobre a necessidade da inclusão de outras competências, para além da escola, mas ao mesmo tempo queiram retirar das contas a única disciplina que configura uma avaliação que não é meramente mental e cognitiva. Não deveria o ensino superior, através da sua seriação, valorizar e desafiar os jovens a serem mais activos e saudáveis?

 

 

 

Dois terços dos que chumbam no 7.º ano têm negativas a mais de metade das disciplinas

Novembro 24, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 10 de novembro de 2017.

Percentagem de alunos de meios carenciados com negativas é o dobro da dos estudantes mais favorecidos. Direcção-Geral de Estatísticas da Educação diz que é “impressionante”.

Clara Viana

A grande maioria dos alunos que chumbam no 7.º ano de escolaridade, cuja idade de frequência “normal” está entre os 12 e os 13 anos, tem notas negativas a mais de metade das disciplinas do currículo. Mais concretamente, 66% têm seis ou mais negativas. Se o limiar de contagem for o de cinco ou mais negativas esta proporção aumenta para uns “impressionantes” 85%, frisa a Direcção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência (DGEEC), responsável por este levantamento.

“Impressionante” é também, segundo a DGEEC, “a forma transversal como o contexto económico influencia as classificações a todas as disciplinas”, o que se traduz no facto de os alunos mais desfavorecidos que têm negativas serem o dobro dos que estão na mesma situação, mas são oriundos de meios favorecidos.

Leia aqui o relatório completo

Pela primeira vez, e com base em dados do ano lectivo de 2014/2015, a DGEEC foi analisar as notas internas (dadas pelos professores) que os alunos do ensino público obtiveram nos três anos de escolaridade do 3.º ciclo do ensino básico. Analisou ainda quantas classificações negativas somaram e que diferenças de desempenho nas diferentes áreas se registam entre os alunos mais carenciados e aqueles que provêm de estratos favorecidos. O estudo põe a nu o peso do meio de origem no desempenho escolar.

Também pela primeira vez seguiu-se o percurso individual de cada aluno para se saber quantos conseguiram recuperar as negativas que transportavam do ano anterior. Os resultados foram agora publicados. Em Maio, a DGEEC já tinha feito o mesmo exercício para o 2.º ciclo de escolaridade. Comparando com este trabalho mais recente constata-se que as dificuldades detectadas são essencialmente as mesmas, embora as idades dos alunos sejam distintas.

Também no 2.º ciclo a grande maioria dos alunos (72%) que chumbaram no 5.º ano de escolaridade teve negativas a cinco ou mais disciplinas. Geralmente, no ensino básico, o limiar para que um aluno fique retido é a existência de três negativas no final do ano. Ou de duas, caso estas sejam em simultâneo nas disciplinas de Português e a Matemática.

Em 2014/2015, chumbaram 13,1% dos 300.429 alunos inscritos no 3.º ciclo em escolas públicas de Portugal Continental. Esta percentagem sobe para 16,7% se apenas se tiver em conta o 7.º ano, o primeiro dos três que compõem o 3.º ciclo e que é tradicionalmente um dos que regista piores desempenhos no que respeita à taxa de retenção.

Como já vimos, entre estes alunos 66% tiveram negativa a seis ou mais disciplinas ou seja, sublinha a DGEEC, estamos perante “dificuldades escolares generalizadas”, como também mostra o facto de existirem “pouquíssimas retenções à tangente”. Só 3% chumbaram por terem negativa a três disciplinas.

Desvio para outras vias

Olhando para os outros anos de escolaridade, 8.º e 9.º, constata-se que a proporção de alunos que chumbaram com seis ou mais negativas decresce para 54% e 28% respectivamente. Significa isto que os alunos tendem a recuperar das negativas com o percurso da escolaridade?

A DGEEC constatou que muitos o conseguem, embora só a algumas disciplinas, para indicar que o decréscimo de negativas no 8.º e 9.º ano “poderá ser explicado, pelo menos em parte, pelo progressivo reencaminhamento, ao longo do 3.º ciclo, dos alunos com desempenhos mais baixos para outras modalidades de ensino, como os cursos de educação e formação  ou os cursos vocacionais, os quais não estão contemplados” nestas estatísticas.

Em 2014/2015 frequentavam estas vias de ensino cerca de 40 mil alunos do 3.º ciclo, o que representa cerca de 13% do total de inscritos.

A existência destas “dificuldades generalizadas” entre os alunos que reprovam sugere, segundo a DGEEC, que existem “factores estruturais relacionados com o contexto geral do aluno, a sua motivação para o estudo e a sua relação com a escola, presente e passada, que afectam transversalmente todas as disciplinas”.

O peso do meio

Esta transversalidade verifica-se também quando o foco de análise se centra na influência do contexto no desempenho por disciplina. Para analisar este domínio, a DGEEC recolheu as classificações obtidas pelos alunos que estão nos dois escalões (A e B) da Acção Social Escolar (ASE) e as que obtiveram os que não têm estes apoios. A ASE destina-se a apoiar os agregados familiares com rendimentos iguais ou inferiores ao salário mínimo nacional, sendo o escalão A o que agrupa os mais desfavorecidos.

“As diferenças de desempenho escolar entre os três grupos de alunos são extremamente vincadas e surgem, de forma transversal, em todas as disciplinas curriculares”, frisa a DGEEC a este respeito. No 7.º ano de escolaridade, 51% dos alunos do escalão A da ASE tiveram negativa a Matemática (ver texto nestas páginas), enquanto no grupo dos que não têm apoios económicos do Estado, por serem de contextos mais favorecidos, esta percentagem desce para 25%.

Em todas as outras disciplinas a proporção dos alunos do escalão A que têm negativas duplica sempre a registada entre estudantes de contextos socioeconómicos mais favorecidos. Mesmo em Educação Física, que é a disciplina onde existem menos negativas, a percentagem daqueles que não passaram é de 5% para os beneficiários escalão A e de apenas 2% entre os que não têm apoios sociais.

Estas diferenças subsistem, embora nalguns casos com intervalos menores, no 8.º e 9.º ano de escolaridade. Em todos os anos do 3.º ciclo “os efeitos do contexto económico são muito marcados nas disciplinas de Matemática, Inglês, Português, Físico-Química, Ciências Naturais, Geografia, História e Língua Estrangeira II”. Face a esta situação, a DGEEC defende: “Parece assim ser inegável que, em Portugal, o sistema educativo terá de continuar a trabalhar para que a escola pública cumpra o seu papel nivelador de oportunidades entre alunos oriundos de diferentes estratos socioeconómicos.”

 

 

 

Treinar construção de frases, insistir no cálculo mental

Janeiro 31, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do site educare.pt, da autoria de Sara Oliveira, publicado em 16 de Janeiro de 2015:

 

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Alunos do 2.º ano não reconhecem um quadrado, ainda contam dinheiro de forma incorreta, escrevem com vários erros ortográficos e têm dificuldades em compreender o conceito matemático de igualdade. IAVE analisou testes intermédios de Português e Matemática, aplicados nos últimos quatro anos, e detetou fragilidades e apresentou sugestões.

Há melhorias em algumas matérias e problemas noutras. O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) analisou os testes intermédios de Português e Matemática realizados pelos alunos do 2.º ano do 1.º ciclo do ensino básico, nos últimos quatro anos, para um diagnóstico precoce das dificuldades de quem aprende e para uma intervenção pedagógica e didática atempada e eficaz de quem ensina. Identificaram-se conteúdos consolidados e fragilidades nas aprendizagens para que então se definam planos de ação que colmatem essas dificuldades.

E há várias dificuldades detetadas nos alunos que se encontram a meio do 1.º ciclo de ensino. Os alunos do 2.º ano têm dificuldades em interpretar um texto, em escrever sem erros ortográficos e de forma coerente, em aplicar acentos gráficos. Não entendem o conceito matemático de igualdade, não contam dinheiro de forma correta e não reconhecem o que é um quadrado ou um retângulo. Em 2014, os testes intermédios foram realizados por 68 118 alunos na disciplina de Português e 68 681 em Matemática, em 839 escolas do país. Estes testes não têm carácter obrigatório. As escolas inscrevem-se no projeto, os testes são elaborados a nível central e disponibilizados às escolas inscritas e aplicados no mesmo dia e à mesma hora em todo o país. A classificação é dada pelos próprios professores dos alunos que fazem o teste, segundo critérios fornecidos pelo IAVE.

Na disciplina de Português, em 2014 verifica-se uma ligeira melhoria no desenvolvimento de um texto, com a estruturação das diferentes partes, e na produção de um texto com correção ortográfica – mesmo assim, apenas 28% dos alunos estão no nível máximo de desempenho. Os resultados são, portanto, insatisfatórios. No teste de 2014, apenas 39% dos alunos desenvolveram um texto coerente e só 38% utilizaram vocabulário adequado na produção do mesmo texto. Evidenciam-se dificuldades na leitura de informação dada e no cumprimento de instruções escritas.

Quanto à Gramática, os alunos revelam dificuldades na aplicação dos acentos gráficos. Em 2014, apenas 35% dos alunos acentuaram corretamente seis palavras sublinhadas em contexto frásico, com os acentos agudo, grave e circunflexo. E há também dificuldades na identificação de rimas com apenas 43% de respostas ao nível máximo de desempenho. Na distinção de nomes, verbos e adjetivos, 64% das respostas foram classificadas ao nível máximo de desempenho, o que representa uma ligeira melhoria em 2014 relativamente aos anos anteriores. Ainda em 2104, 71% dos alunos acertaram na identificação de nomes do género masculino e no singular, 89% na identificação de nomes do género feminino e no plural, o que demonstra uma melhoria substancial em relação a 2012 e 2013 – anos em que os resultados foram inferiores a 40% em ambos os casos.

Na apreensão do sentido global do texto, os resultados são satisfatórios. Em 2014, esse item era avaliado mediante o complemento, por construção de um texto que sintetizava o poema, e apenas 42% das respostas ficaram situadas a um nível máximo de desempenho. A identificação de informação explícita no texto lido é uma aprendizagem consolidada com mais de 80% de respostas no nível máximo de desempenho. A reconstituição de uma sequência textual e a capacidade de inferir uma ideia implícita a partir de um texto revelaram desempenhos satisfatórios.

Em termos de compreensão oral, na apreensão do sentido global do texto, avaliada pela primeira vez em 2014, apenas 34% das respostas situaram-se no nível máximo de desempenho. Na identificação das personagens intervenientes num diálogo escutado, 62% das respostas foram classificadas com o nível máximo de desempenho. Na avaliação do reconhecimento de um padrão de entoação e ritmo adequado à situação comunicacional de um enunciado oral, os resultados têm sido satisfatórios. No entanto, ao aproximar os resultados de 2014 aos de 2012, verifica-se que alguns alunos ainda têm dificuldades na retenção de informação relativa à identificação de personagens nos textos. Na compreensão de instruções a partir de um enunciado oral, os resultados revelam um dos melhores desempenhos na prova com 89% dos alunos a responderem corretamente. Os alunos tiveram um desempenho muito favorável no reconhecimento de padrões adequados à situação comunicativa com 90% das respostas ao nível máximo de desempenho.

Fragilidades na leitura de números
Na Matemática, os resultados revelam pior desempenho na interpretação do enunciado de um problema e na definição de uma estratégia apropriada à sua resolução, bem como na justificação clara e coerente dos procedimentos utilizados. Há fragilidades nos conteúdos que apelam à mobilização da capacidade de raciocínio. De um modo geral, há um melhor desempenho na organização e tratamento de dados, assim como nas situações em que era necessário recorrer essencialmente ao conhecimento de conceitos e a procedimentos matemáticos. A resolução de problemas envolvendo um operador apresenta uma melhoria de 2013 para 2014 – no nível máximo de desempenho estão 41% dos alunos em 2014 e 35% em 2013. No cálculo mental, nota-se uma evolução positiva com 59% das respostas no nível máximo de desempenho.

Os alunos têm dificuldades em entender o conceito de igualdade na Matemática. Na compreensão do uso do sinal de igual numa expressão numérica apenas metade dos alunos escolheram a opção correta no teste de 2014, quando em 2013 tinham sido apenas 35%. Quando confrontados com situações relacionadas com o dinheiro, regra geral, os alunos têm apresentado resultados satisfatórios, mas ainda há fragilidades nesta matéria. Em 2014, a percentagem de alunos que responderam corretamente neste ponto foi de 68%, menos 14% do que em 2011. O que pode ser explicado pelo facto de em 2014 o valor em causa obrigar à seleção de euros e cêntimos, enquanto em 2011 se pedia apenas a seleção de euros. “Apesar de estas percentagens serem satisfatórias em ambos os casos, não deixa de ser insatisfatório que uma percentagem ainda significativa dos alunos não tenha resolvido a operação adequadamente, tratando-se de um tema recorrente e essencial no dia a dia”, lê-se no relatório do IAVE.

A percentagem de alunos que ainda não reconhecem o quadrado continua muito elevada. No teste de 2014, o conhecimento do conceito de retângulo e das suas propriedades – identificar retângulos e saber que o quadrado é um caso particular do retângulo – foi frágil, com apenas 31% dos alunos a identificarem o quadrado como retângulo. Os alunos têm também algumas dificuldades ao nível de conhecimentos dos conteúdos associados aos sólidos geométricos, nomeadamente das suas propriedades. Verificam-se ainda fragilidades na leitura de números, mesmo assim o nível máximo de desempenho anda pelos 80%. Ordenar números não tem sido complicado para os alunos e os resultados demonstram um aumento da percentagem que conhece e sabe aplicar o conceito de perímetro e uma melhoria no que se prende com o conceito de área. Em Geometria e Medida, os alunos continuam a apresentar dificuldades significativas na aplicação de conhecimentos para a resolução de problemas e em situações que implicam comunicação e raciocínios matemáticos. Os alunos têm também algumas dificuldades ao nível da leitura e da interpretação de informação apresentada, sobretudo em gráficos.

Trabalhar conteúdos gramaticais
Escrita, gramática e leitura são três áreas de Português que necessitam, portanto, de uma intervenção mais específica no 1.º ciclo. Na primeira, sugerem-se treinos na construção da frase, na estruturação do texto, na produção de narrativas. Na segunda, propõe-se o reforço do trabalho nos conteúdos gramaticais. Na terceira, salienta-se a necessidade de uma abordagem mais frequente e sistemática de textos diversificados e na leitura de enunciados.

Na Matemática, sugere-se uma especial atenção ao significado do sinal de igual, ao cálculo mental e ao registo escrito das estratégias utilizadas nas operações. Os professores devem também insistir na compreensão da relação entre adição e subtração, no significado dos símbolos matemáticos e ainda em tarefas específicas relacionadas com os temas de Geometria e Medida. Incentivar a diversidade de escalas em diferentes representações gráficas, resolver problemas que impliquem a identificação de informação relevante, verificar resultados obtidos e discutir estratégias utilizadas e resultados obtidos são também indicações a ter em conta.

Seminário “A avaliação das aprendizagens na avaliação da educação”

Abril 24, 2012 às 9:18 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições até 24 de Abril de 2012.

Mais informações Aqui

O Futuro em Aberto : Incertezas e Riscos nas Escolhas Escolares

Setembro 24, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Ciências Sociais, vai organizar o Seminário Internacional “O Futuro em Aberto : Incertezas e Riscos nas Escolhas Escolares” no dia 1 de Outubro de 2010, no Anfiteatro A. Sedas Nunes. A entrada é livre.


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