Hora do conto “Corre, corre, cabacinha”, de Alice Vieira – 14 de janeiro na Biblioteca Municipal Maria Lamas (Caparica)

Janeiro 13, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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corre

Dia: 14 de janeiro

Horário: 16h00

Local: Biblioteca Municipal Maria Lamas – Setor Infantil

Hora do conto “Corre, corre, cabacinha”, de Alice Vieira

Era uma vez uma velha muito velha, mãe de muitos filhos e avó de muitos netos. Vivia numa casa escondida na floresta, e sabia como ninguém fazer pão-de-ló, arroz-doce, coscorões e papas de farinha com mel. Até que um dia teve um convite muito especial…

Duração: 90m

Público-alvo: crianças dos 5 aos 10 anos

Lotação máxima: 10 famílias (máximo 20 participantes)

Marcação prévia: Cristina Morais biblactividades@cma.m-almada.pt 211 934 020

Biblioteca Municipal Maria Lamas

Rua do Moinho ao Raposo

2825-016 Caparica

Tel.: 21 193 40 20

mais informações sobre o livro:

http://www.oqo.es/editora/pt-pt/content/sobre-oqo

           

Simpósio sobre a obra de Alice Vieira – 25 de Maio no Instituto de Educação da Universidade do Minho

Maio 22, 2016 às 5:37 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cartaz-alice-vieira

auditório pequeno do Instituto de Educação, entrada livre.

mais informações:

https://ciecum.wordpress.com/2016/05/16/simposio-sobre-a-obra-de-alice-vieira/

 

Encontro com Alice Vieira na Biblioteca Municipal de S. Domingos de Rana 31 de outubro

Outubro 29, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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alice

Mais informações:

http://www.cm-cascais.pt/evento/o-escritor-no-seu-labirinto-alice-vieira

Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana

Rua das Travessas, Bairro do Moinho, Massapés, Tires

2785-285 São Domingos de Rana

Contactos: 214 815 400 | bsdr@cm-cascais.pt

Hora do Conto com Alice Vieira

Fevereiro 18, 2015 às 5:11 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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hora

O Museu Benfica – Cosme Damião e a escritora Alice Vieira apresentam um ciclo de “Hora do Conto” dedicado aos mais pequenos. A autora de “Rosa, Minha Irmã Rosa”, “Úrsula, a Maior” e “Este Rei que Eu Escolhi”, convida personalidades do mundo artístico para leituras dos seus textos mais emblemáticos! Dia 21 de Fevereiro, a própria autora e promotora do ciclo, Alice Vieira, lê, para pequenos e graúdos, “A Arca do Tesouro” – um texto sobre Maria, a sua caixa azul e a impaciência do nosso tempo. Não percam. Mais informações e inscrições:  museu@slbenfica.pt  ou 707 200 100

Conferência “Maria Lamas, precursora da literatura infantil em Portugal e as novas tendências do livro infantil”

Janeiro 8, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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maria lamas

No dia 10 de janeiro, pelas 15h00, realiza-se, no Auditório da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes, em Torres Novas, a Conferência “Maria Lamas, precursora da literatura infantil em Portugal e as novas tendências do livro infantil”. Este evento está enquadrado nas comemorações dos 120 anos de Maria Lamas. Conta com as presenças de Alice Vieira e Dora Batalim.

lançamento de livros da colecção Meninos Especiais

Setembro 11, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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convite

 

“A escola ocupa-os tanto que não sobra tempo para ler”

Dezembro 27, 2010 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista de Alice Vieira ao Diário de Notícias de 13 de Dezembro de 2010.

A escritora Alice Vieira comenta os resultados do Pisa.

Olhando para os dados do PISA, da OCDE, vemos que só 59% dos jovens portugueses que participaram disseram ter clássicos da literatura em casa. E que estes tiveram resultados melhores do que os que disseram não ter. Acha os números surpreendentes?

Tenho sempre muito receio em relação a estes resultados. Por um lado, não sei muito bem o que é que os jovens que responderam consideram um clássico. Por outro lado, ter os livros em casa, são capazes de ter, resta saber se os lêem. Mas o facto de dizerem que os têm já é positivo, significa que pelo menos estão disponíveis.

Ler clássicos da literatura, especificamente, é importante para os resultados escolares?

É importante para tudo. É um erro pensar que a literatura, o estudo da língua, só é importante para a disciplina de Português. É importante para todas as outras disciplinas. Se não lerem, o domínio da língua é muito fraco. Aliás, a diminuição do vocabulário dos jovens é aflitiva. Ficamo-nos só pelo “dá-me as chaves” e por outras frases básicas, do quotidiano. Por isso, a literatura é fundamental em todas as camadas do ensino.

A escola e a carga horária a que os alunos estão sujeitos inibem a criação de hábitos de leitura em casa?

Não sou professora, nem nunca fui, mas ando sempre em escolas e tenho filhos e netos. A escola ocupa-os tanto que não sobra tempo para ler, nem para o cinema nem para nada. É uma questão que tem de ser muito bem estudada porque ninguém aguenta.

O estudo também mostra que os jovens com literatura em casa tiveram, em média, mais 20 pontos do que os que disseram ter Internet. Obviamente podem ter ambas as opções, mas a Internet não rouba tempo à leitura de livros?

Tudo depende de como usamos a Internet. É extraordinária se soubermos trabalhar com ela. Pode descobrir-se imenso sobre um livro, levar a uma releitura… mas tem de ser doseada e tem de se ensinar os miúdos a trabalhar com ela. A esmagadora maioria pen-sa que fazer uma pesquisa é ir à Internet, carregar nuns botões, copiar e assinar por baixo.

O estudo refere-se à literatura clássica. Quando é que os jovens estão preparados para ler os clássicos ?

Devemos dar-lhes todas as opções porque nunca sabemos que livro é que os vai atrair. Eu lembro-me de ter lido Os Lusíadas no liceu e de ter sido terrível. Só anos mais tarde, já adulta, consegui apreciar devidamente. Mas tenho amigas que leram na mesma altura que eu e adoraram. Agora, o gosto pela leitura não se adquire aos 20 anos e há outro tipo de livros que preparam para esse gosto. Da primeira vez que tentei ler as Viagens na Minha Terra, um dos livros da minha vida, foi a desgraça.

Qual foi o primeiro clássico que a marcou?

A Cidade e as Serras. Tinha 11, 12 anos e li durante uma gripe. Lembro-me de ter adorado e de ter pensado “estranho, aqui não há romance, não há um homens e uma mulher e um final feliz, e é tão bom”.


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