Happy Kids: Aplicações Seguras e Benéficas Para Crianças Felizes – 22 de agosto

Agosto 14, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/events/673966203013038/

O que andam os seus filhos a fazer online e os riscos que correm

Maio 3, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da Visão de 20 de abril de 2019.

Vânia Maia

Talvez ainda não tenha ouvido falar da TikTok, da Tellonym ou da YouClap, mas estas são algumas das aplicações preferidas dos adolescentes. Partilhar vídeos caseiros, enviar mensagens anónimas, superar desafios lançados pelos amigos…

Noutros tempos, passavam-se bilhetinhos, sem assinatura, de mão em mão, na sala de aula. Atualmente, existem apps de envio de conteúdos anónimos. São habitualmente usadas para fazer as mesmas perguntas mais ou menos inocentes de antigamente, mas agora é muito mais fácil difundir a mensagem e muito mais difícil ser apanhado, se a opção for insultar um colega. O ciberbullying é apenas um dos vários perigos que se escondem nas apetecíveis apps. Saberão os adolescentes portugueses defender-se deles?

Aos 17 anos, Catarina Semedo Oliveira já é perita em segurança online. Faz parte dos Líderes Digitais, uma iniciativa da SeguraNet, com o patrocínio da Direção-Geral da Educação. A reputação de especialista faz com que os amigos lhe peçam ajuda com frequência. “Normalmente, o problema é terem começado a falar com um desconhecido que, depois, propõe um encontro, e então ficam com medo”, revela.

Daniel Cardoso, docente de Ciências da Comunicação nas universidades Nova e Lusófona, procura tranquilizar os pais: “A esmagadora maioria dos jovens que se encontram pessoalmente com desconhecidos depara-se com pessoas da sua idade. É muito raro darem de caras com adultos, mas essa preocupação é compreensível.” Hoje em dia, já não terá grande eficácia dizer simplesmente para não falarem com estranhos. “É uma mera proibição, não incute espírito crítico, o importante é capacitá-los para lidarem com as situações”, defende o investigador. “Se é inevitável que vão ter com estranhos, então o melhor é dizer-lhes para agendarem o encontro num local público, levarem um amigo e avisarem mais alguém da situação”, sugere. “É importante manter um canal de comunicação aberto que seja compreensivo e não proibitivo”, remata.

Catarina Semedo Oliveira conhece vários casos de jovens que se viram numa encruzilhada: “Quando alguma coisa correu mal, não eram capazes de falar com os pais porque sentiam que tinham traído a sua confiança ao não respeitarem as proibições.”

A psicóloga clínica Ivone Patrão é apologista de uma supervisão baseada na partilha desde o jardim-escola. “Se só começarem a falar destas questões quando os filhos tiverem 16 anos, os pais terão muito mais dificuldade em alterar comportamentos.” E lembra que é fundamental respeitar a privacidade dos adolescentes: “Se a sensibilização tiver sido feita ao longo da infância, as regras estarão incutidas e os jovens saberão lidar com as situações que aparecerem.” A VISÃO foi em busca das apps mais populares entre os adolescentes para que pais e filhos saibam lidar com os vícios e as virtudes das redes.

1.TikTok
recomendado a partir dos 16 anos

Cantigas de amigo
Esta aplicação chinesa de partilha de vídeos tem mais de 150 milhões de utilizadores. O seu maior sucesso são os vídeos de adolescentes a cantarem ou a fazerem playback – uma das funcionalidades mais apetecidas são os duetos com outros utilizadores

Alertas: O jornal britânico The Guardian noticiou que foram descobertos vários casos de adultos que solicitavam imagens de nudez a menores através da app. Mesmo entre os jovens, a partilha de conteúdos sexuais explícitos, os chamados nudes, tem-se tornado cada vez mais comum. A psicóloga Ivone Patrão aconselha os pais a lembrarem os filhos de que estão permanentemente a construir a sua identidade digital, mesmo quando partilham conteúdos em privado. “Uma vez na internet, para sempre na internet. Será que gostaria que daqui a dez anos vissem o que publiquei hoje?”, interroga-se, aos 17 anos, Catarina Semedo Oliveira. Na TikTok, só depois de somar mil seguidores é possível fazer vídeos em direto, um incentivo para aceitar toda a gente.

Conselhos de segurança: A aplicação tem uma secção exclusiva para menores de 13 anos, na qual só é possível ver vídeos previamente aprovados e não é permitido partilhar conteúdos, mas basta alterar a data de nascimento para ter acesso a todas as funcionalidades. O modo restrito permite filtrar conteúdo inapropriado e é possível limitar as mensagens privadas a amigos.

37% dos jovens viram imagens de cariz sexual na internet ou noutro local no último ano (em 91% dos casos, as imagens foram vistas em dispositivos com acesso à internet). Oito por cento sentiram muito incómodo perante o que viram, 11% sentiram algum ou bastante incómodo

2.Twitch
recomendado a partir dos 15 anos

Espectadores da internet
Propriedade da Amazon, é uma das campeãs do streaming de vídeos de pessoas a jogarem videojogos

Alertas: É comum a interação com desconhecidos nas salas de conversação, o que pode potenciar o contacto com pessoas mal-intencionadas. Muitas vezes, os gamers estão expostos ao discurso de ódio nestas plataformas. Os utilizadores são incentivados a premiarem os seus jogadores favoritos comprando Bits, apesar de a app ser gratuita. São muitas as aplicações grátis que solicitam os dados do cartão de crédito. O pedido não é inocente. Existem compras integradas que só se revelam com a utilização e a compra fica de antemão facilitada.

Conselhos de segurança: Existe a opção de bloquear os convites para conversas privadas. Nas definições, é importante desativar a opção que permite a partilha da atividade do espectador, sem a sua autorização.

16% ou seja, uma em cada seis crianças e adolescentes vítimas de ciberbullying teve de fazer coisas que não queria fazer

3.Tellonym
recomendado a partir dos 17 anos

(Des)Protegidos pelo anonimato
Esta app permite enviar mensagens escritas anónimas para outros utilizadores. É possível associar-lhes fotografias ou vídeos

Alertas: Não é preciso estar registado para usar a aplicação, o que facilita os comportamentos de ciberbullying ou o envio de conteúdos inapropriados, por exemplo os sexualmente explícitos. Outra aplicação de troca de mensagens anónimas, a Kik, foi referenciada nas investigações de mais de mil casos de abuso sexual, nos últimos cinco anos, no Reino Unido. “Este tipo de aplicações é muito usado para fazermos perguntas ingénuas como ‘gostas desta ou daquela pessoa?’, mas também pode facilitar o contacto com desconhecidos que peçam dados pessoais ou contribuam para o discurso de ódio e para o bullying”, reconhece Catarina Semedo Oliveira, embaixadora europeia jovem para a segurança na internet, que insta todos os internautas a não compactuarem com o ciberbullying. “Não devemos pôr ‘gosto’ e muito menos comentar. Devemos relatar o que vemos, fazer uma captura de ecrã e mostrar aos pais ou aos professores.”

Conselhos de segurança: É possível bloquear preventivamente as mensagens dos utilizadores não registados. Os remetentes de conteúdos indesejados também podem ser bloqueados. Outra opção é filtrar determinadas palavras, evitando que as mensagens que as contenham cheguem ao destinatário. Sempre que uma app não precise da câmara ou do microfone para funcionar, essas permissões devem ser negadas.

24% dos inquiridos entre os 9 e os 17 anos confessaram ter sido vítimas de bullying online e offline no último ano. A forma de ciberbullying mais incomodativa são as “mensagens desagradáveis”, consideram quase dois terços.

4.Facetune
recomendado a partir dos 13 anos

Cirurgias estéticas digitais
Mais do que editar fotografias, esta app permite alterar a aparência da pessoa fotografada. Aumentar os olhos, diminuir o nariz, remover as imperfeições da pele ou estreitar a cintura são algumas das funcionalidades

Alertas: A alteração das selfies de forma a corresponderem à imagem que gostariam de ter pode contribuir para o isolamento digital, destruindo a autoestima dos adolescentes. “Nas redes sociais, há tempo para tirar uma fotografia e melhorar a aparência, o que não é possível no convívio presencial, isso pode causar ansiedade e afetar a autoestima dos jovens mais vulneráveis, levando-os a evitar o contacto face a face”, nota a psicóloga Ivone Patrão. “Quando um jovem se foca apenas na construção da sua imagem, de forma a agradar aos outros, há um sofrimento atroz por detrás. Terá de haver outros sinais de que não está bem”, alerta a docente do ISPA.

Conselhos de segurança: Estar atento aos sinais que possam denunciar uma baixa autoestima. Lembrar que o investimento pessoal não deve reduzir-se à imagem e alertar para o facto de tudo o que é partilhado nas redes ser altamente encenado.

28% dos jovens entre os 11 e os 17 anos receberam mensagens sexuais explícitas no ano passado; em 2014, esse valor não ia além dos 5%. São, sobretudo, os adolescentes entre os 15 e os 17 anos quem mais as recebe.

5.Houseparty
recomendado a partir dos 13 anos

Fazer a festa no ecrã
Com mais de 20 milhões de utilizadores – 60% na faixa etária entre os 16 e os 24 anos –, a principal atração desta aplicação são as chamadas de vídeo em grupo

Alertas: Só podem ser adicionadas pessoas que já façam parte das redes sociais ou dos contactos do telefone do utilizador. No entanto, é possível encontrar outros usuários nas proximidades, se o localizador do telefone estiver ligado. As salas de conversação estão abertas por defeito, mas surge um alerta “stranger danger” sempre que um desconhecido, como um amigo de um amigo, entra no grupo. A jovem líder digital Catarina Semedo Oliveira deixa uma advertência: “Não devemos achar que qualquer pessoa com quem temos amigos em comum é de confiança.”
A transmissão em direto aumenta o risco de serem difundidos conteúdos inapropriados impossíveis de serem controlados.

Conselhos de segurança: O ideal é desligar o localizador do telefone para evitar ser contactado por desconhecidos que estejam a utilizar a aplicação na mesma zona geográfica. Também é possível trancar as salas de conversação, impedindo qualquer pessoa de entrar sem ser convidada, basta acionar o modo privado nas definições.

33% dos jovens portugueses entre os 9 e os 17 anos que tiveram experiências negativas na internet ignoraram ou esperaram que o problema desaparecesse. Outro terço decidiu bloquear a pessoa 
que o incomodou.

6.Yubo
recomendado a partir dos 18 anos

Amores virtuais
É conhecida como o “Tinder dos adolescentes”, mas é apresentada como uma aplicação para “fazer novos amigos”. Deteta os utilizadores geograficamente mais próximos

Alertas: É necessário revelar a localização do dispositivo para a app funcionar devidamente. O perfil pode ser visto por todos os utilizadores geograficamente próximos e, quando há um match, podem manter-se conversas privadas e, até, partilhar vídeos. A jovem embaixadora digital Catarina Semedo Oliveira recomenda precaução: “Quando começamos a falar com alguém, temos de pensar bem em tudo o que dizemos e partilhamos. É mais fácil sermos enganados se o outro souber muito sobre nós.” A informação revelada online deve ser limitada ao mínimo, mesmo aquela que é teoricamente partilhada em privado. Dados pessoais, como o número de telefone, a morada de casa ou a escola que se frequenta, devem ser sigilosos. Em relação aos encontros presenciais, é perentória: “É sempre preferível jogar pelo seguro. Podemos conhecer pessoas novas na escola, não precisamos de passar pela internet.”

Conselhos de segurança: É possível desativar a localização e a opção de fazer match, mas os perfis mantêm-se sempre públicos. Os utilizadores menores de idade só podem contactar com pessoas da mesma faixa etária, mas basta inserir uma data de nascimento falsa para contornar o sistema, o que torna a segurança muito limitada.

44% das crianças e dos jovens portugueses confessaram ter-se encontrado presencialmente com pessoas que conheceram na internet – um comportamento mais comum entre os 13 e os 17 anos. A esmagadora maioria (79%) ficou contente após os encontros. Mais de metade (53%) admite contactar com desconhecidos na internet.

7.YouClap
recomendado a partir dos 16 anos

Desafios a toda a prova
Esta app portuguesa, criada pelo engenheiro informático José Rocha, formado na Universidade de Aveiro, permite aos utilizadores lançar desafios (a todos os outros seguidores, a alguns ou apenas a um). Fazer a melhor coreografia de uma canção, contar a piada mais seca ou, simplesmente, fotografar o jantar, as possibilidades são infinitas. Um terço dos seus cerca de 50 mil utilizadores tem entre 14 e 18 anos

Alertas: Existe o risco de serem lançados desafios perigosos – como já aconteceu noutras aplicações, por exemplo, com a Baleia Azul (que culminava com uma tentativa de suicídio). Todas as contas são públicas para todos os utilizadores.

Conselhos de segurança: Os programadores eliminam constantemente conteúdos ofensivos, mas são os utilizadores que denunciam 70% a 80% dos casos – é importante estar familiarizado com esta função. Em breve, será possível tornar as contas privadas, mas também será inaugurada a função de conversação.

46% dos jovens entre os 11 e os 17 anos viram imagens nojentas ou violentas contra pessoas e animais no último ano. Praticamente o mesmo número (45%) deparou com informação sobre automutilação e 43% estiveram expostos a discurso de ódio (em função da cor da pele, da religião, da nacionalidade ou da orientação sexual)

Fonte: Estatísticas retiradas do inquérito EU Kids Online 2019, sobre o comportamento dos jovens portugueses, entre os 9 e os 17 anos, em contexto digital.

As apps que os pais também usam

Além dos adolescentes, também os mais velhos são utilizadores destas aplicações, mas nem por isso se devem descurar os seus perigos

Snapchat
É muito utilizado no contexto de sexting (envio de conteúdos sexualmente explícitos), uma vez que tem a particularidade de as mensagens supostamente desaparecerem ao fim de pouco tempo. Pura ilusão, já que é possível fazer capturas de ecrã, comprar replays e salvar conteúdos do Snapchat recorrendo a aplicações específicas para o efeito. Convém desativar a localização.

Instagram
Tudo começou com a partilha de fotografias mas, agora, esta rede social tem muito mais que se lhe diga. Com a função IGTV, os utilizadores podem subscrever os canais de vídeo uns dos outros. Além disso, é possível fazer transmissões em direto e trocar mensagens escritas, vídeos ou áudio em privado com outros utilizadores. Uma das principais opções para tornar a app mais segura é tornar a conta privada. Podem bloquear-se seguidores indesejados e limitar os comentários ou filtrar palavras e emojis ofensivos.

WhatsApp
Além das mensagens escritas, o WhatsApp permite a partilha de fotos, vídeos e áudio. Podem bloquear-se contactos guardados ou desconhecidos (mas não números anónimos) e é possível tornar a conta privada nas definições, de forma a que só os contactos (ou mesmo ninguém) consigam ver se está online. A função mais preocupante é a partilha da localização do utilizador, mas é possível desligá-la.

YouTube
O sucesso dos youtubers ajudou a transformar este repositório de vídeos numa rede social. Para terem sucesso, os seus vídeos precisam de ser também comentados. A investigadora Ana Jorge, que tem estudado a relação dos mais novos com os meios de comunicação, alerta para a importância de lhes despertar o sentido crítico: “É fundamental desconstruir o que fazem os youtubers explicando, por exemplo, que as suas recomendações são pagas pelas marcas.”

 

 

 

Aplicação TikTok deixa crianças expostas a predadores sexuais

Maio 2, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 5 de abril de 2019.

Uma investigação revelou centenas de mensagens de cariz sexual.

A aplicação de vídeo TikTok está a ser acusada de falhar em proteger crianças que estão a receber mensagens de cariz sexual. Uma investigação da BBC revelou centenas de casos.

São muitos os comentários explícitos que chegam a ser publicados em contas de crianças com apenas nove anos. Apesar da maioria ser apagada pela aplicação quando são reportados pelos utilizadores, os seus autores não são banidos da plataforma, apesar dos regulamentos desta proibirem expressamente estes comportamentos.

A TikTok é uma aplicação que permite a publicação de pequenos vídeos. Tornou-se particularmente popular entre jovens, que a utilizam para gravar vídeos a cantar e dançar, a contar piadas ou a completar desafios. Terá mais de 500 milhões de utilizadores ativos por mês em todo mundo.

Centenas de mensagens e comentários explícitos

Durante três meses, a BBC reportou centenas de comentários que encontrou em vídeos de menores de idade. As denúncias foram feitas através das ferramentas disponibilizadas pela aplicação ao utilizador comum. Apesar da grande parte dos comentários ter sido removida em 24 horas, houve muitos que continuaram públicos e as contas ativas.

Segundo o regulamento, são proibidos quaisquer “publicações ou mensagens privadas que assediem utilizadores menores” e que se a empresa tiver “conhecimento de conteúdo que explore sexualmente ou coloque em perigo crianças (…) alertará as autoridades”.

Para além das mensagens de cariz sexual, há também denúncias de conteúdo misógino, racista, homofóbico e antissemita.

O perigo à espreita

“Estas pessoas estão a usar estas plataformas para ganhar acesso a crianças”, explicou a comissária inglesa para os direitos das crianças, Anne Longfield. Enquanto muitos destes predadores utilizam perfis anónimos, outros não escondem nomes e fotografias reais.

Contactado pela BBC, o pai de uma criança de 10 anos revela que apagou a aplicação do telemóvel do filho depois de ter descoberto mensagens de um homem adulto.

“As mensagens, que continham asneiras, diziam ‘não me ignores’, ‘sei quem és e vou-te buscar’ (…) Se o meu filho tivesse respondido, o que podia ter acontecido a seguir? (…) É nojento, a TikTok tem uma responsabilidade agora e se as pessoas estão a receber mensagens como estas, deviam pelo menos contactar as autoridades”.

Entretanto, a plataforma emitiu um comunicado onde garante estar “comprometida em aprimorar as medidas existentes e introduzir processos técnicos e de moderação adicionais”.

 

El impacto de leer 15 minutos al día en los niños

Março 21, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Photo by Josh Applegate on Unsplash

Texto do blog El Bosque de las Fantasías de 14 de novembro de 2018.

Publicado por Jesús Falcón

Un niño de preescolar que lee solo 15 minutos al día en casa o en el colegio, escucha nada más y nada menos que una cantidad de 2 millones de palabras por año. Eso quiere decir que habrán leído un total de 900 horas cuando lleguen a sexto curso y lo más probable es que sus notas sean mejores que las de otros alumnos que no lo hayan hecho.

Pero si esto no es suficiente para motivar a tu hijo hacia el camino de la lectura, te damos otras 5 razones para conseguirlo:

Ayuda al desarrollo del lenguaje

Leer a nuestros hijos desde el momento en que nacen en voz alta, puede influir de manera muy positiva en ellos. El cerebro podrá ir haciendo conexiones entre las palabras escritas y las palabras que escucha, ampliando así su vocabulario sin que el niño/a se dé cuenta. Además, mejorará enormemente su ortografía y su manera de expresarse.

Mejora el desarrollo del cerebro

Muchos profesores y profesionales de la educación están de acuerdo en que la gente que lee es más inteligente. Un estudio realizado por la Academia Americana de Pediatría, concluye que los niños que encuentran un hueco para dedicar a la lectura, activan la parte de su cerebro encargada de comprender y relacionar conceptos para almacenarlos posteriormente en la memoria.

Ayuda a comprender un mundo fuera del nuestro

Leer ayuda a comprender a grandes pensadores de la historia, mediante reflexiones o palabras que fueron inspiradas por experiencias personales. Esto hace que los niños puedan entender el mundo de una manera distinta, ampliando su realidad y abriendo su mente para reflexionar.

Estrecha los lazos familiares y la comunicación

Todos estamos de acuerdo en que leer estrecha los lazos familiares. Podemos empezar leyendo con ellos en su habitación o en el salón, eligiendo al principio libros que tengan muchas ilustraciones ya que de esa forma les costará menos. Poco a poco podremos ir eligiendo otros materiales con menos ilustración para fomentar la imaginación de los niños.

Muchas posibilidades para elegir

No hay excusa para no leer. Siempre es recomendable hacerlo mediante libros físicos, pero podemos optar por otras opciones que están muy de moda, como los libros digitales. Además, podemos encontrar geniales apps de cuentos aptos para niños en plataformas móviles de Android o IOS. Cualquier opción es buena para empezar a fomentar el hábito de la lectura en ellos.

 

 

 

Uma app para combater o bullying

Março 8, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 21 de fevereiro de 2019.

Rita Costa

Chama-se “Jogo Sério” e está a ser desenvolvido por investigadores do ISCTE e da Universidade de Lisboa que acreditam que com esta aplicação vai ser possível dar ferramentas às crianças, tornando-as mais capazes de resistir e combater o bullying.

“Está pensada para crianças dos 10 aos 12 anos porque há aqui um pico de ocorrência de este tipo de comportamentos, e um maior envolvimento aos 13 anos, portanto, queremos trabalhar antes”, explica Susana Fonseca, professora do Departamento de Psicologia Social e das Organizações do ISCTE, uma das investigadoras responsáveis pelo desenvolvimento desta aplicação.

O “Jogo Sério” é uma aplicação para smartphone, tablet ou computador e que pode ser usada em consultas, em contexto escolar ou até em casa, como forma de terapia ou de prevenção. Trata-se de um jogo ainda em construção, mas com o qual, assegura Susana Fonseca, investigadora do ISCTE, pode ser possível ajudar miúdas e graúdos a enfrentarem o bullying ou o cyberbullying.

“TSF Pais e Filhos”, um programa de Rita Costa, com sonorização de Miguel Silva

“É um jogo com objetivos pedagógicos onde eles para progredirem de nível são confrontados com situações de interação social entre pares, situações que podem ocorrer em contexto escolar ou não”, explica a Susana Fonseca. Uma das situações é alguém que está a receber ameaças e sobre quem estão a espalhar boatos nas redes socais. Nesse caso são apresentadas ao jogador várias opções de resposta sobre que reação teria perante aquela situação. “Só que em vez de pontos, recebem feedback sobre as diferentes opções que escolheram e a pontuação revela-se através do número de amigos que têm, porque as amizades são um fator protetor, através de coragem, porque muitas vezes ser capaz de defender a vítima é difícil, e através de convites para outras interações sociais”.

Para já, este “Jogo Sério” está em fase de desenvolvimento. O protótipo que resultou de uma fase de investigação e de uma colaboração com alunos da área da Psicologia do ISCTE e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa já deu sinais positivos, mas ainda vai ser aperfeiçoado. Susana Fonseca quer ter nas mãos todas as evidências e todos os dados que comprovem os resultados deste projeto. Só assim é possível procurar financiamento para a aplicação.

 

 

Pai inventa app que obriga crianças a retribuir chamada

Janeiro 22, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do MAGG de 8 de janeiro de 2019.

por  Marta Gonçalves Miranda

Um britânico estava farto de ser ignorado pelo filho quando descobriu a forma perfeita de acabar com o problema.

Quando o filho de Nick Herbert entrou para a escola, o pai ofereceu-lhe um telefone. Era uma forma prática de estarem sempre em contacto — pensava ele. A verdade é que Ben rapidamente descobriu o maravilhoso mundo dos jogos e vídeos, e a funcionalidade da chamada era frequentemente ignorada. Tanto que o adolescente chegava a pôr o telemóvel em silêncio para que o pai não soubesse o que é que ele andava a fazer.

Para acabar com a tortura do ghosting, o britânico criou a aplicação ReplyASAP. De uma forma muito simples, a app bloqueia o telemóvel até que o utilizador responda à mensagem enviada para a aplicação. Mais: a ReplyASAP também faz (muito) barulho até que haja uma resposta, mesmo que o telemóvel esteja em silêncio.

“Esta aplicação nasceu das minhas próprias frustrações pessoais com as aplicações de mensagens que existem atualmente”, contou Nick Herbert no site. Durante o desenvolvimento da app o britânico fez questão de incluir o filho, que até acabou por gostar da ideia. “Ele também me pode mandar mensagens — portanto, há um entendimento mútuo de que a ReplyASAP só é usada para coisas realmente importantes, e não porque precisa de pilhas para o comando da Xbox”.

Para já a app só está disponível para Android, mas a versão para iOS já está em desenvolvimento. Quanto aos preços, há quatro pacotes disponíveis: Bronze (1,10€); Prata (2,77€); Ouro (7,77€); e Platina (14,45€). A grande diferença é o número de pessoas que é possível incluir no sistema de troca de mensagens. A aplicação está disponível para download em Portugal, e em português.

 

 

Esta app traz uma nova dimensão às histórias que pode contar às crianças

Janeiro 7, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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thumbs.web.sapo.io

Notícia do TEK.Sapo de 1 de dezembro de 2018.

Chama-se Wonderscope e é uma das novas aplicações a tirar partido da realidade aumentada para transformar os lugares normais em espaços extraordinários.

A aplicação faz com que se consiga “ver” as histórias a acontecer mesmo ao seu lado, apesar de estar sentado no sofá de casa, ou no jardim do seu bairro. E é uma forma de passar um tempo mais rico com as crianças, mantendo a sua imaginação e criatividade ativa.

Na biblioteca da Wonderscope há uma série de históricas para ver e conhecer, sobre os duplos que fizeram muitas personagens de cinema, ou uma versão moderna do Capuchinho Vermelho, mas estão prometidas mais histórias com as quais pode interagir usando a voz.

No conceito está a exploração do mundo, para o que precisa de se levantar e andar com o iPhone ou o iPad na mão, mas também a interação com as personagens. Para já está só em inglês, mas isso até pode servir para treinar a língua.

A app está disponível para iPhone e iPad e é gratuita, mas conte com compras in app para mais histórias e funcionalidades.

 

 

 

Alerta utilizadores Android: Não instale nenhuma destas 9 Apps direcionadas para crianças

Dezembro 5, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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pplware

Notícia e imagem do pplware de 22 de novembro de 2018.

São vários os alertas que temos publicado direcionados para os utilizadores que usam smartphones e tablets Android! Infelizmente a Google não tem conseguido manter a sua loja de aplicações para Android limpa de malware e as recomendações para não instalar determinadas app surgem das mais diversas empresas de segurança e utilizadores.

Lukas Stefanko, investigador da ESET, denunciou recentemente a existência de vários jogos, disponíveis na Google Play Store, que possuíam malware. Agora o investigador alerta para a existência de 9 apps, direcionadas para crianças, que também elas possuem malware.

De acordo com um tweet, Lukas Stefanko revelou existirem 9 apps maliciosas que são direcionadas para crianças. Segundo o investigador, estas apps já foram instaladas 23 mil vezes e nesse sentido é importante alertar os utilizadores para não procederem à sua instalação ou então, caso já tenham instalado, proceder à sua remoção. O nome das apps encontra-se no próprio tweet.

Tal como outras aplicações, estas apps escondem-se a si próprias e depois apresentam publicidade. Vejam no vídeo seguinte como tudo funciona.

Se já instalou alguma destas apps deve proceder urgentemente à sua remoção.Para tal basta ir as Definições>Gestor de aplicações, selecionar a app/jogo e remover.

Se é utilizador Android, esteja atento ao que lhe aparece na loja de aplicações oficial, pois, nem todas as apps são fidedignas. A Google tem aqui um grave problema que terá de resolver com a maior brevidade para garantir a credibilidade do seu serviço a este nível!

Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

 

Nasceu um jogo para prevenir a violência no namoro. Joga-se no smartphone e no computador

Novembro 5, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia e fotografia do Público de 19 de outubro de 2018.

O jogo, denominado “UNLOVE”, pode ser descarregado gratuitamente. Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, considerou que estas ferramentas são “fundamentais, porque falam e são o meio que hoje os jovens utilizam”.

Lusa

O Movimento Democrático de Mulheres (MDM), em parceria com a Universidade de Aveiro (UA), lançou nesta sexta-feira um jogo destinado a adolescentes para smartphone e computador que visa, entre outros objetivos, prevenir a violência no namoro.

Em declarações à Lusa, Joana Lima, do MDM, disse que a finalidade do jogo é “dar ferramentas de treino às crianças e jovens para depois, na sua vida, poderem lidar com situações reais“.

“É um jogo baseado em princípios não moralistas e não limitadores. A personagem que é criada é completamente costumizada. Eu crio uma personagem que me representa a mim e o meu ou a minha namorada”, adiantou Joana Lima. O jogo permite que os utilizadores vivam uma “história de namoro”, onde lhes são colocadas situações sobre as quais terão de tomar decisões comportamentais para prosseguir.

As decisões conduzem a diferentes caminhos de relação e ocorrem em diferentes espaços (a casa, o café, a escola, a praia) e o jogo está desenvolvido para que o jogador vá tomando consciência do resultado das suas decisões.

Na ocasião, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, considerou que estas ferramentas são “fundamentais, porque falam e são o meio que hoje os jovens utilizam, e tem essencialmente uma abordagem que não é conservadora, nem moralizadora”.

“Temos de ser inteligentes e falar a linguagem, usar o meio, usar os códigos que eles utilizam. Acho que aqui está a chave do sucesso. A minha expectativa relativamente a estes instrumentos é imensa”, disse a governante, apelando a uma “grande difusão” destas ferramentas, levando-as ao conhecimento de todos os agentes educativos do país.

Para crianças e jovens dos 12 aos 18 anos

O jogo, denominado “UNLOVE”, pode ser descarregado gratuitamente para os sistemas Android e iOS e pode ser usado num computador ou no smartphone. Destina-se a crianças e jovens dos 12 aos 18 anos, foi desenvolvido ao longo de 18 meses, com a realização de várias atividades em escolas secundárias do distrito de Aveiro e na UA, abrangendo mais de duas mil pessoas.

O primeiro protótipo surgiu no âmbito de um trabalho desenvolvido por alunos da UA no ano lectivo 2013/2014. Cinco anos volvidos, o MDM partilhou com a comunidade a versão final do jogo, que contou com o financiamento da Secretaria de Estado da Cidadania e Igualdade.

Além do videojogo, em simultâneo foi lançado o guião UNPOP, um ‘kit’ pedagógico para ensinar a utilizar, em contexto educativo, videoclipes que os jovens consomem quotidianamente em elevadas quantidades, e onde estão presentes estereótipos de género, a banalização da erotização e sexualidade, preconceitos e mitos sobre modelos de relação, que podem estar associados ou possam ser geradores de discriminações e de violências”.

Neste momento, o MDM já tem várias solicitações para apresentar os dois produtos em escolas e outras organizações e associações, disse Joana Lima, adiantando que a UA vai garantir a monitorização do impacto que o jogo tem nos estudantes.

Site do jogo:

http://unlove.web.ua.pt/sobre.php

 

 

Crianças até 2 anos de idade são das que mais usam aplicações

Novembro 4, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 16 de outubro de 2018.

Ana Cristina Marques

Um novo estudo refere que 51% das crianças com menos de 8 anos usa aplicações. Inquérito feito a quase 2.000 pais mostra que tecnologia serve de ama nos lares portugueses.

As crianças que mais usam aplicações têm até 2 anos de idade e são os pais os primeiros a dar aos filhos o acesso a dispositivos eletrónicos. A isto soma-se outra realidade: a grande maioria das casas portuguesas (90%) tem ligação à internet, “smartphones, computadores portáteis ou tablets”. Estas são as principais conclusões do estudo “Happy Kids: Aplicações Seguras e Benéficas para Crianças”, do Católica Research Centre for Psychological, Family and Social Wellbeing (CRC-W), da Universidade Católica Portuguesa, avançado pelo Jornal Público.

O estudo que é apresentado em Lisboa esta terça-feira resulta de um inquérito feito através da plataforma Pumpkin sobre a utilização de tecnologia por crianças entre os 0 e os 8 anos. Ao inquérito responderam 2.677 pais, mas apenas 1.986 respostas foram consideradas válidas e utilizadas para efeitos deste estudo — refira-se que a maior parte dos inquiridos vive na capital (1.232), é licenciado e é mãe.

Quase 600 pais  — 587 dos mil inquiridos que responderam que os filhos usam aplicações — admitem permitir a utilização de apps nos restaurantes; 490 fá-lo em casa, quando precisam de trabalhar ou de fazer tarefas domésticas; e 99 dos pais garante que as apps são usadas quando precisam de acalmar os filhos na sequência de uma birra.

Apesar de a maioria dos pais reconhecer que as apps trazem consequências negativas no respeita à atividade física (854), ao sono (702) e à sociabilidade (616), 427 dos inquiridos dizem que os dispositivos servem para fazer “atividades educativas”. Os pais admitem ainda acreditar que o seu uso permite aos filhos adquirir determinadas competências, sobretudo em ambiente escolar, nas quais se incluem áreas como a matemática e a leitura.

O que mais desagrada os pais, tendo em conta as apps, é o facto de não ser apropriadas para as crianças (544), de serem viciantes (424), violentas (422), de permitirem a diversão das crianças sem que estas aprendam alguma coisa (400) e de as deixarem mais aceleradas e excitadas (337). Segundo os pais, as crianças preferem aplicações de ação e aventura, vídeos e quebra-cabeças. Refira-se ainda que, por norma, são os pais que instalam as apps, a maior parte delas gratuitas.

Apesar de os pais dizerem que os filhos não publicam conteúdos nas redes sociais — não estando, assim, expostos a perigos como cyberbullying –, entre as apps preferidas dos mais novos, também de acordo com os pais, estão o Messenger, WhatsApp, Instagram, SnapChat e Facebook.

 

 

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