Conferência “Bullying & Pessoas com Deficiência” 9 março no ISCTE

Março 2, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.iscte-iul.pt/eventos/1530/bullying-pessoas-com-deficiencia

Coleção “A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar” | e-Books

Setembro 5, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Texto do blogue http://blogue.rbe.mec.pt/ de 21 de agosto de 2017.

Fonte

Esta coleção, produzida pelo Ministério da Educação do Brasil, tem a finalidade de contribuir para a formação dos professores, bem como promover o debate relacionado com a escola inclusiva.

Pode fazer o download gratuito de cada fascículo clicando no título abaixo:

Também pode descarregar os documentos no link:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17009

Seminário “Aprender na Escola para a Sociedade Inclusiva” 10 e 11 de Julho na Escola Secundária de Benavente

Junho 24, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As inscrições estão abertas até 28 de junho de 2017.

Inscrição:

https://docs.google.com/a/centroeducatis.net/forms/d/e/1FAIpQLSckV42o_X_hONtT3imruk1SQYIA-F7MT-POgo3Yt0nBBsTrkw/viewform

programa

http://www.cm-benavente.pt/informacoes/agenda/item/2417-seminario-aprender-na-escola-para-a-sociedade-inclusiva-projeto-gulbenkian

Bullying em alunos com NEE (necessidades educativas especiais)

Setembro 26, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://uptokids.pt/ de 13 de setembro de 2016.

bullying

O bullying é um fenómeno preocupante, cada vez mais frequente no meio escolar. O bullying define-se como todos os comportamentos agressivos (físicos e/ou verbais) de intimidação, aplicados de forma regular e frequente, traduzindo-se em práticas violentas exercidas por um indivíduo ou por pequenos grupos (Costa, 1995).

Sabe-se que, os alunos com deficiência e/ou NEE, são menos aceites que os seus colegas, e são mais suscetíveis de sofrer de bullying, devido às suas limitações tanto físicas como mentais.

Habitualmente, os alunos com NEE que sofrem de bullying não o partilham com os adultos, contudo existem alguns sintomas presentes nas vítimas de bullying aos quais se poderá estar atento: enurese noturna, alterações do sono, cefaleia, desmaios, vómitos, paralisias, hiperventilação, queixas visuais, síndrome do cólon irritável, anorexia, bulimia, isolamento, tentativas de suicídio, irritabilidade, agressividade, ansiedade, perda de memória, depressão, pânico, relatos de medo, resistência em ir à escola, insegurança por estar na escola, mau rendimento escolar e autoagressão.

O conceito de Escola Inclusiva, tem como objetivo perspetivar a criança/adolescente como um tudo, ou seja, tendo em conta o seu ritmo de aprendizagem escolar, desenvolvimento pessoal, social e emocional, de forma a que também tenha acesso ao ensino, de acordo com a suas competências e capacidades (Correia, 2008).

LER TAMBÉM Receber um aluno com deficiencia na sala de aula não significa inclusão

Apesar da redefinição do conceito de NEE com a Declaração de Salamanca e de se terem verificado benefícios para estes alunos, como a melhoria do seu comportamento pró-social, auto-estima, autoconceito e também o sucesso académico, têm-se verificado igualmente algumas barreiras na aplicação de uma Escola Inclusiva. Nomeadamente, a falta de competência dos professores em relação aos alunos com NEE, falta de tempo, valorização excessiva nos resultados académicos, falta de iniciativas de interações sociais e o bullying.

De acordo com a minha experiência profissional enquanto Psicóloga Clínica numa Equipa CRI, tenho vindo a constatar a frequência de fenómenos de bullying junto de alunos com NEE, e a sua influência nas relações interpessoais e aproveitamento/motivação escolares. São alunos com poucos recursos ao nível das competências sociais, pessoais e emocionais, tornando-se urgente o acompanhamento e/ou uma atuação preventiva, de forma a estimular o treino destas competências e torná-los mais autónomos e integrados socialmente. Tal poderá ser trabalhado através da aplicação de projetos de desenvolvimento de competências sociais, pessoais e emocional, ao nível individual e/ou grupal.

É importante que o meio escolar não tenha apenas como foco principal o aproveitamento escolar do aluno, mas também estar atento à sua conduta social e relacionamentos interpessoais, uma vez que o estabelecimento de amizades nos alunos com NEE, contribuem para o desenvolvimento interpessoal e emocional (auto-estima e auto-conceito).

O Bullying tem implicações não só em toda a comunidade escolar, como também nos alunos e seus familiares, neste sentido, torna-se essencial uma abordagem multidisciplinar, mobilizando todos os agentes educativos para uma resolução mais eficaz.

Os profissionais de saúde são agentes fundamentais, estes devem clarificar o impacto do bullying nas crianças/adolescentes e escolas, promovendo ambientes de amizade, respeito face à diversidade e de solidariedade.

Também os auxiliares de ação educativa e alunos, devem ser sensibilizados a supervisionar e intervir nas situações de bullying. Sendo conhecido os benefícios da amizade nos alunos NEE, é importante sensibilizar/estimular o aluno a estabelecer relações com um colega ou colegas com quem se sinta bem e aceite.

Para prevenção de futuros incidentes, podem ser trabalhadas junto dos alunos algumas estratégias como forma de proteção; Ignorar os apelidos; fazer amizades com colegas não agressivos; evitar locais de maior risco; informar professores ou funcionários sobre o bullying sofrido.

Por último, podem ser aplicadas técnicas de dramatização e ou grupos de apoio, para os alunos adquiram estratégias para lidar com as diferentes situações.

A Escola Inclusiva não deve apenas ser visto como um conceito ou utopia, é importante que seja trabalhada continuamente e concretizada. O bullying apresenta-se como uma das suas principais barreiras pelo que deverão ser tomadas medidas urgentes de forma a prevenir, eliminar ou diminuir a sua frequência. Tornemos a escola um espaço saudável e seguro, que aceite e se adapte a todas as diferenças contribuindo para o desenvolvimento de futuros cidadãos, responsáveis e autónomos.

Por Telma Santos, Psicóloga Clínica, para Up To Kids®

 

 

Dra. Melanie Tavares, do IAC, esteve em Audição Pública na Assembleia da República

Abril 29, 2016 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Melanie

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, participou na  Audição Pública sobre necessidades educativas especiais, deficiência e escolaridade obrigatória, na Assembleia da República em 26 de abril de 2016.

Veja o vídeo no link abaixo a partir de 02:27.00 min.

http://www.canal.parlamento.pt/?cid=956&title=audicao-publica-necessidades-educativas-especiais-deficiencia-e-esc

Número de alunos com necessidades especiais aumentou 73,5% em cinco anos

Agosto 22, 2015 às 4:47 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 20 de agosto de 2015.

Clara Viana

Alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos é uma das razões para o aumento, mas há outros factores por detrás desta explosão.

Em cinco anos, entre 2010/2011 e 2014/2015, o número de alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) a estudar em escolas regulares aumentou 73,5%, passando de 45.395 para 78.763, segundo revelam dados divulgados recentemente pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência.

Um aumento que já era esperado devido ao alargamento da escolaridade obrigatória até aos18 anos, mas que segundo o presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, David Rodrigues, se deve também a um crescendo das “dificuldades sentidas pelos alunos face aos programas e metas curriculares mais exigentes” que têm sido adoptados.   

“Há cada vez mais alunos que são diferentes do estudante padrão para os quais os programas e as metas são concebidos. E as escolas têm muitas dificuldades em encontrar outra resposta para eles que não seja o acompanhamento pela educação especial “, refere David Rodrigues.

João Adelino Santos, professor e autor do blogue Incluso, tem uma perspectiva diferente e fala antes de uma “maior consciencialização” quer por parte dos docentes, como dos pais, “que deixaram de encarar as necessidades educativas especiais ou a educação especial como um estigma para os seus educandos e passaram a reclamar os seus direitos”. “Os docentes estão mais sensibilizados para as dificuldades de aprendizagem decorrentes de aparentes limitações estruturais e funcionais e referenciam os alunos mais precocemente na tentativa de esbater as dificuldades de aprendizagem e, consequentemente, combater o insucesso escolar”, especifica.

Este professor chama também a atenção para o impacto do alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, lembrando que “antes da aplicação desta obrigatoriedade, uma fatia muito significativa dos alunos com necessidades educativas especiais abandonava o sistema educativo no final do 9.º ano de escolaridade”. O primeiro lote de alunos abrangido pela nova escolaridade obrigatória chegou ao ensino secundário em 2012/2013. Nesse ano o número de alunos com NEE neste nível de ensino (5426) quase duplicou em relação ao registado em 2010/2011 (2997). No ano passado tinha subido para 8978.

Sobre o aumento do número destes alunos, João Adelino Santos lembra ainda que os estudantes com NEE que prosseguiam estudos faziam-no habitualmente em escolas profissionais, dadas as suas “aparentes dificuldades de aprendizagem”. O facto de actualmente serem as escolas públicas que concentram grande parte da oferta de cursos profissionais “teve o efeito de manter esses alunos nestas escolas, ainda que na modalidade de ensino profissional. Ou seja, os alunos passaram a permanecer mais tempo e em maior número no sistema educativo regular e a serem considerados também para efeitos estatísticos”, acrescenta.

David Rodrigues alerta que se pode estar a caminho de “um sistema de ensino muito diferente, com os alunos que apresentem dificuldades a serem desviados precocemente para as vias profissionalizantes ou currículos alternativos, porque não existem os apoios que seriam necessários” nas escolas.

Considera-se que um aluno tem necessidades educativas especiais quando apresenta dificuldades no processo de aprendizagem e participação, devendo nestes casos ser apoiados pela educação especial. Há as chamadas NEE de carácter temporário, em que se incluem os alunos com problemas ligeiros de desenvolvimento ou de aprendizagem. E as permanentes, onde se incluem os alunos com deficiência mental, com problemas de cegueira e de surdez, entre outros.

Segundo os dados divulgados pela DGEEC, entre os alunos com NEE os dois grupos mais representados integram os que apresentam dificuldades na aquisição de competências e na execução de tarefas. Um aluno pode ter dificuldades em vários níveis em simultâneo. Em 2013/2014, último ano com esta informação, dos 63.657 alunos com NEE a estudar em escolas regulares, 60.498 estavam no primeiro grupo e 48.165 no segundo.

As medidas mais frequentes adoptadas pela educação especial são o chamado “apoio pedagógico personalizado”, que no ano lectivo passado abrangeu 70.182 alunos, e as “adequações no processo de avaliação”, destinadas a estudantes com NEE permanentes e que foi aplicada a 64.453.

Dos 78.763 estudantes identificados como tendo necessidades educativas, apenas 13.937 estavam abrangidos por currículos específicos individuais, a medida adoptada para os casos mais severos, onde se substitui as competências definidas para cada nível de educação para as adoptar às características e necessidades de cada aluno. A medida menos aplicada foi a da adequação no processo e matrícula, através da qual os alunos com NEE permanentes têm condições especiais de acesso às escolas, podendo por exemplo frequentar estabelecimentos que não estejam na sua área de residência ou matricular-se por disciplina. Foi aplicada a 6752 alunos.

 

 

 

Convenção Multidisciplinar de Educação – Perspetivas sobre a Educação Especial

Abril 15, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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gondomar

mais informações:

http://www.cme-gondomar.pt/

Escola Alerta! 2014/2015

Dezembro 10, 2014 às 8:01 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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EscolAlerta

Está aberto o Concurso “Escola Alerta!” 2014/2015, uma oportunidade para praticar e desenvolver  capacidades no sentido de melhorar a sociedade e a forma como os alunos com deficiência participam em todas as atividades da sua escola.

Pode começar desde já a contribuir ativamente para a criação de uma sociedade em que todos possam ter oportunidades iguais, propondo ações que promovam os direitos humanos, em particular os direitos das pessoas com deficiência.

Para saber mais sobre os objetivos gerais deste projeto, consulte o  Menu “Escola Alerta!”. Para conhecer os princípios que orientam e estruturam a sua 12.ª edição, recomenda-se a leitura do Regulamento 2014/2015 e da respetiva Nota Explicativa, que se encontram disponíveis para descarregar.

Para ser admitido neste concurso, cada um dos trabalhos terá de ser acompanhado pelo respetivo Formulário de Candidatura.

Após apreciados pelo Júri da Escola, os trabalhos selecionados por este último, serão entregues por cada estabelecimento de ensino ao INR, I.P., juntamente com a Ficha de identificação da escola e trabalhos realizados, até ao próximo dia 24 de abril de 2015, entre as 9h00 e as 18h00, ou via correio registado com carimbo até à mesma data, para o seguinte endereço: Concurso “Escola Alerta!” Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. Av. Conde de Valbom, 63 1069-178 Lisboa

Para mais informações consulte a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência(disponível também em versão de leitura fácil) e a Lei de Bases da Prevenção, Habilitação, Reabilitação e Participação da Pessoa com Deficiência.

Pode ainda consultar as Perguntas Mais Frequentes sobre o “Escola Alerta!”.

Participe e concorra ao “Escola Alerta!” 2014/2015.

 


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