Técnicas do IAC trabalham nas ruas de dia e de noite

Janeiro 16, 2020 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) nasceu em 1983 com o objetivo de tirar jovens da rua. A realidade que existia, sobretudo nas ruas de Lisboa nessa altura, era muito triste. Eram inúmeras as crianças que viviam nas ruas e se dedicavam à prostituição, arrumo de carros ou roubos. Foi aí que surgiu a necessidade de criar o «Projeto Rua» em 1989.

Este projeto começou por intervir junto das crianças que vagueavam nas ruas de Lisboa, dormindo em grelhas de metro e sem qualquer apoio de instituições sociais. Foi um verdadeiro sucesso, tendo conseguido tirar mais de 600 crianças da rua e fazer com que voltassem às casas ou instituições de onde tinham fugido.

Visualizar esta reportagem do “Você na TV” da TVI de 15 de janeiro de 2020 no link:

https://tvi.iol.pt/vocenatv/dicas-curiosidades/jovens/ajuda/instituto-de-apoio-a-crianca-tira-criancas-da-rua

Migrantes e refugiados apelam à denúncia de casos de bullying

Janeiro 10, 2020 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 30 de dezembro de 2019.

Unicef enfatiza “década mortal” para crianças em zonas de conflito

Janeiro 4, 2020 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 30 de dezembro de 2019.

Total de violações graves nesse período chega a 170 mil; quantidade corresponde a 45 violações diárias desde 2010; mundo registra maior número de países em conflitos em três décadas.

As Nações Unidas documentaram 170 mil violações graves ocorridas contra crianças na última década.

A informação é do Fundo da ONU para a Infância, Unicef, em nota destacando que a maioria delas foi vítima de assassinatos, mutilações, sequestros, violência sexual e recrutamento de grupos armados.

Infância

Em nota publicada esta segunda-feira, a agência revela que esse total corresponde a 45 violações diárias cometidas desde 2010.

De acordo com o Unicef, vários milhões de menores perderam a infância e o futuro por causa de conflitos.

No primeiro semestre do ano ocorreram mais de 10 mil violações contra crianças. Os  números reais podem ser muito maiores.

O Unicef menciona que essas situações aconteceram em países como Afeganistão, Mali, Síria e Iêmen onde “os conflitos custam a milhões de crianças sua saúde, educação, futuro e vidas”.

Indignação

A agência observa ainda que em todo o mundo os conflitos “duram mais tempo” causando mais derramamento de sangue e tirando a vida de um maior número de jovens.

A diretora executiva do Unicef, Henrietta Fore, destaca que “os ataques às crianças continuam sem abrandar, enquanto as partes em conflito desrespeitam uma das regras mais básicas da guerra: a proteção das crianças”. A representante afirma que “por cada ato de violência contra crianças que chega aos jornais e gera ondas de indignação, há muitos mais que não são reportados”.

De acordo com a agência, o número de países em conflito é o mais alto em três décadas.

Somente em 2018, a ONU documentou mais de 24 mil violações graves contra crianças, incluindo assassinatos, mutilações, violência sexual, sequestros, negação de acesso humanitário, recrutamento infantil e ataques a escolas e hospitais.

Mutilações

Para o Unicef,  esse número “é duas vezes e meio mais alto que o registrado em 2010, sendo que ao longo deste período o acompanhamento dessas situações foi reforçada. Calcula-se que mais de 12 mil crianças foram mortas ou mutiladas em 2018.

A principal causa de morte em conflitos é o “o uso contínuo e generalizado de ataques aéreos e de armas explosivas. O armamento usado envolve minas terrestres, morteiros, dispositivos explosivos improvisados, mísseis, armas de fragmentação e artilharia.

O apelo a todas as partes envolvidas em conflitos é que cumpram as suas obrigações sob o direito internacional. A agência quer ainda o fim imediato de violações contra crianças e ataques contra infraestruturas civis como escolas, hospitais ou sistemas de água.

O Unicef destaca que os conflitos armados “são arrasadores para todos, mas são particularmente brutais para as crianças”.

mais informações na notícia da Unicef:

2019: Final year of a deadly decade for children

Youtube vai começar a monitorizar vídeos para crianças com menos de oito anos

Janeiro 2, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal Económico de 26 de dezembro de 2019.

João Tereso Casimiro

O Youtube aconselha os pais a reportarem que um vídeo é inapropriado, através das ferramentas no site, para que o vídeo seja analisado e removido.

Depois de ter sido condenado a pagar 170 milhões de euros por não respeitar a lei da privacidade online para as crianças, o Youtube anunciou que vai começar a monitorizar todos os vídeos destinados a crianças com menos de oito anos, segundo a Bloomberg.

Durante o ano de 2019 várias foram as queixas recebidas pela empresa-mãe, a Google, de que a plataforma de vídeos para crianças – Youtube Kids – teria conteúdo inapropriado para crianças, e que esse mesmo conteúdo esteve presente na plataforma durante vários meses sem que nada acontecesse.

As queixas deram origem ao processo que obrigou o Youtube a pagar 170 milhões de euros à Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos.

Entre as soluções em cima da mesa, o Youtube chegou mesmo a considerar criar uma equipa de 40 pessoas para inspecionar os milhares de vídeos individualmente, mas a presidente executiva da empresa, Susan Wojcicki impediu o plano, segundo fontes da Bloomberg.

Uma das medidas mais significativas que foi posta em prática, foi a desativação da secção de comentários em milhões de vídeos, que teve como consequência uma diminuição da percentagem de visualizações (80%), enquanto que os vídeos de fontes fidedignas aumentaram 60%.

Ainda assim o Youtube não anunciou mais medidas, porque consideram que seja impossível monitorizar as dezenas de milhões de vídeos presentes na plataforma. Por hora, são carregadas 500 horas de vídeo para a plataforma, o que torna virtualmente impossível a monitorização individual de cada vídeo.

A solução atual é utilizar o mesmo algoritmo que impede a publicidade de aparecer em vídeos considerados inapropriados, e aplicá-los aos vídeos destinados a crianças. O Youtube aconselha também que, caso os pais reparem que um determinado vídeo é inapropriado, reportem através das ferramentas disponíveis na plataforma, para que o vídeo seja analisado e removido.

Estão abertas as inscrições para o Conselho Nacional de Crianças e Jovens. Candidata-te se tens entre 8 a 17 anos

Dezembro 24, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da CNPDPCJ:

Participa! De 20 de Novembro 2019 a 20 de janeiro de 2020 estão abertas as inscrições para o Conselho Nacional de Crianças e Jovens. Candidata-te se tens entre 8 a 17 anos e queres ter um papel na definição de políticas para Portugal! Link para mais informações: https://www.cnpdpcj.gov.pt/…/conselho-nacional-de-criancas-…

Iniciativa co-financiada pelo PO ISE, no âmbito do Projeto Parentalidade Positiva.

Rita Pereira levou amor, atenção, sorrisos e presentes às crianças do Instituto de Apoio à Criança

Dezembro 24, 2019 às 6:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da Revista Maria de 18 de dezembro de 2019.

Uma tarde diferente. Rita Pereira levou amor, atenção, sorrisos e presentes às crianças do Instituto de Apoio à Criança (IAC). Uma organização Não Governamental criada em 1983 por Manuela Eanes (mulher do antigo Presidente da República, Ramalho Eanes).

«Isto para mim é que é Natal. Em minha casa, o Natal é a união da família, aqui neste caso é a união de todas estas crianças do IAC e dar este amor, partilhar sorrisos e brincadeiras. Isto enche-me muito e faz todo o sentido», começa por dizer a atriz. Rita chegou ao IAC com as duas mãos cheias de presentes que conseguiu com a ajuda da Revista Maria, da Euroimpalabooks, ImpalaStore e Emei Europa, perto das 16.00, de quarta-feira.

De sorriso nos lábios explicou porque escolheu o IAC para dar um Natal mais feliz a algumas crianças.

Entrevista a Dulce Rocha – Presidente do IAC

«O Instituto de Apoio à Criança nasceu em 1983, já tem 36 anos e é uma Organização Não Governamental.  Foi criada pela drª Manuela Eanes. Tem sabido renovar as suas ideologias inovadoras, criou serviços pioneiros, como por exemplo o SOS Criança, que é um serviço telefónico anónimo, em 1988.

Na altura havia muito poucos e agora praticamente toda a Europa tem, os próprios estados já recomendam serviços desse tipo. Logo no ano seguinte foi criado o projeto das Crianças de Rua, que na altura também foi muito inovador.

O IAC soube aproximar-se dessas crianças, essa foi a grande inovação do Projeto Rua. Na altura eu estava no Tribunal de Menores de Lisboa, e apareciam-me lá crianças que viviam na rua, que participavam factos ilícitos, e sabia que iam lá voltar outra vez, mas quando vinham com o animador do IAC, eu sabia que já não iam aparecer porque o Instituto ia fazer um trabalho personalizado.

O IAC foi como o 25 de Abril para as crianças

O Instituto foi como um 25 de abril para as crianças. Por um lado podiam queixar-se, por outro lado sabiam que iam ter um acompanhamento.

Temos um serviço jurídico de acompanhamento importante, porque há muitos assuntos que precisam de um serviço desse nível, de um encaminhamento às vezes que é importante a nível jurídico. Temos um serviço que apoia as crianças nos hospitais, e também apoio psicológico que está muito ligado ao SOS Criança, muito importante nos casos em crianças de abuso sexual.

Temos recebido pedidos da própria polícia judiciária, do departamento de investigarão e ação penal porque a esse nível há um défice muito grande de especializados em que se consiga recuperar a criança. A recuperação psicológica é um dos novos diretos da convenção dos direitos da criança, que já fez 30 anos e temos apostado muito na participação das crianças e dos jovens, criar parcerias em todo o país.»

Entrevista a Matilde Sirgado – Coordenadora Projeto Rua

«Foi realmente um momento muito feliz, que agradecemos desde já a iniciativa. Isto vale a pena e está perfeitamente alinhado com a filosofia do Instituto de Apoio à Criança,nomeadamente com este Projeto Rua que vai de encontro às crianças nos seus bairros, da rua onde eles se encontram.

Levamos afeto, aliamos a técnica à afetividade, levamos a possibilidade de contactar com o mundo real, experiênciar em contacto com visitas socio educativas e atividades lúdicas. Fazemos no percurso escolar, que muitas vezes é adverso, há uma rejeição da escola a estes meninos e o IAC faz aqui um papel de mediador institucional de ligação com as famílias destas crianças para que tenham o direito a sonhar  com uma vida diferente, com sonhos.

Vocês vieram trazer brilho às nossas crianças, esperança e é isto que o IAC verdadeiramente agradece.

 Que crianças são estas?

Temos aqui a nossa intervenção representada nos três níveis. Temos o mais difícil , o mais duro, que são aquelas crianças consideradas invisíveis, que são vítimas a vários níveis do seu contexto familiar e por isso fogem. Estamos a falar de adolescentes que fogem para a rua e encontram uma realidade ainda mais pesada. Normalmente são exploradas por gente sem escrúpulos, por redes de tráfico quer para prática de violência sexual quer para prostituição, outros para pequenos furtos e preparam-nos para o mundo da marginalidade.

IAC fazendo giros diurnos e e noturnos com a unidade móvel lúdico pedagógica consegue ir ao encontro deles no contexto de risco onde estão e consegue resgatá-los desta vida e com eles conseguimos criar e delinear projetos de vida mais saudáveis. Temos alguns que fogem das instituições, o nosso objetivo é trabalhar as competências deles, motivações…

Neste trabalho de prevenção destaco também o nosso trabalho com as famílias, não podemos só trabalhar a criança, tem de haver um «match» muito positivo. E estas famílias são famílias que também sofrem, que foram abandonadas em crianças.

Costumamos dizer que a sociedade está perdida, que é uma geração rasca, nomeadamente estes quase pré marginais e nós provamos o contrário, criamos uma rede a nível nacional (Construir Juntos), para quebrar o isolamento social nesta área e nos jovens e nas crianças que são acompanhadas por estas instituições de norte a sul do país.»

Visualizar o vídeo da reportagem no link:

Rita Pereira realiza sonhos de crianças em tarde inesquecível: «Isto para mim é que é Natal»

“Ouvi crianças com sete e oito anos a dizer que queriam morrer. Nunca pensei que algum dia fosse ouvir tal coisa”

Dezembro 23, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 18 de dezembro de 2019.

No campo de Moria, na ilha de Lesbos, na Grécia, a urgência da saúde mental está a começar a fazer-se notar. Uma pequena reportagem da BBC mostra o trabalho de uma psicóloga italiana dos Médicos Sem Fronteiras e os casos desesperados que ela ouve mas não pode resolver. As condições de vida naquele que é o maior campo de refugiados da Europa pioram todos os dias. Começou o inverno e com ele o frio, a chuva, e milhares de novos habitantes que fizeram a viagem antes que o tempo se torne mesmo, mesmo inclemente

A BBC gravou um vídeo na ilha de Lesbos, na Grécia, onde uma psicóloga se torna protagonista – pelas piores razões. É Angela Modarelli, dos Médicos Sem Fronteiras, que conta para as câmaras o que as crianças que ali vivem lhe contam nas consultas, e é quase impossível imaginarmos tal sofrimento nas nossas crianças, nos filhos dos nossos amigos, nos nossos sobrinhos, nos miúdos que vemos a sair dos portões das nossas escolas.

Moria é o maior campo de refugiados na Europa, ocupam-no principalmente sírios. Foi construído em 2015 e tem capacidade para pouco mais de 2000 pessoas, mas neste momento tem perto de 18 mil. Os últimos três meses foram particularmente difíceis no campo porque o fluxo de migrantes voltou a crescer imenso – as pessoas querem chegar antes que se abata sobre o Mediterrâneo o inverno a sério.

A especialista em problemas psicológicos infanto-juvenis não tem equipa suficiente para a ajudar, tem voluntários e professores que acabam por também contribuir, nomeadamente através de atividades artísticas, para retirar estas crianças, nem que seja por alguns momentos, do mundo onde vivem. Mas alguns caem por entre os buracos largos desta rede de magra ajuda. “Cheguei aqui e comecei a ouvir crianças com sete e oito anos a dizer que queriam morrer. Não pensei que fosse algum dia fosse ouvir tal coisa”, diz na reportagem.

As imagens mostram várias crianças a caminhar pelo campo enlameado, com alguma comida em sacos, sandálias em vez de botas quentes. Vêem-se mulheres com os filhos ao colo e também elas estão praticamente descalças. A certo ponto, os Médicos Sem Fronteiras são chamados à Clínica Pediátrica e Modarelli conta à BBC que o caso mais sério, naquele dia, era o de um adolescente que tinha “começado a magoar-se a si próprio” e que “diz que lhe apetece repetir esse ato porque o faz sentir-se melhor”.

As regras vão apertar para os requerentes de asilo na Grécia. O Governo da Nova Democracia, o partido grego de centro-direita que venceu as eleições este ano, quer deslocar as pessoas dos campos para alojamento temporário em hotéis na parte continental da Grécia e esse processo já está em curso. Até que isso aconteça, e dependendo se mais tarde estas crianças conseguem ter acesso a cuidados de saúde mental ou não, muitos vão continuar a nutrir os seus dramas internos sem ninguém que os ajude a resolvê-los. “As crianças em idade pré-escolar batem com a cabeça na parede consecutivamente ou então arrancam os cabelos, os que têm entre 12 e 17 anos fazem mal a eles mesmos, automutilam-se, e começam a falar do seu desejo de morrer”.

O caminho, explica a psicóloga, é duro mas é o único possível: “Enquanto elas aqui estão tentamos reconstruir as suas memórias de estabilidade e segurança, tentamos fortalecer a parte da sua personalidade que ainda está lá, que ainda subsiste”.

mais informações na notícia da Human Rights Watch:

Greece: Unaccompanied Children at Risk

Bullying e Ciberbullying: Prevenir & Agir (II) – curso online 14 janeiro

Dezembro 16, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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A Direção-Geral da Educação (DGE) promove o curso de formação online “Bullying e Ciberbullying: Prevenir & Agir (II)”, em formato MOOC (Massive Open Online Course), no âmbito do Centro de Sensibilização SeguraNet e da Equipa de Educação para a Saúde.

Este curso está enquadrado nas propostas de formação do plano Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência.

O curso que é ministrado em língua portuguesa e é gratuito. Não é acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, sendo que a sua conclusão permite a obtenção de um Certificado de Conclusão do Curso.

Mais informações no link:

https://lms.nau.edu.pt/courses/course-v1:DGE+SEGBC+II/about?fbclid=IwAR2YkM7s3_Ni7jHjc1nTp3198Zo2bsu9piy4YSN4JREClVgd_Epdzozt3AM

“Nas escolas, a partir das 16:00, devia ser tempo para a criança. As AEC são uma praga”

Dezembro 12, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da TVI de 7 de dezembro de 2019.

A TVI alia-se à Missão Continente num apelo à solidariedade dos portugueses, que vai financiar projetos de prevenção da obesidade infantil. O professor Carlos Neto, investigador da Faculdade de Motricidade Humana, alerta que as crianças estão cada vez menos ativas, o que prejudica o desenvolvimento físico e mental.

Visualizar a notícia no link:

https://tvi24.iol.pt/videos/nas-escolas-a-partir-das-1600-devia-ser-tempo-para-a-crianca-as-aec-sao-uma-praga/5dec01a30cf2a6f042bdd8e2?fbclid=IwAR149y2nlqO1-S6Aj_9aJds4TDqjZYIklQ2MIAtyQjlnQiWND7eC_eZAiSE

Escola sem castigos e muitos elogios no Barreiro

Dezembro 4, 2019 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 25 de novembro de 2019.

Projeto “incríveis” envolve 38 crianças do pré-escolar da Escola Básica Quinta Nova da Telha, em parceria com a da Associação Tempos Brilhantes e a Fundação Calouste Gulbenkian.

Pais, alunos e professores enaltecem vantagens do projeto com o objetivo de desenvolver competências sociais e emocionais e promover e incentivar comportamentos positivos que as crianças têm com os colegas, dentro e fora das salas de aula

Visualizar a reportagem no link:

https://sicnoticias.pt/pais/2019-11-25-Escola-sem-castigos-e-muitos-elogios-no-Barreiro?fbclid=IwAR0BVqt_G-ICzxOcnPLU3ypwm9uhdR4WnlVkcWvcb3V1zTJlKT2EW2qcjTk

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