Resilience Guide for Parents & Teachers

Setembro 6, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

guide

Ler o guia Aqui

We tend to idealize childhood as a carefree time, but youth alone offers no shield against the emotional hurts and traumas many children face. Children can be asked to deal with problems ranging from adapting to a new classroom to bullying by classmates or even abuse at home. Add to that the uncertainties that are part of growing up, and childhood can be anything but carefree. The ability to thrive despite these challenges arises from the skills of resilience.

The good news is that resilience skills can be learned.

Building resilience — the ability to adapt well to adversity, trauma, tragedy, threats or even significant sources of stress — can help our children manage stress and feelings of anxiety and uncertainty. However, being resilient does not mean that children won’t experience difficulty or distress. Emotional pain and sadness are common when we have suffered major trauma or personal loss, or even when we hear of someone else’s loss or trauma.

Entrevista com Sonia Livingstone sobre segurança na internet

Julho 14, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Interviewed for Media Literacy and Internet Safety  Series 2013 APA Division 46 Society for Media Psychology and Technology, 5 de Março 2013

New interview with Sonia Livingstone for the American Psychological Society, in which she explains the risk and protective factors that determine the outcomes of online exploration among children and young people. She also discusses the implications for media literacy and parental mediation.

Bullying online menos frequente que presencial

Setembro 13, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do site Tek de 8 de Agosto de 2012.

Publicado por Casa dos Bits

O cyberbullying, que se tornou uma das grandes preocupações dos pais cujos filhos navegam online ou já não dispensam o telemóvel, pode não ser, afinal de contas, uma ameaça tão grande como o bullying presencial, de que as crianças são vítimas na escola ou entre os vizinhos, por exemplo.

A conclusão foi apresentada durante a convenção anual da Associação Americana de Psicologia, esta semana, onde um investigador que se tem debruçado sobre o tema afirmou que, contrariamente ao que se podia esperar, não se tem verificado um aumento gritante do bullying “virtual” ou “digital” (levado a cabo com recurso a meios como a Internet ou o telemóvel) durante os últimos casos.

O especialista conclui também que o bullying “tradicional” continua a ser mais comum que o suportado em plataformas digitais, apresentando-se mais como um novo “meio” a ser usado por quem já perseguia os colegas do que propriamente como uma “novidade” que tenha criado mais uma ameaça.

A ideia de que o cyberbulliyng aumentou dramaticamente, convertendo-se no “grande problema” de bullying nas escolas é claramente exagerada, defendeu o psicólogo Dan Olweus, durante a sua intervenção.

Este especialista norueguês tem acompanhado o problema e afirma que “existem muito poucas evidências científicas de que o cyberbullying tenha aumentado nos últimos cinco a seis anos e este tipo de bullying é, na realidade, um fenómeno muito menos frequente”.

O responsável realizou um estudo com 450.000 estudantes americanos, do 4º ao 12º ano, e verificou que enquanto cerca de 18% já tinha sido vítimas de bullying verbal, apenas 5% tinham sido alvo de cyberbullying. Na ótica dos agressores, 10% afirmaram já ter perseguido colegas, mas apenas 3% o fizeram recorrendo a meios digitais para o efeito.

Conclusões semelhantes foram retiradas de um estudo que levou a cabo na Noruega, em que foram seguidos 9.000 alunos do 4º ao 10º ano, entre 2006 e 2010. Cerca de 11% já tinham sido vítimas de bullying presencial mas apenas 3% foram alvo de ataques por via de meios digitais. A análise mostrou ainda que entre 80% a 90% das vítimas e cyberbullying tinham sido também alvo de ameaças presenciais.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Joana M. Fernandes


Entries e comentários feeds.