Acidentes roubaram a vida a 80 menores

Junho 8, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 23 de maio de 2017.

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Ação de sensibilização sobre Prevenção de Acidentes nos Primeiros Anos de Vida (0 aos 6 anos)

Junho 17, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Sessões de Educação Parental sobre Prevenção de Acidentes

Abril 3, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Acidentes infantis diminuíram nos últimos 20 anos

Julho 20, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 11 de Julho de 2012.

A diminuição significativa do número de acidentes com crianças e jovens em Portugal nos últimos 20 anos é positiva, mas não é sinónimo de trabalho concluído, segundo a presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil.

Os acidentes de segurança ainda são “a maior causa de morte, de idas às urgências, de internamento, de anos de vida potencial perdida”, explicou Sandra Nascimento à margem da Conferência “Segurança na Água – o que mudou em 20 anos”, realizada esta quarta-feira, em Faro.

Os dados nacionais registam 551 mortes de crianças e jovens, em 1994, e 90 mortes, em 2010.

Perante a crise económica nacional, a presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) argumenta que o investimento em projetos que promovam a segurança infantil e juvenil “são investimentos que têm retorno em poupança no Serviço Nacional de Saúde, na área da reabilitação”, entre outras.

“É sempre um investimento que vai ter uma poupança direta, e espero que os acidentes não sejam colocados em segundo plano”, acrescentou, admitindo que venha a ser necessário estabelecer prioridades de intervenção.

A segurança na água é um dos setores em que Portugal ficou pior classificado nos relatórios internacionais a que a APSI tem acesso, e a associação reforça o pedido persistente ao Governo para criar legislação específica para a segurança nas piscinas.

Sandra Nascimento destacou o plano de segurança infantil, que está em fase de discussão na Direção Geral de Saúde e que poderá incluir, nos currículos de ensino básico e secundário, a formação em primeiros socorros, educação para a segurança e aulas de natação.

A presidente da APSI defende que a prevenção não pode ser apenas colocada na mão dos pais e educadores, e que as estruturas que recebem crianças têm de estar preparadas. “É importante perceber que os pais têm responsabilidade mas são falíveis e que há determinado tipo de risco que não é expectável que um pai consiga avaliar”, acrescentou, dando como exemplo o risco de estrangulamento em parques infantis.

No que respeita à segurança na água, Sandra Nascimento diz que o maior risco para as crianças pequenas surge “quando elas têm acesso direto e não acompanhado a uma piscina ou poço, que está em casa ou nas redondezas”.

 

 


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