Quando podem as adolescentes começar a tomar a pílula?

Fevereiro 5, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 16 de janeiro de 2019.

Rita Costa

Fizemos a pergunta ao pediatra Sérgio Neves, que revela alguns dos casos em que este contracetivo é recomendado.

“A adolescente tem que ter iniciado já a sua menstruação”, começa por responder o pediatra Sérgio Neves. Depois da menarca, já é possível as adolescentes tomarem a pílula e não apenas como contracetivo.

O pediatra que explica que, na adolescência, são várias as situações em que as pílulas são recomendadas pelos médicos.

Quando surge a primeira menstruação “existem muitas vezes problemas nos primeiros anos, nomeadamente períodos muito abundantes que podem levar a anemias, por perdas de sangue e de ferro”, explica Sérgio Neves. Às vezes, estes problemas levam a limitar a frequência escolar, porque algumas adolescentes sentem-se muito mal durante a menstruação e precisam de faltar às aulas.

“Muitas vezes, a pílula surge como uma forma de regular esses ciclos e diminuir as perdas menstruais”, as dores e a sensação de cansaço.

A pílula pode também ser tomada para combater o acne. “Quase todas as pílulas têm algum benefício, mas existem outras mais especificas, antiandrogénicas, que combatem o efeito das hormonas masculinas que promovem o aparecimento e o agravamento do acne”, acrescenta.

Ouvir as declarações de Sérgio Neves no link:

https://www.tsf.pt/sociedade/saude/interior/quando-podem-as-adolescentes-comecar-a-tomar-a-pilula-10443491.html?fbclid=IwAR3O5m0_–N15mR-FgCVjyxNPEq6WtJ_z9tcF8qo2RNBtz8cKxvOPwyLx4I

Candidaturas à 2ª Edição da Marca Entidade Empregadora Inclusiva

Fevereiro 5, 2019 às 1:27 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Em que consiste

A Marca Entidade Empregadora Inclusiva destina-se a promover o reconhecimento e distinção pública de
práticas de gestão abertas e inclusivas, desenvolvidas por entidades empregadoras relativamente às
pessoas com deficiência e incapacidade.

 

Objetivos

Distinguir e reconhecer as entidades empregadoras que se destaquem por práticas de gestão abertas e
inclusivas e as pessoas com deficiência envolvidas na criação de empresas, como empreendedores, ou na
criação do próprio emprego e que contribuem para a criação de um mercado aberto e inclusivo.

 

Destinatários

  • Empregadores, que contribuam para a implementação de um mercado de trabalho inclusivo e se
    distingam, por práticas de referência, nos seguintes domínios:

o Recrutamento, desenvolvimento e progressão
o Manutenção e retoma
o Acessibilidades
o Serviço e relação com a comunidade

• Pessoas com deficiência envolvidas na criação de empresas ou do próprio emprego.

 

Modalidades

  • Marca entidade empregadora inclusiva, a quem se distinga num ou vários dos domínios supra
    referidos
  • Marca entidade empregadora inclusiva – excelência, a quem se distinga em todos os domínios

 

Candidatura

As candidaturas devem ser formalizadas no portal iefponline (https://iefponline.iefp.pt) entre o dia 1 de
janeiro e o dia 28 de fevereiro dos anos ímpares.

 

Enquadramento legislativo

Decreto-Lei n.º 290/2009, de 12 de outubro, alterado pela Lei n.º 24/2011, de 16 de junho,
pelo Decreto-Lei n.º 131/2013, de 11 de setembro e pelo Decreto-Lei 108/2015 de 17 de junho
Regulamento, publicado no Anexo II ao Despacho n.º 8376-B/2015, de 30 de julho

 

Para obter informações mais detalhadas ou esclarecer dúvidas:
▪ Consulte o portal do IEFP (www.iefp.pt)
▪ Utilize o email: iefp.info@iefp.pt
▪ Contacte pelo telefone 300 010 001 (dias úteis das 8h às 20h)
▪ Dirija-se a um centro de emprego ou centro de emprego e formação profissional

 

Relatório Saúde Infantil e Juvenil – Portugal 2018

Fevereiro 5, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Descarreegar o relatório no link:

https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/relatorio-saude-infantil-e-juvenil-portugal-2018.aspx?fbclid=IwAR1oHjiEp_znostRqxuGYmgfTfWNq7D6f40nv71aeOyll92SuLHl-z06bmc

 

 

CaçaMitos: o que pensava que sabia sobre crianças desaparecidas

Fevereiro 5, 2019 às 10:45 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Com que frequência são as crianças raptadas? Porque nos deveríamos preocupar com as fugas das crianças/jovens? Devemos continuar a ensinar sobre o perigo do estranho/desconhecido? Como posso ajudar a encontrar uma criança desaparecida? Porquê que as crianças migrantes desaparecem ou não ficam no país onde chegam? Existem muitas questões e muitos mal-entendidos acerca de crianças e jovens que desaparecem. A Missing Children Europe (MCE) tem como objectivo acabar com estes mitos de uma vez por todas.

 

Mito: Raptos criminais acontecem constantemente e devemos estar atentos às nossas crianças!

 

Os raptos de crianças por desconhecidos acontecem em menos de 1% dos casos de crianças desaparecidas reportados às hotlines, fazendo com que este seja o menor grupo de crianças desaparecidas. O grupo mais vasto encontra-se na categoria das crianças que fogem ou que são expulsas de casa em situações relacionadas com violência, conflito e negligência. Ao invés de fomentar ambientes onde se vive medo e insegurança, recomendamos ter uma conversa aberta e comunicar livremente com os miúdos acerca da ajuda que precisam e com quem podem contar nestas situações.

 

Mito: Perigo do Desconhecido! As crianças nunca devem falar com estranhos.

 

O perigo do desconhecido é uma falsa narrativa muito em desuso. É contraproducente dizer às crianças para não confiarem em estranhos quando de facto poderão existir situações em que as crianças têm que confiar na ajuda de um desconhecido. Ao invés disso, o que devemos fazer é reconhecer cenários que sejam ameaçadores e a quem podem recorrer caso precisem de ajuda: como a polícia, seguranças, famílias com crianças, etc (http://missingchildreneurope.eu/portals/0/docs/beyondstrangerdanger.pdf).

A investigação realizada por pais e filhos juntos (PACT) tem demonstrado que até as crianças mais velhas têm dificuldade em distinguir estranhos de conhecidos. Para além disso o abuso sexual de crianças é perpetrado dentro do círculo de amizades, ou seja, pessoas em quem a criança confia.

 

Mito: As crianças que fogem regressam a casa.

As crianças fogem normalmente de situações em casa que lhes causam sofrimento e fugir surge como a melhor solução encontrada. A investigação revela que 1 em 6 foragidos dormem mal, 1 em 8 mendiga ou rouba para sobreviver e 1 em 12 enfrenta agressões violentas incluindo exploração sexual. As crianças que fogem contemplam o suicídio 9 vezes mais do que as crianças que não fogem. Na Bélgica, por exemplo, 17% das crianças passam de 1 semana a 1 mês em fuga enquanto 8% passa de 1-6 meses longe de casa. A nossa hotline recebeu relatórios de uma criança que fugiu 40 vezes.

 

Mito: Os raptos internacionais são cometidos por pais que levam os filhos para países muçulmanos

Os raptos parentais são muito comuns na Europa e considerados a segunda maior categoria de crianças desaparecidas. Em quase 3 de 4 casos, as crianças são levadas ou retidas num outro país pelas suas mães. Para além disso, mais de 70% dos raptos parentais são de um estado membro europeu para outro estado membro. Os raptos para países muçulmanos são raros.

 

Mito: Os migrantes jovens que vêm para a Europa para trabalhar tornam-se criminosos

 

1 em cada 5 crianças que chegam à Europa têm menos de 14 anos de idade. As nossas hotlines também recebem relatórios de crianças migrantes que desaparecem, com menos de 1 ano de idade. Sejam forçadas para viajar sozinhas ou sem as suas famílias, estas crianças andam assustadas, sozinhas, sem conhecerem a língua dos países onde chegam e aterrorizadas, com receio de pedir ajuda e serem enviadas de volta. Passam fome, são alvos fáceis, potenciais vítimas de violência e abuso sexual durante a sua viagem para e na Europa.

Os pais que mandam as suas crianças sozinhas ou para viajarem com outras crianças, colocam os filhos em risco mas só o fazem para conseguirem encontrar refúgio e segurança pois a sua situação torna-se insustentável.

Quando os líderes nacionais falham ao providenciar a protecção apropriada, as crianças tonam-se alvos fáceis para os traficantes que lhes prometem uma oportunidade de ver as suas famílias na Europa ou ganhar a vida pela prostituição forçada ou actividades criminais. Assegurando que estas crianças são acolhidas em instalações adequadas, se sentem ouvidas e suportadas, podem ir à escola e serem capacitadas para ter um trabalho no futuro, percorre-se um longo caminho no compromisso de considerar a criança como parte integrante da sociedade e de um futuro de que nos possamos orgulhar.

 

No caso de uma criança desaparecer, a hotline 116000 oferece um apoio 24/7 por toda a Europa

A linha 116000 está disponível por toda a Europa para jovens que fogem e para as suas famílias. Esta rede de hotlines tem o mesmo número, 116000, activo em 31 países, em inglês, bem como nas outras línguas nacionais. A hotline providencia apoio psicológico, profissional, administrativo e jurídico, 24/7, gratuito.

Dependendo de cada, os operadores da linha podem abrir um caso de criança desaparecida com as autoridades locais ou arranjar suporte de uma assistente social, de um mediador, etc..

 

Acerca do Missing Children Europe

A MCE é a Federação Europeia para Crianças Desaparecidas e/ou Exploradas Sexualmente   que representa 31 organizações de 27 países europeus. Providenciam a ligação entre investigação, políticas e organizações no campo, para protecção das crianças de todo o tipo de violência, abuso ou negligência causado por ou como resultado de desaparecimento.

O texto acima foi elaborado pela MCE- Novembro 2018

Traduzido pelo SOS-Criança/IAC

 

Pode aceder ao texto acima em formato .pdf.

Dia da Internet Mais Segura 5 de Fevereiro de 2019.

Fevereiro 5, 2019 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações nos links:

https://www.seguranet.pt/

http://www.internetsegura.pt/

 

Síria. Pelo menos 15 crianças morreram de frio nas últimas semanas

Fevereiro 5, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 15 de janeiro de 2019.

Treze destas crianças tinham menos de um ano, referiu a UNICEF em comunicado.

Pelo menos 15 crianças, a maioria com menos de um ano de idade, morreram na Síria nas últimas semanas devido ao frio e por falta de cuidados, divulgou hoje a UNICEF.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância referiu, num comunicado, que “com as temperaturas baixas e a falta de cuidados”, pelo menos oito crianças morreram em Rokbane, um campo de deslocados no sul da Síria, enquanto outras sete morreram enquanto as suas famílias fugiam de um bastião ‘jihadista’ no leste do país.

“Treze delas tinham menos de um ano”, referiu a nota da UNICEF.

“As vidas dos bebés continuam a ser interrompidas por problemas de saúde que podem ser evitados ou tratados. Não há desculpas para isso no século XXI”, disse Geert Cappelaere, diretor regional da UNICEF para o Médio Oriente e Norte de África.

O conflito que assola a Síria desde 2011 deixou mais de 360 mil pessoas mortas e causou uma séria crise humanitária, deixando milhões de deslocados internos e refugiados no exterior.

No campo de refugiados sírio em Rokbane, onde vivem dezenas de milhares de pessoas que recebem ajuda humanitária, pelo menos oito crianças, a maioria delas com menos de quatro meses de idade, morreram em apenas um mês, assegurou a UNICEF.

No leste da Síria, milhares de civis fugiram de um bastião mantido pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI), que é alvo de uma ofensiva militar na província de Deir Ezzor.

“As famílias que procuram segurança (…) passam os dias ao frio, sem abrigo ou necessidades básicas”, lamentou a UNICEF.

“Sem cuidados médicos, proteção e abrigo acessíveis e confiáveis, mais crianças morrerão dia após dia em Rokbane, Deir Ezzor e em outros lugares na Síria. A história irá julgar-nos pelas mortes absolutamente evitáveis”, advertiu Cappelaere.

Comunicado da Unicef:

Falta de acesso a cuidados médicos na Síria deixam as crianças em risco de vida

 

 


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