Observatório Crianças e Direito(s) – 16 de outubro em Lisboa

Outubro 12, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.eventbrite.com/e/registo-observatorio-criancas-e-direitos-49983284349

Mês da Prevenção dos Maus Tratos da Infância – sessão de abertura 6 Abril de 2017, às 16h30 no Salão Nobre da Câmara Municipal de Lisboa

Abril 5, 2017 às 7:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/prevenir-maus-tratos-na-infancia

Ação de Formação TAV – Técnico/a de Apoio à Vítima – 14 de março a 19 de abril em Lisboa

Fevereiro 22, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Técnico de Apoio à Vítima

“«Técnico de apoio à vítima» a pessoa devidamente habilitada que, no âmbito das suas funções, presta assistência directa às vítimas;” (Lei 112/09 de 16 de Setembro)

“1 — Constituem requisitos obrigatórios para a habilitação como técnico de apoio à vítima:

  1. a) A habilitação académica de nível superior na área das ciências sociais e humanas ou a posse de habilitação académica de nível superior noutra área, desde que, nesta situa-ção e, cumulativamente, o interessado detenha experiência profissional relevante no domínio da violência doméstica, requisito este cuja observância é verificada pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG);
  2. b) A frequência, com aproveitamento, de 90 horas de formação para técnicos de apoio à vítima.

(…)

4 — As pessoas que, à data da entrada em vigor do presente despacho, sejam detentoras de habilitação de nível secundário e exerçam, comprovadamente, a função de técnico de apoio à vítima ficam dispensadas do cumprimento do requisito da posse de habilitação de nível superior previsto na alínea a) do n.º 1.”

(in Despacho nº 6810-A/2010)

Objetivos:

Qualificar profissionais que atuam no domínio da Violência Doméstica e de Género e ou da prevenção da vitimação ou revitimação desta – Técnicos/as de Apoio à Vítima (artº2º da Lei nº112/2009 de 16 de setembro).

Destinatárias/os:

Profissionais que prestam apoio técnico directo às vítimas/sobreviventes de violência doméstica / violência nas relações de intimidade das seguintes áreas: educação, saúde e saúde mental, psicossocial, desenvolvimento comunitário, jurídica.

Programa/Conteúdos:

Metodologias de Formação:

Apresentação dos conteúdos; Brainstorming; Discussão de grupo; Análise de casos; Role Playing; Focus Group; Questionários e exercícios online.

Datas:

14 de Março a 19 de Abril de 2017

Sessões e-Learning: 14 de Março a 19 de Abril

Requisitos e-Learning: computador, internet, colunas.

Sessões presenciais: 14 de Março (14h – 17h); 21 e 28 Março, 04 de Abril (10h – 17h);

18 e 19 Abril (10h – 18h)

Local: Lisboa (local a confirmar)

Módulo Duração
e-Learning Presencial
I – Perspetiva História da Violência na Família 4h 2h
II – Vitimologia: Conceitos Gerais 6h
III – Violência Doméstica: Conhecer a situação e refletir sobre ela 17h 1h
IV – Violência Doméstica: Orientações para a Intervenção Psicossocial 11h 11h
V – A Lei e o Combate à Violência Doméstica 12h 6h
VI – Práticas Orientadas 6h 14h
Total
 56h  34h

 

 Inscrições:

Valor da Inscrição: 425,00 €*

* Desconto de 50% para associadas/os que tenham as quotas em dia ou se inscrevam até 60 dias antes da data de início da formação.

Pagamento: 50% do valor no momento da inscrição e os restantes 50% até ao dia 13 de Março.

Formas de Pagamento:

 Transferência Bancária (NIB – 0035 0557 00026804230 35)

 Cheque à ordem de AMCV – Associação de Mulheres Contra a Violência

 

(Enviar comprovativo com a inscrição por e-mail ou para a morada: R. João Villaret, 9 – 1000-182 Lisboa)

Data Limite de Inscrição: 08 Março

Inscrições limitadas a 15 participantes

Número Mínimo: 8 participantes

Certificação:

Para obtenção do certificado é necessário:

  1. 90% da frequência das sessões presenciais – 1 manhã ou tarde;
  2. Completar 2 questionários de avaliação com aproveitamento (e-Learning);
  3. Completar pelo menos 4 dos 5 exercícios propostos (e-Learning).

 

Informações Complementares:

mailto:formacao@amcv.org.pt/ 21 380 21 60

 

http://www.amcv.org.pt/pt

 

Concurso Europeu Wave StepUp – Vote no vídeo da representante portuguesa até 16 de fevereiro

Fevereiro 8, 2017 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Pode votar no vídeo da representante portuguesa, Joana Machado, no link em baixo:

http://wave-stepup.org/activities-tags/wave-step-up-2017/326-voting-for-the-youth-video-award-starts-today-at-12-noon

Texto de Joana Machado

Fui vencedora do concurso nacional promovido pela Associação de Mulheres Contra a Violência (AMCV). Realizei um vídeo que visa combater a violência contra as mulheres, jovens e crianças. Atualmente está a decorrer a fase de votação do público até ao dia 16 de Fevereiro em que o vídeo com maior número de visualizações será o vencedor. Para além desta votação o júri também irá avaliar o vídeo na cerimónia do concurso europeu, em Bruxelas, onde irei estar presente em representação de Portugal no dia 27 de Fevereiro. O meu vídeo está disponível no link https://www.youtube.com/watch?v=aoOzdxuthr0.

Gostaria que esta mensagem chegue a toda a população portuguesa, principalmente às vítimas de violência e a todos aqueles que as possam ajudar (“nós”).

Agradeço desde já toda a vossa ajuda na divulgação desta mensagem. Todos nós estaremos a representar Portugal com “Atitude em Movimento.”.

Alguns dos websites onde poderão encontrar mais informações acerca deste concurso são os seguintes:

http://www.wave-stepup.org/portugal/325-portugal-finds-winner-for-the-youth-video-award

http://cdoc606.wixsite.com/concursovideo/vencedores

http://wave-stepup.org/activities-tags/wave-step-up-2017

 

Crianças estão desprotegidas em casos de violência doméstica, alerta associação

Março 17, 2016 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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transferircréditos: JOSÉ COELHO/LUSA

A presidente da Associação de Mulheres contra a Violência (AMCV) afirmou hoje que as crianças estão “absolutamente desprotegidas” em situações de violência doméstica, alertando para a “falta de capacidade” de articulação entre os tribunais.

Margarida Medina Martins falava à Lusa a propósito do caso de uma criança que estava com a mãe numa casa abrigo para vítimas de violência doméstica, em Viana do Castelo, e que, por ordem do tribunal, foi entregue na segunda-feira ao pai, investigado por alegado abuso sexual da filha.

“Há 24 anos que trabalhamos nesta área e deparamo-nos com este tipo de situações e uma das nossas prioridades é que Portugal evolua para uma ligação maior entre quem trabalha a área das crianças, nomeadamente os tribunais, e a área da violência”, a adiantou.

Para a presidente da associação, as famílias não podem ser abordadas de uma “forma desintegrada”: “Quando se aborda as questões de violência e quando de fazem avaliações de risco elas têm de ser coerentes, integradas e tem de se avaliar o todo, com todos os atores e agentes”.

Mas o que continua a observar-se é uma “enorme separação” entre aquilo que está na área da violência doméstica, no processo-crime, e tudo o que decorre na área da família e menores.

“O que se conclui e observa é que as crianças em Portugal continuam a estar absolutamente desprotegidas. Ou seja não há quem as proteja, porque não conseguimos ver aqui uma entidade que faça esta proteção em situações de violência”, criticou.

Alertou ainda para o impacto que as situações de violência têm nas crianças, independentemente de haver abuso sexual ou não.

“Só o facto de estarem envolvidos numa situação de violência é absolutamente traumático e nem esse cuidado é tido em conta”, sublinhou.

Para Margarida Medina, está a chegar-se ao limite da “falta de capacidade de articulação entre os tribunais” e de falta de especialização dos tribunais.

“Já não é aceitável que os juízes e quem opera nestas áreas não tenham formação especializada nestas áreas”, frisou, lamentando que as situações relacionadas com a criança ainda sejam abordadas de “uma forma antiga, já ultrapassada”.

Continua a pensar-se que “aquilo que se passa com os adultos não tem nada a ver com aquilo que se passa com as crianças e isto é uma visão que está completamente ultrapassada e que já não é reconhecida internacionalmente”.

Margarida Medina explicou que esta situação resulta da falta de formação, defendendo que deviam ser responsabilizadas as escolas de juízes, o Conselho Superior de Magistratura, que tem um papel de supervisão e de formação dos magistrados, assim como o Centro de Estudo Judiciários (CEJ).

“Têm de empenhar-se numa modernidade na abordagem destas situações e eu apelo aos advogados que possa apoiar as mulheres para fazerem a defesa dos seus direitos em instâncias internacionais”, defendeu.

Para a responsável, as vítimas deviam recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem para pedir uma indemnização ao Estado pelos danos causados por estas decisões, porque “são violações graves de direitos humanos, quer das mulheres, quer das crianças”.

“Se tivéssemos mecanismos mais fáceis para as pessoas responsabilizarem o Estado pela não proteção e defesa dos direitos humanos das crianças e mulheres isto já tinha mudado em Portugal”, sustentou.

 

Nuno Noronha, 2 de Março de 2016

Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância

Março 30, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-lisboa.pt/viver/intervencao-social/familias/prevencao-de-maus-tratos-na-infância

http://lisboasolidaria.cm-lisboa.pt/

http://www.cnpcjr.pt/#2

http://www.amcv.org.pt/pt/amcv-mulheres

IV Conferência Internacional sobre Sobreviventes de Violação: Violação, Sobreviventes, Políticas e Serviços de Apoio, um Desafio Europeu

Novembro 3, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.amcv.org.pt/pt/amcv-mulheres/eventos

http://www.icsor.org/

Seminário de Lançamento em Portugal da Campanha “Seja ativo/a contra a Violação! Utilize a Convenção de Istambul!”

Novembro 25, 2013 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Programa aqui

27 de Novembro das 10h -12h30

Auditório do edifício novo da Assembleia da República

Inscrição: Entrada livre sujeita a inscrição até 26 de Novembro de 2013

Contactos: telf.: 21 380 21 60 ou sede@amcv.org.pt

Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o Combate à Violência contra as Mulheres e a Violência Doméstica, adotada em Istambul, a 11 de maio de 2011

Conferência Final do Projecto E-MARIA – Risk Assessment Saves Lives

Junho 23, 2013 às 3:32 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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project E-Maria – European Manual on Risk Assessment in the Field of Domestic Violence

http://www.amcv.org.pt/

 

Guia para o atendimento e intervenção em rede

Setembro 27, 2012 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Descarregar o documento Aqui

A Violência Doméstica, actualmente crime público em Portugal, constitui uma preocupação e uma prioridade ao nível do atendimento e da intervenção na comunidade, fazendo-se sentir, cada vez mais, a necessidade de respostas integradas e articuladas.

É nesse sentido que surge a RIVS, assumindo-se como uma Rede de Intervenção na área da Violência, em Sintra. O Guia de Atendimento que agora se apresenta surge como uma estratégia de consolidação desta rede articulada especializada que tem vindo a ser construída desde 2010.

O trabalho em rede, na área da violência, deve focalizar-se no interesse e no bem-estar da vítima. Deste modo, é fundamental a existência de um conjunto de procedimentos que deverão constituir o referencial de intervenção e apoio a vítimas de violência de género e violência doméstica de forma a garantir a sua integridade.

Este Guia pode ser usado como instrumento de trabalho por qualquer profissional que atenda ou possa vir a atender vítimas de violência doméstica. No entanto, está especialmente centrado nas mulheres vítimas, uma vez que estas continuam a representar estatisticamente uma faixa maioritária, entre as vítimas de violência doméstica. Oportunamente serão editados novos Guias, particularmente vocacionados para o atendimento a outros públicos específicos (pessoas idosas, por ex.). É um Guia breve e pragmático, que não pretende substituir outros já editados pelas mais diferentes entidades, nem aprofundar as temáticas teóricas subjacentes, focalizando-se nos conhecimentos e estratégias de acção mais directamente necessários para a acção do/a profissional. Ou seja, assumese, essencialmente, como um convite a saber mais e a procurar atender melhor, articulando os recursos locais.

Acima de tudo, não dispensa uma adequada formação dos/as profissionais, inicial e contínua. Não dispensa, também, uma atenção particular aos novos estudos que vão sendo produzidos. É nesse sentido, também, que integra um conjunto de conceitos menos comuns.

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