Como ajudar uma criança vítima de bullying

Março 21, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto e imagem do Sapo LifeStyle de 20 de dezembro de 2018.

Os pais de uma criança que foi alvo de bullying podem ser determinantes na recuperação da autoestima da criança. Tome nota destes conselhos.

Tony Volk, professor de estudos infantis e juvenis na Brock University de Ontário, Canadá, afirma que “o bullying repetido pode ser tão prejudicial quanto outras formas de abuso e a vitimização não fortalece a maioria das crianças; simplesmente destrói-as”.

Diferentes estudos mostram que a vitimização crónica afeta a autoestima infantil, fazendo com que as crianças interiorizem uma imagem negativa de si próprias. Passam a sentir-se inadequadas. Culpam-se por tudo o que corre mal. E têm constantes pensamentos negativos.

Em declarações à Todays Parents, a psicóloga infantil Joanne Cummings, responsável da PREVNet (Rede de Promoção de Relacionamentos e Eliminação da Violência), adverte que crianças vítimas de bullying também são menos propensas a fazer novos amigos ou a experimentar novas atividades, o que pode contribuir para a sua desintegração social e aumentar os seus sentimentos de solidão. inutilidade e impotência. “Todos esses fatores são de risco e estimulam o desenvolvimento de problemas crónicos de saúde física e mental relacionados com stress, ansiedade e depressão”, revela Cummings. A sua mensagem para os pais é clara: tentem ser pró-ativos de forma a neutralizar o constante diálogo interno, negativo, da criança. Eis algumas dicas que podem ser úteis:

Mostre empatia e otimismo

A criança pode ter vergonha de falar sobre o que está a sofrer, ou ter medo das reações dos pais, receando que será punida. “Embora seja perturbador saber que seu filho está a ser intimidado”, diz Cummings, “é importante mostrar compaixão pela sua dor, mas também ter uma atitude otimista, fazendo-a crer que esse problema vai ser resolvido”. É fundamental reforçar que “o bullying é errado, não é justo e todos têm o direito de se sentirem seguros e respeitados”.

Ajude-o a defender-se

Já Tony Volk aconselha os pais a ensinarem os filhos a defenderem-se sozinhos. Mas, se isso não for suficiente, é preciso adotar outra estratégia. “Pedir à criança que diga ao agressor para parar fará com que ela se sinta ainda pior”, explica Cummings. “Se ela procurou o pai ou a mãe é porque o bullying se tornou intolerável e sente que já não pode resolver o problema sozinha”.

Façam programas juntos

Fazer um jogo do agrado da criança ou passear o seu animal de estimação, aproveitando para perguntar o que ela sente ou pensa, “fortalecerá o vínculo entre pais e filhos, e isso ajudará a aumentar sua autoestima”, assegura Cummings.

Estimule o seu desenvolvimento

“Aproveite os interesses do seu filho, inscrevendo-o numa equipa de futebol, num workshop de artes ou em alguma atividade criativa”. Joanne Cummings diz que é importante “proporcionar à criança um lugar seguro para criar relações positivas com outras crianças e ter a oportunidade de desenvolver o seu talento”. Lembre-se de que “a autoestima genuína vem do desenvolvimento de habilidades e competências que são percebidas e validadas por pessoas importantes”.

Fale com os professores

É importante denunciar o bullying à escola. Mas não só. Os professores também podem ajudar na construção da autoestima da criança. “Peça ao professor para estimular o seu filho a conhecer e a trabalhar com colegas, e assim desenvolver relacionamentos saudáveis​”, sugere Cummings. “Para uma criança que está a ser intimidada, ter um amigo pode reduzir – e muito – os riscos de vir a sofrer de problemas de saúde mental, nomeadamente de ansiedade ou depressão”, explica Volk. A intervenção de um professor ou outro adulto também ajuda a diminuir o risco de quebrar, para sempre, a confiança em si própria.

 

 

 

 

Livro «Breve História do Direito das Crianças e dos Jovens» vai ser apresentado em Faro – 22 março

Março 21, 2019 às 9:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Notícia da Região Sul de 18 de março de 2019.

O livro «Breve História do Direito das Crianças e dos Jovens», de João Luís Gonçalves, procurador do Tribunal de Família e Menores de Faro, vai ser lançado na próxima sexta-feira, 22, na Casa dos Rapazes, na capital algarvia.

“O direito das crianças e dos jovens é recente. A partir do iluminismo humanista, nos séculos XVII e XVIII, começou a olhar-se para as crianças como seres em formação e não como “pequenos adultos”, como antes eram consideradas. Desde então, a legislação foi profícua em projetos de educação e proteção das crianças”, refere a sinopse do livro.

“Quando ouvimos, em pleno século XXI, casos de bebés encontrados em lixeiras, situações de fome, tráfico, escravatura e até de sacrifícios de crianças, notícias que não são exclusivas dos países menos desenvolvidos, tudo isto nos envergonha enquanto sociedade que se diz civilizada”, acrescenta o autor.

Nesta obra, são presentados alguns pontos de reflexão breves sobre o modo como as crianças e jovens foram considerados ao longo dos tempos e até à atualidade.

A sessão de lançamento da obra decorre no Instituto Dom Francisco Gomes, também conhecido como Casa dos Rapazes, em Faro, na sexta-feira, a partir das 19:00 horas.

João Luís Rodrigues Gonçalves nasceu em 1960, na Madeira. Frequentou o Seminário Maior da Sé, no Porto, entre 1978 e1980, onde concluiu o 2.º ano do curso de Teologia no Instituto de Ciências Humanas e Teológicas do Porto (ICHT).

Participou em missões das Nações Unidas, em Timor-Leste, onde colaborou num curso de formação judiciária para magistrados e defensores públicos.

Foi Procurador Mentor em Díli, no âmbito do UNDP (United Nations Development Programme), e Procurador Internacional pela UNMISET (Missão das Nações Unidas de Apoio a Timor-Leste), no departamento de Serious Crime, que investigou os crimes contra a humanidade dos massacres das milícias praticados em 1999.

Desde dezembro de 2014, é Procurador da República na comarca de Faro.

https://www.edicoesvieiradasilva.pt/livros/ensaio/brevehistoriadodireitodascriancasedosjovens

http://idfgomes.pt/

 

 

 

El impacto de leer 15 minutos al día en los niños

Março 21, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Photo by Josh Applegate on Unsplash

Texto do blog El Bosque de las Fantasías de 14 de novembro de 2018.

Publicado por Jesús Falcón

Un niño de preescolar que lee solo 15 minutos al día en casa o en el colegio, escucha nada más y nada menos que una cantidad de 2 millones de palabras por año. Eso quiere decir que habrán leído un total de 900 horas cuando lleguen a sexto curso y lo más probable es que sus notas sean mejores que las de otros alumnos que no lo hayan hecho.

Pero si esto no es suficiente para motivar a tu hijo hacia el camino de la lectura, te damos otras 5 razones para conseguirlo:

Ayuda al desarrollo del lenguaje

Leer a nuestros hijos desde el momento en que nacen en voz alta, puede influir de manera muy positiva en ellos. El cerebro podrá ir haciendo conexiones entre las palabras escritas y las palabras que escucha, ampliando así su vocabulario sin que el niño/a se dé cuenta. Además, mejorará enormemente su ortografía y su manera de expresarse.

Mejora el desarrollo del cerebro

Muchos profesores y profesionales de la educación están de acuerdo en que la gente que lee es más inteligente. Un estudio realizado por la Academia Americana de Pediatría, concluye que los niños que encuentran un hueco para dedicar a la lectura, activan la parte de su cerebro encargada de comprender y relacionar conceptos para almacenarlos posteriormente en la memoria.

Ayuda a comprender un mundo fuera del nuestro

Leer ayuda a comprender a grandes pensadores de la historia, mediante reflexiones o palabras que fueron inspiradas por experiencias personales. Esto hace que los niños puedan entender el mundo de una manera distinta, ampliando su realidad y abriendo su mente para reflexionar.

Estrecha los lazos familiares y la comunicación

Todos estamos de acuerdo en que leer estrecha los lazos familiares. Podemos empezar leyendo con ellos en su habitación o en el salón, eligiendo al principio libros que tengan muchas ilustraciones ya que de esa forma les costará menos. Poco a poco podremos ir eligiendo otros materiales con menos ilustración para fomentar la imaginación de los niños.

Muchas posibilidades para elegir

No hay excusa para no leer. Siempre es recomendable hacerlo mediante libros físicos, pero podemos optar por otras opciones que están muy de moda, como los libros digitales. Además, podemos encontrar geniales apps de cuentos aptos para niños en plataformas móviles de Android o IOS. Cualquier opción es buena para empezar a fomentar el hábito de la lectura en ellos.

 

 

 


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