Solstício de verão – Bons raios te meçam – No Planetário Calouste Gulbenkian 21 de junho

Junho 16, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No Planetário Calouste Gulbenkian comemoramos o solstício de Verão a 21 de junho pelas 11h30.

Venha ter connosco para dar as boas – vindas ao verão!

Porque há solstícios? No auditório do Planetário respondemos a esta e outras perguntas. Pode ainda repetir connosco a experiência de Eratóstenes e calcular o tamanho da Terra. Acesso gratuito e para todos (lotação de 320 lugares).

mais informações:

http://ccm.marinha.pt/pt/planetario

De olhos postos nas estrelas

Maio 30, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site Educare de 13 de maio de 2016.

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Alunos recorrem a interesses pessoais e às matérias lecionadas na escola para apresentarem projetos de investigação ambiciosos.

Andreia Lobo

A notícia de que um adolescente canadiano teria descoberto uma cidade maia até agora desconhecida espalhou-se por estes dias nas redes sociais. Especialistas questionam a sua credibilidade. Mas não conseguem negar o “mérito” de o jovem ter transformado uma paixão num trabalho de pesquisa.
Em Portugal, três alunos da Covilhã fizeram o mesmo. Partiram do facto comprovado de que não há estrelas verdes no céu para chegarem a uma teoria: se existissem, que benefícios trariam? O EDUCARE.PT inicia, a propósito destes dois exemplos, uma pesquisa nas escolas portuguesas para saber o que andam os alunos a fazer. Mas antes, contamos a história de William Gadoury, natural do Quebeque, Canadá.

Estrelas maias

Ganhou a atenção de milhares de leitores pelo trabalho de pesquisa desenvolvido com apenas 15 anos. Com imagens de satélite fornecidas pela Agência Espacial Canadiana e a ajuda de ferramentas digitais, especificamente o Google Earth, William Gadoury localizou no mapa as 117 cidades mais famosas pelas suas grandes pirâmides. Depois, recorrendo a folhas de acetato desenhou as 22 constelações que os maias poderiam observar a partir da sua região.

A informação sobre as constelações foi retirada do conhecido “Códice de Madrid”, um documento de papel de casca de árvores, contendo informação escrita com caracteres hieroglíficos, cujo nome se deve ao facto de estar guardado no Museu da América, na capital espanhola. Por último, William comparou a forma e os ângulos das constelações com o padrão geográfico das cidades.

Assim, descobriu que o posicionamento das 142 estrelas nas 22 constelações usadas por esta civilização correspondia no mapa à localização de 117 cidades maias. Com estes dados o aluno desenvolveu uma teoria de que a civilização pré-columbiana escolhia a localização das suas cidades segundo a das estrelas. Este foi o primeiro passo no estudo, o seguinte levou o aluno a outra descoberta.

Ao analisar a 23ª constelação usada pelos maias, composta por apenas três estrelas, o aluno percebeu que o posicionamento de duas dessas estrelas correspondia, de novo, à localização de duas cidades. Facto que o levou à especulação sobre se a terceira estrela poderia apontar para a existência da 118ª cidade, desta vez aparentemente localizada em plena selva mexicana.

Através das imagens de satélite desse local longínquo e praticamente inacessível da Península de Iucatão, no México, William descobriu uma forma quadrangular que considerou ser mais uma pirâmide maia. A ser verdade, pelo tamanho da suposta pirâmide, esta região passaria a ser considerada a nova quarta cidade mais importante desta civilização.

Entretanto, a proeza do jovem está a ser questionada por especialistas em história maia e astrónomos de diferentes países, como se pode ler num artigo publicado no site do Observador. As críticas apontam falhas na teoria da correlação entre a localização das cidades e o posicionamento das estrelas. Há quem questione a credibilidade do trabalho do aluno. E não hesite em considerá-lo “lixo científico”.

Algumas imagens recolhidas por satélites de várias agências espaciais parecem confirmar os vestígios de uma pirâmide e mais trinta edifícios na região apontada por William. No entanto, alguns investigadores argumentam que a suposta construção maia pode tratar-se simplesmente de um campo de milho abandonado.

Seja como for, em 2014 a descoberta valeu ao jovem o primeiro lugar na Exposição de Ciência do Quebeque e desde então também vários convites para apresentações na NASA, na Agência Espacial do Canadá e na Agência Espacial do Japão.

A falta de recursos e a inacessibilidade ao território da Península de Iucatão, onde estarão estes vestígios, não permitiu ainda realizar nenhuma expedição ao local para explorações arqueológicas, apesar de o jovem ter inclusive contactado dois arqueólogos mexicanos para esse efeito.

Estrelas verdes

William Gadoury não é com toda a certeza o único jovem estudante a aliar o interesse pessoal, neste caso, a paixão pela civilização maia, a conhecimentos escolares, para desenvolver projetos de investigação. Em Portugal, três alunos do 10º ano da Escola Secundária Quinta das Palmeiras, na Covilhã, fizeram algo parecido. Desenvolveram um projeto insólito em torno das estrelas e da cor verde e concorreram a um concurso promovido pela Agência Espacial Europeia (ESA). Hoje, dia 13 de maio, vão apresentá-lo na meia-final que decorre em Madrid.

Tudo começou com a simples constatação de que as estrelas têm muitas cores, mas nenhuma é verde. “Estávamos a falar sobre estrelas e aprendemos que as estrelas tinham montes de cores – vermelhas, esbranquiçadas, azuladas, mas faltava aquela cor que a maioria da população gosta, que é o verde”, recorda Anselmo Falorca, de 16 anos, à Rádio Renascença. Quem olha para o céu pode estar tentado a acreditar que a cor verde está lá, no entanto, o aluno explica tratar-se apenas de uma ilusão.

“Se existissem, haveria uma série de ganhos para a população”, garante outro dos jovens, Pedro Ruas, de 15 anos. “Poderia, de facto, acalmar as pessoas e certos medicamentos seriam desnecessários.” A investigação tem levado os alunos aos mais diversos campos de aplicação: “Também estamos a tentar perceber se pode ou não melhorar a nossa atividade cerebral”, acrescenta Pedro. Estes argumentos foram mais que suficientes para convencer o júri da ESA a aceitar o projeto no concurso de ciência espacial Odysseus [http://www.odysseus-contest.eu/pt-pt/], dirigido a alunos entre os 7 e os 22 anos.

Durante setes meses, os alunos puseram mãos à obra, com o apoio da Universidade da Beira Interior, como relata Gonçalo Gouveia, de 16 anos: “Emprestaram-nos e ensinaram-nos a manusear os equipamentos, tal como um espetroradiómetro, que consegue ver as coordenadas cromáticas de uma cor que estamos a estudar”.

Os especialistas da ESA atribuíram ao projeto 18 valores de cotação. Ainda assim, os alunos estiveram quase a desistir de participar, recorda a professora de Físico-Química, Ernesta Pereira, que tudo fez para contrariar o desânimo dos seus alunos: “Eles achavam que [o projeto] não estava suficientemente bom. Mas eu não permiti que eles deixassem de participar. O meu trabalho foi sobretudo incentivar. O resto foram eles.”

Caso vençam o concurso espacial, o trio da Covilhã vai trazer para a escola como prémio um telescópio. Agora, já acreditam no valor do seu trabalho, como se percebe pelas palavras otimistas de Pedro Ruas: “O verde é superimportante, traz-nos esperança.”

 

 

 

O universo explicado às crianças por um Astrogato

Janeiro 12, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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texto do Observador de 5 de janeiro de 2016.

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Da origem das estrelas ao funcionamento dos foguetões, um novo livro troca por miúdos uma questão tão complexa como o universo. Não estranhe se os seus filhos quiserem ser astronautas depois de o ler.

A lengalenga ficou dos tempos da escola: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno (e Plutão). Mesmo com a despromoção de planetas a quebrar o ritmo, a mnemónica para estudar o sistema solar manteve-se eficaz. O problema é o resto: o nome das constelações, a data do Big Bang, o tamanho da lua ou os tipos de estrelas que existem. Falar do universo — sobretudo para quem tem filhos e tem de lidar com perguntas como “para onde vai o sol à noite?” enquanto se tenta lembrar dos episódios da série Era uma vez o Espaço — pode ser complicado. A não ser que um felino astronauta apareça para ajudar.

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O Professor Astrogato nas Fronteiras do Espaço é esse felino, e é também o título do mais recente livro da coleção Orfeu Mini, uma obra que aterrou nas livrarias pouco antes do Natal para garantir que nem só as guerras merecem que se olhe para as estrelas. Escrito por Dominic Walliman, um programador doutorado em Física Quântica que vive no Canadá, o livro apresenta aos mais novos um tema tão complexo como o universo recorrendo não só às ilustrações retro de Ben Newman — desenhos coloridos que chegam a animar os astros e garantem mais vivacidade do que a das velhinhas enciclopédias de Meio Físico — mas também a capítulos curtos, textos acessíveis e muitas comparações.

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Se a Terra fosse um tomate-cereja, de que tamanho seriam os outros planetas é apenas uma das perguntas que dá origem a uma dessas analogias e apenas um dos mecanismos usados para simplificar o assunto. Em temas que vão da formação do universo aos planetas que constituem o sistema solar, passando pelos asteroides e cometas, o funcionamento dos foguetões e dos satélites ou uma pequena história das viagens espaciais, há uma dupla página só com factos curiosos sobre a lua (“o nosso vizinho mais próximo no espaço”) e pequenas caixas intituladas “sabias que…” a destacar factos impressionantes como o da luz solar — “a que sentimos agora mesmo na Terra demorou 30 mil anos a chegar aqui desde o centro do sol”.

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No meio da lição dada pelo professor Astrogato e os seus companheiros espaciais, o livro assume alguns mistérios da astronomia tais como o que terá despoletado o Big Bang há 13,7 milhões de anos ou a existência de vida desconhecida na nossa galáxia. No final, há espaço para resumir o espaço através de um glossário que reúne definições como “buraco negro supermaciço”, “espectro eletromagnético” ou “nébula”. Tudo palavras capazes de deixarem os miúdos a sonhar com um fato de astronauta ou a sonharem — helás! — com um telescópio em vez de uma Playstation.

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Nome: O Professor Astrogato nas Fronteiras do Espaço

Autor: Dr. Dominic Walliman

Ilustrações: Ben Newman

Editora: Orfeu Negro

Preço: 21€

 

As origens do universo contadas em banda desenhada

Setembro 4, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Livros | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 13 de agosto de 2015.

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“Cosmicomix” é uma obra de banda desenhada assinada pelo astrofísico Amedeo Balbi e pelo desenhador Rossano Piccioni.

Em 1978, os radioastrónomos Arno Penzias e Robert Wilson receberam o Nobel da Física por terem descoberto o sinal fóssil que prova que o universo começou numa explosão. A história da descoberta é recordada agora numa banda desenhada.

“Cosmicomix”, publicada este mês em Portugal pela Gradiva, é uma obra de banda desenhada assinada pelo astrofísico Amedeo Balbi e pelo desenhador Rossano Piccioni, ambos italianos, e descreve as teorias e investigações científicas ao longo do século XX que levaram a uma explicação comprovada sobre o “Big Bang”, as origens do universo.

O livro, no qual surge o físico Albert Einstein, o matemático Alexander Friedman ou o astrónomo Edwin Hubble, foi publicado originalmente em 2013 e a edição portuguesa tem revisão científica do físico Carlos Fiolhais.

“Todo o imenso universo que conhecemos esteve comprimido em algo do tamanho… de quê? De um átomo?”, pergunta Albert Einstein numa conversa com o sacerdote Georges Lemaître, em Bruxelas em 1927, recriada no livro.

Ao longo da obra, o autor da banda desenhada vai explicando, “com a maior fidelidade e rigor possíveis”, as teorias que foram sendo desenvolvidas – complementares e opostas – sobre o universo.

“A ciência que encontramos neste livro é correta e reflete os nossos conhecimentos atuais de cosmologia”, escreve Amedeo Balbi no posfácio.

Todas as personagens que surgem na banda desenhada são figuras de destaque da investigação científica e algumas estão ainda vivas. Os autores recorreram a artigos, livros, entrevistas, depoimentos, para reconstituírem os passos de todos, nas cenas retratadas.

Ao longo de 150 páginas, explicam, por exemplo, a teoria defendida nos anos 1940 por Fred Hoyle, Hermann Bondi e Thomas Gold, da criação contínua de matéria no universo – que não prevê nenhum momento inicial – e a teoria de Alexander Friedmann, Georges Lemâitre e George Gamow, que pressupõe que houve uma explosão que levou ao aparecimento de matéria.

Sem provas, estes três cientistas previram que essa explosão, o “Big Bang”, teria de ter deixado um resíduo “sob a forma de radiação térmica”.

A demonstração desta teoria só aconteceu na década de 1960, com Arno Penzias e Robert Wilson, que conseguiram medir, através de uma gigante antena rotativa, esse “sinal fóssil” transmitido pela universo, quando da explosão inicial.

“Uma fração minúscula do zumbido que ouvimos quando sintonizamos uma rádio entre duas estações provém de há quase 14 mil milhões de anos. Tínhamos encontrado a prova decisiva da existência de um Big Bang”, afirma Arno Penzias, o narrador desta obra.

No epílogo, o autor Amedeo Balbi recorda que “a descoberta da radiação cósmica de fundo por Penzias e Wilson marcou uma linha divisória na nossa compreensão do Universo: há um antes e um depois”, embora “Cosmicomix” se tenha concentrado no primeiro.

mais informações no link:

http://www.gradiva.pt/?q=C/BOOKSSHOW/8148

 

 

 

 

Aluno de 15 anos da universidade de Staffordshire descobre novo planeta

Junho 17, 2015 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 13 de junho de 2015.

Nasa

Tom Wagg é um adolescente inglês que descobriu um novo planeta a orbitar uma estrela a mil anos-luz da nossa galáxia

Por: Cristiana Carreto Pereira

Astrónomos do mundo inteiro já encontraram milhares de planetas, mas Tom é, possivelmente, o mais jovem a fazer tal descoberta.

Com apenas 15 anos, Tom fez a descoberta enquanto participava numa atividade da universidade de Keele.

O jovem encontrou o planeta, ao examinar os dados recolhidos pelo projeto WASP (Wide AreaSearch for Planets), que estuda os céus noturnos e milhões de estrelas e galáxias. “Estou extremamente emocionado por ter descoberto um novo planeta e estou muito impressionado por conseguir observá-lo de tão longe”, afirma Tom que, atualmente tem 17 anos e estuda na universidade de Staffordshire.

Após dois anos de observação, foi possível provar-se a veracidade desta descoberta. Ao planeta que Tom Wagg descobriu foi dado o número de catálogo WASP-142b, por ter sido a descoberta número 142 deste projeto.

O astro encontra-se na constelação meridional de Hidra, tem aproximadamente o mesmo tamanho de Júpiter e orbita a sua estrela em apenas dois dias.

mais informações na notícia:

Schoolboy on work experience discovers planet

 

Olimpíadas de Astronomia 2015

Fevereiro 17, 2015 às 10:03 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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astro

O prazo limite para inscrições é o dia 20 de fevereiro de 2015.

mais informações aqui

Astronomia na Pedra do Sal (São Pedro do Estoril) – Oficinas com Observação do Sol

Agosto 6, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sol

 07-08-2014,  14-08-2014,  20-08-2014,  28-08-2014

10h00-12h00

CIAPS – CENTRO DE INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL DA PEDRA DO SAL

Gratuito Atividades didáticas e observação do Sol com telescópios apropriados. As oficinas serão adequadas à idade dos participantes, sendo alguns exemplos a construção de relógios de sol, planisférios e espectroscópios.

Organização: CMC Informações: geral@nuclio.pt | 960 356 909

Bilhões de mundos para descobrir – Vídeo sobre Astronomia

Julho 23, 2014 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações na notícia do site http://www.swissinfo.ch de 10 de julho de 2014 O planeta que não devia existir

Galaxy Zoo – Recurso Educativo na área da astronomia

Maio 27, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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zooo

mais informações aqui

Galaxy Zoo na Sala de Aula

É educador? Gostaria de usar o Galaxy Zoo com um grupo de alunos? O Navegador é uma ferramenta interativa que permite que grupos classifiquem galáxias em conjunto e investiguem as suas características. Zoo Teach é o lugar onde os educadores podem compartilhar lições, recursos e que complementa os projetos de ciência cidadã que fazem parte do Zooniverse.

Ciência Viva no Verão Edição de 2012 (15 de Julho a 15 de Setembro)

Agosto 1, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

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