3º Congresso Internacional da Criança e do Adolescente: 23 a 25 de janeiro 2019, Porto

Novembro 13, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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1º Congresso Internacional da Criança e Adolescente – Alfândega do Porto, 26 a 28 de janeiro 2017

Janeiro 19, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Big Band Júnior Fly Me to The Moon – 30 de junho no CCB

Junho 29, 2016 às 9:18 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.ccb.pt/Default/pt/Programacao/Musica?A=545

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Hashtags ajudam adolescentes a partilhar comportamentos perigosos

Janeiro 6, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de Andreia Sanches para o jornal Público, em 27 de Dezembro de 2015.

Artigo publicado em jornal americano alerta para imagens de autolesões “escondidas” na Net. Em Portugal cerca de 10% das crianças e adolescentes com perfil em redes sociais relataram já ter visto conteúdos problemáticos.

Chamam-lhes “hashtags secretas”. São por exemplo #selfharmmm. Ou #MySecretFamily. Ou #SecretSociety123. E estão a ajudar as crianças e os adolescentes a partilhar conteúdos perigosos, sem darem tanto nas vistas. Quem o diz é Megan Moreno, especialista em Saúde dos Adolescentes na Universidade de Washington e no Seattle Children’s Research Institute, que publicou um artigo sobre o assunto na edição de Janeiro de 2016 do Journal of Adolescent Health.

Uma hashtag é uma espécie de palavra-chave que ajuda os utilizadores das redes sociais a fazer chegar a mais pessoas os seus conteúdos sobre um determinado assunto. O artigo assinado por Moreno e quatro outros investigadores, intitulado Sociedade secreta 123: compreendendo a linguagem da autolesão no Instagram, baseia-se numa pesquisa de algumas destas palavras, explicou Moreno à Reuters.

Desde 2012 que o Instagram proíbe a partilha de fotografias ou hashtags que promovam ou “glorifiquem” a automutilação e a anorexia, por isso as hashtags escolhidas pelos adolescentes para “catalogar” as suas imagens relacionadas com estes assuntos são propositadamente “ambíguas”, para escapar melhor ao controle. E no entanto, atrás delas estão fotografias de braços cortados com lâminas, de pernas queimadas com pontas de cigarro, de arranhões em sangue, por exemplo. Imagens e frases que remetem para comportamentos de autolesão, não tendo, contudo, como objectivo, o suicídio.

O último estudo em Portugal que aborda a questão das autolesões entre os adolescentes chama-se A Saúde dos Adolescentes Portugueses, é de 2014 e foi coordenado pela psicóloga Margarida Gaspar de Matos, no âmbito de um projecto internacional da Organização Mundial de Saúde. Mostrava que um em cada cinco alunos do 8.º e 10.º anos tinha-se magoado a si mesmo, de propósito, nos 12 meses anteriores ao inquérito, para lidar com sensações de tristeza, aborrecimento ou frustração.

Segundo Megan Moreno os conteúdos relacionados com autolesões são cada vez mais frequentes no Instagram (uma pesquisa pelo termo #cat, que é usado para substituir a palavra “cut”, de “corte”, devolveu 44 milhões de resultados em 2014 e mais de 56 milhões em 2015, disse). E “as comunidades online que se desenvolvem em torno destas hashtags” fomentam nos adolescentes um sentido de pertença a um grupo que, neste caso, é tudo menos recomendável.

Questionada sobre este artigo, a psicóloga Margarida Gaspar de Matos diz ao PÚBLICO que duvida “que em Portugal as coisas tenham tanto este impacto e ressonância nas redes sociais”. A psicóloga aconselha os pais e professores a estarem atentos e disponíveis,  “mas sem entrar em pânicos contraproducentes”. O mais importante, diz, é “promover a saúde mental e bem-estar nos jovens” e ajudá-los a estar nas redes sociais com a informação de que precisam, “evitando conteúdos comprometedores da sua saúde e da dos outros”.

Jovens na rede
Moreno também deixa no seu artigo um alerta aos pais: não confiem nas redes sociais. Em 2012, quando anunciou as novas regras contra os conteúdos relacionados com anorexia e autolesões, o Instagram fez saber que não proibiria “contas criadas para discutir construtivamente ou documentar experiências pessoais” que mostrassem qualquer forma de automutilação desde que o objectivo fosse a melhoria desses comportamentos, o apoio e a “discussão aberta”. Esses conteúdos deveriam contudo vir acompanhados de um aviso (qualquer coisa como “Atenção: estas publicações podem apresentar conteúdo explícito”) e de informação destinada a quem precisa de ajuda.

Mas Moreno diz que um terço das hashtags pesquisadas não desencadeia esse aviso. Os pais “continuam a ser o pilar na promoção do debate sobre estes conteúdos nas redes sociais”. E aos pais cabe dar aos filhos os instrumentos necessários para lidarem com esses conteúdos, acrescenta.

De acordo com o relatório Crianças e Meios Digitais Móveis em Portugal: Resultados Nacionais do Projecto Net Children Go Mobile, cerca de três em cada quatro crianças portuguesas (dos 9 aos 16 anos) têm um perfil numa rede social. O Facebook aparece, de longe, como a mais presente (97% dos que estão numa rede social estão no Facebook). A seguir vem o Instagram (19%).

Cerca de 10% relataram já ter visto conteúdos que podem ser considerados problemáticos. “À cabeça desta lista, encontra-se a publicação de mensagens que atacam certos grupos (8%), seguida de conteúdos que falam sobre ou que sugerem formas de automutilação (6%) e de conteúdos que incentivam distúrbios alimentares (5%).” Estes são, em todo o caso, “valores bastante reduzidos, abaixo da média europeia”, escrevem os autores José Alberto Simões, Cristina Ponte, Eduarda Ferreira, Juliana Doretto e Celiana Azevedo.

O projecto Net Children Go Mobile envolveu outros seis países (Bélgica, Dinamarca, Irlanda, Itália, Reino Unido e Roménia).

Fonte

 

“Cinema de Bairro”: um documentário realizado por jovens moradores de bairros sociais de todo o país

Agosto 30, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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No âmbito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, a Fundação INATEL implementou o projecto sociocultural “Cinema de Bairro”, financiado pelo Instituto da Segurança Social. Cinco realizadores/formadores da área do cinema documental juntaram-se a jovens moradores de bairros sociais do país. Filmar uma história real foi o motivo do encontro. Mais de 20 jovens de bairros de Guimarães, Coimbra, Amadora, Beja e Olhão romperam a sua rotina nem sempre fácil e abraçaram a experiência do cinema. Foram conduzidos por cineastas como Rui Simões, Pedro Sena Nunes, João Pinto Nogueira, Leonor Areal e Marta Pessoa. O processo decorreu de Março a Abril de 2010.

Este é um documentário realizado por jovens moradores de bairros sociais de todo o país. Um olhar inocente, cúmplice e real. Histórias de um dia-a-dia desconhecido.

Ciclo de conferências: A Saúde Mental nos Ciclos de Vida

Junho 14, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A ESS Jean Piaget – Escola Superior de Saúde do Campus Académico de Macedo de Cavaleiros promove uma conferência no dia  19 de Junho de 2010, com o objectivo de debater “A Saúde Mental na Infância e na Adolescência”, com destaque para temáticas de grande actualidade tais como as perturbações de hiperactividade e défice de atenção ou o cyberbullying. A conferência têm entrada livre e está aberta à participação de estudantes e profissionais da área da saúde, professores e educadores e ainda pais e encarregados de educação.

Informações e inscrições:

Proibição da venda de bebidas alcoólicas passa dos 16 para os 18 anos

Maio 28, 2010 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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A proibição da venda de bebidas alcoólicas deverá passar dos 16 para os 18 anos, como está previsto no Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool 2010 -2012, um documento que aguarda apreciação há quase um ano e que hoje é finalmente aprovado em conselho interministerial para os Problemas da Droga, das Toxicodependências e do Uso Nocivo do Álcool, informou ontem o Ministério da Saúde.

A subida da idade legal para compra de bebidas alcoólicas dos actuais 16 anos para os 18 anos já constava do anterior plano da área, aprovado em 2000 e que nunca saiu do papel. Outra das actuais propostas até 2012 é a redução da taxa de alcoolemia para novos condutores, uma medida que também já constava do Plano de Acção contra o alcoolismo que foi aprovado em Conselho de Ministros há oito anos. Nem a subida da idade legal nem a redução da alcoolemia passaram à prática, assim como a maioria das outras metas previstas, tal como a proibição de patrocínios por marcas de bebidas alcoólicas de actividades dirigidas a menores.

A lei actual, que proíbe a venda de bebidas alcoólicas a menores de 16 anos há oito anos, continua a não ser cumprida. Mais de metade dos jovens entre os 12 e os 15 anos que tentou comprar álcool conseguiu, de acordo com um estudo da Deco (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) que será publicado na edição de Junho da revista Teste Saúde.

O inquérito concluiu que em 54 das 97 visitas feitas (56 por cento) os menores conseguiram comprar bebidas, e em 26 dos casos ou estava afixado no estabelecimento um aviso sobre a proibição ou os empregados confirmaram a idade e mesmo assim decidiram autorizar a venda. Os hipermercados foram os que mais facilitaram a vida aos menores.

Para a Deco, o estudo reforça a ideia de que é necessária mais fiscalização por parte da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). Contudo, em resposta ao PÚBLICO, a ASAE lembra que só foi criada em 2006 (a Deco fala de dados desde 2002) e que a PSP e a GNR também têm competência nesta área. No estudo da Deco lê-se que, “desde 2002 até hoje, a ASAE registou 21 infracções por venda ou consumo de álcool por menores de 16 anos, em locais públicos. Pela falta de aviso de proibição, contabilizou 1058 violações”.

Mas a autoridade garantiu que desde 2006 já instaurou 61 processos por consumo em locais públicos por menores de 16 anos e 101 por venda. Sobre a falta de aviso de proibição o número é inferior (478). Este mês, a Sociedade Portuguesa de Hepatologia divulgou que dois terços das doenças hepáticas são causados pelo consumo excessivo de álcool e que dois milhões de adolescentes consomem álcool em excesso.

Jornal Público em 26 de Maio de 2010

O sublinhado é da nossa responsabilidade.

“A geração do ecrã” por Alice Vieira

Maio 20, 2010 às 6:03 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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A geração do ecrã

«Desculpem se trago hoje à baila a história da professora agredida pela aluna, numa escola do Porto, um caso de que já toda a gente falou, mas estive longe da civilização por uns dias e, diante de tudo o que agora vi e ouvi (sim, também vi o vídeo), palavra que a única coisa que acho verdadeiramente espantosa é o espanto das pessoas.

Só quem não tem entrado numa escola nestes últimos anos, só quem não contacta com gente desta idade, só quem não anda nas ruas nem nos transportes públicos, só quem nunca viu os ‘Morangos com açúcar’, só quem tem andado completamente cego (e surdo) de todo é que pode ter ficado surpreendido.

Se isto fosse o caso isolado de uma aluna que tivesse ultrapassado todos os limites e agredido uma professora pelo mais fútil dos motivos – bem estaríamos nós! Haveria um culpado, haveria um castigo, e o caso arrumava-se.

Mas casos destes existem pelas escolas do país inteiro. (Só mesmo a sr.ª ministra – que não entra numa escola sem avisar – é que tem coragem de afirmar que não existe violência nas escolas).

Este caso só é mais importante do que outros porque apareceu em vídeo, e foi levado à televisão, e agora sim, agora sabemos finalmente que a violência existe!

O pior é que isto não tem apenas que ver com uma aluna, ou com uma professora, ou com uma escola, ou com um estrato social.

Isto tem que ver com qualquer coisa de muito mais profundo e muito mais assustador.

Isto tem que ver com a espécie de geração que estamos a criar.

Há anos que as nossas crianças não são educadas por pessoas. Há anos que as nossas crianças são educadas por ecrãs.

E o vidro não cria empatia. A empatia só se cria se, diante dos nossos olhos, tivermos outros olhos, se tivermos um rosto humano.

E por isso as nossas crianças crescem sem emoções, crescem frias por dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.

Durante anos, foram criadas na ilusão de que tudo lhes era permitido.

Durante anos, foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente nada, dava trabalho.

E durante anos os pais e os professores foram deixando que isto acontecesse.

A aluna que agrediu esta professora (e onde estavam as auxiliares-não-sei-de-quê,que dantes se chamavam contínuas, que não deram por aquela barulheira e nem sequer se lembraram de abrir a porta da sala para ver o que se passava?) é a mesma que empurra um velho no autocarro, ou o insulta com palavrões de carroceiro (que me perdoem os carroceiros), ou espeta um gelado na cara de uma (outra) professora, e muitas outras coisas igualmente verdadeiras que se passam todos os dias.

A escola, hoje, serve para tudo menos para estudar.

A casa, hoje, serve para tudo menos para dar (as mínimas) noções de comportamento.

E eles vão continuando a viver, desumanizados, diante de um ecrã.

E nós deixamos”.

Alice Vieira, Escritora

Artigo de opinião publicado no Jornal de Notícias em 30 de Março de 2008

1as Jornadas de Pediatria de Aveiro e Viseu “Crescer entre o Mar e a Serra”

Maio 10, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Os Serviços de Pediatria dos Hospitais de Aveiro e Viseu vão organizar em conjunto as 1as Jornadas de Pediatria de Aveiro e Viseu “Crescer entre o Mar e a Serra”, nos dias 12, 13 e 14 de Maio de 2010 em Viseu na Expobeiras.

Este evento irá contar com a presença da Drª Ana Perdigão (Coordenadora do Serviço Jurídico do Instituto de Apoio à Criança) no dia 14 de Maio às 09.00 horas, na mesa redonda “Por Favor, a Mim Não…”.

Mais informações Aqui

Dinâmicas de Grupo com e para Crianças e Adolescentes

Abril 9, 2010 às 9:46 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito da Formação Contínua do ISPA, irá decorrer a “Acção de Formação  Dinâmica de Grupo com e para Crianças e Adolescentes” em Lisboa de 17 a 19 de Abril de 2010.

Mais Informações Aqui ou Aqui

OBJECTIVOS

Adquirir e aprofundar conhecimentos sobre dinâmicas de grupo

Desenvolver dinâmicas de grupo como estratégia de intervenção com crianças e adolescentes

Perspectivar as dinâmicas de grupo no enquadramento de valores ambientais e de cidadania e em contextos de Escolas, Clubes e Autarquias

Planificar a intervenção com base em dinâmicas de grupo em situações-caso

PROGRAMA

Enquadramento teórico, estratégias e actividades das dinâmicas de grupo

Dinamização de grupos de crianças e de adolescentes

Dinâmicas de apresentação

Dinâmicas interpessoais

Dinâmicas de grupo para o desenvolvimento da actividade de grupo e de estimulação e regulação de debates

Dinâmicas no âmbito dos Direitos Humanos, da Educação para a Paz, do Ambiente, da Afectividade e

Educação Sexual, da Educação do Consumo e da Intervenção na Comunidade

Jogos de Cooperação

Linhas de programação e de planificação da intervenção

Prática e análise de situações-caso

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