Re-Flectere: Apresentação Livro + Exposição Fotográfica – 21 novembro em Lisboa

Novembro 19, 2017 às 6:04 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/events/1898460690416052/

 

 

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Dia Europeu para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual – vídeo

Novembro 18, 2017 às 5:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Dia Europeu para a Protecção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual: 18 de novembro

Novembro 18, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens

Dia Europeu para a Protecção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual: 18 de novembro

O reconhecimento de que a violência sexual contra crianças é uma realidade que persiste, em muitas situações, invisível e silenciada, que afeta milhões de crianças em todo o mundo e não conhece fronteiras geográficas, culturais ou sociais, conduziu o Conselho da Europa a instituir o dia 18 de Novembro como o Dia Europeu para a Protecção das Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual, assumindo com esta iniciativa os seguintes objectivos:

  • Aumentar a consciência pública acerca da exploração e abuso sexual de crianças e da necessidade de impedir tais atos;
  • Facilitar a discussão aberta sobre a proteção das crianças contra a exploração e abuso sexual e ajudar a prevenir e a eliminar a estigmatização das vítimas;
  • Promover a ratificação e a aplicação da Convenção de Lanzarote – um instrumento único, juridicamente vinculante que obriga os estados Europeus a criminalizar todas as formas de abuso sexual de crianças e que aponta para formas de o combater.

Na edição de 2017, o Conselho da Europa propõe que a celebração do Dia Europeu se centre no tema específico da “Proteção das crianças contra a exploração sexual e abuso sexual facilitado pelas tecnologias de informação e comunicação”, atendendo à muito atual pertinência, vasta e rápida acessibilidade que em muito aumentam a exposição das crianças ao risco de sofrerem este tipo de abusos.

A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens associa-se, com muito empenho, ao esforço de amplificação da mensagem que esta iniciativa corporiza, e encara, com muito gosto, a esperança de melhores presentes e futuros para as crianças, a rápida e sentida adesão à iniciativa por parte de diversas instituições públicas e particulares, nomeadamente por parte das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens e Entidades com competência em matéria de infância e juventude.

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Brincar a dobrar – uma estória de planar – Todos os domingos de novembro no Museu Berardo

Novembro 17, 2017 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://pt.museuberardo.pt/educacao/atividades/brincar-dobrar-uma-estoria-de-planar-todos-os-domingos-de-novembro-15h00

Por que as crianças da Dinamarca são mais felizes?

Novembro 17, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Livros | Deixe um comentário
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Notícia do http://revistacrescer.globo.com/ de 6 de novembro de 2017.

Por Juliana Malacarne

No recém-lançado Crianças Dinamarquesas, autoras mostram que a maneira como elas são criadas talvez esteja por trás dos altos índices de felicidade do país nórdico. Veja como colocar tais descobertas em prática na sua casa também.

Abrir a janela de casa e encontrar a rua coberta de neve é uma visão comum para os dinamarqueses. Na maioria das cidades do país, que fica no norte da Europa em uma região conhecida como Escandinávia, as temperaturas ficam abaixo de zero no inverno. O clima pouco convidativo e a baixa incidência de luz solar, porém, não abatem o espírito do povo dinamarquês. Desde que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD, na sigla em inglês) criou uma lista para eleger o país mais feliz do mundo, em 1973, a Dinamarca esteve em seu topo quase todos os anos. O que poderia explicar esse resultado? A terapeuta dinamarquesa Iben Sandhal e a psicóloga norte-americana Jessica Alexander apostam que a resposta está na maneira como as crianças dali são educadas.

Com base em pesquisas e observações cotidianas (Iben mora em Copenhague e Jessica é casada com um dinamarquês), as duas escreveram o livro Crianças DinamarquesasO que as Pessoas Mais Felizes do Mundo Sabem Sobre Criar Filhos Confiantes e Capazes (Ed. Fontanar, R$ 34,90). O livro descreve as atitudes de pais e mães daquele gelado país que geram resultados positivos sobre as crianças. E, o que é melhor, como aplicá-las em qualquer lugar do mundo. Em entrevista exclusiva à CRESCER, as autoras ressaltam a importância de elogiar os esforços dos pequenos, sem exagero, e sobre por que ensiná-los a ter empatia desde cedo, entre outras dicas. A seguir, destacamos alguns pontos da conversa.

Elas aprendem a ter empatia

A hora da brincadeira é uma ótima oportunidade também para transmitir lições de empatia, um dos pilares da educação dinamarquesa, de acordo com Iben e Jessica. É comum que surjam conflitos na convivência entre crianças pequenas. Mesmo assim, por aqui, quando o filho se queixa do comportamento de um dos colegas, a primeira reação dos pais é tirar satisfação, seja com a escola, seja com os pais do “briguento”, não? Outros acreditam que é “coisa de criança” e falam para o filho deixar para lá. Na Dinamarca, entretanto, as famílias preferem fazer com que as crianças entendam (ou ao menos tentem entender) as emoções do outro. Sendo assim, dizer: “Ele parece irritado, você sabe o que aconteceu?”, traz resultados melhores do que “Ele está com raiva de quê? Que ridículo!”. “Nem sempre as reações e emoções das crianças fazem sentido para os adultos, mas mostrando que as reconhece, você evita julgamentos e ensina seu filho a lidar melhor mesmo com os sentimento considerados ‘inapropriados’”, diz Jessica.

Elas recebem elogios “reais”

Isso não significa, porém, exagerar na positividade e aplaudir cada conta de adição que seu filho resolve corretamente como se estivesse em frente ao trabalho de um novo Einstein. “Se as crianças são constantemente elogiadas por serem naturalmente talentosas ou dotadas, passam a crer que sua inteligência é fixa e nada pode ser feito para modificá-la”, explica Iben.
Para evitar esse tipo de pensamento, o segredo é valorizar o esforço e não o resultado. Se você disser que um desenho que seu filho terminou rapidamente está incrível (mesmo que note que ele não tenha se concentrado nos detalhes), o elogio não trará nenhum benefício para a percepção que ele tem de seu próprio esforço. Uma saída melhor é perguntar sobre o desenho, ou seja, o que ele estava pensando ou sentindo quando decidiu fazê-lo. Diga: “Adorei como você manteve a concentração e o foco para deixar o desenho lindo”, em vez de “Uau, como você desenha bem!”.

Elas podem brincar livremente

No país onde foi criado um dos brinquedos mais populares da história, o Lego, as crianças não precisam ir à escola antes dos 6 anos, o que mostra o quanto o tempo “gasto” com atividades não estruturadas é reconhecido. Um dos principais desafios de Jessica, acostumada às agendas atribuladas das crianças norte-americanas, foi adotar essa mudança na rotina com os filhos Sophia, 7, e Sebastian, 4. “Me considerava uma mãe preguiçosa por não estar levando as crianças para 1 milhão de cursos ou atividades onde estavam ‘aprendendo’”, afirma. “Mas agora não me sinto mais assim e isso fez muita diferença no meu dia a dia. Não só meus filhos estão mais felizes com a liberdade de poder escolher as brincadeiras como também estou mais contente porque é muito menos estressante.”

Um estudo realizado com crianças em idade pré-escolar em Massachussets (EUA), citado pelas autoras no livro, mostrou que existe uma correlação positiva entre a quantidade de brincadeiras que as crianças participam e sua habilidade de resolver problemas. Por isso, a dica delas é levar os filhos para ambientes abertos, que eles possam explorar livremente, como praias e parques. Outra recomendação nesse sentido é estimular o encontro com crianças de diferentes idades para que umas possam aprender com as outras – e deixar para fazer intervenções somente quando necessário. “Outro dia, meu filho estava correndo a toda velocidade por uma rampa, fiquei me encolhendo de tensão e comecei a gritar para ele parar”, conta Jessica. “Mas meu marido pegou em meu braço e disse: ‘Crianças têm que correr. Se ele cair, caiu, mas crianças têm que correr’. No fim, Sebastian não caiu e ficou exultante consigo mesmo. Temos de confiar nas crianças para que elas aprendam a confiar em si próprias.”

Elas têm tempo de qualidade com a família

Os dinamarqueses têm uma palavra específica no dicionário para definir os momentos aconchegantes compartilhados em família: hygge (pronuncia-se ruga). Nesse período, existem regras bem interessantes, como desligar celulares e tablets, não reclamar à toa, evitar assuntos polêmicos e pensar em jogos em que todos os presentes possam participar independentemente da idade.

Segundo Iben, o hygge é uma escolha consciente que você faz para ter a sensação de estar conectado, de fato, com seus filhos. “Durante muitos anos, tive a oportunidade de pegar minhas filhas na saída da escola. Chegávamos em casa e sentávamos à mesa, comendo lanchinhos e conversando sobre o dia delas. Se fosse inverno, acendia velas e, às vezes, fazia chocolate quente ou chá. Depois disso, lia um conto, até que elas ficassem ‘cheias’ da minha atenção e fossem brincar por conta própria. Aquilo era muito ‘hyggeano!’”, conta a dinamarquesa.

A magia do hygge, uma das tradições mais importantes da cultura dinamarquesa, é que ele não precisa de espaço nem de alguma ocasião específica – e assim como as demais percepções das autoras, pode ser implementado por aqui também. Ainda que dar uma pausa na rotina acelerada para se entregar plenamente aos momentos com aqueles que mais ama não seja tão simples quanto pareça, o povo mais feliz do mundo garante: vale a pena.

Elas não são rotuladas

Um dos principais pontos positivos na maneira dinamarquesa de ver o mundo, de acordo com as autoras, é a importância que dão à linguagem. “As palavras têm poder e, por isso, adoto uma perspectiva otimista/realista sempre”, diz Iben, que é mãe de duas meninas, Ida, 16, e Julie, 14. “Não é ignorar as coisas ruins, e sim reconhecer que o mundo possui várias nuances de cinza além do preto e branco.”

Por exemplo, se depois de tirar uma nota baixa em geografia a criança diz que é péssima na matéria, lembre-a de uma tarefa específica que tenha gostado de fazer, como pintar um mapa, ou algum conteúdo em que tenha ficado interessada. Não negue que ela foi mal na prova nem diga que está tudo bem, mas ressalte que há coisas que podem ser feitas para melhorar o desempenho nas próximas avaliações, como estudar por mais tempo ou focar em exercícios práticos. Além disso, esteja sempre atento para evitar o uso de palavras limitadoras, como “meu filho odeia isso” ou “ele é assim”, pois esse tipo de postura não deixa espaço para a possibilidade de mudança.

 

 

Conferência “Educação Artística: uma prioridade” – 22 de Novembro em Lisboa

Novembro 17, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/events/1377844475678204/

Congresso XX ANOS Migração, Cidadania e Direitos Humanos, com a presença de Dulce Rocha do IAC, 27/28 novembro em Lisboa

Novembro 17, 2017 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Participação da Drª Dulce Rocha, Presidente do Instituto de Apoio à Criança, com um comentário ao filme “A Boa Mentira”  

Entrada livre sujeita à lotação do auditório

Inscrições até 23 de novembro em http://bit.ly/2gIM64I ou para congresso20anos@fd.unl.pt

Programa

Cartaz

http://www.fd.unl.pt/

 

2º Aniversário da Rádio Miúdos – – 20 Prémios para oferecer

Novembro 17, 2017 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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No mês em que celebra o seu 2º Aniversário, a Rádio Miúdos vai oferecer prémios todas as semanas!

O dia 20 de Novembro é o dia do Aniversário, por isso, vamos oferecer 20 prémios!

Para ganhar, basta seguir as emissões em direto, das 15h às 18h, de segunda a sexta, e seguir as instruções!

Na primeira semana, vamos oferecer 5 Discos do Mês de Novembro – “História de Portugal” de Maria de Vasconcelos. Não percam!

 

RÁDIO MIÚDOS COMPLETA 2 ANOS

Dois anos de serviço de rádio em português para miúdos em todo o mundo, através da internet e que chega já a 174 países e territórios, com milhares de cliques diários e um auditório global que participa activamente nasemissões.

Completamos neste 20 de Novembro (que quisemos simbolicamente, coincidisse com a publicação da Carta dos Direitos da Criança), um ciclo de dois anos de emissões ininterruptas, com música e programas em português para miúdos de todas as idades e de todas as falas do “português” que, quis o destino, a história nos juntasse pela língua.

Estamos em todo o mundo… Ouvidos do Brasil a Timor, da Cidade do Cabo a Anchorage, da Europa à Ásia,com famílias que nos ouvem enquanto velejam no mar das Caraíbas, ou no sertão brasileiro e que nos contam em directo como são as suas vidas.

É essa a razão que nos move – unir através da rádio, um mundo de falantes de português, para criar um sentimento de auto-estima pela língua e pelas culturas lusófonas.

A Rádio Miúdos é a primeira rádio em português para miúdos e é cada vez mais feita por eles. Vamos inaugurar os novos estúdios, situados na vila do Bombarral. A 75 quilómetros de Lisboa, foi possível construir uma equipa de 24 miúdos, entre os 7 e os 16 anos que desenvolve um trabalho de aprendizagem no meio rádio e realiza e produz uma emissão de 24 horas, com 3 horas diárias de directos.

Para além da emissão de rádio, o nosso trabalho nas escolas tem aberto caminho para a criação de rádios nas escolas e , com oficinas de rádio e emissões ao vivo, como são exemplo o concurso “Põe a tua terra nos píncaros”, para as escolas do centro do país que teve a participação de 80 projectos de 60 escolas. Uma missão que, acreditamos, pode ajudar a combater o insucesso escolar e incentivar a participação activa dos mais pequenos nas coisas do mundo.

Dois anos de um projecto pioneiro que trilhamos com paixão, seguros da ideia que nos move, a de oferecer um serviço de rádio global em português para um público infanto-juvenil, produzido para e por miúdos.

Um bem haja especial à equipa de colaboradores da Rádio Miúdos que continua a aumentar e conta com profissionais em várias áreas, desde a literatura à psicologia, passando pelos contadores de histórias à meditação para miúdos, num universo de temas universais e positivos, que estamos em crer, contribuem para a aprendizagem da cidadania e participação activa na sociedade.

Neste segundo aniversário não queremos deixar de agradecer especialmente a todos os que acreditaram no projecto desde o início, nomeadamente à a Susana Freitas Lopes, em Alesund, Noruega, à Mariana Sanchez em Barcelona e à Margarida Fonseca Santos.

Agradecemos também à Fundação Calouste Gulbenkian e ao IAC-Instituto de Apoio à Criança, na pessoa do Dr. Manuel Coutinho, a todos os colaboradores que todos os dias contribuem com as suas ideias e programas.

Não podemos esquecer os pais, avós, tias e famílias que em Portugal e em todo o universo lusófono nos vão ouvindo participando.

E um obrigado muito especial a eles, os miúdos da equipa da Rádio Miúdos, que todos os dias experimentam “aquela coisa diferente”.

Na Rádio Miúdos acreditamos que quanto mais cedo os miúdos forem chamados a participar, mais probabilidade terão de ser ouvidos e aprender a mudar o rumo deste mundo que não augura muito de bom, mas que ainda vamos a tempo, com eles, de arrepiar caminho e faze-lo mais sustentável.

Apoios/Agradecimentos: Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal Inovação Social, POISE, Portugal 2020, Representação da Comissão Europeia em Portugal, Accenture Portugal, Paixão Seguros, SIC, FGP, Caixa de Crédito Agrícola, Frederico Santos, Câmara Municipal do Bombarral, Rede de Bibliotecas Escolares, Santiago Salazar.

Mais informações:

http://www.radiomiudos.pt/index.php?id=794&cont=1&page=1

Colóquio Literacias na primeira infância – 24 e 25 novembro na Biblioteca Municipal José Saramago (BMJS), em Loures

Novembro 16, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.cm-loures.pt/Conteudo.aspx?DisplayId=3638

I Fórum dos Direitos das Crianças e Jovens de Cascais – 20 de novembro na Casa das Histórias Paula Rego em Cascais

Novembro 16, 2017 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Integrado na Semana da Educação Cascais 2018, o 1º Fórum dos Direitos das Crianças e Jovens de Cascais visa assinalar os 28 anos da Convenção dos Direitos da Criança e apresentar publicamente o Plano de Ação Local de Cascais – Cidades Amigas das Crianças.

Inscreva-se e participe! 

Lotação limitada à capacidade da sala.

Inscrições gratuitas até dia 19.11.2017.

Inscrições:

http://www.cm-cascais.pt/formulario/i-forum-dos-direitos-das-criancas-e-jovens-de-cascais

 

 

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