XIV Encontro Nacional da APEI – Currículo e Desenvolvimento Curricular na Educação de Infância, 7 e 8 de julho no Porto

Junho 12, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-de-infancia/xiv-encontro-nacional-da-apei-curriculo-e-desenvolvimento-curricular

Ministério proíbe TPC nas actividades de enriquecimento curricular

Agosto 12, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 9 de agosto de 2016.

adriano miranda

Clara Viana

Ministério da Educação reforça carácter lúdico das AEC.

As entidades promotoras das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), destinadas aos alunos do 1.º ciclo, devem evitar que estas sejam “um prolongamento de actividades formais de ensino” e garantir que tenham um carácter “eminentemente lúdico”, estipulou o Ministério da Educação (ME) num conjunto de normas que foram agora enviadas às escolas.

As AEC são de oferta obrigatória, embora a sua frequência seja facultativa, ou seja, os pais podem decidir se os filhos as realizam ou não. O ME já estabeleceu também que estas só poderão realizar-se após o termo das aulas, às 16h30, e não antes do seu início ou durante o período lectivo, como sucedia com frequência. O que nenhuma entidade promotora das AEC poderá fazer, frisa o ME, é transformar estas actividades em período de realização de trabalhos de casa.

Nas normas enviadas às escolas, o ministério frisa que estas actividades devem responder “às expectativas das crianças e da sua formação integral, aumentando o leque de experiências que cada um dos alunos vivencie”.

Deste modo, acrescenta, no momento de planificação das AEC as escolas devem, entre outras vertentes, “valorizar as expressões culturais locais”, “criar oportunidades para que os alunos possam escolher livremente entre diferentes actividades e projectos” e “privilegiar a metodologia de projecto com a intenção primordial de dar voz aos alunos, a fim de gerar aprendizagens significativas e uma visão global das situações”.

No ano lectivo passado, segundo dados da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), só 8,6% das escolas tinham AEC focadas na ligação da escola com o meio, um dos domínios que o ME quer agora fomentar. Ainda menos representativas são as actividades relacionadas com solidariedade e voluntariado, que foram desenvolvidas só em 1,5% das escolas.

As AEC podem ser promovidas pelas escolas ou entregues por estas a associações de pais, autarquias, Instituições Particulares de Solidariedade Social ou outras entidades. Das 752 entidades promotoras de AEC em 2015/2016, 44,3% eram associações de pais, seguindo-se as autarquias (30,9%) e as IPSS (15,7%).

Nesse ano, 88% dos alunos do 1.º ciclo estavam inscritos nas AEC. Das 3549 escolas com 1.º ciclo existentes em Portugal Continental, só em nove não existiam estas actividades. Na maior parte das escolas, adianta a DGEEC, os domínios mais representados são os que dizem respeito a actividades desportivas e artísticas, presentes, respectivamente, em 96,3% e 94,4% das escolas. Em terceiro lugar surge o ensino de Inglês ou de outra língua estrangeira (86%).

 

 

 

Pais vão poder optar entre as Actividades de Enriquecimento Curricular ou as ATL

Janeiro 20, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 17 de Janeiro de 2012.

Por Lusa

Os pais vão poder escolher se os filhos frequentam Actividades de Tempos Livres (ATL) ou Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), segundo um protocolo a celebrar hoje entre o Governo e instituições de solidariedade.

Esta é uma das novidades dos protocolos de cooperação entre o Governo, a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), a União das Misericórdias Portuguesas e a União das Mutualidades Portuguesas que serão assinados hoje à tarde numa cerimónia onde estará presente o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e o ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares.

Entre as “medidas francamente positivas” dos protocolos, o presidente da CNIS, Lino Maia, sublinhou “o direito de escolha para os pais de poderem pôr os filhos a frequentar um ATL”.

Segundo aquele responsável, esta possibilidade pode fazer com que algumas escolas deixem de ter AEC: “Havia autarquias que estavam com dificuldades nas transferências financeiras e desta forma poderá resolver-se o problema”.

Lino Maia lembra que “a tendência para optar pelos ATL já vinha acontecendo” e que passar a contemplar o direito de escolha faz mais sentido, uma vez que existe “na comunidade quem preste um serviço mais barato”.

A polémica em tornos das AEC começou no início do ano letivo quando as associações de pais alertaram para os perigos de os cortes orçamentais ditarem o fim da escola a tempo inteiro, isto depois de uma autarquia (Lamego) ter avisado que não tinha capacidade financeira para continuar com o projecto e por isso iria devolver essa responsabilidade ao Ministério da Educação e Ciência (MEC).

O MEC sempre garantiu que as Actividades de Enriquecimento Curricular iriam continuar a existir apesar de, em Novembro, ter admitido que o modelo em vigor poderia vir a ser alterado.

Criadas em 2006, as AEC permitiram dar gratuitamente a todos os alunos do 1º ciclo um conjunto de aprendizagens enriquecedoras do currículo e, ao mesmo tempo, alargar o horário escolar até as 17h30.

 


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