Infografia Dia da Criança 1 de junho – INE

Julho 3, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descarregar o PDF da infografia no link:

https://www.ine.pt/xurl/doc/294859809

 

 

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Brasil tem 2,5 milhões de crianças e jovens fora da escola

Maio 10, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Noticia do site http://24.sapo.pt/ de 5 de abril de 2017.

O Brasil tem 2,5 milhões de crianças e jovens entre 4 e 17 anos fora da escola, indicou hoje um levantamento feito pela ONG Todos Pela Educação, que compilou dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de atendimento de crianças e jovens nas escolas brasileiras aumentou 4,7 pontos percentuais entre os anos de 2005 e 2015, atingindo 94,2% da população, mas foi considerada insuficiente pela ONG que projetava um atendimento de 96,3%.

O estudo determinou que o crescimento na taxa de atendimento das escolas foi puxado, especialmente, por um aumento na percentagem de crianças com idade entre 4 e 5 anos matriculadas, que passou de 72,5% para 90,5% no período de referência do estudo.

Já a taxa de atendimento dos brasileiros com idade entre 6 e 14 anos ficou em 98,5% em 2015, resultado que indica um crescimento de apenas 1,8 pontos percentuais na comparação com o número registado em 2005. “Embora [a educação] seja tida como universalizada no Brasil, ainda temos 430 mil crianças e jovens dessa faixa etária fora da escola”, observou-se no levantamento.

Outro alerta sublinhado pela Todos Pela Educação diz respeito ao crescimento muito tímido da percentagem de atendimento de alunos brasileiros com idade entre 15 e 17 anos, que passou de 78,8% em 2005, para 82,6%, em 2015.

“Isso significa que 1.543.713 jovens deveriam estar matriculados, mas não estão. Além disso, embora a percentagem dos que não estudam nem trabalham tenha diminuído entre 2005 e 2015 (de 11,1% para 10,7%), em números absolutos o valor ainda é alto: 974.224, em 2015, face a 1.126.190, em 2005″, diz o relatório.

Priscila Cruz, presidente executiva da Todos Pela Educação, avaliou que o avanço nas percentagens de alunos matriculados no Brasil precisa ser visto com cautela.

“Mesmo com percentuais de atendimento a aumentar, isso não tem significado uma redução na mesma proporção do número absoluto das crianças e jovens fora da escola, uma vez que a população em idade escolar no Brasil está diminuindo como decorrência da mudança do perfil etário”, explicou.

Outro problema referido diz respeito à percentagem dos jovens que conseguem concluir os estudos na idade correta.

A taxa de conclusão escolar com idade certa dos alunos com até 16 anos alcançou 76% em 2015. Já entre os jovens com até aos 19 anos chegou somente a 58,5%.

“Nesse mesmo período, a taxa de jovens que não estudam nem trabalham aumentou até à faixa dos 16 anos (de 19% para 22,2%) e também entre os que não concluíram a escola até aos 19 anos (24,5% para 35,5%)”, frisou-se no levantamento.

A organização também verificou que, de 2005 até 2015, a expansão do acesso escolar na faixa de 4 a 17 anos aconteceu principalmente entre a população parda e negra, de rendimento mais baixo e que mora no campo.

Apesar do avanço dos indicadores entre a população brasileira mais vulnerável, a qualidade do ensino oferecido ainda é avaliada no estudo como pior para os alunos que mais precisam.

“Só alcançaremos um patamar de sociedade mais justa, mais segura e mais desenvolvida com educação de qualidade para todos”, concluiu a presidente executiva da Todos Pela Educação, Priscila Cruz, referindo que esta área deve ser o “pilar central do desenvolvimento do país”.

 mais informações na notícia:

Brasil ainda tem 2,5 milhões de crianças e jovens fora da escola, a maioria entre 15 e 17 anos

 

 

 

Campanha Mundial pela Educação recorda que há 263 milhões de menores sem ir à escola

Abril 30, 2017 às 5:33 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site http://www.educare.pt/ de 24 de abril de 2017.

A Campanha Mundial pela Educação, que se realiza ao longo desta semana, recorda que ainda há 263 milhões de crianças e jovens sem acesso à educação, às quais se somam 758 milhões de adultos analfabetos, dois terços dos quais mulheres.

A partir de hoje vão decorrer, em pelo menos 30 cidades espanholas, iniciativas para reivindicar o direito à escolarização em todo o mundo, bem como o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, fixados numa cimeira da ONU.

Em 2015, 196 Estados firmaram os 17 objetivos desse plano de ação mundial que deve ser alcançado em 2030, com o qual se pretende “garantir uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem durante toda a vida para todos”. A Campanha Mundial pela Educação, na qual participam 124 países, mobiliza-se para exigir aos governos que tomem as medidas necessárias para cumpri-lo.

mais informações no link:

http://www.cme-espana.org/

 

“Geração em risco”: 380 mil crianças sírias na Turquia sem acesso à educação

Janeiro 31, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jornaleconomico.sapo.pt/ de 19 de janeiro de 2017.

jornal-economico

Milhares de refugiados sírios fixam-se na Turquia. Entre as crianças 40% não têm acesso à educação.

Cerca de 380 mil crianças sírias em idade escolar não frequentam a escola na Turquia, de acordo com informações avançadas pela UNICEF hoje, citada pela Aljazeera.

A UNICEF diz que cresce o risco de se tornarem uma “geração perdida”. Mais de 40% das crianças sírias na Turquia não têm acesso à educação, aponta a organização.

“A menos que mais recursos sejam fornecidos, ainda existe um risco muito real de uma” geração perdida “de crianças sírias, privadas das habilidades que um dia necessitarão para reconstruir o país”, disse Justin Forsyth, diretor executivo da UNICEF, após uma visita ao sul da Turquia. 

Ancara diz, no entanto, que cerca de meio milhão de crianças sírias estão matriculadas nas escolas turcas.

mais informações na notícia da UNICEF:

– Mais de 40 por cento das crianças sírias refugiadas na Turquia estão sem acesso à educação, apesar do enorme aumento das taxas de matrícula

 

Afeganistão: rapariga finge ser rapaz para poder ir à escola

Agosto 30, 2016 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://sol.sapo.pt/ de 24 de agosto de 2016.

Shutterstock

Zahra passou seis anos a fazer de menino para poder estudar numa escola no tempo dos talibãs 

Quando os fundamentalistas islâmicos tomaram Cabul, derrotando o regime pró-soviético que dominou por alguns anos o Afeganistão, às mulheres foram retirados grande parte dos direitos que vigoravam desde os anos 70, durante a monarquia. A guerra entre fundamentalistas que se seguiu levou ao poder os talibã (literalmente, “os estudantes de teologia” em pastum), apoiados pelo Paquistão. Foi então totalmente interdito que as mulheres fossem à escola. Mas a família de Zahra não se conformou com a proibição. E o tio, também estudante, teve uma ideia: porque não vestir a menina de cinco anos como um rapaz, para ela poder ir à escola? Tratou de convencer a avó e a mãe. Inicialmente, a mãe não estava muito inclinada a aceitar – “Deus fez dela uma menina” –, mas depois aceitou. 

“Mudei a minha roupa e tive de aprender a ser menino. O meu tio ensinou-me a jogar futebol, a ir para as montanhas, a fazer as coisas que os rapazes fazem. E passei a chamar-me Mohammed”, contou Zahra ao programa de rádio “Outlook”, da BBC. Teve de cortar também o cabelo, mas ninguém suspeitou de que não era um rapaz, porque a escola ficava a cerca de uma hora e meia de caminho e, nessa zona, ninguém conhecia a família dela. Mas passou seis anos com medo de ser descoberta e das consequências que isso acarretaria para ela e a família. Quando tinha 11 anos, o regime dos talibãs caiu e pôde voltar a estudar como menina. As escolas, no entanto, passaram a ser separadas entre rapazes e raparigas. Mas ela não ligava. “Eu dizia que estava feliz porque podia ler, escrever, tive educação no tempo certo. Estava orgulhosa porque tinha voz”, conta. 

Mas tinha saudades dos dias em que era Mohammed. Como Zahra não tinha todos os direitos, não podia rir alto. “Sinto saudade dos direitos que tinha como Mohammed”, afirma.

Tirou o curso de Direito e hoje, aos 23 anos, é jornalista e sustenta toda a família.

 

 

 

UNESCO defende redução de custo de manuais escolares

Fevereiro 10, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site http://www.dnoticias.pt/ de 19 de janeiro de 2016.

descarregar o documento “Every Child Should Have a Textbook” citado na notícia no link:

http://en.unesco.org/gem-report/every-child-should-have-textbook#sthash.bIfMj7KM.dpbs

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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) defendeu hoje a redução do custo dos manuais escolares para permitir que mais alunos de todo o mundo possam aceder aos livros.

Num relatório intitulado “Every Child Should Have a Textbook” (“Cada criança deve ter um manual escolar”, da autoria do Global Education Monitoring Report (Relatório Mundial de Monitorização da Educação), defende-se que centralizar ao nível nacional o mercado dos livros poderia reduzir em 2,7 euros o preço de cada manual e permitir uma poupança mais de 900 milhões de euros por ano na aquisição de material escolar só na África subsariana.

Um melhor modelo financeiro poderia ajudar a triplicar o número de livros disponíveis para crianças em todo o mundo, contribuindo para a melhoria dos resultados escolares – sobretudo nos países pobres — e podendo aumentar os níveis de literacia entre 05 e 20 por cento.

Um inquérito realizado em escolas primárias de 11 países em desenvolvimento (Argentina, Brasil , Chile , Índia, Malásia , Paraguai, Peru, Filipinas , Sri Lanka , Tunísia e Uruguai) mostrou que, em média, até 20% dos alunos do quarto ano não têm manuais ou devem partilhá-los. Nos Camarões, há apenas um livro de leitura para cada 12 alunos e um de matemática para cada 14 alunos no segundo ano de escolaridade.

O instituto de estatísticas da UNESCO (UIS) concluiu ainda que os governos não estão a investir o suficiente nos manuais, revelando que em 2012, 36 países gastaram menos de 02% do seu orçamento para a educação primária nos materiais escolares, o que, no entender da UNESCO, cria novas barreiras à aprendizagem para os mais pobres.

Por isso, o documento recomenda que, pelo menos, 03 a 05% do orçamento destinado ao ensino básico seja gasto nos manuais, aumentando esse valor para 06 a 08% quando se trata do ensino secundário.

O relatório recomenda que o próximo Global Book Fund, proposto por vários países doadores, aumente os recursos para os manuais escolares e recorra a doações do setor privado, argumentando que isso poderia aumentar o financiamento dos livros na África subsaariana de 549 milhões de dólares para 785 milhões, o que poderia triplicar o número de manuais disponíveis na região.

 

 

 

 

124 milhões de crianças e adolescente no mundo não têm acesso à escola

Julho 18, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Cerca de 124 milhões de crianças e adolescente a nível mundial não têm acesso à escola, quando a ajuda internacional à educação continua abaixo dos níveis de 2010, denunciou a UNESCO num relatório hoje divulgado.

De acordo com o Relatório de Observação Global da Educação para Todos, uma publicação independente autorizada pela UNESCO, o número de crianças e adolescentes que nunca entraram numa sala de aula “aumentou para níveis preocupantes” nos últimos anos.

Dos cerca de 24 milhões de crianças nesta condição, as mais desfavorecidas são raparigas, sendo que, só no sudoeste asiático, 80% dos menores suscetíveis de continuarem fora da escola são do sexo feminino, em comparação com 16% dos rapazes, refere o estudo.

Face aos resultados do estudo, a diretora geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Irina Bokova, apelou aos países para que “assumam compromissos sérios” no sentido de aumentar a ajuda à educação.

A responsável da agência da ONU considerou que caso a ambiciosa meta traçada pela comunidade internacional, de garantir o acesso livre e equitativo da qualidade de educação por 12 anos, não seja cumprida, a iniciativa poderá “permanecer indescritível para milhões de crianças e jovens” afetados.

Também o diretor do Relatório de Observação Global, Aaron Benavot, considerou que “a menos que os doadores levem a sério a questão do financiamento, as metas e as promessas de progresso não são suscetíveis de serem cumpridas”.

Aaron Benavot destacou que, apesar de ter havido um aumento de 6% na ajuda à educação, os níveis de investimento são 4% mais baixo hoje do que em 2010 e há risco de estagnação nos próximos anos.

A UNESCO estima que são necessários 35 mil milhões de euros para garantir a educação gratuita para todos em países em subdesenvolvimento e assinala que, para colmatar o défice, os doadores devem aumentar seis vezes a sua ajuda para o setor.

 

Lusa/SOL

Situação das Crianças em Moçambique 2014 – Relatório da Unicef

Março 30, 2015 às 3:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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2014

descarregar o relatório no link:

http://sitan.unicef.org.mz/

 

Mais de 120 milhões de crianças e adolescentes não frequentam a escola – UNICEF

Janeiro 28, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 28 de janeiro de 2015.

O relatório citado na notícia pode ser acedido no link:

http://www.unicef.pt/todasascriancas/

fixing

A nível mundial, 121 milhões de crianças e adolescentes não frequentam a escola, conclui o relatório “Fixing the Broken Promise of Education for All” (“Corrigindo a Promessa Quebrada da Educação para Todos”), recém-lançado pela UNICEF.

O estudo surge no âmbito da Iniciativa Global sobre Crianças Fora da Escola, um projeto lançado em 2010 pela UNICEF e pelo Instituto de Estatística da UNESCO (UIS) para auxiliar os participantes no desenvolvimento de estratégias baseadas em dados empíricos para reduzir o número de crianças e adolescentes fora da escola.

De acordo com o documento, apesar dos progressos registados na inscrição de crianças no ensino básico, a nível mundial há 58 milhões de crianças entre os 6 e os 11 anos que não frequentam a escola e, se a tendência atual continuar, duas em cada cinco — 15 milhões de raparigas e 10 milhões de rapazes — dificilmente entrarão, algum dia, numa sala de aula.

Destas crianças, 23% já frequentou a escola mas abandonou-a, 34% poderá vir a entrar na escola futuramente e 43% provavelmente nunca terá essa experiência.

Por seu turno, no ciclo de ensino seguinte, entre os 12 e os 14 anos, há 63 milhões de adolescentes fora da escola — mais 5 milhões do que no ensino básico, apesar de as crianças em idade para frequentar o ensino básico (650 milhões) serem quase duas vezes mais do que as que estão em idade de frequentar o ciclo de ensino seguinte (374 milhões).

Além disso, e embora o acesso à educação tenha aumentado consideravelmente no início do milénio, esse progresso estagnou em 2007, com a não frequência da escola a rondar os 9% no ensino básico (6-11 anos) e os 18% no ciclo de ensino seguinte (12-14 anos).

De acordo com o relatório, as regiões com maior percentagem de crianças e adolescentes fora da escola são a África Ocidental e Central (27% de crianças e 40% de adolescentes, respetivamente), a África Oriental e do Sul (15% e 27%) e o Sul da Ásia (6% e 26%).

As razões para a ausência da escola são variadas, complexas e estão muitas vezes interligadas, com o documento a identificar cinco grandes obstáculos à educação para todos: situações de conflito, discriminação de género, trabalho infantil, dificuldades linguísticas e deficiência, sendo que qualquer deles se torna mais difícil de superar quando associado à pobreza.

Um exemplo característico é o da criança que tem de trabalhar para ganhar dinheiro para a casa, contrariando a esperança da própria família de lhe proporcionar educação, pois esta, geralmente, custa dinheiro que a família não possui.

No relatório é destacado que remover os custos diretos e indiretos associados à educação é a forma mais eficaz de combater o trabalho infantil e que atrair crianças nessa situação para a sala de aula e mantê-las lá exige ambientes de aprendizagem melhorados e sistemas educativos mais flexíveis e reativos.

Outro aspeto sublinhado é o facto de as crianças de países afetados por conflitos representarem 20% do total de crianças em idade escolar e, simultaneamente, 50% do total mundial de crianças fora da escola.

Como sublinha o relatório, o otimismo do «construamos escolas que os alunos virão» não dará educação aos 121 milhões de crianças e adolescentes que estão fora da escola em todo o mundo, sendo imprescindível que os responsáveis políticos invistam mais recursos para acabar com as barreiras específicas que as impedem de ir e à escola e de lá permanecer até à conclusão dos estudos.

Nesse sentido, a maioria dos países precisa de um quadro de políticas públicas que combine três prioridades – investimento para fortalecer e alargar o sistema educativo, foco claro na inclusão e na qualidade da educação, e intervenções específicas para as crianças mais difíceis de alcançar, conclui a UNICEF.

Lusa

 

 

 

25 das viagens mais perigosas para escola do mundo

Setembro 26, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.boredpanda.com de 2 de setembro de 2014.

by Julija K

To the delight (or dismay) of millions, the school season is beginning in many countries throughout the world. But it’s important not to forget that, in some parts of the world, school can be a hard-won luxury. Many children throughout the world have to take the most incredible and unimaginable routes in order to receive the education that some of us may take for granted. This list we collected will show you just how determined some children can be when it comes to getting an education.

According to UNESCO, progress in connecting children to schools has slowed down over the past five years. Areas that lack suitable school routes can often flood, making it even harder for kids to commute. Dangerous paths are one of the main reasons why many children decide to quit school.

The solution might seem easy: build roads and bridges, buy buses and hire a driver. However, the lack of funds and recurring natural disasters in many countries make it difficult to provide children with the solutions they so desperately need.

(h/t: amusingplanet)

5 Hour Journey Into The Mountains On A 1ft Wide Path To Probably The Most Remote School In The World, Gulu, China

5 Hour Journey Into The Mountains On A 1ft Wide Path To Probably The Most Remote School In The World, Gulu, China Sipa Press

Pupils Crossing A Damaged Suspension Bridge, Lebak, Indonesia

Pupils Crossing A Damaged Suspension Bridge, Lebak, Indonesia Reuters

Kids Flying 800m On A Steel Cable 400m Above The Rio Negro River, Colombia

Kids Flying 800m On A Steel Cable 400m Above The Rio Negro River, Colombia Christoph Otto

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