Campanha do Unicef Portugal combate falta de apoio a recém-nascidos prematuros e famílias

Outubro 19, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia da ONU News de 8 de outubro de 2019.

Iniciativa em Portugal deve ajudar famílias em todo o mundo; todos os anos 2,6 milhões de bebês morrem antes de completarem um mês; cerca de 1 milhão não sobrevivem sequer 24 horas.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lança esta semana uma campanha em Portugal para angariar donativos para a prevenção e acompanhamento de bebês prematuros e das suas famílias.

Os donativos serão usados em programas de sobrevivência infantil em todo o mundo.

Ajudar

Com a hashtag “Ligados à Vida”, o spot de televisão de 30 segundos conta a história de Blessing, uma tanzaniana que nasceu prematura e que a agência ajudou a salvar através de uma unidade de cuidados intensivos neonatais.

A campanha dura de 7 a 27 de outubro na televisão e na internet. Para ajudar e contribuir para esta causa, os portugueses só têm que ligar para o 760 100 215 (chamada de valor acrescentado – €0,60 + IVA) ou visitar o site www.unicef.pt.

Importância

Todos os anos 2,6 milhões de bebês morrem antes de fazerem um mês. Cerca de 1 milhão morre durante as primeiras 24 horas.

Mais de 80% das mortes de recém-nascidos acontecem por complicações durante o parto e infecções como meningite e pneumonia. Segundo a agência da ONU, milhões de vidas poderiam ser salvas se mães e filhos tivessem acesso aos cuidados necessários, a uma boa alimentação e a água potável.

Ação

Com os donativos desta campanha, o Unicef pretende ajudar a prevenir e a reduzir a prematuridade de várias formas.

Devem ser criadas e reforçadas unidades de cuidados intensivos de neonatologia, formadas equipas médicas em situações de emergência e triagem e comprados novos equipamento e medicamentos, incluindo aquecedores eléctricos e máquinas de respiração de oxigénio.

Os donativos angariados com a campanha também devem servir para prestar acompanhamento psicológico às famílias.

http://www.youtube.com/watch?v=oIJYGDo1CBs

Ligados à Vida

Júlio Machado Vaz: Falar de emoções com os pais, respeitar o espaço dos filhos

Setembro 29, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Entrevista de Júlio Machado Vaz ao DN Life de 14 de agosto de 2019.

“Se os filhos não falam connosco na infância não vão começar a fazê-lo na adolescência”, diz o psiquiatra Júlio Machado Vaz. Uma entrevista sobre as palavras que sempre disse aos filhos – e a importância de respeitar o espaço deles -, as conversas que tinha com a mãe – com quem falava de tudo, até de desgostos de amor – e o que só conseguiu dizer ao pai no fim de vida – com quem teve um amor envergonhado mas que se tornou diferente quando nasceram os netos.

Visualizar o vídeo da entrevista no link:

https://life.dn.pt/julio-machado-vaz-falar-emocoes-pais-respeitar-espaco-filhos/?fbclid=IwAR2WHVXtZMZa1ji5NUFsp0KEQCiHaaV5HDVjq2w8qSDy4d6IdNca4aYJz9c

Patrícia Silva foi sinalizada pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) em 2015, frequentou um curso profissional e hoje em dia trabalha

Setembro 26, 2019 às 3:15 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Visualizar o vídeo no link:

https://sic.pt/Programas/julia/videos/2019-09-24-Patricia-foi-apanhada-a-roubar-e-a-vida-acabou-por-mudar-Devido-a-situacao-por-que-passei-gostava-de-ajudar-outros-jovens

Gémeas em garagem. Ministério Público abre processo – notícia da RTP com declarações de Manuel Coutinho do IAC

Agosto 21, 2019 às 2:25 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia com declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).

As gémeas de dez anos que viviam numa garagem na Amadora estavam sinalizadas há seis anos. A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens confirma que recebeu nova sinalização em 2016 e remeteu o processo para o Ministério Público.

O Instituto de Apoio à Criança considera que houve uma falha na avaliação do risco.

As duas meninas, atualmente com dez anos, nunca foram à escola.

A reportagem pode ser visualizada no link:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/gemeas-em-garagem-ministerio-publico-abre-processo_v1167797

Projeto Da Rua para a Inclusão, do Instituto de Apoio à Criança, premiado pelo Prémio BPI Solidário 2018

Agosto 19, 2019 às 11:50 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Raide anti-imigração no Mississippi deixa centenas de crianças separadas dos pais

Agosto 9, 2019 às 12:06 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Público de 9 de agosto de 2019.

Quase 700 imigrantes sem documentos foram detidos em cinco fábricas na mesma região. Cerca de 300 foram entretanto libertados e ficam a aguardar julgamento, mas as organizações humanitárias estão preocupadas com o trauma que a operação pode causar às crianças.

Centenas de crianças foram retiradas de infantários e escolas no estado norte-americano do Mississippi e levadas para abrigos temporários, nas últimas 48 horas, por agentes dos serviços de imigração dos EUA. Em vídeos partilhados nas redes sociais, vêem-se crianças a chorar, sem saber onde estão os pais, depois de uma operação ordenada pelo Presidente Trump para deter e deportar imigrantes sem documentos.

A operação da agência de imigração norte-americana (ICE, na sigla em inglês) foi a maior de sempre realizada num só estado do país.

Mais de 600 agentes do ICE foram enviados para detectar e identificar trabalhadores ilegais em cinco fábricas de processamento de alimentos no Mississippi, em cinco localidades. Segundo a direcção da agência, foram detidos “aproximadamente 680 estrangeiros removíveis”.

Esta sexta-feira, quase 48 horas depois da operação, cerca de 300 foram libertados por não terem cadastro, nem haver qualquer outro motivo para permanecerem detidos (o facto de não terem documentos não é razão para detenção; os que ficaram detidos já têm ordem de deportação, a maioria porque os seus processos de imigração já foram tratados, e não porque tenham cometido crimes violentos).

“Foram abertos processos nos tribunais federais de imigração e eles terão de comparecer em tribunal mais tarde”, disse o ICE, referindo-se aos cerca de 300 que foram libertados.

Os restantes 400 continuam detidos e vão ser transferidos das instalações provisórias para onde foram levados, na quarta-feira, para os centros de detenção do ICE.

A detenção de centenas de trabalhadores numa só operação, e em cinco localidades próximas umas das outras, foi notada nas escolas da região – na primeira semana de aulas.

Numa delas, no condado de Leake, 50 crianças (1/4 de todos os alunos) não compareceram às aulas na quinta-feira, depois de terem sido levadas pelo ICE na quarta-feira; noutra, no condado de Scott, mais de 150 crianças não foram às aulas; e na escola de Canton, 63 dos 400 alunos que têm o inglês como segundo língua também não se apresentaram às aulas na quinta-feira.

“Nós tentámos falar com eles”, disse ao site Buzzfeed o responsável da escola do condado de Scott, Tony McGee. “Em parte, estão com medo de regressar à escola. Não se sentem seguros nesta comunidade, mas nós dissemos-lhes que a escola é um porto seguro.”

Beverly Luckett, da escola de Canton, disse ao mesmo site que a situação “é muito triste”. “Eu sou mãe, e imagino o meu filho nesta situação. Parte o coração. Temos de garantir que as crianças são bem tratadas, e nós estamos a tentar aliviar o trauma que isto pode causar.”

A direcção do ICE disse que libertou os pais que têm menores ao seu cuidado em casa, e que também foram libertadas 18 crianças encontradas a trabalhar nas fábricas que foram alvo da operação.

Os raides do ICE foram ordenados pela Casa Branca em Julho, com o objectivo de deter e deportar “milhões de imigrantes” sem documentos. Desde então, milhares de pessoas foram detidas e enviadas para os centros da agência ou postas em liberdade a aguardar julgamento, mas o número de processos contra os empregadores norte-americanos é baixo: segundo um estudo da Universidade de Syracuse, em Nova Iorque, apenas 11 entre Abril de 2018 e Março de 2019.

O futuro das crianças é incerto. A esmagadora maioria nasceu nos EUA e frequenta o sistema de ensino norte-americano, e em muitos casos servem de tradutores para os seus pais, que trabalham em fábricas e em outros locais com baixos salários. Se os pais forem deportados, as crianças têm duas saídas: ou ficam nos EUA sem eles, ou regressam com eles a países como a Guatemala, as Honduras e El Salvador.

Superproteger as crianças é desprotegê-las | Eva Millet

Agosto 7, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Post do blogue RBE de 21 de julho de 2019.

Eva Millet · Jornalista e escritora

Ver programa completo

Eva Millet

Jornalista e escritora especializada em educação e crianças, Eva Millet alerta para os efeitos sobre crianças e jovens da “hiperpaternidade“, modelo que surgiu nos Estados Unidos com a primeira geração “milenarista” e que já chegou a Espanha. Esse novo fenómeno vai “da superproteção ao controlo excessivo, tanto em casa como na sala de aula”, recusa os professores e invade o espaço das crianças na escola.

Millet investigou essa mudança na educação por meio de entrevistas com psicólogos, pedagogos, educadores, pais e professores, a quem dá voz em seus livros “Hiperpaternidad” e “Hiperniños”. A autora destaca que esse sistema de “criação monstruosamente intensiva” está a criar uma geração de jovens ansiosos, impacientes e dependentes, com medos e baixa tolerância à frustração, o que também se reflete na sua aprendizagem e desempenho académico.

Millet propõe que “as mães tigres, os pais bulldozer ou helicóptero” deem lugar a um modelo que lhes permita relaxar, confiar no senso comum e nas crianças, e não apostar apenas no acumular de experiências e conhecimentos, e optem por uma ” educação de caráter “que reforce a sua empatia, resistência, valores e tolerância à frustração.

Referência“Sobreproteger a los niños es desprotegerlos”. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 21 July 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/ensenar-a-los-ninos-a-tolerar-la-frustracion-eva-millet/

Portuguesa vence festival de filmes na ONU com animação sobre o desperdício de água

Agosto 2, 2019 às 6:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

Notícia da ONU News de 15 de julho de 2019.

Marina Lobo foi premiada com a animação “Aquametragem” no Festival de Filmes ODSs em Ação; competição destaca ações de pessoas e organizações no mundo em prol das 17 metas globais.

A animação “Aquametragem” da portuguesa Marina Lobo, foi a vencedora do Festival de Filmes ODSs em Ação, na categoria “Protegendo o nosso planeta”.

A obra foi produzida com o objetivo de sensibilizar o mundo para uma mudança de comportamento no modo de consumo da água e para um uso eficiente que contribua para uma maior sustentabilidade hídrica.

Premiação

Marina recebeu o prêmio na sede da organização. Em entrevista exclusiva à ONU News, a animadora explicou que a nova geração inspirou a obra em curta-metragem, que foi produzida pela Agência de Energia e Ambiente de Lisboa.

“O processo de criação foi um bocadinho inspirado nos meus filhos.  No olhar para eles e sentir que eu quero muito que eles tenham acesso à água como eu tenho, que para nós é uma coisa quase que garantida e, corremos o risco que deixe de ser. Então achei que se eu tentasse contar uma história que passasse por aí, por sensibilizar as pessoas e os filhos delas. Se nós pais, e as gerações de agora, não cuidarem da água, os nossos filhos não vão ter esse acesso que nós temos.”

Uso eficiente da água

Além de animadora, Marina é também engenheira ambiental. Ela explicou que a ideia era fazer uma animação sobre o tema da água, para sensibilizar sobre o uso eficiente desse recurso, tanto para adultos quanto crianças.

“Então uma das preocupações da Lisboa E-Nova, que foi quem produziu a curta, era que a história também focasse muito nos 5 Rs, reduzir o consumo da água, reutilizar a água, reciclar a água, reduzir o desperdício, e recorrer a fontes alternativas de água.”

O objetivo nº 6 dos ODSs tem como meta alcançar o acesso universal e equitativo a água potável e segura para todos até 2030.

ODSs em Ação

A competição das Nações Unidas oferece aos cineastas amadores e profissionais em todo o mundo a oportunidade de enviar filmes de até 20 minutos.

O evento é coordenado pela Departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis, ODSs, e envolve curtas-metragens que destacam as ações de pessoas e organizações no mundo em prol das 17 metas globais.

O festival foi lançado do ano passado em conexão com o Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece anualmente na sede da ONU.

 

Redes de tráfico usam cada vez mais menores como escudos

Julho 30, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia da RTP Notícias de 11 de julho de 2019.

As redes de tráfico humano estão a usar cada vez mais menores como “escudos” para trânsito ilegal de fronteiras, a par de outros abusos que é urgente contrariar. Destaque de uma entrevista da Chefe-Executiva cessante da ONG, “Save The Children International”, Helle Schmidt, ao programa de Relações Internacionais da RTP3, “Olhar o Mundo”.

Questionada se a União Europeia deve aperfeiçoar e reforçar os mecanismos e recursos de combate a este abuso de crianças, a antiga primeira-ministra da Dinamarca – foi, de 2011 a 2015, a primeira mulher a desempenhar essas funções- foi peremptória: “Concerteza. Em absoluto! Tenho visto crianças serem exploradas de tantas formas que nem imagina. (..) Elas são o nosso futuro e já conheci tantas crianças a quem lhes roubaram o futuro. Roubam-nos o nosso futuro se formos refugiados, se não tivermos acesso à educação, se vivermos de uma forma insegura ou se formos alvos de abusos ou de violência. E há demasiadas crianças a viverem assim”.

Confrontada com o facto de as redes de tráfico humano usarem cada vez mais o duplo expediente de pedido de asilo e uso de crianças indocumentadas (sem prova de laços de família ou autorização de viagem com o adulto em trânsito) como escudo no desembarque, Schmidt reafirmou a urgência de não facilitação desse abuso.

“É claro que temos de ser uma União Europeia que protege as crianças e tenta desenvolver o seu futuro. (…) Estou chocada com a forma como o mundo trata as crianças, por isso, tudo o que pudermos fazer, passo-a-passo, para combater esse problema, temos de o fazer”, afirmou.

Após três anos na liderança da maior ONG à escala mundial dedicada à defesa das crianças em situação de fragilidade, Helle Schmidt afastou-se do cargo este mês e, aos 52 anos, abre agora a porta a um cargo de liderança da nova estrutura da União Europeia.

Casada com o deputado trabalhista britânico, Stephen Kinnock (filho do antigo lider trabalhista Neil Kinnock), Helle Schmidt estreou-se como eurodeputada antes de ser eleita para o parlamento do seu próprio país e é Mestre em Estudos Europeus, pelo College Of Europe, em Bruges, Bélgica (1993).

Helle Schmidt foi entrevistada à margem da reunião anual do Conselho Europeu de Relações Externas (ECFR.EU), realizado este ano na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Um trabalho que vai ser emitido e analisado este sábado, a partir das 14h20, no programa “Olhar o Mundo” da RTP3.

Visualizar o vídeo da notícia com a entrevista no link:

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/redes-de-trafico-humano-estao-a-usar-cada-vez-mais-menores-como-escudos_v1159790?fbclid=IwAR2ZWOrVAMnG_tvLjuvIsNkdd168Ou4OcLjauw_bUM_2VKKQ4Z8wmdAYZPU

Surdos não são mudos: as palavras de Maria são um manual contra a ignorância

Julho 16, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Público de 30 de agosto de 2018.

Quando a intérprete de Língua Gestual Portuguesa (LGP) da escola de Maria Oliveira entrou de licença de maternidade, não houve ninguém que a substituísse. Depois de uma reclamação, o caso acabou por se resolver, mas o episódio, ocorrido neste ano lectivo, o 12.º para Maria, é um dos casos de discriminação que a transmontana de 18 anos recorda.  Foi por esse e outros exemplos — a falta de intérpretes no Serviço Nacional de Saúde é possivelmente o mais gritante — que Maria decidiu que devia fazer algo, contou ao P3.

Num vídeo com quase oito minutos, confronta os preconceitos e ignorância dos ouvintes em relação à comunidade surda numa tentativa de tornar as mentalidades “mais abertas”. E uma das primeiras lições é repetir que os surdos não são mudos, como é costume ouvir-se dizer. “Vocês querem que eu grite?”, desafia a estudante, para logo de seguida provar que tem voz: “O meu nome é Maria”, ouve-se. A primeira língua dela foi a LGP, mas a partir dos três anos aprendeu também português. “Sou bilingue”, diz, deixando mais uma informação que muitos parecem ainda não ter apreendido: a LGP é uma língua, não uma linguagem. Maria Oliveira tem um implante coclear. Na escola, chegou a tocar flauta e violino. Já fez ballet. Recentemente, completou estágios na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego e no Museu do Douro. Fez provas de aptidão profissional com o tema “acessibilidade para o mundo surdo” e por estes dias espera os resultados das colocações na universidade: a sua primeira opção é a licenciatura em Comunicação e Design Multimédia em Coimbra.

Já muito foi feito para melhorar as acessibilidades para surdos, diz Maria Oliveira. Já há intérpretes de LGP nas escolas, universidades, museus e concertos, já há músicas traduzidas no YouTube, exemplifica. Mas o caminho por percorrer é ainda longo — nas escolas, continua a ensinar-se inglês, francês, espanhol e outras línguas. E se LGP também fosse parte do currículo de todos e fosse a “segunda língua oficial do país”? Não sairiam todos a ganhar? “Muitas pessoas dizem que não pareço surda”, conta Maria num vídeo que fez sozinha: “Precisa ter cara de que pareço surda?”, questiona. Há barreiras de comunicação, sim. Há dificuldades extra. Mas não são pessoas diferentes de todas as outras. E há coisas que todos podemos e devemos saber. Se a aposta na LGP e o esforço dos ouvintes aumentar, acredita, já muito muda. O vídeo de Maria, qual manual de combate à ignorância e preconceito, pode ser um bom começo.

 

 

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.