Calendário escolar para o ano letivo 2019/2020, calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário

Junho 18, 2019 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Despacho n.º 5754-A/2019

Determina a aprovação dos calendários, para o ano letivo de 2019-2020, dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, dos estabelecimentos particulares de ensino especial, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário.

Link do despacho Despacho n.º 5754-A/2019:

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/122609690/details/maximized?serie=II&parte_filter=31&day=2019-06-18&date=2019-06-01&dreId=122609688

 

Concerto a favor do IAC – 22 de junho no Teatro Nacional de São Carlos

Junho 18, 2019 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Fundada em 2012, a Escola de Música do Colégio Moderno organiza todos os anos, no quadro das suas atividades culturais, um concerto público no Teatro Nacional de São Carlos, cujos proventos têm revertido a favor de uma instituição sem fins lucrativos.

Este ano em que se comemoram os 36 anos da existência do IAC, entendeu a Direção do Colégio Moderno atribuir a este Instituto a verba obtida com a realização do concerto que terá lugar no Teatro Nacional de São Carlos, como habitualmente, no próximo dia 22 de junho, sábado, pelas 21 horas.

Convidamos todos os nossos associados, amigos e parceiros a estarem presentes, apoiando o IAC e usufruindo, simultaneamente, de um belo espetáculo musical.

Os bilhetes podem ser adquiridos na secretaria do Colégio Moderno e o seu custo é de 10 solidários.

Mais informações: tel. 217991840 ou email “secretaria@colegiomoderno.pt” ou no link:

Dia Solidário| 22 de junho de 2019

No Padrão também se aproveita o Verão! Férias de Verão no Padrão dos Descobrimentos – 22 junho a 30 de setembro

Junho 18, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

No Padrão também se aproveita o Verão!

 

Orquestra Geração. A música como perspetiva de futuro

Junho 18, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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A orquestra dirigida por Marija Mihajlovic esteve a atuar quarta-feira na abertura da Feira do Livro em Lisboa Foto Leonardo Negrão / Global Imagens

Notícia do Diário de Notícias de 1 de junho de 2019.

A Orquestra Geração da Santa Casa junta crianças e jovens acompanhados pela instituição, mas também filhos de funcionários, e tem por objetivo combater o insucesso escolar através da música.

Jéssica Silva, de 14 anos, descobriu a Orquestra Geração através das técnicas da segurança social. Chegou à formação de jovens músicos da Santa Casa para tocar violino. Com ela trouxe a amiga Cláudia Fernandes, de 13 anos, que toca violoncelo. Há pouco mais de um ano, foram juntas ver o que era a Orquestra, mas sem grande esperança de conseguir um lugar. “Viemos cá ver quais é que eram mais ou menos os instrumentos, mas não tínhamos a noção que íamos ficar, porque não estávamos assim muito motivadas”, recorda Jéssica.

As duas amigas chegaram tinha a Orquestra Geração Santa Casa apenas um ano. No arranque tinham 25 músicos, “jovens que nunca tinham visto um instrumento de música clássica”, sublinha António Santinha, diretor da Unidade de Apoio à Autonomia da Infância e Juventude da Santa Casa. Neste momento, são 35 elementos, dos seis aos 15 anos, do que é para já apenas uma orquestra de cordas. No próximo ano, a Santa Casa tem prevista a introdução de sopros, o que deve implicar mais dez elementos.

O projeto – que se inspira no Sistema Nacional de Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela e tem como objetivo combater o abandono e insucesso escolar através do ensino da música – nasceu para “tornar acessível a cultura a todas as crianças, que dificilmente noutras condições teriam acesso a alguns instrumentos de cultura”, explica o responsável da Santa Casa. Integram este projeto as crianças que vivem nas casas de acolhimento da Misericórdia de Lisboa, crianças de famílias acompanhadas pela instituição e também filhos de funcionários.

A expectativa inicial era de perceber como é que as crianças iam reagir. Agora, chegam de todos os pontos da cidade – a Santa Casa trata da logística dos transportes – para aprender a tocar um instrumento. “Os miúdos neste momento estão entusiasmados. Uns, no intervalo vão jogar futebol, outros ficam a aprofundar os seus estudos com os instrumentos”, exemplifica, orgulhoso António Santinha.

Os alunos vão começar agora, ao fim de dois anos, a levar os seus instrumentos para casa, a “cuidar do seu instrumento”. Desta forma, aponta o responsável, vão colocar “instrumentos de música, pelos quais os miúdos têm grande afeto e carinho, em sítios onde a cultura às vezes não é tão valorizada e onde não é muito habitual encontrar este tipo de instrumentos e este tipo de atividades.”

O cuidado com os instrumentos

A relação especial de cuidado e carinho com os instrumentos é algo que António Santinha frisa na evolução das crianças e jovens que integram a Orquestra Geração. E de repente o projeto que quer levar a cultura a estes miúdos acaba por fazer nascer neles o desejo de serem músicos. “Vemos que alguns miúdos, de facto, estão muito interessados nos estudos.” A ajudar a esse entusiasmo, António Santinha não tem dúvidas que estão os professores. Um desses exemplos é Marija Mihajlovic Pereira, professora do naipe de violinos e preparadora orquestral. Está há um ano e meio na Orquestra. Começou por ser professora convidada e acabou por ficar a tempo inteiro.

Marija olha para os seus alunos e a primeira palavra com que os descreve é “diversificados”. Nas idades, no comportamento, na nacionalidade, e outros aspectos. “Temos alunos dos 6 aos 15 anos e isso exige um trabalho de abordagem muito diversificado do professor para abranger essas idades”, aponta. Durante a semana, têm três horas de aulas e aos sábados mais quatro. São momentos que os aprendizes de músicos passam com o instrumento que tocam.

E embora haja diferenças entre os mais “dedicados” e os mais “de brincadeira”, “todos eles acabam por se envolver de alguma forma”, defende a professora. Marija considera ainda o grupo “unido” e diz que teve “uma boa evolução” desde o arranque da Orquestra. E essa evolução é medida não só em termos musicais: “Evolução social, musical, da convivência, de empenho e de uma forma muito particular que faz esse projeto bem especial para mim, porque muitos deles sentem isto como uma segunda casa. É uma instituição acolhedora não só para eles, mas também para os professores”, elogia.

Como professora de um grupo de crianças e jovens que não tinha qualquer contacto com a música antes, Marija Mihajlovic Pereira elogia a entreajuda. “Os que aprendem primeiro puxam com tanta força os outros que eles rapidamente se agrupam.”

“Nem conseguia colocar bem o primeiro dedo”

Do lado dos alunos, também há o elogio ao esforço de quem ensina. “Os professores desta escola são melhores do que os professores da escola normal porque interagem mais com os alunos. Aqui conseguimos falar se estamos tristes ou se temos alguma coisa. Os professores perguntam”, refere Jéssica Silva.

Antes dos concertos, os professores insistem “na disciplina de concentração, não interagir com o público no concerto. Na hora do concerto eles dizem que sentem o coração a bater. Acho que ficam felizes”, descreve Marija Mihajlovic Pereira. E quantos mais concertos fazem, mais confiança de palco ganham. A Orquestra Geração já tem “uma tournée quase”, descreve António Santinha. Tocaram no primeiro dia da Feira do Livro de Lisboa, na passada quarta-feira, são presença assídua na Feira de Natal da Santa Casa, além de muitas solicitações da paróquia e de festas, que nem sempre conseguem cumprir devido à conciliação que é necessária com os horários da escola.

Mas mesmo que não consigam dar tantos concertos como gostariam, o importante, acredita António Santinha, é deixar nos músicos da Orquestra a ideia de que “a cultura alarga o leque de possibilidades de escolha e alarga o horizonte”. “Muitas vezes, em crianças e jovens que vêm de meios menos favorecidos, aquilo que nós notamos é a dificuldade no seu horizonte de futuro, e este tipo de atividades, em que eles podem sobressair, alargam o horizonte – porque

Amanda Silva diz que o seu professor “é um chato”, mas acaba por confessar que se dão bem. Aos 15 anos descobriu por acaso a paixão pelo contrabaixo. A aluna do 9.º ano recorda a sensação “estranha” de tocar nos instrumentos. Depois de tentar vários instrumentos acabou por escolher o contrabaixo: “Agora adoro.”

Amanda ainda se lembra de que quando chegou à Orquestra não tinha qualquer noção do instrumento. “No início nem conseguia colocar bem o primeiro dedo como deve ser que saía desafinado. Agora já consigo tocar bastante bem e andar mais rápido no contrabaixo.” A jovem é um dos elementos da Orquestra que quer seguir carreira. “Penso 24 horas por dia no contrabaixo. Penso logo tenho que acabar as aulas para começar a tocar.”

Sobre o ambiente da orquestra só tem coisas boas a dizer. “Aqui perdi a vergonha, posso falar com quem quiser que somos todos amigos.” Além de que é um espaço que a ajudou a encontrar a sua vocação. E nem os concertos a assustam. “Só fico nervosa um bocadinho antes. Quando estou lá já passaram os nervos, toco, penso em outras coisas.”

Antes dos concertos, os professores insistem “na disciplina de concentração, não interagir com o público no concerto. Na hora do concerto eles dizem que sentem o coração a bater. Acho que ficam felizes”, descreve Marija Mihajlovic Pereira. E quantos mais concertos fazem, mais confiança de palco ganham. A Orquestra Geração já tem “uma tournée quase”, descreve António Santinha. Tocaram no primeiro dia da Feira do Livro de Lisboa, na passada quarta-feira, são presença assídua na Feira de Natal da Santa Casa, além de muitas solicitações da paróquia e de festas, que nem sempre conseguem cumprir devido à conciliação que é necessária com os horários da escola.

Mas mesmo que não consigam dar tantos concertos como gostariam, o importante, acredita António Santinha, é deixar nos músicos da Orquestra a ideia de que “a cultura alarga o leque de possibilidades de escolha e alarga o horizonte”. “Muitas vezes, em crianças e jovens que vêm de meios menos favorecidos, aquilo que nós notamos é a dificuldade no seu horizonte de futuro, e este tipo de atividades, em que eles podem sobressair, alargam o horizonte – porque viajam, vão para fora do seu bairro, porque se encontram com outros miúdos, porque trocam impressões com outras pessoas que têm profissões diferentes.”

 

 

 

 

Férias de Verão no Conservatório de Música de Sintra – 24 de junho a 19 de julho

Junho 18, 2019 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/443943946377349/

O jogo da asfixia que está a assustar Espanha (em Portugal “não foram reportados casos mas não quer dizer que não haja”)

Junho 18, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 31 de maio de 2019.

Liliana Coelho

O caso não é inédito. Dois adolescentes voltam a ser hospitalizados em Espanha após alinharem no jogo da asfixia, também conhecido por “jogo da morte”. As vítimas são estranguladas até perderem a consciência. Um desafio com muitos riscos que pode causar danos cerebrais ou mesmo a morte.

Uma adolescente de 12 anos foi a mais recente vítima do jogo da asfixia que está a circular nas redes sociais em Espanha. É o segundo caso registado esta semana.

Segundo o jornal “El Mundo”, a jovem aceitou esta quinta-feira de livre vontade participar no jogo em plena via pública no município de Pinto, em Madrid. Passava pouco das 14h (13h em Lisboa). As amigas que a acompanhavam estrangularam e pressionaram o peito da jovem até lhe provocar falta de oxigénio. Resultado? A vítima caiu ao chão inconsciente, tendo sido levada de imediato para o hospital.

Neste momento, as autoridades locais informaram que a adolescente se encontra “bem”, fora de perigo, “embora assustada” e com um hematoma na cara. Entretanto, já foi solicitada uma investigação sobre o caso, que está a assustar os pais de adolescentes em Espanha.

Três dias antes foi registado um episódio semelhante em Granada que envolveu vários jovens neste jogo – que foi filmado e divulgado nas redes sociais. Um deles foi também transportado para o hospital. A polícia local já pediu aos pais no Twitter para estarem mais vigilantes face a estas situações, que já foram registadas noutros anos em países como Brasil, EUA, Reino Unido ou França.

Contactado pelo Expresso, o fundador do MiudosSegurosNa.Net, Tito de Morais, admite que os jovens portugueses possam também aderir a este desafio, que está conquistar também jovens no Brasil, aconselhando os encarregados de educação a estarem mais atentos aos passos dos filhos. “Não nos foram reportados quaisquer casos em Portugal, mas não quer dizer que não haja. Dado a enorme proliferação dos mesmos na Internet em geral e no Brasil em particular, e dado termos a língua em comum, não me admiraria que houvesse casos em Portugal”, afirma Tito de Morais.

De acordo com este especialista, um dos maiores problemas que se coloca à identificação de mortes resultantes deste tipo de jogos – que podem causar várias consequências como danos cerebrais – é que geralmente são classificados como suicídio e não como mortes acidentais. “Daí estarmos a alertar para a importância de incluirmos também pediatras nas ações de formação sobre o tema”, acrescenta.

Mais do que denúncias, sublinha Tito de Morais, estas situações chegam ao projeto MiudosSegurosNa.Net através dos media e de parceiros internacionais. No total, o fundador do projeto diz que foram identificadas 40 ações de instigação a comportamentos autolesivos a que geralmente chamam “jogos” ou “desafios”. “A maioria é composta por vídeos com conteúdos nocivos, prejudiciais ou danosos, que podem ser mortais ou, como alguns outros, meramente parvos”, acrescenta.

São vários os sinais de alerta relativos à prática da asfixia e de outros desafios perigosos, como o isolamento, a utilização de golas altas mesmo no verão, olhos vermelhos, desorientação, dor de cabeça frequente, conversas sobre estes jogos ou presença de objetos suspeitos no quarto como cordas ou trelas, refere o portal Projeto MiudosSegurosNa.Net e o Instituto Dimicuida.

Tito de Morais insiste que os pais e educadores têm um papel fundamental na prevenção deste tipo de casos, sendo por isso também vital o diálogo.

 

 


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