Conteúdos Pedagógicos para escolas sobre as Eleições Europeias maio 2019 e a União Europeia

Maio 8, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Descarregar os recursos pedagógicos no link:

https://infoeuropa.eurocid.pt/opac/?func=find-c&ccl_term=%28wsu%3DEuropa+or+wsu%3DUni%C3%A3o+Europeia%29+and+wyr%3D2015-%3E2019&adjacent=Y&local_base=PEDAG&con_lng=por

 

Jornadas de Direito Penal, com a participação da Presidente do IAC Dulce Rocha, 10 maio em Setúbal

Maio 8, 2019 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

A Dra. Dulce Rocha, Presidente do IAC irá participar no painel 1 “Violência Doméstica em debate : entre a realidade presente e a futura”.

mais informações no link:

Jornadas de Direito Penal

Zeros à direita: o que é e como se caracteriza a geração Z?

Maio 8, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Gonzalo Fuentes

Artigo de opinião de Helena Martins publico no Público de 24 de abril de 2019.

Estes jovens acreditam que têm de ser eles a fazer as mudanças que querem ver no mundo e estão orientados para criar soluções e agir sobre as coisas que os preocupam, são fazedores e estão orientados para objectivos e missões concretas.

Já toda a gente ouviu falar de millennials, mas o que vem a seguir? Apresento-vos a GenZ ou iGen, os jovens nascidos entre 1995 e 2005 que já estão a mudar o mundo.

Pessoas nascidas no mesmo período de tempo e que vivenciam as mesmas circunstâncias e experiências influenciam-se mutuamente, acabando por partilhar algumas características: é isto que nos permite falar sobre as gerações como tendo uma identidade própria.

A geração Y ou millennials é, de acordo com vários autores, a mais estudada de todos os tempos (bom… até aqui!), na medida em que representou um grande corte com o passado graças ao à-vontade e uso generalizado da tecnologia, em especial a Internet wireless, os smartphones e os chamados meios sociais, as redes sociais que permitiram o surgimento de fenómenos como os influencers e novas profissões como os youtoubers, mas também revoluções sociais e políticas como a Primavera Árabe. Esta geração de jovens nascidos entre 1980 e 1995 é frequentemente descrita (talvez de forma pouco justa) como egocêntrica, impaciente e mimada — e, em Portugal, ficou conhecida como “geração à rasca”.

Os millennials cresceram num ambiente de optimismo e florescimento económico, de expectativas elevadas — “Estuda, filho, para teres um bom futuro!” —, mas depararam-se com uma realidade de recessão económica. Foram criados na expectativa de obter, com os seus esforços e formação superior, uma vida cheia de regalias e privilégios, mas viram-se confrontados com uma realidade de insegurança, precariedade e recessão económica enquanto jovens adultos.

É neste ambiente económica e politicamente menos favorável surge a Generation Z, Gen Z, iGen, nativos digitais ou geração tecnológica. Estes jovens cresceram num mundo pós 11 de Setembro e pós derrocada dos mercados financeiros, tendo portanto circunstâncias de crescimento fundamentalmente diferentes das dos millennials, na medida em que, no seu mundo, a segurança e a invulnerabilidade anteriormente dada por adquirida se abateu face a fortes recessões económicas e ataques terroristas vários. Acredita-se, por isso, que as expectativas destes jovens sejam mais realistas e empreendedoras do que as da geração que os antecedeu. Estes jovens acreditam que têm de ser eles a fazer as mudanças que querem ver no mundo e estão orientados para criar soluções e agir sobre as coisas que os preocupam, são fazedores e estão orientados para objectivos e missões concretas.

Os iGens são também os primeiros verdadeiros nativos digitais: desconhecem um mundo sem Google, iPhone ou Wi-Fi. Tão ou mais capazes de gerir estes recursos tecnológicos do que os millennials, os GenZ aprenderam com os erros dos seus antecessores a não se sobre-expor e a ter cuidado com aquilo que publicam, preferindo media que se autodestroem versus os que permanecem: favorecem as stories de 24 horas no Instagram, usam Snapchat e WhatsApp, onde os conteúdos se partilham com um grupo restrito de pessoas em vez de canais abertos como o Facebook, ao qual desconhecidos podem mais facilmente aceder e que qualquer busca no Google expõe para sempre.

Estes são, então, jovens com expectativas realistas, uma profunda consciência social e ferramentas de intervenção e mobilização social sem paralelo na História.

As repercussões da sua capacidade e vontade de agir têm adquirido uma visibilidade cada vez maior com consequências globais, como é o caso da jovem Greta Thunberg, cujas preocupações ambientais se tornaram virais e fizeram com que, ainda este ano, jovens em todo o mundo faltassem às aulas para se manifestar pelo planeta, a mais jovem prémio Nobel de sempre, Malala Yousafzai, ou os jovens americanos que se mobilizam para promover legislação contra a liberalização das armas de fogo, etc.

A geração Z parece juntar vários predicados que a tornam uma força de mudança importante desde uma idade muito jovem, ao aliar excelente acesso e conhecimentos tecnológicos e de social media, uma consciência social extraordinária, vontade de agir e uma capacidade de impacto global sem precedentes.

Se os millennials esperavam que o mundo reconhecesse o seu valor e evoluísse na medida das suas competências, os jovens Z parecem determinados a moldar as circunstâncias aos seus valores e dispostos a usar as suas competências para fazer o mundo evoluir.

 

Quando é que os bebés de um ano de idade podem ver vídeos no telemóvel? Nunca, diz a OMS

Maio 8, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Notícia da Visão de 25 de abril de 2019.

A Organização Mundial da Saúde publicou ontem novas recomendações sobre o tempo de exposição de crianças a aparelhos eletrónicos. Dos 2 aos 4 anos, por exemplo, não devem estar mais de uma hora por dia em frente a um ecrã. Veja aqui todas as normas .

Ligar a televisão nos desenhos animados ou pôr no telemóvel um vídeo do YouTube são truques usados por muitos pais para acalmar os filhos pequenos, sobretudo na hora da refeição. Mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que é má ideia.

A instituição publicou na quarta-feira, 24, uma série de recomendações sobre as necessidades dos mais novos, preparadas por um painel de especialistas, que incluem a resposta à pergunta que muitos fazem: quanto “tempo de ecrã” é o indicado para as crianças? Tempo nenhum, responde a OMS, se a criança tiver até um ano. Se tiver dois anos, o tempo passado em frente à televisão ou ao telemóvel não pode exceder um hora diária.

As recomendações fazem parte de um conjunto maior de normas relativas ao sedentarismo e qualidade de sono dos mais novos. “A primeira infância é um período de rápido desenvolvimento e uma altura em que as rotinas familiares podem ser adaptadas de forma a estimular uma vida mais saudável”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Os especialistas da OMS concentraram-se em analisar os comportamentos que podem afetar negativamente o desenvolvimento físico e cognitivo das crianças.”Aumentar a atividade física, reduzir o sedentarismo e garantir um sono de qualidade vai melhorar a saúde e o bem-estar físico e mental das crianças, além de prevenir a obesidade infantil e doenças que lhe estarão associadas mais tarde”, assegura a médica da OMS Fiona Bull, diretora do programa de vigilância e prevenção de doenças não transmissíveis.

Veja aqui as recomendações da organização.

Bebés com menos de 1 ano devem:

  • Ser fisicamente ativos várias vezes por dia e de diferentes maneiras, particularmente através de jogos interativos no chão; quanto mais, melhor. Os que ainda não se conseguem deslocar devem ficar pelo menos 30 minutos de barriga para baixo, em períodos espalhados ao longo do dia.
  • Não devem estar presos mais de uma hora seguida (por exemplo, carrinhos de bebé, cadeiras infantis ou nas costas dos pais). Não é recomendado qualquer tempo de ecrã. Quando o bebé estiver sedentário, reomendamos a leitura de histórias por parte dos progenitores.
  • 14 a 17 horas (dos 0 a 3 meses de idade) ou 12 a 16 horas (de 4 a 11 meses de idade) de sono de boa qualidade, incluindo sestas.

Crianças de 1 a 2 anos de idade devem:

  • Passar pelo menos 3 horas diárias numa variedade de atividades físicas de qualquer intensidade, incluindo intensidade moderada e vigorosa, distribuída ao longo do dia; quanto mais, melhor.
  • Não devem ficar presos mais de uma hora seguida (carrinhos de bebé, cadeiras infantis ou nas costas dos pais) ou sentados longos períodos de tempo. Para crianças de um ano de idade, o tempo de ecrã (TV, vídeos, videojogos) não é recomendado. Aos 2 anos de idade, o tempo de ecrã não deve ser superior a 1 hora; quanto menos, melhor. Quando a criança estiver sedentária, recomendamos a leitura de histórias.
  • 11 a 14 horas de sono de boa qualidade, incluindo sestas, com períodos regulares de sono e de despertar.

Crianças de 3 a 4 anos de idade devem:

  • Passar pelo menos 3 horas numa variedade de atividades físicas de qualquer intensidade, das quais pelo menos 60 minutos são atividades físicas de intensidade moderada a vigorosa, espalhadas ao longo do dia; quanto mais, melhor.
  • O tempo de sedentarismo não deve exceder uma hora; quanto menos, melhor. Quando a criança estiver sedentária, recomendamos a leitura de histórias.
  • 10 a 13 horas de sono de boa qualidade, que podem incluir uma sesta, com períodos regulares de sono e de despertar.

 

O documento citado na notícia é o seguinte:

Guidelines on physical activity, sedentary behaviour and sleep for children under 5 years of age

 

 


Entries e comentários feeds.