Las nalgadas durante la infancia incrementaría el riesgo de depresión e intentos suicidas

Novembro 21, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site https://www.psyciencia.com de 7 de novembro de 2017.

Por David Aparicio

A principios del año escribí un extenso artículo que presentaba la evidencia de cientos de investigaciones sobre los efectos de las nalgadas en la salud física y mental de los niños. Las investigaciones no han cesado y datos más recientes nos alertan de repercusiones más severas como depresión, intentos suicidio, abuso del alcohol y drogas.

El estudio publicado en Child Abuse & Neglect y dirigido por Melissa T. Merrick y los ya conocidos expertos en el tema del castigo físico, Elizabeth Gershoff y Andrew Grogan-Kaylor, llevaron un análisis que evaluó el efecto de las Experiencias Infantiles Adversas (ACE, por sus siglas en inglés) que sufrieron 7645 personas de diferentes razas antes de los 18 años de edad.

Experiencias Infantiles Adversas y el efecto de las nalgadas

Las ACE incluyen por lo general una lista de 10 experiencias: abuso sexual, emocional, físico, negligencia (física y emocional), problemas en el hogar (madre tratada violentamente, familiares con trastornos mentales, familiares en prisión, con problemas de abuso de sustancia y padres separados o divorciados). Sin embargo, en esta investigación se decidió añadir las nalgadas1 en la lista de ACE para a explorar sus efectos en conjunto y por separado.

Como era de esperarse, los análisis indicaron que una relación directa y creciente entre los ACE y los problemas de salud mental como el consumo de drogas y alcohol, intentos de suicidio y depresión. Así se encontró que las personas que habían sufrido de seis o más ACE durante su infancia tenían 2.73 más riesgo de sufrir de depresión durante su vida adulta; 24.36 de intentar suicidio, 3.73 de riesgo de abuso de sustancias y 2.84 de tener problemas de alcohol. Al analizar los ACE de manera independiente se encontró que las nalgadas durante la infancia también relacionaba con los problemas de alcohol, drogas, intentos de suicidio y depresión.

La investigación también evaluó los efectos combinados entre varios ACE y en esta etapa se encontró  las nalgadas no se relacionaban significativamente con el intento de suicidio y depresión. Los autores argumentan que probablemente se deba a que las nalgadas están fuertemente relacionadas con otras formas de maltrato físico infantil (cachetadas, correazos, etc.) que se relacionan también con problemas de salud.

Hace poco en Francia aceptó como legal el uso de nalgadas, bajo la premisa de que los padres están en una relación jerárquica que les atribuye el derecho de usar el castigo físico como método correctivo. Ningún gobierno puede legalizar la violencia como medio “correctivo” cuando las leyes internacionales lo prohiben y hay tanta evidencia de los efectos que puede provocar. No estamos hablando solo de efectos imperceptibles, estamos hablando de problemas de salud mental y físicos que causan la muerte de millones de personas y representan miles de millones de dólares en gastos de salud.

Fuente: Psypost

Notas al pie de página:

Para evitar confusiones o malas interpretaciones los autores fueron cuidadosos a la hora de definir qué son las nalgadas: (uso de fuerza física, con la mano abierta, para provocar dolor, pero sin lesiones con el fin de corregir o controlar la conducta de los niños.

 

 

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“Há jovens que já bebem uma garrafa de destilados por dia”

Novembro 13, 2017 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do http://expresso.sapo.pt/ a Francisco Henriques de 11 de novembro de 2017.

Joana Pereira Bastos

Texto

Marcos Borga

Fotos

A Unidade de Alcoologia de Lisboa, o primeiro centro de tratamento do alcoolismo a abrir em Portugal, completa 50 anos na próxima semana. E, ao contrário do que acontece com a toxicodependência, o problema não está a diminuir. O consumo está a aumentar entre as mulheres e há uma perigosa mudança de padrão entre os jovens, alerta Francisco Henriques, diretor da consulta.

O que mudou na relação dos portugueses com o álcool nestes 50 anos?
Nessa época, muitos começavam a beber ainda em criança. Isso melhorou. Há uma maior consciencialização, e a idade média de início do consumo está agora nos 16 anos.

Ainda assim, o consumo está a aumentar.
É verdade, sobretudo entre as mulheres, o que é preocupante, já que o risco de ficarem dependentes é maior. O seu metabolismo é mais vulnerável.

A toxicodependência está a baixar. Por que razão não acontece o mesmo com o álcool?
Há uma mudança de padrão. As pessoas estão a deixar de usar tanto as drogas ilícitas e voltam-se mais para o álcool. É mais barato e mais bem aceite.

O número de portugueses em tratamento por dependência do álcool é o mais elevado de sempre. Como se explica?
Estamos a detetar o problema mais cedo. Mas, embora haja muita gente em tratamento, há um número muito elevado que nunca chega a tratar-se, porque não tem consciência do problema. A dependência começa muito devagarinho.

Como?
Com a experimentação na adolescência, as pessoas descobrem que ficam mais bem-dispostas ou sentem-se mais tranquilas com álcool, e a tendência é repetir. Há pessoas que têm uma espécie de marcador que as faz parar, sem esforço, ao fim de um ou dois copos, porque não lhes apetece mais ou não ficam tão bem-dispostas. Essas não vão ter um problema de dependência. Quem o pode ter são as pessoas que não têm esse travão biológico e vão aumentando a tolerância. Ao fim de um tempo, um copo já não faz efeito, são precisos dois, e a tolerância vai subindo até haver consequências.

Estima-se que 300 mil portugueses têm consumos de risco. Em que é que isso se traduz?
A Organização Mundial da Saúde estabelece como limite uma unidade de álcool por dia no caso das mulheres e duas no caso dos homens. Nesse sentido, se uma mulher bebe, em média, três ou quatro copos, já está numa situação de abuso, o mesmo acontecendo no caso dos homens com cinco ou seis.

Tanto faz ser cerveja ou uísque, por exemplo?
Sim. A cerveja tem 4,5 graus de álcool, mas são 33 centilitros, enquanto o uísque tem 40 ou 45 graus, mas são quatro centilitros. Ou seja, o uísque é dez vezes mais forte, mas uma garrafa de cerveja tem dez vezes mais volume, portanto equivalem-se. Mas as pessoas acham que só bebem vinho bom ou só bebem cerveja, e por isso está tudo bem. Não está.

O que mudou no padrão de consumo dos jovens?
Durante muitos anos, o álcool era a forma de afirmação dos rapazes quando começavam a conviver com os homens, no café ou na taberna. Beber intensivamente nas discotecas é agora a nova forma de iniciação. É o chamado binge drinking, que passa por uma intoxicação alcoólica aguda e muito rápida.

É um padrão mais perigoso?
Penso que sim. Beber ao longo do dia, ao almoço e ao jantar, é um padrão do Sul da Europa. Mas estamos a desenvolver cada vez mais um padrão de consumo intensivo, concentrado à noite ou ao fim de semana. Durante a semana, portam-se bem, mas embriagam-se à sexta e ao sábado. Como só bebem ao fim de semana, acham que não têm nenhum problema.

E têm?
Podem ter. A questão não tem que ver com o calendário dos consumos. Tem que ver com o facto de, quando começa a beber, a pessoa não conseguir parar. E de beber apesar das consequências. Apesar de a mulher pedir para não beber, de os filhos se queixarem, de no trabalho se começar a notar, etc.

O alcoolismo pode aumentar?
É possível que haja um agravamento dos consumos. Há uma parte da população que pode desenvolver um grave problema de dependência numa idade precoce, jovens que aos 20 e poucos anos têm um consumo médio de uma garrafa de destilados por dia. Já temos casos na unidade.

 

 

 

Álcool e filhos no banco de trás. Devem as crianças ser retiradas da guarda dos pais?

Dezembro 18, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do i de 17 de dezembro de 2014.

O artigo contém declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

Getty images

Por Marta F. Reis

Em 15 dias duas mães foram apanhadas a guiar alcoolizadas com os filhos, com taxas que configuram crime. Que lições tirar?

No espaço de 15 dias duas mães foram apanhadas a conduzir com taxas de álcool no sangue que configuram crime e filhos menores no carro. Ambas foram detidas e as crianças entregues provisoriamente a instituições. Peritos em direito da família ouvidos pelo i explicam que o delito é grave mas não é o suficiente para retirar definitivamente uma criança à família. A lei de protecção e promoção de menores procura que se perceba bem todo o historial e se dê prioridade a medidas de apoio à família, que podem passar por um tratamento de alcoolismo. Mas defendem que não se devia esperar por situações extremas para sinalizar este tipo de perigo às Comissões Nacionais de Protecção de Menores.

Dulce Rocha, vice-presidente do Instituto de Apoio à Criança, admite que todos os casos de pais apanhados a guiar com uma taxa de alcoolemia acima dos 0,5 g/l de sangue deviam ser participados. Para a especialista, mais do que retirar as crianças às famílias, a medida poderia ter um papel preventivo. “Por vezes continua a existir uma percepção errada das consequências do álcool até porque culturalmente temos hábitos muito fortes nesta área. É para isso que servem precisamente os processos no âmbito das comissões de menores: para salientar que determinados comportamentos são perigosos e dar-lhes alguns exemplos de outras situações que possam ter ocorrido e que mostrem o quão gravosas podem ser as consequências.”

Se para Dulce Rocha o facto de o país ter cada vez menos crianças justifica todas as medidas que possam protegê-las, Maria Filomena Neto, advogada especialista em direito da família e protecção de menores, salienta que deve ser obrigatório sinalizar todos os casos e não só os extremos até por uma questão de coerência. “Se achamos que não é aceitável que alguém circule com excesso de álcool acima do que está na lei, se existe uma criança metida no meio está em risco. E se está em risco, deve ser sinalizada. Ou então somos todos doidos”, ironiza a advogada do escritório de advogados JPAB, que explica que a intenção não é haver uma punição das famílias mas um despiste mais precoce de eventuais problemas.

Para Maria Filomena Neto, esta deveria ser uma rotina das polícias da mesma forma que as escolas estão obrigadas a sinalizar situações em que as crianças dão demasiadas faltas injustificadas. “A comissão até pode chegar à conclusão de que havia uma justificação excelente, mas tem de ser sinalizado.” E para a mesma perita, todos os casos deveriam ter o desfecho imediato que ocorreu com as duas situações registadas nos últimos dias, a primeira em Aveiro e a segunda em Lagos.

O i tentou perceber junto da GNR e da PSP quais são neste momento os procedimentos. Até à hora de fecho, foi apenas possível ter um esclarecimento da Polícia de Segurança Pública que explicou que a informação sobre se existem menores no momento de uma infracção rodoviária – seja taxa de alcoolemia ou uso de telemóvel – pode constar do auto de notícia que é remetido à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, em caso de contra-ordenação, ou ao Ministério Público, em caso de crime, como condução perigosa ou sob embriaguez (quando a taxa é superior a 1,2 g/l).

Fonte oficial admitiu contudo que só se houver indícios que chamem “grosseiramente” a atenção dos agentes é que é feita uma comunicação à Comissão de Protecção de Menores, já que não existe uma obrigação nesse sentido. Só perante situações mais graves, como as que aconteceram nos últimos dias, está previsto ser feita uma sinalização à emergência infantil. “Isso poderá vir a ser estabelecido no âmbito das nossas normas de execução permanente e pode até já ter sido identificada essa necessidade”, admite Paulo Flor. O porta-voz da PSP acrescenta, contudo, existe um dever mais lato que obriga todos os polícias a serem “juízes de rua” e a alertarem os condutores para o risco que estão a correr e para o facto de estarem a colocar crianças em risco – avisando inclusive que essa informação pode ser remetida para a justiça.

Para Maria Filomena Neto, o problema pode resolver-se com directivas mais claras, embora não falte legislação. “Qualquer pessoa que conduza com uma taxa de alcoolemia superior a x está a cometer uma contra-ordenação ou crime. Qual é a razão de ser desta norma? É a protecção da integridade física e da vida. Não me oferece dúvidas de que existiria uma obrigação de comunicar, da mesma forma que qualquer cidadão que assista a maus-tratos de crianças tem o dever de os denunciar.”

Casos não serão comuns O i tentou perceber junto das polícias se dois casos num intervalo tão curto serão indício de um problema comum. Até à hora de fecho não foi possível obter essa informação. Já o Instituto de Segurança Social, que gere a Linha Nacional de Emergência Social (LNES) – a que as polícias recorreram para perceber para onde encaminhar as crianças – informou não ser possível especificar o número de situações similares nos últimos anos. No geral, a linha foi solicitada 98 vezes em 2013 para acolhimento de emergência de crianças e jovens, que pode resultar também de situações de abandono ou violência doméstica. Este ano, no primeiro semestre, foi requisitada 50 vezes.

Segundo os peritos ouvidos pelo i, as situações não serão muito comuns. E mesmo o álcool, muitas vezes associado a violência e negligência, acaba por não ser muito significativo nas problemáticas sinalizadas. Segundo dados da Comissão Nacional de Protecção de Menores, em 2013 foram caracterizadas 5524 situações de jovens expostos a situações de perigo e só em 132 casos(2,4%) o problema era a exposição a consumo de álcool. O consumo de estupefacientes é ligeiramente mais prevalente, tendo sido sinalizado no historial de 171 jovens (3,1%). Mas a violência doméstica, patente em 5215 casos, é muito mais expressiva.

Na hora de fazer um balanço sobre a protecção das crianças, os peritos são unânimes: há trabalho a fazer mas elas estão mais protegidas do que os adultos em Portugal. A advogada Rita Sassetti é dessa opinião e diz que a retirada provisória das crianças testemunha isso, mesmo que não seja desejável ou expectável que um caso destes – não havendo outros indícios de maus-tratos – termine com esse veredicto. “Não é drama nenhum que fiquem uns dias afastadas, mas o tribunal prefere sempre dar oportunidade a família biológica para poder endireitar a sua vida. Não é de ânimo leve que um tribunal retira crianças à família.” Luís Villas Boas, responsável pelo refúgio Aboim Ascensão que acolhe crianças retiradas às famílias, diz que cada caso é um caso mas à partida uma só situação nunca dita o desfecho. Está contudo menos optimista com a evolução da protecção das crianças: “Faltam locais de acolhimento de emergência infantil preparados para receber crianças nestas situações extremas”, avisa.

 

 

Vídeo da campanha sobre o abuso de álcool pelos pais

Novembro 13, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site http://theinspirationroom.com/daily/ de 31 de Outubro de 2013.

Fragile Childhood (Lasinen Lapsuus), an organisation in Finland focused on addressing alcohol abuse by parents, has been running “Monsters”, an advertising campaign turning the Halloween theme on its head. A television commercial shows children whose parents have turned into monsters, zombies and criminals under the influence of alcohol. Adult survivors of alcoholic families are encouraged to reflect anonymously on Facebook, facebook.com/lasinenlapsuus, and Twitter (#fragilechildhood).

Consumo de álcool em crianças: ‘Pais são influência’

Setembro 26, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Entrevista do Sol a Teresa Gomes no dia 19 de Setembro de 2013.

por Sónia Balasteiro

Para Teresa Gomes, autora de um estudo sobre consumo de álcool por crianças em Portugal (ver texto em relacionado), o consumo de álcool na infância é chocante e é urgente combatê-lo.

Trabalhou vários anos na área da saúde escolar como enfermeira. Qual a realidade com que se deparou e que a levou a realizar este estudo?

Há sete anos que me dedico a esta área. Quando comecei esta investigação, havia vários estudos que apontavam para a hipótese de que o início dos consumos de bebidas alcoólicas se dava, muitas vezes, na primeira infância, antes dos 8, 9 anos. Mas isso nunca tinha sido estudado. Por outro lado, na nossa intervenção na comunidade, deparávamo-nos com casos de crianças que bebiam, muitas vezes influenciadas por familiares.

Quais as principais conclusões?

Este estudo revela uma realidade chocante, de que todos suspeitávamos: o consumo de álcool na primeira infância é verídico. E é preciso alertar a comunidade para este problema e agir, com as famílias.

Mas porque é que isto acontece?

Sobretudo em meio rural, a bebida é socialmente aceite. Um dado significativo da pesquisa que fizemos é que as crianças, sobretudo os rapazes, começaram a beber com os pais. São os homens quem sai mais de casa e levam os filhos consigo. O facto de os pais beberem e de lhes darem a beber tem uma grande influência.

O que é necessário fazer?

É urgente haver mais literacia em saúde mental. Que as crianças e as suas famílias aprendam a ter comportamentos saudáveis, e que saibam também as consequências de beberem tão cedo, que são nefastas. Quando vão a um supermercado, as crianças vêem uma bebida de maçã que imita uma bebida alcoólica. Na internet e na televisão, a publicidade a bebidas alcoólicas é constante.

sonia.balasteiro@sol.pt

 

 

Aumento de menores nas urgências devido a maus-tratos

Setembro 26, 2013 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da RTP Notícias de 26 de setembro de 2013.

Foto: Romeo Ranoco/Reuters

Foto: Romeo Ranoco/Reuters

Ouvir a reportagem Aqui

Arlinda Brandão

Há um aumento de idas às urgências hospitalares de crianças e jovens até aos 18 anos por causa de maus-tratos. O alerta é do diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental da Direção-Geral da Saúde, Álvaro Carvalho.

Álvaro Carvalho considera que este aumento da violência física, psicológica e abusos sexuais a menores poderá estar relacionado com os efeitos da crise, nomeadamente o desemprego e a falta de dinheiro.

O responsável também aponta com preocupação o número significativo de cirroses e hepatites agudas alcoólicas que se estão a registar em crianças por todo o país, em especial na região centro.

(com Sandra Henriques)

Crianças bebem mais cedo

Setembro 26, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 13 de Setembro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Consumo de bebidas alcoólicas em crianças do 1º ciclo e seus fatores influenciadores

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sol

Aos 21 anos, 18% dos jovens já agrediram namorado

Setembro 12, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 10 de Setembro de 2013.

infografia

Andrea Cunha Freitas

Estudo que acompanha três mil adolescentes nascidos em 1990 apresenta hoje resultados da última avaliação. Retrato tem indicadores preocupantes.

Têm 21 anos. E o retrato generalizado que se segue vem com um aviso: não há um perfil, um padrão único. Porém, percebemos que quase todos têm uma relação íntima com alguém (namoro), conduzem um veículo motorizado correndo alguns riscos, bebem álcool frequentemente, quase metade destes jovens fuma regularmente e outro tanto já experimentou cannabis. Passado uma década do início do projecto Epiteen (Epidemiological Health Investigation of Teenagers in Porto), os resultados da terceira avaliação a cerca de 3000 adolescentes (de ambos os sexos e de escolas do Porto) nascidos em 1990 são apresentados hoje.

“Há coisas boas e outras que merecem alguma atenção e preocupação. Mas a conclusão a retirar de muitos dos indicadores é que não podemos perder a oportunidade de intervir cedo porque há muitos comportamentos relacionados uns com os outros”, diz Elisabete Ramos, responsável pelo projecto Epiteen que quer “compreender de que forma os hábitos e comportamentos da adolescência se vão reflectir na saúde do adulto”.

De pequenino se torce o pepino, concorda a investigadora do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) e do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Medicina da UP, notando que essa tendência se reflecte nos indicadores avaliados. Elisabete Ramos dá o exemplo dos dados obtidos no capítulo da violência onde se percebe que “os adolescentes que se envolveram em lutas física aos 17 anos apresentavam uma maior probabilidade de se envolverem em actos de violência no relacionamento íntimo aos 21 anos”. “Essa é uma das grandes mais-valias deste trabalho que acompanha estes jovens e assim conseguimos perceber a relação entre as coisas”, sublinha.

Os dados mostram que, aos 21 anos, 90% dos 2942 participantes no estudo referiram estar num relação íntima (maioritariamente numa relação de namoro). Destes, 60% reportaram pelo menos um acto definido como agressão psicológica e que, segundo os investigadores, passa por insultar ou dizer palavrões ao companheiro. Por outro lado, um em cada três dos jovens de 21 anos reportaram pelo menos um acto de coerção sexual como, por exemplo, forçar um companheiro a ter relações sexuais quando ele não queria (neste caso, as raparigas são mais vítimas enquanto os rapazes são mais agressores). E 18% referiram um acto de violência física na relação que mantinham, como, por exemplo, “bater no companheiro ou atirar um objecto com a intenção de o magoar”. “Mais de metade dos que se envolvem nestes comportamentos são simultaneamente vítimas e agressores”, adianta a investigadora.

“É uma elevada percentagem de jovens que ainda numa fase de namoro já aceita este tipo de comportamentos violentos”, constata Elisabete Ramos, defendendo que estes resultados podem e devem servir para “programar prioridades de intervenção num trabalho em contexto escolar”. Mas, sublinha, “isso não quer dizer que seja tudo mau”. Na avaliação feita aos participantes há progressos. Há a boa notícia da diminuição da prevalência da obesidade, sobretudo se tivermos em conta que na última década este indicador aumentou de forma geral na população. Mas se olharmos para os consumos de álcool, voltamos a ficar preocupados. Aos 21 anos, 64% dos adolescentes referiram que já se tinham embriagado, sendo a média (entre estes) de sete vezes nos 12 meses anteriores. Aqui também há uma explicação: “Nesta média temos os que o fazem quase todos os fins-de-semana e os que o fizeram uma vez”, diz a investigadora.

O projecto começou no ano lectivo de 2003/2004 (quando os adolescentes tinham 13 anos). Estes adolescentes foram novamente avaliados aos 17 e agora aos 21 anos. A ideia é continuar a acompanhar estes jovens, mas também criar um novo grupo que permita mais e melhores comparações. “Vamos começar este ano lectivo a acompanhar um grupo de cerca de 2000 jovens nascidos em 2003, que agora completam 13 anos. Isso vai permitir perceber melhor o que mudou numa década”, diz Elisabete Ramos. Em cada avaliação, uma equipa de profissionais de saúde recolhe dados sobre comportamentos, efectuando medições objectivas (como a pressão arterial, o peso e a estatura, análises sanguíneas).

Crianças com menos de 9 anos internadas com cirrose

Setembro 8, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 30 de Agosto de 2013.

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Plano nacional para reduzir até 2020 consumo de drogas em 20%

Setembro 3, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 31 de Agosto de 2013.

Plano Nacional para a Redução dos Comportamentos Aditivos e das Dependências 2013 – 2020

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publico

 

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