Os pais são “super-heróis”; as mães, “maminhas”. Rita ilustra os desafios da maternidade

Dezembro 26, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Texto do P3 de 19 de dezembro de 2019.

Rita Sales Luís foi mãe há seis meses e percebeu que “há muitos assuntos acerca da maternidade sobre os quais não se fala” — como o facto de os pais serem “super-heróis que embalam, carregam e divertem”, enquanto as mães “ficam reduzidas a maminhas”. Decidiu, por isso, começar a ilustrar os desafios de cuidar de um bebé, para “partilhar experiências com outras pessoas”. E para que ninguém se sinta “tão sozinho” na aventura que é a gravidez e a parentalidade.

A ilustradora escolheu um estilo “simples, colorido e minimalista, tipo cartoon“, para os seus desenhos (para complicar já chegam as crianças a chorar toda a noite), que abordam as inseguranças, as dificuldades, as pressões. E embora as ilustrações não sejam “o foco” da sua actividade profissional, mas algo que faz nos tempos livres, partilha-as na sua página de Instagram. Para desmistificar algumas ideias pré-concebidas e abrir o diálogo: “Supõe-se que os pais tenham que se sentir impecáveis, confiantes e competentes. Não se fala de saúde mental. As pessoas não se apercebem da pressão que colocam nos pais”, escreve a também directora de arte na Heimat Berlin Advertising Agency, em Berlim, onde vive há mais de três anos, ao P3. “Ninguém fala verdadeiramente sobre o parto, nem as mulheres entre si, o que eu acho um pouco chocante”, confessa a lisboeta de 33 anos, que esteve em Nova Iorque durante quatro anos, a estudar publicidade.

Um dos seus desenhos favoritos é aquele em que mostra um casal a consultar uma aplicação para perceber se está na hora de dar o biberão ao bebé (imagem 16): “Por ser tão verdadeiro na minha geração.” Os restantes… são intemporais.

Visualizar as imagens no link:

https://www.publico.pt/2019/12/19/p3/fotogaleria/pais-super-herois-maes-maminhas-rita-ilustra-desafios-maternidade-399098?fbclid=IwAR1GaGP0R-iqd-Y__eDQDHEFQLfVTHRXjOg9Ffa8iQJqDdPWWoxxsem-_9M#&gid=1&pid=1

João criou uma app para incentivar crianças a ler — e isso mudou-lhe a vida

Novembro 28, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia do Público de 21 de novembro de 2019.

Aos 18 anos, o jovem de Santarém não queria nada com a escola; a nota suficiente para passar “chegava”. Até que a participação num concurso destinado a resolver problemas sociais através da tecnologia lhe trocou as voltas. Hoje prepara a entrada no curso de Engenharia Informática com a criação de uma aplicação no currículo.

Ana Rita Moutinho (texto) e Nuno Ferreira Santos (fotos)

Em criança, João Rosado não tinha uma resposta definida quando lhe faziam a típica pergunta “O que queres ser quando cresceres?”. Todos os anos tinha uma sugestão nova e, do que se lembra, a mais original foi “primeiro-ministro”. Revelara-se um aluno distraído, o que acabou por marcar (e complicar) a sua passagem pelos bancos da escola. “Não me sentia cativado, acabava sempre por me perder nas aulas”, confessa ao P3. “A nota necessária para passar” era suficiente para satisfazer as suas exigências. Nos jogos e no computador, oferecido quando frequentava o 6.º ano do ensino básico, acabou por encontrou a escapatória, através da qual começou a construir “uma relação próxima com a tecnologia” que resultou na criação de uma aplicação para incentivar as crianças a ler.

Na hora de escolher a área a seguir no ensino secundário, esta relação não foi, naturalmente, ignorada. Optou por um curso de Multimédia onde, durante três anos, teve aulas de Tecnologias de Informação. Os conhecimentos adquiridos revelar-se-iam úteis quando, no início do 12.º ano, o jovem foi apresentado ao projecto Apps for Good, uma iniciativa que apela à criatividade dos alunos para que, com recurso à tecnologia, apresentem soluções para problemas quotidianos. O estudante não ficou imediatamente convencido ou cativado pela ideia, mas como a conclusão do ciclo de estudos que frequentava pressupunha o desenvolvimento um “projecto de aptidão profissional”, acabou por anuir numa lógica de “Ok, vamos experimentar e ver no que dá”. Sempre “sem expectativas”.

O resultado chegaria após dois períodos de aulas, nos quais João e Mónica Marona (sua colega de grupo) trocaram ideias e discutiram conceitos para a Pensa antes de publicar, a aplicação que desenvolveram com o objectivo de “ensinar às crianças algumas regras e incentivá-las para o hábito da leitura”. O projecto contempla um livro (escrito e construído pelos alunos) que alerta para “os perigos das redes sociais” e uma aplicação para smartphones. A tecnologia está dividida em dois módulos: “um de realidade aumentada [em que as imagens de livros são animadas] e outro que consiste num quiz de consolidação de conhecimentos” sobre os conteúdos lidos. Durante a concepção da app, os estudantes foram acompanhados por professores, que dedicavam ao projecto cerca de duas horas semanais. Mesmo assim, tiveram que esperar até ao final do ano lectivo para ver o trabalho reconhecido, a nível escolar, com “nota máxima”.

Apesar do feedback positivo que foram recebendo, João confessa que o trabalho foi “um pouco menosprezado” pela dupla, que nunca foi capaz de lhe atribuir “a credibilidade que realmente tinha”. A percepção começou a alterar-se quando a Pensa antes de publicar foi a vencedora da final nacional do Apps for Good, que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian. O primeiro lugar, encarado “com surpresa”, valeu aos jovens a oportunidade de representar Portugal em Londres, no evento final da iniciativa. “Uma experiência engraçada”, classifica o jovem natural de Santarém.

Da mostra de Londres também não saiu de mãos vazias. Apesar de não ter ganho prémios, no bolso trouxe alguns contactos de empresas que o incentivaram a prosseguir trabalho. Entre elas, a gigante alemã Mercedes. A mesma que, semanas mais tarde, lhe batia à porta e acenava com uma proposta de estágio em Mem Martins, onde se situam as instalações portuguesas da marca de automóveis. Lá, João fazia “suporte aplicacional com pequenos desenvolvimentos internos, dentro da casa”.

Finalizado o estágio, que o jovem diz ter corrido de forma “impecável”, algo começou a mudar. A experiência num ambiente profissional estimulante e exigente fez com que o aluno outrora desmotivado começasse a considerar um rumo diferente para a sua vida, algo que passasse pelo ensino superior. “Quando acabei o 12.º ano não tinha qualquer interesse em prosseguir os estudos mas, um pouco à conta de tudo isto (o concurso, os resultados que obtive e ver que era realmente bom nesta área), pretendo ingressar em Engenharia Informática no próximo ano lectivo.”

Aos 23 anos, João trabalha numa instituição financeira de crédito onde desempenha funções como “developer em formação”. O futuro passará por conciliar esta mesma actividade profissional com a licenciatura em regime pós-laboral.

Face a todas estas mudanças, o jovem confessa que a Pensa antes de publicar foi relegada para segundo plano, tendo em conta que “não houve qualquer interesse ou ideia” que motivasse uma actualização do que já existia. No entanto, a tecnologia continua a ser utilizada pelos alunos do segundo ciclo do ensino básico no agrupamento de escolas que a dupla de antigos alunos frequentou em Santarém. Planos para a comercialização parecem não existir de momento, até “porque a Porto Editora e a Areal já se juntaram para fazer algo similar”.

Acho que [o Apps for Good] me abriu os olhos e abre a muitos alunos. Não é só falar em teoria, tem a parte prática e coisas físicas”, confessa. Ainda que na altura não fosse esta a sua opinião, o conselho que tem para dar aos alunos que hoje possam estar a participar numa iniciativa semelhante resume-se a uma palavra: “Aproveitem!”

App “mágica” leva (mais) histórias em língua gestual a miúdos e graúdos

Outubro 21, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Crédito: Huawei

Notícia do Dinheiro Vivo de 8 de outubro de 2019.

Tecnologia pela inclusão. Huawei expande app StorySign que lê histórias em língua gestual a iOS e acrescenta mais livros. Explicamos como funciona a app e como ajuda crianças surdas a ler e os seus amigos e familiares a comunicarem melhor. A tecnologia, na sua melhor face, é capaz de expandir universos e mudar a vida das pessoas. A era da revolução digital, onde os smartphones ganham uma preponderância cada vez maior no nosso dia a dia, tem-nos mostrado isso. É precisamente esse o objetivo a que se propõe a app StorySign, que abriu o horizonte a pessoas surdas, em particular as crianças e aos seus familiares, amigos e simplesmente curiosos que “têm aqui a possibilidade de conhecerem histórias numa língua que entendem, aprenderem a ler as palavras escritas e sentirem-se mais integradas”, explica Pedro Costa, presidente da Federação Portuguesa das Associações de Surdos.

A app da Huawei StorySign, desenvolvida com a ajuda dos estúdios da Aardman – conhecidos pelo Wallace & Gromit – tem como protagonista Star, um avatar que lê em língua gestual as histórias às crianças. Foi lançada no final do ano passado mas, na altura, em Portugal, apenas com um livro em Língua Gestual Portuguesa (LGP) e apenas para smartphones Android. A gigante tecnológica chinesa colocou agora a app disponível para os iPhone – em iOS – e acrescentou mais quatro livros em LGP, abrindo o leque de opções. Num investimento que chegou já 500 mil dólares a nível mundial e está dentro do projeto de literacia da empresa, foram ainda disponibilizados a nível internacional 52 novos livros na app e foi adicionada a Língua Gestual Americana (ASL), a mais usada a nível mundial, às 14 que já existiam.

Num pequeno evento na Fnac do Colombo, em Lisboa, foi possível ver o vídeo da Joana, uma criança portuguesa surda e perceber a importância de iniciativas como esta para a comunidade surda e para aqueles que os circundam. A jovem Joana explicou em língua gestual que não tem um livro preferido dos cinco que já conseguiu testar, quatro deles novos, mas quer mais. Os pais da Joana explicaram a importância de tecnologia como esta para abrir os horizontes da sua filha que não ouve, ao contrário dos seus outros dois irmãos, para se sentir “mais integrada”. “Os livros, desta forma, transformam-se como magia, em língua gestual”, explica Isabel, a mãe da Joana.

Como funciona e como ajuda a avatar Star?

Fizemos brevemente o teste, instalando a app StorySign e usando um dos livros presentes. A app é gratuita tanto em Android como em iOS, mas requer a compra de um livro. Existem dois do cão Bolinha, um clássico de Eric Hill, o Monstrinho Querido, Pequeno Unicórnio e Há um Dragão no teu Livro. Ou seja, são livros que qualquer criança pode ter no seu quarto e a escolha de histórias famosas e conhecidas não é inocente, para ajudar as crianças surdas – existem 32 milhões no mundo – a integrarem-se melhor com os colegas ouvintes e a partilhar pormenores das mesmas histórias.

A app permite descarregar cada uma das histórias de um dos cinco livros disponíveis e, depois, basta colocar a app por cima da página do livro que queremos ler num modo que usa a câmara. O ecrã começa a brilhar, ao estilo ‘pózinhos mágicos’, e de lá saem as palavras escritas e a avatar Star que lê palavra a palavra em língua gestual. O processo não só ajuda a que a criança surda leia o livro, mas também que crianças ou adultos ouvintes possam aprender linguagem gestual, por exemplo.

“Estamos muito felizes com este projeto e a sua expansão e temos de lembrar que não envolve só os surdos, mas as pessoas à sua volta e aqueles que queiram comunicar com eles”, explica em língua gestual Pedro Costa, presidente da Federação Portuguesa das Associações de Surdos. O responsável admite que há um trabalho complexo nesta tradução que é feita mas que é “um passo importante que permite melhor interação entre pais e filhos e crianças ouvintes e surdas”. O responsável está, inclusive, disponível para traduzir todos os 52 livros disponíveis a nível global para que o projeto ganhe maior dimensão.

Filipa Jardim da Silva, psicóloga, explicou que este tipo de tecnologias são importantes não só para melhorar a “autoestima das crianças surdas, como a envolvê-las melhor numa sociedade mais inclusiva, ultrapassando barreiras”. “O processo de gravação da língua gestual que a Star faz é mesmo ao estilo Avatar – o filme – já que foi preciso a tradutora ir a Londres gravar nos estúdios da Aardman para que depois a Star imitasse os seus gestos”, admite Claudia Figueiredo, da Huawei. No futuro, o objetivo é que esse trabalho possa ser todo feito através de tecnologia, o que não só terá menos custos mas “abre a possibilidade de traduzir de forma mais rápida muitos mais livros”.

Happy Kids: Aplicações Seguras e Benéficas Para Crianças Felizes – 22 de agosto

Agosto 14, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/673966203013038/

El impacto de leer 15 minutos al día en los niños

Março 21, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Photo by Josh Applegate on Unsplash

Texto do blog El Bosque de las Fantasías de 14 de novembro de 2018.

Publicado por Jesús Falcón

Un niño de preescolar que lee solo 15 minutos al día en casa o en el colegio, escucha nada más y nada menos que una cantidad de 2 millones de palabras por año. Eso quiere decir que habrán leído un total de 900 horas cuando lleguen a sexto curso y lo más probable es que sus notas sean mejores que las de otros alumnos que no lo hayan hecho.

Pero si esto no es suficiente para motivar a tu hijo hacia el camino de la lectura, te damos otras 5 razones para conseguirlo:

Ayuda al desarrollo del lenguaje

Leer a nuestros hijos desde el momento en que nacen en voz alta, puede influir de manera muy positiva en ellos. El cerebro podrá ir haciendo conexiones entre las palabras escritas y las palabras que escucha, ampliando así su vocabulario sin que el niño/a se dé cuenta. Además, mejorará enormemente su ortografía y su manera de expresarse.

Mejora el desarrollo del cerebro

Muchos profesores y profesionales de la educación están de acuerdo en que la gente que lee es más inteligente. Un estudio realizado por la Academia Americana de Pediatría, concluye que los niños que encuentran un hueco para dedicar a la lectura, activan la parte de su cerebro encargada de comprender y relacionar conceptos para almacenarlos posteriormente en la memoria.

Ayuda a comprender un mundo fuera del nuestro

Leer ayuda a comprender a grandes pensadores de la historia, mediante reflexiones o palabras que fueron inspiradas por experiencias personales. Esto hace que los niños puedan entender el mundo de una manera distinta, ampliando su realidad y abriendo su mente para reflexionar.

Estrecha los lazos familiares y la comunicación

Todos estamos de acuerdo en que leer estrecha los lazos familiares. Podemos empezar leyendo con ellos en su habitación o en el salón, eligiendo al principio libros que tengan muchas ilustraciones ya que de esa forma les costará menos. Poco a poco podremos ir eligiendo otros materiales con menos ilustración para fomentar la imaginación de los niños.

Muchas posibilidades para elegir

No hay excusa para no leer. Siempre es recomendable hacerlo mediante libros físicos, pero podemos optar por otras opciones que están muy de moda, como los libros digitales. Además, podemos encontrar geniales apps de cuentos aptos para niños en plataformas móviles de Android o IOS. Cualquier opción es buena para empezar a fomentar el hábito de la lectura en ellos.

 

 

 

Uma app para combater o bullying

Março 8, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia da TSF de 21 de fevereiro de 2019.

Rita Costa

Chama-se “Jogo Sério” e está a ser desenvolvido por investigadores do ISCTE e da Universidade de Lisboa que acreditam que com esta aplicação vai ser possível dar ferramentas às crianças, tornando-as mais capazes de resistir e combater o bullying.

“Está pensada para crianças dos 10 aos 12 anos porque há aqui um pico de ocorrência de este tipo de comportamentos, e um maior envolvimento aos 13 anos, portanto, queremos trabalhar antes”, explica Susana Fonseca, professora do Departamento de Psicologia Social e das Organizações do ISCTE, uma das investigadoras responsáveis pelo desenvolvimento desta aplicação.

O “Jogo Sério” é uma aplicação para smartphone, tablet ou computador e que pode ser usada em consultas, em contexto escolar ou até em casa, como forma de terapia ou de prevenção. Trata-se de um jogo ainda em construção, mas com o qual, assegura Susana Fonseca, investigadora do ISCTE, pode ser possível ajudar miúdas e graúdos a enfrentarem o bullying ou o cyberbullying.

“TSF Pais e Filhos”, um programa de Rita Costa, com sonorização de Miguel Silva

“É um jogo com objetivos pedagógicos onde eles para progredirem de nível são confrontados com situações de interação social entre pares, situações que podem ocorrer em contexto escolar ou não”, explica a Susana Fonseca. Uma das situações é alguém que está a receber ameaças e sobre quem estão a espalhar boatos nas redes socais. Nesse caso são apresentadas ao jogador várias opções de resposta sobre que reação teria perante aquela situação. “Só que em vez de pontos, recebem feedback sobre as diferentes opções que escolheram e a pontuação revela-se através do número de amigos que têm, porque as amizades são um fator protetor, através de coragem, porque muitas vezes ser capaz de defender a vítima é difícil, e através de convites para outras interações sociais”.

Para já, este “Jogo Sério” está em fase de desenvolvimento. O protótipo que resultou de uma fase de investigação e de uma colaboração com alunos da área da Psicologia do ISCTE e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa já deu sinais positivos, mas ainda vai ser aperfeiçoado. Susana Fonseca quer ter nas mãos todas as evidências e todos os dados que comprovem os resultados deste projeto. Só assim é possível procurar financiamento para a aplicação.

 

 

Pai inventa app que obriga crianças a retribuir chamada

Janeiro 22, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia e imagem do MAGG de 8 de janeiro de 2019.

por  Marta Gonçalves Miranda

Um britânico estava farto de ser ignorado pelo filho quando descobriu a forma perfeita de acabar com o problema.

Quando o filho de Nick Herbert entrou para a escola, o pai ofereceu-lhe um telefone. Era uma forma prática de estarem sempre em contacto — pensava ele. A verdade é que Ben rapidamente descobriu o maravilhoso mundo dos jogos e vídeos, e a funcionalidade da chamada era frequentemente ignorada. Tanto que o adolescente chegava a pôr o telemóvel em silêncio para que o pai não soubesse o que é que ele andava a fazer.

Para acabar com a tortura do ghosting, o britânico criou a aplicação ReplyASAP. De uma forma muito simples, a app bloqueia o telemóvel até que o utilizador responda à mensagem enviada para a aplicação. Mais: a ReplyASAP também faz (muito) barulho até que haja uma resposta, mesmo que o telemóvel esteja em silêncio.

“Esta aplicação nasceu das minhas próprias frustrações pessoais com as aplicações de mensagens que existem atualmente”, contou Nick Herbert no site. Durante o desenvolvimento da app o britânico fez questão de incluir o filho, que até acabou por gostar da ideia. “Ele também me pode mandar mensagens — portanto, há um entendimento mútuo de que a ReplyASAP só é usada para coisas realmente importantes, e não porque precisa de pilhas para o comando da Xbox”.

Para já a app só está disponível para Android, mas a versão para iOS já está em desenvolvimento. Quanto aos preços, há quatro pacotes disponíveis: Bronze (1,10€); Prata (2,77€); Ouro (7,77€); e Platina (14,45€). A grande diferença é o número de pessoas que é possível incluir no sistema de troca de mensagens. A aplicação está disponível para download em Portugal, e em português.

 

 

Esta app traz uma nova dimensão às histórias que pode contar às crianças

Janeiro 7, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

thumbs.web.sapo.io

Notícia do TEK.Sapo de 1 de dezembro de 2018.

Chama-se Wonderscope e é uma das novas aplicações a tirar partido da realidade aumentada para transformar os lugares normais em espaços extraordinários.

A aplicação faz com que se consiga “ver” as histórias a acontecer mesmo ao seu lado, apesar de estar sentado no sofá de casa, ou no jardim do seu bairro. E é uma forma de passar um tempo mais rico com as crianças, mantendo a sua imaginação e criatividade ativa.

Na biblioteca da Wonderscope há uma série de históricas para ver e conhecer, sobre os duplos que fizeram muitas personagens de cinema, ou uma versão moderna do Capuchinho Vermelho, mas estão prometidas mais histórias com as quais pode interagir usando a voz.

No conceito está a exploração do mundo, para o que precisa de se levantar e andar com o iPhone ou o iPad na mão, mas também a interação com as personagens. Para já está só em inglês, mas isso até pode servir para treinar a língua.

A app está disponível para iPhone e iPad e é gratuita, mas conte com compras in app para mais histórias e funcionalidades.

 

 

 

Alerta utilizadores Android: Não instale nenhuma destas 9 Apps direcionadas para crianças

Dezembro 5, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

pplware

Notícia e imagem do pplware de 22 de novembro de 2018.

São vários os alertas que temos publicado direcionados para os utilizadores que usam smartphones e tablets Android! Infelizmente a Google não tem conseguido manter a sua loja de aplicações para Android limpa de malware e as recomendações para não instalar determinadas app surgem das mais diversas empresas de segurança e utilizadores.

Lukas Stefanko, investigador da ESET, denunciou recentemente a existência de vários jogos, disponíveis na Google Play Store, que possuíam malware. Agora o investigador alerta para a existência de 9 apps, direcionadas para crianças, que também elas possuem malware.

De acordo com um tweet, Lukas Stefanko revelou existirem 9 apps maliciosas que são direcionadas para crianças. Segundo o investigador, estas apps já foram instaladas 23 mil vezes e nesse sentido é importante alertar os utilizadores para não procederem à sua instalação ou então, caso já tenham instalado, proceder à sua remoção. O nome das apps encontra-se no próprio tweet.

Tal como outras aplicações, estas apps escondem-se a si próprias e depois apresentam publicidade. Vejam no vídeo seguinte como tudo funciona.

Se já instalou alguma destas apps deve proceder urgentemente à sua remoção.Para tal basta ir as Definições>Gestor de aplicações, selecionar a app/jogo e remover.

Se é utilizador Android, esteja atento ao que lhe aparece na loja de aplicações oficial, pois, nem todas as apps são fidedignas. A Google tem aqui um grave problema que terá de resolver com a maior brevidade para garantir a credibilidade do seu serviço a este nível!

Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

 

Nasceu um jogo para prevenir a violência no namoro. Joga-se no smartphone e no computador

Novembro 5, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia e fotografia do Público de 19 de outubro de 2018.

O jogo, denominado “UNLOVE”, pode ser descarregado gratuitamente. Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, considerou que estas ferramentas são “fundamentais, porque falam e são o meio que hoje os jovens utilizam”.

Lusa

O Movimento Democrático de Mulheres (MDM), em parceria com a Universidade de Aveiro (UA), lançou nesta sexta-feira um jogo destinado a adolescentes para smartphone e computador que visa, entre outros objetivos, prevenir a violência no namoro.

Em declarações à Lusa, Joana Lima, do MDM, disse que a finalidade do jogo é “dar ferramentas de treino às crianças e jovens para depois, na sua vida, poderem lidar com situações reais“.

“É um jogo baseado em princípios não moralistas e não limitadores. A personagem que é criada é completamente costumizada. Eu crio uma personagem que me representa a mim e o meu ou a minha namorada”, adiantou Joana Lima. O jogo permite que os utilizadores vivam uma “história de namoro”, onde lhes são colocadas situações sobre as quais terão de tomar decisões comportamentais para prosseguir.

As decisões conduzem a diferentes caminhos de relação e ocorrem em diferentes espaços (a casa, o café, a escola, a praia) e o jogo está desenvolvido para que o jogador vá tomando consciência do resultado das suas decisões.

Na ocasião, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, considerou que estas ferramentas são “fundamentais, porque falam e são o meio que hoje os jovens utilizam, e tem essencialmente uma abordagem que não é conservadora, nem moralizadora”.

“Temos de ser inteligentes e falar a linguagem, usar o meio, usar os códigos que eles utilizam. Acho que aqui está a chave do sucesso. A minha expectativa relativamente a estes instrumentos é imensa”, disse a governante, apelando a uma “grande difusão” destas ferramentas, levando-as ao conhecimento de todos os agentes educativos do país.

Para crianças e jovens dos 12 aos 18 anos

O jogo, denominado “UNLOVE”, pode ser descarregado gratuitamente para os sistemas Android e iOS e pode ser usado num computador ou no smartphone. Destina-se a crianças e jovens dos 12 aos 18 anos, foi desenvolvido ao longo de 18 meses, com a realização de várias atividades em escolas secundárias do distrito de Aveiro e na UA, abrangendo mais de duas mil pessoas.

O primeiro protótipo surgiu no âmbito de um trabalho desenvolvido por alunos da UA no ano lectivo 2013/2014. Cinco anos volvidos, o MDM partilhou com a comunidade a versão final do jogo, que contou com o financiamento da Secretaria de Estado da Cidadania e Igualdade.

Além do videojogo, em simultâneo foi lançado o guião UNPOP, um ‘kit’ pedagógico para ensinar a utilizar, em contexto educativo, videoclipes que os jovens consomem quotidianamente em elevadas quantidades, e onde estão presentes estereótipos de género, a banalização da erotização e sexualidade, preconceitos e mitos sobre modelos de relação, que podem estar associados ou possam ser geradores de discriminações e de violências”.

Neste momento, o MDM já tem várias solicitações para apresentar os dois produtos em escolas e outras organizações e associações, disse Joana Lima, adiantando que a UA vai garantir a monitorização do impacto que o jogo tem nos estudantes.

Site do jogo:

http://unlove.web.ua.pt/sobre.php

 

 

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.