“Ainda há crianças na rua, mas agora são adolescentes em fuga” Entrevista de Matilde Sirgado do IAC ao Público

Agosto 13, 2019 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Daniel Rocha

Ainda há crianças na rua mas agora são adolescentes em fuga

Entrevista da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, Tesoureira e Membro da Direção do Instituto de Apoio à Criança ao Público de 13 de agosto de 2019.

Uma em cada cinco crianças acolhidas em lares foge pelo menos uma vez

Fevereiro 26, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 25 de fevereiro de 2019.

Investigação, desenvolvida na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, mostra que raparigas têm mais propensão para a fuga.

Ana Cristina Pereira

As crianças e jovens que vivem em casas de acolhimento têm três vezes mais propensão para a fuga do que as crianças e jovens que vivem nas suas casas com as suas famílias. Fogem mais raparigas do que rapazes, mais adolescentes do que crianças, mais consumidores de drogas do que não consumidores.

É de Joana Cerdeira este que é o primeiro estudo conhecido sobre fuga em acolhimento residencial em Portugal. Defendeu a dissertação de mestrado em 2017 na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCDUP) e continua a investigar o tema. No princípio deste ano, esteve no Centro de Estudos Judiciários e falar nisso e nas fragilidades do sistema de protecção.

A tese faz parte de um projecto mais abrangente coordenado por Maria Barbosa Ducharne – o Estudo da Qualidade em Acolhimento Residencial de crianças e jovens órfãos, abandonados ou retirados a famílias, que põem em perigo a sua segurança, a sua saúde ou a sua educação. Neste estudo participaram 354 crianças integradas em 33 casas de acolhimento espalhadas pelo país.

“O sistema foi criado para proteger as crianças e os jovens, mas o acolhimento aumenta três vezes a probabilidade de fuga”, começa por dizer Joana Cerdeira. Naquela amostra, 18,4% já tinham fugido pelo menos uma vez. Num outro estudo, que desenvolveu em todas as casas de acolhimento do distrito do Porto, obteve 18%. E “deve ser um número aproximado a nível nacional”.

Multiplicam-se por dois as possibilidades de fuga quando se é rapariga, uma tendência que já fora revelada em investigações feitas noutros países. “Nenhuma consegue explicar isso inteiramente”, afiança. “Alguns autores avançam com hipóteses culturais. As raparigas interiorizam mais os papéis de género, envolvem-se mais no cuidado com familiares, com irmãos. Rapazes e raparigas dizem muito que fogem para estar com a família. As duas coisas podem estar relacionadas.” Não por acaso, a presença de irmão na mesma casa diminui a hipótese de fuga quatro vezes.

Na adolescência, há mais necessidades de liberdade, de autonomia, de ser aceite pelos colegas. Pode ser maior a incompatibilidade com as regras das casas de acolhimento. Talvez por isso os mais velhos tenham duas vezes mais probabilidade de fugir. “Alguns actores falam nisto como comportamento adaptativo”, explica a psicóloga, que faz parte do Grupo de Investigação e Intervenção em Acolhimento e Adopção da FPCDUP. Alguns fogem para não terem reacções mais severas.

A investigação também mostra que os que consomem substâncias psicoactivas têm mais tendência a fugir. O mesmo acontece com os que cometem pequenos crimes ou sofrem de ansiedade, depressão, hiperactividade ou outros transtornos ou doenças de foro mental.

“Problema sério”

Parece-lhe que “os comportamentos de fuga são um problema muito sério”. Acarreta riscos. Pode, por exemplo, resultar em prostituição, violação, gravidez. Ou furto, roubo, consumo de drogas ilícitas. As casas também são afectadas. “Causam disrupção. Há que comunicar a fuga às autoridades, procurar a criança, tratar de sossegar as outras crianças e jovens, que podem ficar agitadas.

“Isto é um problema muito sério, mas não é um problema levado a sério em Portugal”, acusa a investigadora. “Não existem orientações para prevenir nem para lidar com estes comportamentos.” Há casas que se limitam a comunicar a fuga às autoridades. “A actuação não pode ficar por aí. É importante ajudarem a procurar os miúdos, envolverem a família, os amigos. Muitas vezes, os miúdos fogem porque querem ser procurados, querem ser encontrados.”

Ocorre-lhe o exemplo de uma casa de acolhimento cujo regulamento estipulava que se devia telefonar de imediato à GNR quando uma criança reaparecesse. Se a criança aparecesse acompanhada pela polícia, podia entrar. Se aparecesse sozinha, não podia. Nem lhe abriam a porta. Também conhece casas que obrigam os miúdos a ficar à porta.” Agora vais ter de ficar aí 15 minutos. Se não, vai à esquadra e vem com a polícia porque tenho medo que estejas com pessoas que não conheço.”

Joana Cerdeira evoca Inglaterra, onde há o hábito de chamar um profissional independente para conversar com a criança ou jovem que fugiu e perceber o que motivou tal comportamento e o que aconteceu naquele período. “Independente, porque muitas vezes a fuga tem a ver com o contexto.”

Há mais tendência para fugir quando as casas de acolhimento são segregadas, isto é, acolhem apenas rapazes ou raparigas. Os que fogem tendem a avaliar pior a ligação com os colegas. E a denotar menor sentimento de protecção, disponibilidade e afecto entre os cuidadores, isto é, os funcionários.

“Isto é um fenómeno muito complexo”, sublinha a investigadora. Na sua opinião, seria importante o país recolher, de forma sistemática, dados que lhe permitissem conhecer o fenómeno. A última Caracterização Anual da Situação de Acolhimento de Crianças e Jovens contava 7553 crianças, 116 das quais em fuga, mas esta centena “não ilustra a dimensão do problema”. Não permite perceber quantos já fugiram alguma vez, quantas vezes o fizerem, quanto tempo ou porquê.

Atendendo às consequências, Joana Cerdeira julga importante não só conhecer o fenómeno, mas também definir modos de prevenção e de actuação. “Muitas vezes, para atenuar os comportamentos de fuga, os tribunais transferem de uma casa para outra”, observa a psicóloga. “O que a investigação mostra é que os miúdos com fugas têm menos tempo de acolhimento. Há um período crítico de adaptação à casa de acolhimento. Se vamos estar a transferir, vamos estar a reiniciar esse período.” Em suma, essa estratégia não previne, pelo contrário, aumenta o risco de nova fuga.

 

 

 

Ao encontro do desconhecido – reportagem da TV Record sobre a fuga de menores, com a participação de Manuel Coutinho do IAC

Março 9, 2018 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A reportagem contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

Fugas de crianças à guarda do Estado dispararam em 2015

Dezembro 20, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 12 de dezembro de 2016.

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Em cinco anos houve mais de 1800 fugas das instituições de acolhimento na área de Lisboa. Situação agravou-se nos dois últimos anos e compromete protecção de crianças e jovens em perigo.

Ana Dias Cordeiro

Os números são relativos à cidade de Lisboa. Mas a tendência para o aumento de fugas de crianças sob medidas de promoção e protecção em residências de acolhimento estende-se a toda a zona metropolitana, confirma fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Em 2015, foi atingido o pico de 461 fugas só nas cinco divisões da PSP de Lisboa, quando em 2014 o número de participações feitas por instituições de acolhimento na mesma área geográfica tinha sido de 265. Já em 2016, mas apenas até Outubro, e ainda de acordo com os dados compilados pela PSP a pedido do PÚBLICO, o número de 387 participações já tinha ultrapassado os níveis de 2013 (386) e 2012 (341).

Esta é uma tendência que preocupa educadores e responsáveis de residências de acolhimento, como a Casa Pia de Lisboa, instituto público, ou a Casa da Estrela, instituição particular de solidariedade social (IPSS). Numa e noutra são relatadas saídas sem autorização de jovens com menos de 18 anos, desaparecimentos durante dias ou semanas, ausências de algumas horas — fugas. O problema é transversal a muitas outras residências de acolhimento.

No Algueirão, concelho de Sintra, há um caso que preocupa especialmente os educadores, por se tratar de uma criança de 11 anos. O rapaz foi acolhido numa das 13 residências da Casa Pia de Lisboa e faz fugas prolongadas há vários meses. “Uma coisa são ausências de adolescentes de 16 anos, outra coisa é estarmos perante fugas persistentes de uma criança de 11 anos”, diz um educador, que qualifica este caso de “escandaloso”.

A maior parte das vezes, a criança ou jovem regressa à instituição por sua iniciativa. Há suspeitas mas poucas certezas sobre o local ou com quem esteve. E, neste caso particular do menino de 11 anos, há suspeitas de que esteja a ser aliciado para pornografia ou prostituição infantil. Dizer que passa os dias em casa de um tio que ninguém na instituição conhece não tranquiliza, até porque os educadores sabem quem são os familiares das crianças acolhidas — pais, tios ou avós — e não se trata de nenhum deles.

fugas-reportadas-pspAlém das várias participações por desaparecimento ou ausência não autorizada à PSP e ao tribunal onde corre o processo de promoção e protecção do rapaz, “o caso já foi reportado às entidades judiciais em tempo oportuno, mas ainda não existe pronúncia sobre eventuais sequências”, confirma Sandra Veiga, directora do Departamento de Apoio à Coordenação da Unidade de Acção Social e Acolhimento da Casa Pia, referindo-se ao Ministério Público (MP).

Os processos são morosos, confirma. E informar os tribunais ou o MP nem sempre garante acautelar a protecção.

Vítimas sem solução

“Houve situações que nos preocuparam aqui há uns anos. Foram reportadas e passados três anos veio a decisão ou de arquivamento ou [de um ofício] a fazer uma pergunta”, lembra Sandra Veiga. “Também pode o juiz entender que não é nada, e arquiva. São crianças que estão confiadas à instituição.”

O jovem pode andar sempre a fugir mas é preciso cometer um crime para haver uma verdadeira actuação. Quando é ele a vítima de um crime durante essas ausências, não há solução na lei, diz um educador de uma das instituições contactadas.

Há situações que se resolvem, mas também há casos em que o problema, ao não ser resolvido, se arrasta e agrava: crianças que, depois de cumprirem a medida tutelar educativa (se cometeram um furto, um roubo, uma agressão ou tráfico), ou depois de concluída uma terapia de desintoxicação, voltam para a residência do acolhimento e o mais provável é retomarem os ciclos de ausências e fugas.

“Os tribunais deixam estes processos adormecidos porque são crianças que estão entregues a uma instituição e que supostamente já não estão em perigo”, confirma Sandra Veiga.

“É o Estado que tem o dever de protecção destas crianças. Mesmo as IPSS estão a assumir uma função que lhes foi delegada pelo Estado. Elas foram tiradas à família por estarem em perigo“, realça o chefe João Dias, da 1.ª Divisão da PSP do Comando Metropolitano de Lisboa.

Meninas de 13 e 14 anos

Também na Casa da Estrela, uma IPSS, a equipa técnica tem-se deparado, nos últimos anos, com mais fugas. “Em 2015 tivemos situações muito difíceis”, diz o responsável da residência de acolhimento Manuel de Gomes Melo, uma instituição criada no fim do seculo XIX como Albergue das Crianças Abandonadas, vocacionada para crianças órfãs ou de famílias muito pobres. Depois passou a Centro de Promoção Juvenil. Casa da Estrela foi o nome escolhido pelas próprias raparigas ali acolhidas.

“Na confusão do ano passado, houve fugas de meninas de 13 e 14 anos”, diz Gomes de Melo. E também este responsável revela impotência mesmo havendo a forte probabilidade de estas crianças serem aliciadas para redes de prostituição ou de virem a ser “vítimas de tráfico”. Quando acontece a uma, “as outras podem ser afectadas pela indisciplina e aliciadas pela amiga para hábitos de vida desadequados”.

E diz: “O sistema funciona de uma maneira que, perante casos graves ou casos suspeitos de aliciamento para redes de prostituição ou outras, a casa de acolhimento não tem margem para fazer nada. Se suspeitarmos, temos a obrigação de denunciar a situação ao MP.”

Comportamentos sexualizados

Também transmitida às entidades judiciais foi a situação de duas adolescentes com fugas frequentes e prolongadas de uma residência da Casa Pia de Lisboa. São denúncias “graves”, diz Sandra Veiga, da direcção da instituição.

A situação de uma delas era conhecida há muito tempo, mas a necessidade de se tomar uma medida só se tornou evidente quando um vídeo colocado na Internet mostrou a jovem em poses de carácter sexual. O facto de ela se expor assim não está tipificado como crime. Apenas “se ela estiver a ser usada ou se foi coagida, é crime”, continua Sandra Veiga.

Qual a responsabilidade da instituição enquanto encarregado de educação desta jovem? Sandra Veiga começa por realçar que, se o acto foi cometido “durante uma ausência não consentida”, o máximo que a instituição pode fazer é confirmar isso, de que estava comunicada a ausência e averiguar a situação. E acrescenta: “Em último caso, a responsabilidade será sempre da Casa Pia, porque se alguma criança nossa se entrega a actividades que podem comprometer a sua segurança e o seu bem-estar emocional, em termos latos, seremos sempre responsáveis. Mas conclui: “Em termos legais ou judiciais, provavelmente não.”

 

 

Fugas e rapto parental constituem mais de 85% dos casos de crianças desaparecidas, dados da Missing Children Europe

Junho 5, 2014 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Missing Children Europe de 2 de junho de 2014.

missing children europe

Runaways and Parental abduction make up over 85% of missing children cases, Missing Children Europe data reveals

Brussels, 2 June 2014 – New data provided by Missing Children Europe at the “When every minute counts” conference for International Missing Children’s day (25 May) held today in Athens shows that runaways make up 50% of missing children cases recorded by 116 000 missing children hotlines across Europe followed by parental abductions with 36% and unaccompanied migrant minors with 2%. Criminal abductions by third parties that are often given more publicity by media make up only 2% of missing children cases.

Data was also collected from 116 000 missing children hotlines in Europe that responded to 630.724 calls in 2013 and dealt with over 5000 cases of missing children. 116 000 hotlines are now operational in 27 out of 28 EU member states as well as Serbia and Albania. Lack of financial resources, lack of support from the government and lack of awareness of the service were reported as the key challenges faced by 116 000 hotlines in 2013. This data is also supported by the fact that 59% of hotline workers are volunteers and that 36% of survey respondents from countries where a 116 000 missing children hotline was available did not know which number they would call if a child went missing1.

In an effort to raise awareness of the 3 most overlooked groups of missing children, Missing Children Europe will be unveiling a photo exhibition aptly called  “Missing Children: Out of Focus” as part of the event in Greece today. The exhibition will feature artistic images of 3 real stories of missing children cases representing runaways, parental abductions and unaccompanied migrant minors. The conference will also raise awareness on the tools available to support missing children and their families, with a specific focus on cooperation between national stakeholders involved in Child alert systems across Europe.

Speaking about the conference, Maud de Boer-Buquicchio, President of Missing Children Europe and UN Special Rapporteur on Sale of Children, Child Prostitution and Child Pornography said, “Luckily, many missing children are found within the first 3 days after the disappearance. But this doesn’t mean that the problem is solved. Once returned to the place from which they have run away, they may again be confronted with the same situation of conflict, abuse or neglect and run away again. The more often they run, the higher the risks they take to survive. In other cases however, the children are never found, or found too late. US statistics tell us that, when children are murdered following an abduction, they are murdered within the first hours after the disappearance. In those rare cases, every minute, every second counts”.

About a dozen European countries have set up national Child alert systems to be able to rapidly alert the general public in extreme cases of missing children. However cross border cooperation can be very limited. The “When every minute counts” conference aims at sharing existing best practice on setting up Child alert systems and promoting better cooperation between cross border cases of missing children.

1. http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_367_en.pdf (Published in 2011)

For more information on missing children, check out www.missingchildreneurope.eu or read the annual report here.

“When every minute counts”

The “When every minute counts” conference is being held at the Technopolis in Athens, Greece on the 2nd of June in support of International Missing Children’s day (25th May). It has been organised by Missing Children Europe, the European federation for missing and exploited children; The Smile of the Child, the Greek NGO working with the 116 000 missing children hotlines and with the support of the Greek Presidency of the Council of the EU.

The conference will be followed by a photo exhibition “Missing Children: Out of Focus” which will present a series of artistic images representing 3 real cases of missing children representing runaways, parental abduction and unaccompanied migrant minors. Natalie Hill (www.nataliehillphotography.com) was the talented photographer and the creator of the concept that features blurry or out of focus shots of children in different situations leading to and followed by their disappearance to raise awareness of why children go missing and what happens when they do.

Missing Children Europe

Missing Children Europe is the European federation for missing and sexually exploited children, representing 30 organisations in 25 countries. Our mission is to protect children from any kind of violence, abuse or neglect that is caused by or results from them going missing.

For further questions please contact:

Delphine Moralis, Secretary General of Missing Children Europe at delphine.moralis@missingchildreneurope or +32 477 44 44 93 or Gail Rego, Communication Officer of Missing Children Europe at gail.rego@missingchildreneurope.eu or +32 485 61 74 91

 

Cada vez mais adolescentes em fuga devido à crise

Abril 8, 2014 às 3:38 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 8 de abril de 2014.

A notícia contém dados estatísticos de 2013 do SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança.

clicar na imagem

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Participação de Manuel Coutinho no programa Linha da Frente sobre Fuga de Adolescentes

Junho 24, 2013 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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O Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) comentou a temática (fuga de adolescentes) apresentada no programa Linha da Frente da RTP 1 de 20 de Junho de 2013.

Ver o programa Aqui

coutinho

O proximo Linha da Frente vai retratar a fuga de adolescentes e o desespero dos pais para os encontrar.
Nesta reportagem vamos ouvir especialistas (psicologos e autoridades) e fazer a reconstuição de algumas fugas.
Pais e adolescentes vão contar as histórias destes desaparecimentos que na maioria dos casos duraram cerca de 4 dias.
Mas nem todas as histórias tem finais felizes e por isso nesta reportagem vamos ainda ao encontro de casos de adolescentes desaparecidos que nunca foram encontrados e que ficaram esquecidos com o passar dos anos.
Uma grande reportagem de Patrícia Lucas com imagem de Rui Rodrigues e edição de Miguel Teixeira. A grande reportagem que retrata a dureza da realidade.

Em 2013 o “Linha da Frente” mostra e conta mais histórias do mundo, sem esquecer o seu foco português. A grande reportagem que retrata todas as realidades


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