3ª edição do Prémio APAV para a Investigação 2017

Julho 17, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A data limite para o envio das candidaturas foi prorrogada até 31 de Julho!

Informações e candidaturas: apav.pt/premioapav2017

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima promove em 2017 a terceira edição do Prémio APAV para a Investigação, com o apoio da Fundação Montepio.

O Prémio APAV para a Investigação destina-se a premiar trabalhos de investigação científica sobre temas ou problemas relacionados com a missão da APAV: “Apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais e contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas, sociais e privadas centradas no estatuto da vítima”.

Ação de Sensibilização: Entrevista a Crianças Vítimas – 4 de julho em Lisboa

Junho 23, 2017 às 9:18 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Esta ação vai ser desenvolvida pela APAV, com a parceria da Camara Municipal de Lisboa, dia 4 de julho, das 14h30 às 17h30. Gratuita.

Destinatários: Profissionais das áreas das Ciências Sociais e Humanas, Profissionais do Sistema de Justiça, Profissionais da Educação, Profissionais de Saúde, Forças de Segurança e Profissionais que lidam direta e indiretamente com vítimas de violência doméstica no município de Lisboa.

Inscrições Limitadas

Inscrição formacao@apav.pt  –  Inscrições até 29 de junho (indicar o nome e entidade empregadora)

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V Jornadas Contra a Violência – 5 de maio em Santarém

Abril 4, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://apav.pt/jornadassantarem/index.php

Uma app de apoio às vítimas de violência doméstica

Março 22, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A APPoio Contra a Violência Doméstica (AppVD) quer tornar mais simples a denúncia e “concentrar toda a informação relativa aos serviços de apoio às vítimas de violência doméstica e de género”

Um telefonema ou uma simples informação podem fazer a diferença na vida de quem é vítima de violência doméstica. Pode ditar se vive ou se morre. Em Portugal, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) recebe em média por dia 49 queixas (dados referentes aos anos entre 2013 e 2015). E se o pedido de ajuda estivesse apenas à distância de um toque no telemóvel? É isso que a nova aplicação para smartphones, disponível a partir desta sexta-feira, pretende fazer: aproximar e tornar a informação mais acessível.

A APPoio Contra a Violência Doméstica (AppVD), que faz parte do Simplex + e é desenvolvida pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, tem como objetivo principal “facilitar o acesso de qualquer cidadão e cidadã aos contactos das entidades que integram a rede nacional de apoio a vítimas de violência doméstica, mas também o trabalho de profissionais que acompanham e encaminham estes casos”.

A sua utilização é simples. Após descarregar a aplicação é apenas necessário selecionar o distrito e o serviço que procura: Estruturas de Apoio à Vítima, Forças de Segurança, Câmaras Municipais, Intervenção com Agressores, Justiça, Proteção de Crianças e Jovens, Saúde ou Serviços locais de Segurança Social. Depois, é só escolher telefonar ou enviar e-mail. Ambos podem ser feitos através da app.

Na pesquisa, “tendo em conta que os casos de violência doméstica requerem uma intervenção célere e proporcional ao risco identificado”, os resultados obedecem a um critério de proximidade territorial. Ou seja, os contactos que são fornecidos dizem respeito às instituições e serviços do local em que a vítima se encontra.

A app está disponível na App Stores e no Google Play.

Nos primeiros seis meses de 2016, a PSP e a GNR registaram 13.123 ocorrências de violência doméstica. Este são dados apresentados no final do ano passado no relatório anual de monitorização da responsabilidade da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

 

Jornal Expresso em 10 de março de 2017

Seminário APAV | 10 Anos Casa de Abrigo ALCIPE | Práticas e Reflexões para o Futuro no Acolhimento de Vítimas de Violência Doméstica – 29 Março em Lisboa

Março 14, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.apav.pt/seminarioalcipe/?utm_source=phplist681&utm_medium=email&utm_content=HTML&utm_campaign=Semin%C3%A1rio+APAV+%7C+10+Anos+Casa+de+Abrigo+ALCIPE+%7C+29+Mar%C3%A7o

Curso de Formação sobre Crianças e Jovens Vítimas de Crime e de Violência – 8 e 9 de março em Lisboa

Fevereiro 27, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições até 02 de Março de 2017

Desde a sua fundação, em 1990, que a APAV tem apoiado crianças e jovens vítimas de crime e de violência, bem como os seus familiares, amigos os profissionais que trabalham diretamente com estes grupos. Contudo a complexificação e diversificação das formas de violência de que são alvo têm obrigado a um progressivo investimento por parte da APAV na busca de novas abordagens compreensivas e, fundamentalmente, novas metodologias de intervenção, de prevenção e de formação.

Assim este curso incide em quatro formas de violência centrais, a saber, maus tratos, violência sexual, bullying e violência no namoro. E é dirigido a estudantes do ensino superior, profissionais das Ciências Sociais e Humanas, profissionais do Sistema de Justiça, profissionais da Educação, profissionais de Saúde, Forças de Segurança e profissionais interessados em adquirir conhecimentos nesta área. Tem como objetivo que as/os formandas/os fiquem aptas/os a reconhecer a temática das crianças e jovens vítimas de crime e violência e identificar estratégias de prevenção e intervenção eficazes, no apoio a crianças e jovens vítimas de crime e violência.

mais informações no link:

http://www.formacaoapav.pt/index.php/cursos-em-destaque/66-bullying

Chama-se “Violentómetro”, nasceu há três meses e já tem listas de espera

Fevereiro 17, 2017 às 5:39 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto da http://visao.sapo.pt/ de 16 de fevereiro de 2017.

Março vai ser o mês do “Violentómetro”, um projeto nascido no México para combater a violência doméstica que a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) adaptou para Portugal e fará chegar, em breve, a dezenas de escolas no País. Com um formato semelhante a uma régua de papel, o medidor da agressividade nas relações teve um impacto inesperado na população universitária transmontana quando, em finais de novembro, foram distribuídos os primeiros 1300 exemplares. “Houve uma procura muitíssimo superior ao esperado”, confirmou à VISÃO Ricardo Barroso, psicólogo e professor da UTAD. “As pessoas receberam os conteúdos do dispositivo com surpresa. Alguns comportamentos não são considerados agressivos e foi para nós evidente que ainda há muito por fazer na consciencialização relativa a este assunto”, explica aquele docente universitário, um dos mentores da versão portuguesa do projeto.

O “Violentómetro” pode também ser comparado a um marcador de livros, próprio para estar à mão ou guardar na carteira. Identifica trinta comportamentos, menos graves ou muito graves, cuja permissividade e escalada fazem aumentar o risco de maus tratos. Esses podem começar com piadas agressivas, chantagens, mentiras ou desprezo. E por aí acima, até á morte. “Quanto mais cedo estivermos atentos e travarmos a agressão, melhor. Por vezes, a violência começa com sinais muito ténues”, resume Ricardo Barroso.

Pedidos de todo o País

A notícia sobre este projeto correu célere e atulhou os serviços da UTAD com pedidos provenientes de todo o território nacional (de resto, quem o quiser fazer deve escrever para rorebelo@utad.pt).

Neste momento, há 56 escolas de todo o País, incluindo dos arquipélagos dos Açores e Madeira, em lista de espera para receber o “Violentómetro” e distribui-lo pelos alunos, confirmou à VISÃO Ricardo Barroso. Por esta altura, decorrem também conversações com três municípios da Grande Lisboa para que o projeto possa também chegar a outras franjas da população. “Os custos da impressão são integralmente assumidos pela UTAD, faz parte da nossa responsabilidade social enquanto universidade”.

Dentro de algumas semanas, mais um passo será dado.

No âmbito de um projeto-piloto com a autarquia de Alfândega da Fé será distribuído um “kit” de prevenção contra a violência doméstica nas escolas, que inclui, além do “Violentómetro”, um manual de boas práticas que será o instrumento para ações de formação e grupos de trabalho, envolvendo professores, psicólogos e alunos. “Vamos discutir tudo isto com os jovens”, assume Berta Nunes, presidente daquele município do nordeste transmontano, recentemente considerado a mais transparente do País. “Queremos vincar a ideia de que há uma escalada na violência. Temos de pará-la logo no início. Os ciúmes e as tentativas de controlar o outro não são sintomas de uma relação saudável e há um longo caminho a percorrer para estancar o problema”, explica a médica de formação.

mais informações no link:

http://www.utad.pt/vPT/Area2/noticias/Paginas/2016/noticias_novembro/violentometro.aspx

Violência. Todos os dias há um filho que agride os pais

Janeiro 29, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do http://ionline.sapo.pt/ de 19 de janeiro de 2017.

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Dados revelados pela Associação de Apoio à Vítima.

Em média, todos os dias existe um pai ou uma mãe que é agredido pelo filho. Estes são os dados revelados pela Associação de Apoio à Vítima (APAV), que, entre 2013 e 2015, registou 1777 casos.

Estes números mostram que, em média, houve mais de 592 casos por ano – mais de um caso por dia.

A APAV explicou ainda que mais de 83% das vítimas são mulheres e 49% são pessoas com 65 anos ou mais. Em mais de 65% dos casos, o o autor das agressões é do sexo masculino – destes, a maioria (93%) tem entre os 36 e os 45 anos. 26 % dos agressores são solteiros e 31,5 % estão desempregados.

mais informações na notícia da APAV:

Estatísticas APAV: Violência Doméstica | Violência Filioparental 2013-2015

Workshop “Bullying” – 20 outubro no Centro de Formação da APAV em Lisboa

Outubro 13, 2016 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições, até 18 de Outubro

mais informações no link:

http://www.apav.pt/apav_v3/index.php/pt/1332-formacao-apav-bullying-20-outubro

Violência no namoro começa cada vez mais cedo: eles tinham 13 anos

Outubro 4, 2016 às 6:29 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://p3.publico.pt/ de 4 de outubro de 2016.

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Medo da discriminação entre os amigos leva muitos adolescentes a não denunciar. Um relato de um caso real feito pela APAV

Texto de Mariana Correia Pinto

Viviam numa “união de facto em horário de expediente”. Eram namorados, colegas de turma e a maior parte dos dias tinham aulas apenas de manhã. As tardes, passavam-nas em casa dele. Sozinhos. Tinham relações sexuais, quando queriam os dois e quando queria só ele. Ela, com 13 anos, não conseguia dizer não. Fazia a limpeza da casa, da roupa, adiantava o jantar. Era espancada. Os pais dele consideravam-na uma “namorada fantástica”. Não imaginavam a violência entre aquelas quatro paredes. À noite, quando chegava a casa, a rapariga fechava-se no quarto. E como era adolescente, os pais não estranhavam. Tinha relações sexuais virtuais com o namorado. Ela despia-se, tocava-se. Ele filmava, sem ela saber.

Um dia, a agressão subiu de tom. Deixou marcas. Mas quando a rapariga disse basta, o rapaz chantegeou-a com os vídeos. Na manhã seguinte, as imagens circulavam pela escola. Ao chegar a casa, o pai deu-lhe uma “sova imensa”. Tinha encontrado a filha em sites de pornografia. Sem saída, abriu o jogo com os pais. Fez queixa. Mudou de escola e de residência. Ele, aluno exemplar e com bom meio familiar, foi perdoado — ainda que a violência no namoro seja crime público.

Daniel Cotrim, da APAV, costuma contar a história em palestras em escolas. Da plateia raramente lhe chegam reacções de surpresa. “Não acham anormal”, conta como quem faz um diagnóstico. “No final, alguns vêm dizer-me que aquela é também a história deles.” Sem tabus. Convencê-los a denunciar, tal como acontece no meio universitário, é mais difícil. “Acham que vai passar, têm medo de serem discriminados pelos pares.” Para os pais, diz o psicólogo, o alerta vem a letras garrafais: ter uma relação próxima com os filhos e uma comunicação aberta é fundamental. 

 

 

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