GNR recorda: “Bastam alguns segundos” para uma criança se afogar

Julho 9, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Notícias ao Minuto de 3 de julho de 2019.

por Natacha Nunes Costa

Nos últimos 15 anos, morreram 238 crianças e jovens por afogamento.

Com a chegada do verão, o número de casos de afogamento dispara e as crianças e os jovens são as gerações mais afetadas por este flagelo.

De acordo com a APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, nos últimos 15 anos, morreram 238 crianças e jovens por afogamento, por isso toda a atenção é pouca.

A GNR alerta que é esta é uma morte rápida e silenciosa e que ”bastam apenas alguns segundos para tudo acontecer”, por isso, aconselha esta força de segurança, na sua página de Facebook, “perto da água, não perca as crianças de vista nem por um segundo”.

Um relatório divulgado pela APSI na internet revela que, nos últimos seis anos, o número médio de mortes entre menos por afogamento diminuiu, contudo, este ainda é considerado um dos “maiores flagelos do verão em Portugal”.

O mesmo documento revela que a maior parte das crianças que sofreram um afogamento tinham idades compreendidas entre os 0 e os 4 anos e que as piscinas são “os planos de água com maior registo de afogamento”, seguidas dos rios, ribeiras, lagoas e só depois das praias.

https://www.facebook.com/watch/?v=1277318802445531

 

O relatório citado na notícia é o seguinte:

Afogamentos em Crianças e Jovens em Portugal (atualização 2018)

A vida interrompida de Ana e os mais jovens assassinos de um país em choque

Julho 9, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do Público de 24 de junho de 2019.

Uma menina de 14 anos foi assassinada na Irlanda por dois rapazes de 13 anos. O julgamento, cujo veredicto foi conhecido na semana passada, foi acompanhado por um debate nacional sobre o bullying e o papel das redes sociais.

Ana era diferente. Nascida na Sibéria, foi adoptada aos dois anos por Geraldine e Patric Kriégel e levada para a Irlanda. Dava nas vistas: era uma menina alta e sorridente que adorava cantar e dançar. Mas que também tinha problemas de memória, visão e audição — sequelas de uma operação de remoção de um tumor. Era também muito ingénua e inocente, e já a professora da primária tinha alertado os pais para o risco de vir a ser vítima de bullying.

O receio viria a confirmar-se. Ana era ridicularizada e assediada diariamente. Era questionada por ter “pais falsos” e deixada à parte por todos os grupos. Através das redes sociais, os abusos repetiam-se também fora do espaço escolar.

Aos 14 anos, Ana sentia-se profundamente sozinha. Foi por isso que aceitou com entusiasmo o convite de um rapaz de 13 anos que, em Maio de 2018, apareceu à porta para levá-la a conhecer outro menino de que Ana gostava. Ele também gostaria de Ana e estaria à sua espera numa casa abonada em Lucan, um subúrbio de Dublin.

Era uma armadilha. No esconderijo, o rapaz que a tinha ido buscar a casa e o outro que a esperava, também com 13 anos, abusaram sexualmente de Ana e agrediram-na violentamente com um pau e um bloco de cimento. Acabaria por morrer ali. No seu corpo, mais tarde encontrado pela polícia, ficaram marcas de cerca de 60 ferimentos.

As autoridades não tardaram a chegar aos dois rapazes. Por se tratarem de menores, as suas identidades não foram reveladas, apesar de os seus nomes circularem nas redes sociais e de as respectivas famílias estarem a receber insultos e ameaças de morte através da Internet. Mas oficialmente são o Rapaz A (o que estava à espera na casa abandonada) e o Rapaz B (o que foi buscar Ana).

Durante a investigação, a polícia irlandesa descobriu no computador do Rapaz A mais de 12 mil imagens pornográficas, muitas delas envolvendo violência sexual, para além de registos de pesquisas online sobre tortura. O Rapaz B alegou ter apenas assistido às acções do amigo. Na semana passada, um tribunal declarou ambos culpados de homicídio.

O caso não tem precedentes na Irlanda, onde não havia registos de homicidas tão jovens nem de um crime contra outra criança com semelhantes contornos de violência. Disso é reflexo a moldura penal a seguir. Naquele país, os menores raramente enfrentam uma pena superior a três anos de reclusão, apesar de os juízes poderem impor sentenças mais longas. No caso de A e B, ainda não se conhece a sentença.

Fora do tribunal, a sociedade irlandesa discute o que fazer perante o caso. O organismo de protecção de menores, cita o jornal inglês The Guardian, deu aos pais irlandeses uma série de recomendações sobre como falar com os filhos acerca das notícias do julgamento. Ao mesmo tempo, o Governo aumentou a pressão sobre empresas como o Facebook e o Twitter, exigindo maior controlo sobre a circulação de conteúdos — incluindo as imagens que identificam os dois arguidos — e o primeiro-ministro Leo Varadkar admite ‘importar’ uma lei britânica de restrição do acesso à pornografia de modo a combater a violência sexual.

Fotos de equipamentos de parques infantis japoneses

Julho 9, 2019 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Texto do site This Colossal de 29 de junho de 2917.

Johnny Waldman

In 2005 Kito Fujio quit his job as an office worker and became a freelance photographer. And for the last 12 years he’s been exploring various overlooked pockets of Japan like the rooftops of department stores, which typically have games and rides to entertain children while their parents are shopping. More recently, he’s taken notice of the many interesting cement-molded play equipment that dots playgrounds around Japan.

The sculptural, cement-molded play equipment is often modeled after animals that children would be familiar with. But they also take on the form of robots, abstract geometric forms and sometimes even household appliances. Fujio’s process is not entirely clear, but it appears he visits the parks at night and lights up the equipment from the inside, but also from the outside, which often creates an ominous feel to the harmless equipment.

Speaking of harmless, the nostalgic cement molds have been ubiquitous throughout Japan and, for the most part, free of safety concerns. That’s because the cement requires almost no maintenance; maybe just a fresh coat of paint every few years. The telephone (pictured below) is evidence of how long ago the equipment was probably made.

The sculptural cement equipment was a style favored by Isamu Noguchi, who designed his first landscape for children in 1933. Many of his sculptural playground equipment can be found in Sapporo but also stateside at Piedmont Park in Atlanta.

Fujio has made his photographs available as part of a series of photobooks (each priced at 800 yen) that he sells on his website. (Syndicated from Spoon & Tamago)

Mais  fotos no link:

https://www.thisiscolossal.com/2017/06/photos-of-japanese-playground-equipment-at-night-by-kito-fujio/?fbclid=IwAR3oWfnK1b9OtNa7quT3MtIDKBWWsd0hz2NIzybIG9Y2VQ8iEV7JtFD2EFk


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